Enquanto os escafandristas não chegam

Cansei de ver escafandristas mergulhando em frente de minha casa, no Marabazinho. Eles ficavam sobre balsas improvisadas no Tocantins, e lá iam buscar no fundo do rio não sei o quê com suas vestes de ferro, longos tubos e cordas a lhes segurar nas bordas dos barcos. Toda vez que ouço a canção de Chico Buarque (Futuros Amantes) falando dos escafandristas

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Tum Tum Batuntum Cacacá

Nem bem começou o domingo, sinto um pouco de saudade exalando. Mistura de ter nada para ter algo. E nem sei se rio, se vou ao rio, se alivio essa ausência de família que vive a domingueira em Belém, na Rui Barbosa. Saber a calma para esperar, pacientemente, o dia de ir. Viver cada passo desse chão numa manha de domingo,

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Hoje tem Espetáculo?!!!

Ao cruzar esquina de Marabá, na tarde de sábado, 12, dei de cara com uma carreata de um grande circo anunciando estréia de sua temporada na cidade. O Portugal Circo, companhia de imensa estrutura exibindo elefantes, camelos, cavalos e outros animais. De repente, lembrei do primeiro circo que vivenciei, armado num largo que havia nos fundos do prédio da prefeitura de

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Objeto é a floresta no chão

O blog sempre separa quem luta pela consolidação da Reforma Agrária, justamente e com armas legais. Mas bate de frente, sem medo, com os bandidos que usam o tema apenas para roubar madeiras, derrubar reservas legais com uso de motosserras e fogo. Ademir Braz conta história que merece a reflexão sobre uma área localizada a 20 km de Marabá, invadida por

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