50m3 de madeira são apreendidos em Marabá

O flagrante ocorreu nesta última sexta-feira, 17, por volta das 11h30, quando uma equipe da PRF abordou o caminhão Volvo Fh, que realizava o transporte de madeira no km 323 da BR-155.

Durante os procedimentos de fiscalização, foi solicitado que o condutor apresentasse o documento fiscal (DOF), que pudesse comprovar a origem lícita da madeira. O mesmo disse aos policiais que não havia nenhum documento que comprovasse a origem lícita da madeira.

Foram apreendidos 50 m³ de madeira e encaminhados para a Secretaria de Meio Ambiente de Marabá.

O condutor assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e se comprometeu a comparecer em Juízo quando solicitado.

Estado do Pará desmata em agosto área equivalente a cinco vezes o tamanho de Belo Horizonte

Desde maio, o Pará segue consecutivamente no topo do ranking dos estados que mais desmataram na Amazônia, e teve 638 km² destruídos apenas em agosto. Essa área representa 40% de toda a devastação na Amazônia Legal e é maior do que São Luís.

No mês de agosto, o Pará concentrou 6 das 10 unidades de conservação do ranking das que mais desmataram e metade dos municípios, terras indígenas e assentamentos.

Além disso, Pará e Amazonas seguem como os estados que mais que mais desmatam a Amazônia, somando 66% de toda a destruição em agosto.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim, apenas cinco municípios paraenses que estão na lista dos 10 que mais desmataram acumulam 40% do total de desmatamento identificado no estado, sendo eles: Altamira, São Félix do Xingu, Pacajá, Itaituba e Portel.

“Todos estão na lista do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que indica os municípios prioritários para prevenção, monitoramento e controle do desmatamento. E eles ainda apresentam grandes blocos de áreas protegidas em seus territórios, o que torna esse desmatamento ainda mais perigoso e agravante”, comentou.

“Se quisermos evitar que o ano feche com a maior área desmatada da década, precisamos urgentemente adotar ações mais efetivas, como aumentar o embargo de terras já desmatadas ilegalmente e intensificar operações de fiscalização, com a devida punição dos desmatadores”, alerta Antônio Fonseca, pesquisador do Imazon.

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), desenvolvido pelo Imazon, é uma ferramenta que utiliza imagens de satélites (incluindo radar) para monitorar a floresta.

Além do SAD, existem outras plataformas que vigiam a Amazônia: Deter, do Inpe, e o GLAD, da Universidade de Maryland. Todas são importantes para a proteção ambiental, pois garantem a vigilância da floresta e a emissão de alertas dos locais onde há registro de desmatamento.

Os dados fornecidos ajudam os órgãos de controle a planejarem operações de fiscalização e identificarem desmatadores ilegais.

Concursos públicos no Pará oferecem 5 mil vagas

Cinco órgãos do Estado estão com as inscrições de seus concursos públicos para preenchimento de vagas de cargos efetivos abertas. Segundo os editais publicados, os salários variam de R$ 1.145,00 a R$ 20.565,34. As oportunidades ofertadas pelo Governo são para profissionais de níveis médio e superior, na Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa), Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad), Auditoria Geral do Estado (AGE) e Defensoria Pública do Estado do Pará.

No caso da PGE, são 24 vagas para nível superior e 12 vagas para nível médio, com cadastro reserva (CR). As inscrições começaram no dia 17 de agosto e devem ser feitas exclusivamente via internet, até o dia 13 de outubro de 2021. O valor da taxa de inscrição é de R$ 48,00 para o nível médio e R$ 59,99 para o nível superior.

As oportunidades abertas de níveis médio são para assistente de procuradoria, assistente de procuradoria – informática e assistente de procuradoria contabilidade. Já para quem tem nível superior, existem vagas nas áreas de administração, biblioteconomia, ciências contábeis, direito, informática, matemática/estatística/economia e técnico em gestão de procuradoria. Os salários variam de R$1.257,30 a R$ 3.238,47.

 

Já a Jucepa está ofertando 15 vagas efetivas de contratação imediata – 10 de nível superior e 5 de nível médio -, mais cadastro de reserva, com remuneração base variando de R$ 1.145,00 a R$ 2.809,35. As oportuidades são para os cargos de Assistente do Registro Mercantil Nível I Classe A (ensino médio completo); Técnico de Administração e Finanças Nível I Classe A – Administração (ensino superior completo); Técnico de Administração e Finanças Nível I Classe A – Ciências (ensino superior completo); Técnico do Registro Mercantil Nível I Classe A – Direito (ensino superior completo); e Técnico em Informática do Registro Mercantil Nível I Classe A (ensino superior completo).

 

Na Seplad, há vagas 24 vagas de para cargos de nível superior completo, sendo eles: Técnico em Gestão Pública – Administração; Pública – Administração; Técnico em Gestão Pública – Ciências Contábeis; Técnico em Gestão Pública – Ciências Econômicas; Técnico em Gestão Pública – Estatística; Técnico em Gestão Pública – Psicologia; Técnico em Gestão de Infraestrutura – Arquitetura; Técnico em Gestão de Infraestrutura – Engenharia Civil e Técnico em Gestão de Informática. O salário é de R$ 2.809,37. As inscrições, com taxa de R$ 59, podem ser realizadas até 07 de outubro, exclusivamente via site da Fundação Cetap.

A Auditoria Geral do Estado tem 20 vagas para nível superior e uma para nível médio. As oportunidades são para Assistente Administrativo (nível médio); auditor de finanças e controle (exigência de nível superior em Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Sanitária, Engenharia da Computação, Ciência da Computação ou Tecnologia em Processamento de Dados); e técnico de gestão de informática (necessário ter diploma do curso de graduação de nível superior em Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Sistemas de Informações ou Tecnologia em Processamento de Dados). Os salários variam de R$ 1.200,00 a R$ 5.026,81

Meta de vacinação em Marabá da Campanha Antirrábica é de 35 mil animais

35 mil animais vacinados, essa a meta definida pelo  Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Marabá para a Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica, que começpu  nesta segunda-feira (20).

Equipes da CCZ| percorrerão zonas urbana e rural, objetivando cobrir de imunização o maior número possível de animais.

A ação será feita nas residências e também no próprio CCZ.

O ponta pé inicial da campanha começa em Morada Nova e no Residencial Jardim do Éden e depois acontecerá em outros locais da cidade.

No CCZ,  a vacinação acontecerá todos os dias, de 8 às 18 horas, localizado na Avenida 2000, no Bairro Novo Horizonte.

Salinópolis lança moeda verde e garante troca de recicláveis por alimentos da cesta básica

Moradores de vários bairros do município de Salinópolis, no nordeste paraense, participaram do lançamento do projeto Moeda Verde Salinas, idealizado pelo Instituto de Desenvolvimento Humano da Amazônia Atlântica (IDHAA) na noite do último sábado (18).

A ação realizada no Dia Mundial da Limpeza de Praias e Igarapés, ocorreu das 17h às 20h, na Escola Estadual Dr. Miguel de Santa Brígida e lançou a moeda verde.

Segundo a coordenadora do IDHAA, Denise Monteiro, em menos de três horas de evento, o projeto já tinha arrecadado mais de duas toneladas de materiais recicláveis, sendo mais de uma tonelada somente de vidro.

“O final desse movimento de apresentação da Moeda Verde Salinas foi muito gratificante porque a população atendeu ao nosso chamado e a gente conseguiu cumprir com o objetivo o projeto e ajudar a melhorar a cidade”, disse ela.

Vários moradores que prestigiaram o evento puderam fazer a troca de materiais recicláveis pela moeda do Movimento Moeda Verde, grafada com o símbolo da cidade, o Farol de Salinópolis, e a data do evento.

Houve ainda apresentação do grupo de carimbó Raizes Coremar, venda de artesanato, doces, comidas e bebidas, além de troca de cartelas de bingo para sorteio de uma moto aos que levaram vidros e eletrônicos.

As crianças também se divertiram com pula pula, oficina de slime e distribuição de algodão doce.

A cada 250 gramas de metal ou alumínio, 1.2 quilos de plástico misturado ou 5 quilos de papel ou papelão, os moradores recebiam “1 SAL”, o equivalente a R$ 1 e já garantiam a circulação da moeda ao comprar alguns alimentos da cesta básica a valores promocionais.

Quem gostou da ideia foram as amigas Márcia, Luciana e Marcilene que, mesmo com o tempo apertado, conseguiram selecionar e limpar todos os reciclados que encontraram perto de casa para trocar por açúcar, feijão e outros alimentos.

Mercadinho – O destaque do evento foi o mercadinho preparado especialmente para atender aos moradores interessados em levar alimentos para casa. Um quilo de arroz, açúcar, leite, bolacha ou macarrão, por exemplo, poderia ser trocado por 2 SAL. Já o café, o óleo e o feijão, que nos supermercados custam a partir de R$4, R$ 6 e R$7, respectivamente, estavam custando 3 SAL, cada.

“A moeda social tem esse apelo social de mostrar para a comunidade que o resíduo dela vale dinheiro e pode ser trocado por um item da cesta básica que está tão caro nos supermercados”, avaliou a deputada Paula Gomes, parceira do projeto e autora do projeto de lei que proíbe a venda de bebidas em garrafas de vidro nas praias do estado.

Valorização – Outra parceira do evento, a defensora pública Jaccqueline Loureiro, fez questão de frisar a importância do projeto por estimular a educação ambiental e o reconhecimento e valorização de toda a sociedade. “Sabemos que as pessoas mais humildes são as que mais sofrem com a degradação do meio ambiente, pois são atingidas pelos malefícios dessas irregularidades em relação ao tratamento dos resíduos sólidos e as consequências são muito grande”, comentou.

Venda – A comerciante Tamires dos Santos se surpreendeu com a venda de bolos, doces e comidas típicas, o que lhe garantiu uma renda a mais. “No início fiquei com o pé atrás, mas depois vi a fila com o pessoal trocando os materiais recicláveis e realmente foi tão bom que precisei buscar mais insumos para continuar vendendo”, disse ela, ao reforçar que o projeto “chegou para somar na coleta seletiva, já que as pessoas vão ficar mais atentas agora para reciclar e poder trocar pela moeda”.

Segundo a organização do evento, o projeto deve se expandir para outros bairros, com o objetivo de estimular o interesse dos moradores pela educação ambiental, ao separar os lixos recicláveis e estimular a troca pela Moeda Verde Salinas, melhorando assim a limpeza da cidade.