Ibope: Jatene e Helder, rigorosamente empatados em 50%

 

A última pesquisa Ibope antes do segundo turno das eleições, divulgada neste sábado (25), aponta um empate técnico entre os candidatos a Governo do Pará, Helder Barbalho (PMDB) e Simão Jatene (PSDB). A margem de erro é de 3% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Levantamento foi  encomendado pela TV Liberal. Pesquisa divulgada pelo CNT/ MDA mostra Aécio à frente de Dilma, com  50,3%, contra 49,7%, considerando votos válidos.

De acordo com o que foi levantado pelo Ibope, o candidato Helder Barbalho tem 47% das intenções de voto. Pela margem de erro, fica entre 44% e 50%. Simão Jatene também apresenta 47% das intenções de voto. Na margem de erro teria entre 44% e 50%. Brancos e nulos somam 4%. Não sabem ou não responderam foram 2%.

No dia 18 de outubro, Helder Barbalho tinha 48% e hoje tem 47%. Jatene tinha 45% e hoje tem 47%. Brancos e nulos eram 3% e agora 4%. Não sabem ou não responderam eram 4% e hoje são 2%A pesquisa também contemplou os votos válidos, que não levam em consideração os votos brancos, nulos e indecisos, forma que o TRE utiliza na totalização dos votos da eleição. Helder Barbalho tem 50% dos votos válidos. Com a margem de erro ficaria entre 47% e 53%. Simão Jatene também aparece com 50% e, com a margem de erro ficaria também entre 47% e 50%.

Com relação a evolução dos candidatos em votos válidos a situação ficou assim: em 18 de outubro Helder Barbalho tinha 52% e hoje tem 50%. Já Simão Jatene, tinha 48 e hoje, 50, o que comprova o empate técnico.

No primeiro turno, Helder teve 49,88% dos votos válidos e Jatene, 48,48%.

A pesquisa ouviu 812 pessoas em 42 municípios, entre os dias 21 e 23 de outubro e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro nº PA-00054/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01182/2014.

————–

iVeiga

 

Ao mesmo tempo, segundo o jornal Diário do Pará,  o candidato do PMDB, Helder Barbalho, abriu 12,5 pontos de vantagem sobre o governador tucano Simão Jatene, candidato à reeleição, considerando os votos válidos, segundo a nova rodada de pesquisas do Instituto Iveiga.

Considerando os vctos válidos, Helder tem 56,2% contra 43,8% das intenções de voto para Jatene. Os votos válidos são calculados descartando os votos brancos e nulos e os indecisos. Os votos válidos são considerados pelo Tribunal Regional Eleitoral para definir o real percentual de votos dos candidatos.

Na pesquisa estimulada, o peemedebista atingiu 11,1 pontos de vantagem em relação a Jatene. Os dados mostram que Helder Barbalho tem 49,8% das intenções de voto, enquanto Jatene acumula 38,7%. Os votos brancos e nulos somam 6% e 5,6% não souberam ou não responderam. Na pesquisa estimulada,, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados para que façam a sua escolha.

Na pesquisa espontânea – quando o eleitor precisa lembrar do nome dos candidatos -, Helder também lidera. Nesse caso, Helder tem 48,8% e Jatene, 38,3%. Os brancos e nulos somaram 5,8% e os eleitores que não souberam ou não opinaram chegaram a 7,2%. O IVeiga mediu também a expectativa dos eleitores em relação aos resultados da eleição de amanhã. A maioria dos ouvidos acredita que Helder vencerá a disputa. O percentual dos paraenses que acreditam na vitória do candidato do PMDB chegou a 54,5%. Apenas 32,8% dos entrevistados disseram acreditar que Jatene será o vencedor.

O IVeiga ouviu 2 mil eleitores entre os dias 20 e 24 de outubro nos municípios de Santarém, Monte Alegre, Breves, Portel, Afuá, Muaná, Belém, Ananindeua, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Capanema, Moju, Igarapé-Miri, Tomé-Açu, Acará, Viseu, Marabá, Parauapebas, Tucuruí, Paragominas, Redenção, Itaituba e Altamira.

A pesquisa está registrada no TRE com o número 00053/2014. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. O IVeiga é coordenado pelo cientista político Edir Veiga e foi o único a acertar os resultados das eleições no primeiro turno desde o início da campanha eleitoral deste ano.

O golpe de Veja e suas consequências

 

O que pode — e deve — vir depois da capa da Veja

 

Por Paulo Nogueira – Jornalista

 

Quando soube da capa da Veja, me ocorreu uma passagem que, algum tempo atrás, testemunhei em Londres.

 

Os tabloides foram avançando cada vez mais em métodos indignos, desonestos e criminosos na busca de furos – e com eles leitores e anunciantes.

 

Até que se soube que um tabloide de Murdoch, o News of the World, invadira a caixa postal de uma garota de treze anos sequestrada e morta.

 

Acabou ali a festa.

 

Em menos de uma semana, em meio a uma torrencial comoção espalhada entre os britânicos, o centenário News of the World estava fechado.

 

Logo, repórteres, editores e altos executivos de empresas jornalísticas delinquentes começaram a ser investigados, processados e, em muitos casos, presos.

 

Não demorou muito e se estabeleceu um consenso na sociedade britânica: a imprensa tinha que ser submetida a novas regras. O regime de auto-regulação, como mostrou espetacularmente o caso do News of the World, fracassara.

 

Agora, os arranjos finais das novas regras estão em debate. Os tabloides nunca mais voltaram a fazer o que faziam impunemente.

Enxergo no jornal de Murdoch na cobertura do sequestro e morte da garota inglesa a Veja nesta capa às vésperas das eleições.

Certas passagens trágicas, e este é o lado positivo delas, têm o poder de transformar coisas ruins que de algum modo vão se acumulando.

Uma hora um limite é rompido – e a opinião pública berra um basta do qual não existe retorno.

A Veja não vai deixar de circular imediatamente como o News of the World.

Mas, como ficou claro na reação de Dilma, uma história de muitos anos acabou com a capa desta sexta e outra história só não vai se iniciar caso Aécio vença.

O que chegará ao fim, se Dilma ganhar, é um pacto não escrito entre a imprensa e sucessivos governos.

Este pacto estabelece, basicamente, o seguinte. A mídia dá uma cobertura amiga. Não investiga corrupção, por exemplo. Projeta uma imagem de bem-aventurança generalizada. Protege o poder.

Em troca, as grandes empresas recebem dinheiro público em doses avassaladoras. É publicidade, é compra de livros didáticos, é aquisição de lotes de revistas, é financiamento facilitado em bancos públicos.

É, enfim, uma coleção interminável de mamatas que levaram os donos das empresas a terem algumas das maiores fortunas do país.

Com FHC, o pacto funcionou esplendidamente. Tanto que a compra de votos para a emenda da reeleição jamais foi investigada com seriedade.

Os problemas começaram com Lula.

É curioso notar que a ruptura do pacto foi unilateral: partiu da imprensa. Talvez em dose não tão grande, mas ainda assim absurdamente elevada, a bilionária publicidade governamental continuou a fluir para as maiores companhias jornalísticas.

A Globo, como passamos a saber depois que a Secom decidiu divulgar seus gastos, recebe anualmente 600 milhões de reais em verbas publicitárias federais.

Quando você acrescenta a aquilo tudo recursos de governos estaduais e municipais, não é exagero dizer que as grandes empresas de mídia são virtualmente financiadas com dinheiro público.

A novidade que surgiu na era PT é que a mídia descobriu que poderia continuar a mamar sem dar as contrapartidas que sempre ofereceu aos governos amigos.

Foi então que começaram a brotar colunistas dedicados exclusivamente a atacar Lula em todas as mídias: jornais, revistas, rádios, televisão, internet.

Para a mídia, era o melhor dos mundos. O que era uma guerra fria no começo se tornou logo um batalha aberta. Não raro, denúncias sem nenhum fundamento passaram a ser publicadas como se fossem verdades indiscutíveis.

Colaborou para isso a Justiça brasileira, complacente com os crimes da imprensa, ao contrário do que ocorre em sociedades avançadas.

E o melhor, para as grandes empresas: ao mesmo tempo em que atacavam ferozmente o governo, sempre recolheram, no final de cada mês, o Mensalão das verbas publicitárias desse mesmo governo.

Para a sociedade, esse esquema é uma calamidade. É como se ela mesma pagasse para ser enganada e manipulada por jornais e revistas.

O objetivo é perpetuar um situação em que uns poucos – a começar pelos donos da mídia – tenham privilégios assombrosos. Você não consegue entender a desigualdade brasileira se não entender este pacto entre mídia e governos.

Por que o PT não rompeu um contrato tão sinistro para o país?

Esta é uma grande pergunta.

Numa visão benévola, defendida por alguns petistas, por “republicanismo” – expresso numa expressão de consequências funestas para os brasileiros: “mídia técnica”. É como se a mensagem fosse a seguinte: “Sou tão correto que encho a Globo de dinheiro mesmo sabendo que esse dinheiro vai dar em Mervais, Jabores, Sardenbergs etc.”

Numa visão menos benévola, por medo. Por insegurança. Por temer que a retaliação dos barões da imprensa.

Deu no que deu: nesta capa da Veja.

Se essa capa representar o fim de um pacto tenebroso para os brasileiros, teremos, paradoxalmente, que ser gratos a ela.

 

Tião Miranda prestou contas de convênio que colocou Marabá no Cauc

 

Nota publicada no blog dando conta de que o município de Marabá voltou a figurar na lista de restrições do Cauc  -  barrando o repasse de recursos federais à Prefeitura – cita pendência da gestão do ex-prefeito Sebastião Miranda  como uma das restriçõe, já que  a citada administração não teria prestado contas de convênio com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Ouvido agora à tarde, Tião explica que o convênio refere-se a 1.080 consultas oftalmológicos e compra de óculos para atender crianças na rede do Ensino Fundamental.

“A prefeitura firmou esse convênio com o FNDE, que limitava, à época,  o valor de R$ 30,00  por consulta, enquanto o valor de mercado, nos consultórios oftalmológicos de Marabá, era de R$ 100,00. Realizamos dois pregões eletrônicos, sem sucesso, já que ningue´m queria atender a prefeitura recebendo R$ 30,00 por consulta. Como havia muitas crianças necessitando passar por exame oftalmológico, fizemos todo esforço para evitar devolver o recurso, que naquele tempo somava algo em torno de R$ 50 mil. Reunimos os oftalmologistas Marcelo Ferreira e João Carlos, obtendo deles apoio para que atendessem cada criança ao valor de R$ 30,00, procedendo uma dispensa de licitação emergencial”, explica o atual deputado estadual e ex-prefeito Miranda.

A Prefeitura decidiu também usar o recurso para a compra de óculos para as crianças atendidas pelos dois oftalmologistas, reduzindo o número de consultas autorizadas no convênio. Uma loja local especializada em venda de óculos (ótica Maia), também para ajudar a prefeitura de Marabá a fornecer óculos a crianças necessitadas, forneceu o produto a preço abaixo do mercado.

Todos os documentos das consultas realizadas e a compra dos óculos, ficaram no arquivo morto da prefeitura.

Anos depois, o FNDE solicitou cópias das consultas realizadas, não localizadas no arquivo municipal.

O próprio ex-prefeito Tião Miranda, ao ser citado para se defender, encaminhou ao FNDE  declarações dos médicos e da casa especializada em oftalmologia, autenticando a realização dos serviços e compra dos óculos.

Hoje, em valor corrigido, a soma do convênio é de R$ 83.604,86.

A prefeitura de Marabá, através da secretaria de Planejamento, está agilizando  ações para corrigir a demanda, para retirar o nome do Município do Cauc.

Outras duas restrições  – essas de valores milionários -, são originários da gestão Maurino Magalhães.

A primeira, pendências referentes ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que teria sido pago a menor no período de agosto a dezembro de 2012, último ano do governo Maurino, gerando uma dívida no valor de R$ 1.128.148,30.

A segunda, é uma notificação da Receita Federal,  exigindo que a Prefeitura quite débitos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O município, na gestão Maurino, também teria recolhido a menor, em 2011, gerando uma dívida no valor de R$ 11,4 milhões.

Além desse valor, a Receita está analisando outro débito do município junto ao INSS, no valor de R$ 5.464.812,80, referente ao período de julho 2009 a março de 2011.

A partir da inclusão no Cauc do nome da Prefeitura de Marabá, o município não pode receber os repasses do governo federal para as obras de infraestrutura  que estão sendo executadas em diversos bairros.

———-

Atualização às 21:44 (25/10)

Em comentário ao post acima, o prefeito de Marabá faz mais esclarecimentos a respeito de novas inclusões do CNPJ da Prefeitura de Marabá ao Caauc.

O que diz João Salame:

 

Hiroshy.

Tenho boas relações com os ex-prefeitos Tião Miranda e Maurino Magalhães, mesmo tendo sido adversários dos dois.
Mas é preciso estabelecer uma diferença clara. Os grandes problemas financeiros que tenho herdado na atual gestão são de responsabilidade do ex-prefeito Maurino Magalhães. Agora mesmo surgiram mais duas broncas milionárias. Não posso dizer o mesmo da gestão do ex-prefeito Tião Miranda. A única pendência que surgiu da época do Tião é de cerca de R$ 80 mil, que já realizei o pagamento. E ele tem reiterado que não é culpado no caso.
A título da verdade gostaria de fazer esse esclarecimento.

 

Solicitações do CNPJ serão feitas somente online a partir de novembro

A partir de 3 de novembro de 2014, os contribuintes de todo o Brasil deverão deixar de utilizar o aplicativo de Coleta Offline do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ 4.0), que é o programa utilizado para preenchimento de solicitações (inscrição, alteração e baixa) relativa aos dados cadastrais das pessoas jurídicas e equiparadas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

A partir desta data, os contribuintes deverão utilizar exclusivamente o aplicativo de Coleta Online do CNPJ (Coleta Web) para preenchimento de solicitações cadastrais de inscrição, alteração ou baixa. Portanto não haverá mais a necessidade de se fazer o download e instalação de qualquer programa para efetuar as solicitações.

Exposição Fotográfica retrata personagens encontrados em viagem pela Índia

 

A abertura da exposição “A jornada é o destino”,  uma série fotográfica da imersão da artista Renata Aguiar em sua viagem pela Índia,  acontecerá no dia 24 de outubro, sexta-feira, às 19h, no Composição Arte e Bar, na Praça Ferro de Engomar.

As 16 fotografias produzidas na Caxemira Indiana e no distrito federal de Delhi, localizadas no extremo norte da Índia, marcam o início de uma jornada de sete meses da fotógrafa na região da península índica e demarca a perspectiva em movimento, o valor do caminhar como experiência, sendo o próprio movimento da viajante o objetivo da viagem.

A exposição conta obras realizadas pela fotógrafa em parte de suas viagens pela Índia. A série apresentada na exposição “A jornada é o destino”, documenta a experiência da errância, a caminhada sem destino, os lugares e as pessoas que o acaso da estrada e da viagem fazem encontrar.

“A Viagem é permeada por encontro com comunidades isoladas ou urbanas, distantes meio mundo da nossa própria e que revelam a diversidade e potência da humanidade que se constrói das mais diversas e ricas formas culturais”, descreve a artista.

“Aécio está sendo derrubado por seu próprio nanismo político”

 

Por que Aécio encolhe? Porque é muito pequeno, mesmo

   - Fernando Brito (Jornalista)

Aécio Neves começou o segundo turno das eleições, há apenas três semanas, menos até,  como favorito.

Seu resultado, no primeiro turno, surpreendeu, menos pelos votos que atingiu – semelhantes aos de Serra, em 2010 – mas pelo inesperado de alcançá-los depois, segundo as pesquisas, de patinar numa faixa muito abaixo deles e o terem mostrado fora do segundo turno.

Também era evidente que, pelo ódio a Dilma e Lula  que mal consegue esconder, Marina iria apoiá-lo e poderia, em outras condições, levar a ele a maioria de seus votos.

Mais inesperado, talvez só para quem estivesse distante da política local, como eu, foi o apoio da viúva de Eduardo Campos. As origens da família, a simpatia pessoal e a carga de dor familiar nos fizeram crer, erradamente, que garantidas as posições do grupo do ex-governador e dada a preferência dos pernambucanos por Lula, a família fosse recolher-se no segundo turno. Não sou capaz de compreender que argumentos soaram para leva-los a expor o prestígio recém-reafirmado no Estado.

Além do mais, os cuidados que a mídia tinha com ele e Marina – protegendo-os enquanto despejava uma inacreditável campanha de desmoralização do Governo, apoiada em criminosos que dele haviam sido expelidos – agora seriam só seus.

Então, o que fez, em exíguos 17 dias, Aécio decair a esta situação deplorável, onde consegue exalar o cheiro de derrota em imagens, palavras e gestos, cada vez mais agressivos?

É simples: o seu tamanho pessoal ou o que Leonel Brizola chamaria de “luz própria”.

Mesmo tendo presidido a Câmara dos Deputados, governado o segundo maior Estado da Federação e sido eleito, sem contestação possível, senador pelos mineiros, Aécio Jamais foi um líder.

Foi apenas um chefe de máquina política, uma versão “playboy” das velhas oligarquias interioranas. Ou o que em tempos antigos, chamaríamos de “herdeiro perdulário”.

Não fosse sua pequenez, Aécio teria feito o que só ele poderia fazer na passagem para o segundo turno: apresentar-se como o “pacificador”, o candidato que se propunha a encerrar a temporada de ódios que marca o processo político brasileiro, reconhecido os erros do tucanato, anunciado a abertura de uma nova etapa da política, menos feroz, mais humana, menos “mercadista”…

Digamos que um pós-neoliberalismo, reconhecendo que o Estado não podia nem ser ausente nem mero provedor de lucros financeiros.

A despolitização que os governos de esquerda, por tibieza e excesso de pruridos “republicanos”, deixaram crescer, sem reação, numa sociedade que não progrediu senão por suas próprias políticas, convenhamos, abriu espaço para a eleição de um governante conservador “light”.

Um nome novo para a direita, para “recomeçar” e não para negar.

Em lugar de demonizar os adversários,  um conservador  “light” ter-lhes-ia feito acenos, chamado à razão, dito que não prescindia deles e, até, que gostaria de contar, em seu governo, com a colaboração de Lula, que se tornou mundialmente um símbolo do Brasil.

Não pôde florescer um “Aecinho Paz e Amor” a partir do dia 6 de outubro por duas essenciais razões.

A primeira é a fraqueza pessoal do personagem, que é pífio.

Reconheçamos: como político e administrador, José Serra está a anos luz à frente de Aécio. Tem uma trajetória – desviada, errada, traidora de quem foi, não importa – construída por seus próprios pés.

Foi candidato a presidente duas vezes em condições dificílimas: no final do desastre de Fernando Henrique e no boom de crescimento do país em 2010.

Só deixou o oceano de ódio que habita sua alma mesquinha fluir naquelas eleições porque não poderia ser diferente.

Para Aécio, sim, havia outra opção.

A segunda razão foi o ódio.

E ele não tinha, até o início da campanha eleitoral, o estigma de pecados mortais em sua testa. Conversas sobre seus hábitos pessoais, um suposto “barraco” numa festa animada, pequenas falcatruas comuns aos políticos, o que mais?  Nada que o tempo e a missão não pudessem sublimar nos deslizes da juventude de quem amadurece e tem uma missão para si.

Mas Aécio resolver ser o que não foi na carreira política – embora tenha sido na vida pessoal : um “coxinha” elitista e agressivo, uma espécie de (já não tão) jovem  pit-bull  da direita e marcar a si mesmo com o ferro em brasa da volta ao passado, ao escolher como símbolo de seus planos o capataz do desastre econômico do final da era FHC.

O dedo em riste não era um acaso: sua campanha era apontar os males alheios, sem ter o bem para mostrar.

Seu discurso era o do terror e do medo e da falsificação simplória: o desemprego (o menor da história brasileira, confirmado hoje pelo IBGE), a inflação (ora, ora, ora, como se não tivéssemos tido piores e muito, com o PSDB) e a estagnação da economia…

Faltou-lhe, que sabe, um padre bem mineiro que lhe dissesse: “meu filho, o Paraíso é lindo, mas ninguém se atira do precipício por achar que vai pra lá, tirando a turma do Jim Jones”

Mas Aécio, não tem juízo e, sobretudo, não tem um caráter que lhe permita isso.

Quis ser o porta-voz do ódio e o ódio tirou-lhe qualquer razão, exceto para os que não precisam de razões, tanto é o ódio que lhes possui.

Seu comportamento e seus modos agressivos e carregados de valentia podem fazer algum sucesso nos meios “mauricinhos e patricinhas” mas ninguém quer ter um pit-bull em casa, como genro.

Agora, ao se fazer de “vítima” de agressões, depois dos seus arroubos de “machão”, só o que consegue transmitir é falsidade e fraqueza.

Não se culpe marqueteiro ou estrategistas pelo desastre de Aécio.

Ele está sendo derrubado por seu próprio nanismo político.

Aécio deu no que deu porque não tinha tamanho para dar em outra coisa.

Obras da prefeitura devem atrasar por causa de débitos de governos anteriores

 

Obras de pavimentação e outras frentes de serviços da Prefeitura de Marabá, em parceria com o governo federal, devem atrasar, por causa de mais pendências deixadas pelas gestões do ex-prefeito Maurino Magalhães e Tião Miranda, que levaram o município a ter novos lançamentos no CAUC, o Serasa do setor público.

O CAUC é um Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias, usado pelo governo Federal para verificar se os municípios que receberam recursos estão em dia com as prestações de contas e com os recolhimentos dos valores devidos à Previdência e a outros órgãos.

O sistema é monitorado pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), que detectou pendências referentes ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que teria sido pago a menor no período de agosto a dezembro de 2012, último ano do governo Maurino, gerando uma dívida no valor de R$ 1.128.148,30.

Mas não é só isso.

A prefeitura também foi notificada pela Receita Federal, no início deste mês, por apresentar débitos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com a notificação, o município também teria recolhido a menor, em 2011, gerando uma dívida no valor de R$ 11,4 milhões. Além desse valor, a Receita está analisando outro débito do município junto ao INSS, no valor de R$ 5.464.812,80, referente ao período de julho 2009 a março de 2011.

Os dois valores referem-se ao governo Maurino.

Além dos débitos relativos ao Pasep e ao INSS, de responsabilidade do ex-prefeito Maurino Magalhães, também foi detectada pendência referente a prestação de contas de convênio com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), na gestão do ex-prefeito Tião Miranda.

O município está sendo obrigado a devolver R$ 83.604,86 relativos a esse convênio, cuja prestação de contas do ex-prefeito e atual deputado estadual não foi aprovada, gerando mais um apontamento no CAUC.

Devido a essas pendências, a prefeitura começa a enfrentar dificuldades para realizar o pagamento das empresas responsáveis pelas obras que foram iniciadas por meio de convênios com o governo federal, que disponibilizou verbas em várias áreas, como pavimentação, construção de praças, Núcleos de Educação Infantil (NEIs), escolas e outras.

A Caixa Econômica Federal suspendeu provisoriamente o pagamento que deveria ser repassado às empreiteiras, o que já está causando atrasos no cronograma das várias frentes de serviços em andamento.

Tudo isso aconteceu porque o repasse de recursos federais está vinculado ao CAUC e, para que a verba seja liberada, o município necessita da certidão negativa, documento que atesta a ausência de débitos.

Segundo o secretário de Planejamento, Roberval Marco Rodrigues, o município já está tomando as providências necessárias para garantir a regularização da prefeitura.

De janeiro a novembro de 2013, o atual governo retirou 11 pendências do CAUC, todas deixadas pelo governo do ex-prefeito Maurino Magalhães.

 

 

Derrocagem do Tocantins: empresários concluíram visita técnica ao Lourenção

 

Desde as primeiras horas de terça-feira, no  interior do Barco Motor Plínio, doze empresários do setor de construção  realizam visita técnica em toda a extensão do Pedral do Lourenção, percorrendo 49 km do trecho que será derrocado, para viabilizar a Hidrovia Araguaia-Tocantins.

Há poucos instantes, o blog localizou, pelo celular, o empresário do setor de turismo, Cláudio Pinheiro, dono da embarcação, que faz parte da comitiva.

“Estamos de retorno a Marabá, depois de irmos até o final do trecho onde será feita a canalização do rio. Neste momento,  passamos o Lourenção,  retornando a  Marabá, onde deveremos chegar  às 17 horas”, disse Pinheiro.

Cláudio não quis dar mais informações sobre a visita técnica.

“O que posso dizer é que tudo transcorreu normalmente, a comitiva percorreu o trecho não apenas no Barco Motor Plínio,  em lanchas também, que colocamos a disposição de todos,  para os levantamento técnicos necessários”, limitou-se a informar.

A visita técnica é para que as empresas possam apresentar suas propostas, ao  edital  de Licitação que contratará empreiteira  para a elaboração dos projetos básico e executivo, das ações ambientais bem como a execução das obras de derrocamento para a implantação do canal de navegação.

A abertura das propostas está prevista para as 10 horas do dia 4 de novembro  próximo.

O modo de disputa do edital será aberto e o critério de julgamento será o maior desconto, sobre o valor estimado de R$ 452.314.140,71.

Recursos para a derrocagem do Lourenção   estão garantido no PAC 2, por determinação da presidente Dilma Roussef.

Empresários realizam visita técnica ao Lourenção

Empresários realizam visita técnica ao Lourenção.

Vereadores de Santarém são afastados do PP

 

Diretório Municipal do PP de Santarém afastou os vereadores Luiz Alberto da Cruz  dos quadros da legenda, acusados de infidelidade partidária, nepotismo, dentre outras condutas reprovadas pelo estatuto do partido.

Numa reunião tensa, que durou quatro horas,  a decisão foi unânime.

Surgindo como fato raro na política estadual,  a expulsão  dos vereadores do PP está repercutindo em todo Estado.

TRE indefere liminar para Cristina Malcher retornar à Prefeitura de Rondon

 

O desembargador RAIMUNDO HOLANDA REIS, Relator da Ação Cautelar com pedido de Liminar, indeferiu o feito, mantendo Shirley Cristina de Barros Malcher e  seu vice-prefeito, fora do Executivo de Rondon do Pará.

Os dois foram cassados pela Justiça Eleitoral acusados de abuso do poder econômico.

A seguir, íntegra da decisão do magistrado: ra

——————

D E C I S Ã O

Trata-se de Ação Cautelar com pedido de liminar proposta por SHIRLEY CRISTINA DE BARROS MALCHER e PEDRO DIAS DOS SANTOS FILHO, Prefeita e Vice-Prefeito eleitos do município de Rondon do Pará, nas Eleições municipais 2012, no sentido de emprestar efeito suspensivo ao Recurso Eleitoral ainda em processamento perante o Juízo da 51ª Zona Eleitoral, o qual fora interposto contra a sentença proferida nos autos da Ação Cautelar n.º 404-79.2012.6.14.0051 e das Ações de Investigações Judiciais Eleitorais n.ºs 416-93.2012.6.14.0051 e 417-78.2012.6.14.0051, para o fim de determinar a manutenção dos requerentes em seus cargos ou sua reintegração se já afastados, até decisão final a ser proferida por este Tribunal.
Assevera que a sentença a quo, dissentindo do parecer ministerial, julgou totalmente procedente as AIJE¿s em comento, reconhecendo o suposto abuso do poder econômico e político, além do uso indevido dos meios de comunicação por parte dos requerentes a partir da suposta divulgação de propaganda eleitoral em canal da rádio FM aberta, utilizando o sinal 107,07 MHZ.
Alega que a sentença teria se baseado em premissa completamente equivocada, quanto à utilização de rádio pirata, para fins de propaganda eleitoral dos requerentes, quando, em verdade, o que existiu foi à utilização de transmissor FM pelo Sr. Jaquison Ferreira Leite, sem o consentimento específico e responsabilidade dos requerentes e sem qualquer repercussão na disputa eleitoral.
Afirma que a fumaça do bom direito emerge da real possibilidade de se haver entendimento diverso daquele estampado na sentença a quo, quando da análise do mérito recursal, especialmente pela razoabilidade e plausibilidade dos argumentos anotados no apelo interposto pelos requerentes.
Já o periculum in mora restaria evidenciado pelo tempo que será demandado por este Tribunal para o julgamento do recurso interposto, principalmente quando se considera que o tempo que os requeridos ficarem afastados não poderá ser reposto.
Ao contrário, em se emprestando efeito suspensivo ao recurso, nenhum prejuízo trará a causa, pois os insurgentes estarão em seus respectivos cargos e com isso poderão neles permanecer até o julgamento do apelo, evitando a instabilidade política ocasionado por sucessivas trocas na Chefia do Poder Executivo.
Em arremate, aduz que o periculum in mora é ainda mais evidente, pois em 15.10.2012 (sic) (quarta-feira), a requerente fora intimada da decisão e, nesta mesma data, o Presidente da Câmara Municipal de Rondon do Pará assumiu o cargo de Prefeito local, assim como o segundo colocado no pleito de 2012 foi devidamente diplomado na 51ª ZE, tendo sido marcada sua posse pela Câmara Municipal para 17.10.2014, às 19 horas.
Assim, o efeito suspensivo buscado pela medida cautelar visar assegurar o retorno dos titulares aos respectivos cargos, com expressa determinação de suspensão da sessão extraordinária a ser realizada na Câmara Municipal na data de 17.10.2014, às 19 horas, com objetivo de dar posse ao segundo colocado no pleito de 2012, ou alternativamente reintegrar os requerentes aos cargos de Prefeito e Vice-Prefeito até o julgamento final a ser proferido por este TRE.
Juntou os documentos de fls. 35-1030.
Em 17.10.2014, os autos foram distribuídos ao Exmo. Juiz Mancipor Oliveira Lopes, o qual firmou suspeição em relação ao Juiz Gabriel Costa Ribeiro (fl. 1032).
No mesmo dia, o feito fora então distribuído ao Exmo. Juiz João Batista Vieira dos Anjos, que determinou sua imediata redistribuição considerando o encerramento de seu mandato neste Tribunal (fl. 1035).
Recebi o feito na data de 19.10.2014.
É o relatório. DECIDO
Passo a decidir o pedido liminar.
A providência cautelar reclama a presença de dois requisitos específicos: o fumus bonis iuris e o periculum in mora.
O primeiro está relacionado à probabilidade da existência do direito afirmado pelo requerente, enquanto que o segundo como o fundado receio de que o direito afirmado, cuja existência é apenas provável, sofra dano irreparável ou de difícil reparação, sendo, porém, indispensável que o autor aponte fato concreto e objetivo que leve o julgador a concluir pelo eminente perigo de lesão.
Oportuno ressaltar que as decisões da Justiça Eleitoral têm aplicação imediata, eis que os recursos eleitorais são desprovidos de efeito suspensivo (art. 257, caput do Código Eleitoral).
Desta feita, a concessão de liminar é medida de absoluta excepcionalidade, principalmente quando se considera que estamos lidando com a vontade popular por meio das urnas, pilar indefectível de nosso estado democrático de direito.
No caso em apreço, a medida cautelar fora aventada para conferir efeito suspensivo ao recurso eleitoral interposto contra a sentença proferida no bojo da Ação Cautelar n.º 404-79.2012.6.14.0051 e das Ações de Investigações Judiciais Eleitorais n.ºs 416-93.2012.6.14.0051 e 417-78.2012.6.14.0051, com o fim de que os requerentes sejam mantidos em seus cargos ou reintegrados, em caso de já encontrarem-se afastados, até o julgamento final a ser proferido por este TRE.
De logo, julgo prejudicado o primeiro pedido, pois conforme relatei os autos só me foram conclusos em 19.10.2014, quando já ocorrida a sessão da Câmara Legislativa que deu posse aos segundos colocados no pleito de 2012.
Quanto ao pedido de reintegração, entendo que melhor sorte não atinge os requerentes, vejamos:
Em análise perfunctória, próprio dessa fase processual, no que tange os elementos de fato e direito apresentados pelos requerentes, NÃO vislumbrei a presença dos requisitos autorizadores da tutela de urgência. Explico.
A presença do fumus boni iuris, ou seja, a plausibilidade jurídica do direito invocado, não ressai latente, eis que a sentença proferida pelo Juízo da 51ª Zona Eleitoral encontra-se fartamente fundamentada em 73 laudas, afastando a presunção de que o mesmo tenha incorrido em error in judicando.
Quanto ao periculum in mora, buscam os requerentes evitar grave prejuízo ao exercício de seus mandatos, bem como evitar instabilidade no Poder Executivo local com a possível alternância de poder. Ocorre que tal situação já se encontra consolidada desde 17.10.2014, conforme os requerentes bem afirmam em sua exordial.
Por todo o exposto, INDEFIRO a liminar pleiteada para sustar a eficácia da sentença proferida pelo Juízo da 51ª Zona Eleitoral nos autos da Ação Cautelar n.º 404-79.2012.6.14.0051 e das Ações de Investigações Judiciais Eleitorais n.ºs 416-93.2012.6.14.0051 e 417-78.2012.6.14.0051.
Citem-se os requeridos, no prazo legal.
Após, vistas à Procuradoria Regional Eleitoral.
Publique-se, Registre-se, Intime-se e Cumpra-se.
Belém, 20 de outubro de 2014.

Desembargador RAIMUNDO HOLANDA REIS
Relator

Relatório da CNT aponta melhoria nas rodovias do Pará

 

De acordo com dados divulgados na quinta-feira (16) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a situação em 2014 das rodovias estaduais no Pará melhorou em relação à análise feita no ano passado.

O estudo traz uma avaliação criteriosa sobre o estado de conservação e as condições de trafegabilidade, indicando os problemas no pavimento, na sinalização e na geometria das vias.

A pesquisa “CNT de Rodovias” está na 18ª edição, mas somente a partir do ano passado o estudo passou a fazer um recorte mais detalhado dos conceitos, separando a gestão pública das estradas entre as rodovias estaduais e federais.

Segundo os índices, é visível a melhoria das condições entre a análise feita pela confederação no período de um ano.

 

De acordo com a pesquisa, no ano passado 7,6% das estradas sob gestão do Governo do Pará eram consideradas “boas” ou “ótimas”. Na análise feita no primeiro semestre deste ano, o índice neste conceito mais que dobrou, chegando a 15,6%.

Por outro lado, o conceito “ruim e péssimo” caiu de 67,3% em 2013 para 48,8% em 2014.

Realizada entre maio e junho deste ano, a pesquisa verificou as condições em uma parte dos 5,5 mil quilômetros da malha viária do Estado. Foram verificadas as situações em 1.957 quilômetros de estradas federais (do total de 2.139) e 657 quilômetros das estradas estaduais, do total de 3.287 quilômetros.

“Os resultados mostram claramente que estamos fazendo um esforço para recuperar as estradas do Estado, cuja quase totalidade estava intrafegável em 2011, como apontam os estudos da CNT. Nos últimos anos já foram pavimentados e recuperados cerca de mil quilômetros, e muitas das estradas que estão novas não entraram na pesquisa da CNT, pois estavam ou ainda estão em obras quando ela foi feita. É fato que temos uma significativa melhoria e estamos avançando mais, ao contrário do que lamentavelmente ocorreu na última gestão do Estado, conforme apontam os indicadores do estudo”, destaca o secretário estadual de Transportes, Eduardo Carneiro.

Considerando levantamentos anteriores da Pesquisa CNT, em que as estradas federais e estaduais eram analisadas em conjunto como “estradas sob gestão pública”, os índices de melhorias são ainda mais visíveis a cada ano.

Em 2007, por exemplo, 6,4% das estradas do Pará receberam conceito “bom” ou “ótimo”. Em 2011, esse percentual caiu bruscamente para 0,4%, e agora em 2014 o percentual subiu para os atuais 10,4%.

Da mesma forma, o conceito “ruim” ou “péssimo” subiu de 61,7% em 2007 para 78,5% em 2011, e agora caiu para 59,9% em 2014.

“Sem dúvida temos ainda muito trabalho a ser feito, mas é importante fazer essa análise, e os números comprovam que o trabalho vem sendo feito para diminuir as dificuldades e melhorar significativamente as condições de tráfego nas estradas do Pará”, afirma Eduardo Carneiro.

Melhorias

Um exemplo de rodovia cuja paisagem mudou completamente é a PA-150. O projeto de reconstrução prevê a substituição de todas as pontes de madeira no trecho de Morada Nova, em Marabá, a Goianésia do Pará. Ao todo, serão reconstruídas 20 pontes em um intervalo de cerca 170 quilômetros, entre as duas localidades.

Na região da Calha Norte, no Baixo Amazonas, a Setran segue com a construção da ponte sobre o Rio Curuá, que terá uma extensão de 360 metros por oito de largura.

A obra vai possibilitar o trânsito sem interrupção na Rodovia PA-254 e beneficiará os municípios da região, além das demais cidades do lado esquerdo do rio Amazonas.

Obras concluídas ou em andamento:
– Restauração das PAs-481, 403 e 409, em Abaetetuba
– Pavimentação da Rodovia Perna Sul, no Acará
– Pavimentação da Alça Viária, no Acará e Marituba
– Pavimentação da PA-448, em Capanema
– Pavimentação da PA-238, em Colares
– Encontro das pontes sobre o Igarapé do Arraia, na PA-287, em Conceição do Araguaia
– Restauração da PA-275, em Eldorado dos Carajás
– Restauração da PA-150, com retirada de pontos críticos
– Pavimentação e sinalização da PA-127 e da PA-424, em Igarapé Açu
– Conservação e recuperação da PA-151, em Igarapé-Miri
– Conservação da PA-430, em Magalhães Barata
– Conservação das PAs-220 e 136, em Marapanim
– Pavimentação da PA-431, em Mojuí dos Campos
– Conservação da PA-125, em Paragominas
– Conservação da PA-254, em Prainha
– Conservação da PA-414, em Santa Isabel do Pará
– Pavimentação da PA-375, em Terra Alta
– Restauração da rodovia PA-279, em Tucumã

Loja Havan será inaugurada dia 15 de novembro

Ao lado do Mix Mateus, na Cidade Nova, assim focará a loja Havan.

Ao lado do Mix Mateus, na Cidade Nova, assim ficará a loja Havan.

Loja da  Havan, mais completa rede de lojas de departamento do Brasil,  será inaugurada em Marabá, dia 15 de novembro.

Em fase de conclusão, a megaloja mede  12 mil metros quadrados, localizada na Rodovia Transamazônica, próximo ao Aeroporto,  ao lado do Supermercado Mateus.

A Havan terá estacionamento com 500 vagas cobertas e gratuitas, cafeteria, esteira rolante e 20 check-outs e praça de alimentação.

A arquitetura segue  o padrão nacional da rede, reproduzindo na fachada os traços estilizados da Casa Branca, sede do governo americano.

Outro símbolo da Havan que estará presente na loja de Marabá é a réplica da Estátua da Liberdade, com 35 metros de altura, um monumento de identificação da marca e atrativo turístico.

 

Dentro da loja, os clientes encontrarão mais de 100 mil itens de produtos em vários setores (moda feminina, masculina, infantil, fitness, praia e lingerie, cama/mesa/banho, utilidades domésticas, brinquedos, eletro/eletrônicos, tapetes, camping, entre outros).

A Havan se caracteriza por seu mix de qualidade e preços baixos, além da comodidade dos horários estendidos (inclusive aos sábados, domingos e feriados) e da praticidade do Cartão Havan (que permite parcelar as compras em até 10 vezes, sem entrada e sem juros).

O investimento somará R$ 40 milhões, gerando de 200 empregos diretos.

Colaboradores contratados estão fazendo treinamento na loja de Palmas.

A rede da Havan tem matriz em Brusque, Santa Catarina, um dos maiores polos têxteis do Brasil.

Nos últimos anos tem prospectado sua expansão em novas regiões do País.

Com 65 lojas e expectativa de chegar a 100 filiais até 2015, a rede investe em mercados potenciais, como o Pará.

A Havan

 

•    Maior rede de lojas de departamento do Brasil, inaugurada em 1986, na cidade de Brusque/SC, atualmente com 65 lojas em seis estados.

•    Gera mais de 12 mil empregos diretos em todo o Brasil e até o final de 2014 terá 15 mil colaboradores.

•    Caracteriza-se pelo modelo de mega lojas de autoatendimento, com mix de mais de 100 mil itens de produtos nacionais e importados, em vários setores, aonde o cliente tem liberdade de escolha para suas compras e encontra tudo o que precisa, com qualidade e preços baixos.

•    O Padrão Havan 2020 alia modernos conceitos de arquitetura e visual merchandising, inspirados nos maiores centros de consumo mundiais.

•    Diferencia-se pela facilidade do Cartão Havan, que permite pagar as compras em até 10 vezes sem entrada e sem juros.

•    Foi a primeira empresa do varejo a adotar o horário estendido, atendendo inclusive aos domingos e feriados.

•    Tem forte atuação social, através de projetos como o Troco Solidário, que no ano de 2013 arrecadou e destinou mais R$ 1,5 milhão a entidades assistenciais nas cidades que contam com filiais da rede.

Hemopa dispara campanha de doação de sangue

 

Começa nesta segunda-feira, 20,  a Campanha de Doação de Sangue, usando o tema  “Seja para quem for, seja um doador”.

Promovido pelo  Hemocentro  de Marabá (HRM), em parceria com o Hospital Regional Público do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRPSP), a campanha prosseguirá  até a próxima sexta-feira (24).

As coletas serão realizadas no hemocentro e na terça-feira (21), também no próprio hospital, com meta de 120 doações de sangue.

O objetivo é difundir entre o corpo clínico do hospital, familiares, amigos de pacientes e a comunidade em geral, a importância da doação na reposição do estoque técnico do HRM.

Durante esses anos todos, o hospital tem valorizado e estimulado a campanha de doação de sangue. “Somos sabedores que a demanda do HRPS é grande, por isso queremos que nossos colaboradores e usuários participem dessa ação de responsabilidade social, que é de todos. Por meio de um trabalho integrado, buscamos contribuir para o aumento da captação de doadores voluntários, o que beneficia todo o sudeste do Pará”, informa a enfermeira e coordenadora de Humanização do HRPS, Karla Emanuelle Silva Luz,

O Hospital Regional é referência de alta e média complexidade, atende 22 municípios do sul e sudeste do Pará e realiza em média 20 transfusões de sangue ao mês. Já o Hemocentro Regional de Marabá atende 38 municípios da região sudeste do Estado, com média mensal de 600 doações.

Quem pode doar sangue:

Candidatos em bom estado de saúde; com idade entre 16 anos completos e 69 anos (menores de 18 anos, devem comparecer com autorização dos pais ou responsável legal). Precisa pesar mais que  50 kg. Necessário portar documento de identidade original com foto e assinatura. Não precisa estar em jejum, o doador deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses.

Serviço-O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta de 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/3324-1096 (Distribuição). Alô Hemopa: 08002808118. www.pa.gov.br. O Hospital Regional Público do Sudeste do Pará fica na Rodovia PA 150, S/N (altura do Km 07), Nova Marabá. Marabá-PA. Fone: (94) 3323-3588.

Com informação da ORM.

Procuradoria Eleitoral pede suspensão da programação da RBA e da Rádio Clube

 

 

Da Assessoria de Comunicação da Procuradoria Eleitoral:

————————

A Procuradoria Regional Eleitoral pediu a suspensão, por 48 horas, da programação das emissoras Rede Brasil Amazônia e Rádio Clube do Pará. No lugar da programação, as emissoras devem ser obrigadas ainda a expor, a cada 15 minutos, a informação de que foram suspensas por desobediência à lei eleitoral. O pedido foi ajuizado ontem no Tribunal Regional Eleitoral e será apreciado pelo desembargador Raimundo Holanda Reis.

O candidato ao governo do Pará Helder Barbalho é sócio das duas emissoras e a PRE examinou várias horas de programação para constatar que estão sendo utilizadas pelo candidato, sistematicamente, para fazer propaganda eleitoral irregular. Barbalho é sócio-proprietário de várias empresas de comunicação que, juntas, tem sido usadas para enaltecer sua candidatura em contraposição aos adversários. “Tal fato viola, sem sombra de dúvidas, a isonomia da disputa eleitoral, na medida em que o controle dos meios de comunicação pelo candidato Helder Barbalho, o coloca em posição extremamente favorável em relação aos demais candidatos”, diz o pedido.

Para a PRE, o uso dos veículos de comunicação da família Barbalho durante a campanha e até antes dela macula o processo eleitoral e o desequilibra irremediavelmente. O pedido enumera diversos exemplos de violação da lei, que veda totalmente a propaganda eleitoral em emissoras de rádio e tevê, a não ser no espaço do horário eleitoral gratuito. Um dos exemplos foi entrevista, no dia da votação do primeiro turno, com o senador Jader Barbalho, pai de Helder, ao radialista Nonato Cavalcante.

A entrevista, narra a PRE, durou quase trinta minutos, o que representaria quase uma semana inteira do tempo destinado ao horário eleitoral gratuito. “A divulgação de entrevista com esta temática é límpida realização de propaganda política por meios irregulares, somente possível ao requerido porque ele possui os meios de comunicação social, que vem utilizando, como patrimônio próprio e pessoal, e os utiliza em evidente infração às regras do pleito eleitoral”, diz a PRE.

A PRE lembra que as diversas violações já são objeto de representações pela coligação adversária e muitas ainda não foram julgadas, “o que contribui para que os demandados continuem utilizando os veículos de comunicação social em massa de sua propriedade em prol da candidatura de Helder Barbalho”. Nos processos ajuizados contra as emissoras a PRE notou que em alguns são os advogados da coligação eleitoral que defendem os veículos de comunicação.

Para a Procuradoria Regional Eleitoral, não há outra saída se não reconhecer que, no presente caso, a indicação de uso indevido dos meios de comunicação com o abuso de poder econômico prejudicou a liberdade do voto e gerou desequilíbrio entre os candidatos ao pleito, o que reclama a medida imediata para impedir a mesma conduta no segundo turno das eleições.

Pesquisas iVeiga e Ibope dão vantagem a Helder

 

Com  1.200 entrevistas em 24 municípios, o iVeiga aponta vantagem de Helder Barbalho (PMDB) na disputa pelo governo do Estado, contra Simão Jatene (PSDB).

Na pesquisa, Helder vence com 53,7% das intenções de voto contra 46,3% do candidato Simão Jatene, que concorre à reeleição. Na pesquisa estimulada – onde o nome do candidato é apresentado aos eleitores – Helder lidera com 49,1% das intenções de voto contra 42,3% de Jatene. Os eleitores que disseram votar branco e nulo somam 5,4% e os que não sabem/não opinaram, 3,3%.

Pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17/10/2014 nos municípios de Santarém, Monte Alegre, Breves, Portel, Afuá, Muaná, Belém, Ananindeua, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Capanema, Moju, Igarapé-Miri, Tomé-Açu, Acará, Viseu, Marabá, Parauapebas, Tucuruí, Paragominas, Redenção, Itaituba e Altamira.

O intervalo de confiança estimado da pesquisa é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

O IVeiga também aponta o favoritismo da candidata Dilma Rousseff na disputa presidencial: na pesquisa espontânea, ela aparece com 48,4% contra 43,8% do candidato Aécio Neves (PSDB), com 3,7% de brancos/nulos e 4,1% de não sabe/não opinou. Na medição estimulada, Dilma também aparece na frente, com 49,3% contra 44% de Aécio Neves, com 3,8% de brancos e nulos e 3% de não sabe/não opinou.

iVEIGA

———————

PESQUISA IBOPE

 

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (18) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Pará:
Helder Barbalho (PMDB): 52%
Simão Jatene (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição para governador do PA.  Segundo o Ibope, os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, de três pontos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Helder Barbalho (PMDB): 48%
- Simão Jatene (PSDB): 45%
- Branco/nulo: 3%
- Não sabe/não respondeu: 4%

O Ibope ouviu 812 eleitores em 43 municípios do estado de 14 a 16 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro PA-00052/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-001121/2014.

Rejeição
O Ibope perguntou em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Simão Jatene – 40%
Helder Barbalho – 37%
Poderia votar em ambos – 16%
Não sabe/não respondeu – 8%