Sinobrás investe em time feminino de futebol

 

Foi criado há oito meses o Time de Futebol Feminino da SINOBRAS.

Formado em sua maioria por colaboradoras, o grupo conta ainda com a participação de dependentes, familiares próximas e algumas convidadas.

Mesmo ainda não tendo participado de grandes campeonatos, a equipe foi vice campeã do Torneio do Dia do Trabalhador do Simetal, realizado em maio, e treina todas as semanas, sempre às quintas-feiras e sábados na quadra do Bola Cheia, no núcleo Cidade Nova.

Segundo Elzio Alves, colaborador da Siderúrgica e presidente da Associação de Colaboradores da SINOBRAS – ACSI, o time surgiu do desejo de algumas colaboradoras, motivadas pelo pequeno número de atividades esportivas voltadas para esse público. “A ACSI decidiu investir e incentivar a todas as mulheres que gostam de praticar esporte. Eu mesmo sempre gostei da prática esportiva, minha esposa adora jogar futebol, e por isso também é uma das jogadoras do time da SINOBRAS”, afirma Elzio.(Assessoria de Imprensa Sinobrás)

Drauzio Varella volta a defender a legalização da maconha

 

 

O médico e apresentador Drauzio Varella, que é também colunista da Folha de S. Paulo, publicou, no  sábado, 26, um novo artigo em que defende a legalização da maconha.

“Acho que a maconha deve ser legalizada por outras razões. A principal delas é o fracasso retumbante da política de guerra às drogas”, diz ele. “A que levou a famigerada política de guerra às drogas, senão à violência urbana, crime organizado, corrupção generalizada, marginalização dos mais pobres, cadeias abarrotadas e disseminação do consumo?”, questiona.

Drauzio também aponta que os efeitos da maconha à saúde são menos nocivos do que os do cigarro.

“Nos anos 1960, mais de 60% dos adultos brasileiros fumavam cigarro. Hoje, são 15% a 17%, números que não param de cair, porque estamos aprendendo a lidar com a dependência de nicotina, a esclarecer a população a respeito dos malefícios do fumo e a criar regras de convívio social com os fumantes. Embora os efeitos adversos do tabagismo sejam mais trágicos do que os da maconha, algum cidadão de bom senso proporia colocarmos o cigarro na ilegalidade?”

Por fim, ele condena o que chama de estratégia dos avestruzes.

“Manter a ilusão de que a questão da maconha será resolvida pela repressão policial é fechar os olhos à realidade, é adotar a estratégia dos avestruzes. É insensato insistirmos ad eternum num erro que traz consequências tão devastadoras, só por medo de cometer outros.”

Poluição sonora perturba na Folha 21

 

Leitor Fernando Rocha envia emeio denunciando poluição sonora na Folha 21, às proximidades de um bar denominado Encontro dos Amigos:

 

Amigo, poderia esclarecer, afinal, quem seria responsável por combater a poluição sonora em nossa cidade, falo em nossa cidade porque aqui tudo é diferente do resto do país. Ora, por inúmeras vezes tentei ligar para o 190 à noite, para reclamar de perturbação da ordem em virtude do alto volume do som de um bar chamado Encontro dos Amigos, que fica na entrada da Rua do Caju, fl.21, e aquele serviço informou que nada pode fazer e que teria que ligar para a SEMMA. Ligar para a SEMMA naquele horário? tal órgão só pode estar a querer brincar com a cara do cidadão marabaense.

De outro lado, ao ligar para a SEMMA, esta diz que nada pode fazer vez que tem que dar o flagrante, e este teria que ser dado no momento pela polícia.

Estamos mesmo às traças nesta Cidade.

Fernando Rocha

Jatene topa discutir redivisão territorial desde que o tema seja proposto pela União

 

A  entrevista do candidato ao governo Simão Jatene (PSDB), concedida semana passada aos blogueiros Jeso Carneiro, do Oeste do Pará;  Mari Tupiassú, de Belém;  e Hiroshi Bogéa, Sul/Sudeste – resultou numa inteligente sacada dos coordenadores da campanha do tucano destinada a disponibilizar o candidato a discutir temas polêmicos como Estado de Carajás, declaração do imposto de renda de Jatene, o chamado “Caso Cerpasa”, além de questões administrativas da área de saúde e educação.

Ao ser indagado se toparia participar da entrevista, o poster concordou, desde que a mesma não fosse blindada com pré-pautas (*) e não tivesse regras destinadas a limitar o tempo de perguntas nem de seus desdobramentos.

E dessa forma o debate se estabeleceu,  tendo como consequência, entrevista de duas horas, sem cortes nem edições.

Ao ser lembrado por este bogueiro de que o tema divisão do Pará estará sempre na pauta das populações residentes nas regiões Sul e Oeste do Estado, o governador recandidato disse que se um dia a União disponibilizasse interesse em propor um novo mapa geográfico  ao país, ele “toparia discutir o tema”.

Conforme anunciado aqui no blog,  reproduzimos a íntegra da entrevista.

 

(*) - condição na qual o entrevistador participa de debate sem adiantar os temas que serão abordados na entrevista.

Jornalistas “apertam” Jatene em entrevista de duas horas

 

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Este jornalista, representando o Sul do Pará, Jeso Carneiro,  (Oeste) e Mari Tupiassu (Belém) entrevistamos Simão Jatene por quase duas horas.

Pauleira pura, de todos os lados.

Ao que me cabe, provoquei o governador sobre temas como Estado de Carajás, declaração do Imposto de Renda dele e o chamado “Caso Cerpasa”.

Jeso e Mari também não deixaram por menos: cumpriram com o papel de interpelar o governante em todas as instâncias.

Entrevista sem pré-pauta, como deve ser a todo bom debate,

O encontro foi mediado pela jornalista Andreia Cunha.

Íntegra da entrevista será publicada aqui no blog.

Brasil perde Ariano Suassuna

 

 

SuassunaAo morrer de parada cardíaca  num hospital de Recife, o escritor Ariano Suassuna não chegou a publicar a sua última obra: o livro  ”O jumento sedutor”, que estava sendo elaborado ao longo das últimas três décadas..

A Editora José Olympio confirma a existência da obra, cuja versão foi entregue aos editores, mas, em maio, Suassuna  a  pediu de volta para fazer algumas modificações.

Maria Amélia Mello, editora da José Olympio, casa que publica a obra de Ariano Suassuna,  é quem conta:

- “Suassuna  prometeu entregar logo, agora no início do segundo semestre, a nova versão, para que pudéssemos preparar tudo e lançá-lo até o fim do ano. A ideia dele era viajar o Brasil, para divulgar a obra. Trata-se de um romance, bastante robusto e com muitas particularidades da obra do Ariano, como molduras nas páginas. Só não posso falar sobre o enredo porque ele havia me pedido para não comentarmos.

Segundo Suassuna declarara em entrevistas, o título de “O jumento sedutor” seria uma referência ao romance “O asno de ouro”, lançado pelo escritor romano Apuleio no século II.

Agora, o lançamento da obra, de acordo com Maria Amélia, depende do desejo da família do escritor.
Suassuna tinha 87 anos, e morreu às 17h15 de quarta-feira, 22,  de parada cardíaca, provocada pela hipertensão intracraniana.

Nascido em João Pessoa, quando a capital paraibana ainda se chamava Nossa Senhora das Neves, em 1927, ainda adolescente, Ariano Vilar Suassuna foi morar no Recife, onde terminou os estudos secundários e deixou seu nome marcado na cultura literatura brasileira, especialmente no teatro e na literatura.

Na sexta-feira (18), o escrito  realizou a última aula-espetáculo e abriu as ações cênicas a um público que lotou o Teatro Luís Souto Dourado, durante o 24º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), no Agreste.

A peça fez honras ao poeta Capiba e contava com artistas do Grupo Arraial. Em todos os 17 polos do evento, que segue até o sábado (26), a Secretaria de Cultura (Secult-PE) pedirá salva de palmas ao mestre.

Por meio da assessoria de imprensa, a Secult-PE lembra que na apresentação ele “falou sobre o poeta e jurista Tobias Barreto, nas palavras dele, um ‘negro, pobre e feio’ que, apesar de aprovado em diversos concursos públicos, não era nomeado para o cargo; citou Camões para ressaltar a beleza da língua portuguesa; lembrou-se do Google, do Twitter e reproduziu piada da internet sobre a derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo; pregou a liberdade e a justiça na busca de uma sociedade ideal, criticou o Super-Homem, ‘o cristo americano’”.

“Xô, Poaca!” já tem quinze frentes de pavimentação

Xo Poaca 2

Rua Cuiabá recebendo pavimentação de qualidade

Na busca pelo maior número possível de asfaltamento de ruas, a prefeitura de Marabá, a cada dia, abre novas frentes de serviços em bairros distintos da cidade.

Esta tarde, num rápido balanço feito com o secretário de Obras Antonio de Pádua, o blog atualizou o mapa de pavimentação.

Quatro empresas vencedoras de licitações tocam serviços de drenagem e asfaltamento,  nos cinco Núcleos: Velha Marabá, Cidade Nova, Nova Marabá, São Félix e Morada Nova.

Sem citar as sete ruas já  pavimentadas no bairro Belo Horizonte, e parte das ruas Cuiabá e Alfredo Monção (bairro da Paz), Antonio Maia, final da Marechal Deodoro, no Cabelo Seco, e rua Pará (Santa Rosa) – as empreiteiras trabalham em ritmo acelerado.

Padua“A pavimentação da rua Alfredo Monção, no bairro da Paz, teve que ser refeita, por determinação do prefeito João Salame, já que os serviços iniciais sofreram problemas em seu leito. A construtora refez a obra com custos de sua inteira responsabilidade. Ou seja, a prefeitura não teve nenhum ônus  e nem deveria ter, claro. O prefeito tem exigido da gente o máximo de cuidado em relação a qualidade do asfalto a ser aplicado”,  conta Pádua. (foto ao lado)

Atualmente, sob responsabilidade da Construtora Pavinorte, há frentes de serviços na Agrópolis/Incra, Jardim Alvorada, Folha 16, Folha 7, Folha 12, Vale Itacaiúnas-Filadélfia.

A pavimentação feita pela Construfox segue na Cuiabá e Amazonas, com travessa do EAP.

Sob a batuta da construtora Beta, frentes de serviço em Morada Nova

“Já está na programação, também  sob a responsabilidade da Beta, início  de asfaltamento de ruas do bairro São Félix, a partir do dia 4 de agosto”, adianta o secretário de Obras.

Antonio de Pádua aponta no mapa de pavimentação do programa “Xô, Poaca!” a entrada nas ruas da cidade dos equipamentos da construtora CTC.

“A CTC, a partir do dia 9 de agosto, começará a pavimentar ruas dos bairros Belo Horizonte e Novo Horizonte. Inicialmente, cinco ruas serão alcançadas pelo programa:  Paraíba, Tocantins, São Paulo, Belém e Paraná”, explica o secretário de Obras.

Na primeira fase do programa “Xô, Poaca!”, mais de trezentas e cinquenta ruas serão pavimentadas.

Xo Poaca Cuiabá

Morador satisfeito com qualidade da pavimentação

Quem pagar IPTU em cota única ganha 10% de desconto

 

“Este ano vou investir no IPTU”

Slogan marca a campanha do IPTU lançada pela prefeitura de Marabá, cuja  cota única antecipada  vence no próximo 11 de agosto.

O desconto é de 10% para quem pagar em cota única.

Uma das novidades deste ano para quem tem IPTU em atraso até 2012, é o pagamento da pendência com desconto de 100% sobre juros e multa, conforme informa Ronan Pereira Damasceno, Assessor Fazendário da Secretaria de Gestão Fazendária.

A campanha do IPTU, que será lançada nos veículos de comunicação da cidade, divulga os benefícios gerados com o pagamento à vista e antecipado até o dia  11 de agosto, e até sobre o valor principal para quem optar pelo pagamento único

“O imposto é utilizado em benefício da própria comunidade, como determina a Constituição Federal. 25% dos recursos são destinados para Educação, enquanto 15% são aplicados em Saúde. O restante é dividido em investimentos em pavimentação e asfaltamento de ruas, obras de infraestrutura, iluminação, assistência social, dentre outros”, explica  Ricardo Rosa, secretário da Segfaz.

O IPTU se constitui, assim, como uma das principais fontes de arrecadação municipal e tem uma função social, principalmente para a efetiva realização de uma adequada política de desenvolvimento urbano em cada localidade.

Lideranças políticas de Marabá fecham com Chamon

 

Militantes do PDT lotaram local onde foi formalizado apoio do partido à candidatura Chamon

Militantes do PDT lotaram local onde foi formalizado apoio do partido à candidatura Chamon

O candidato a deputado estadual João Chamon (PMDB)  está recebendo  apoio de significativas lideranças políticas regionais.

Nesse sábado, 19,  em solenidade que contou com as presenças do prefeito João Salame, do deputado federal Giovanni Queiroz;  dos ex-prefeitos de Marabá, Bosco Jadão, e de Itupiranga, José Milesi – a candidatura do peemedebista foi reforçada com a formalização do apoio da presidente da Câmara de Marabá, vereadora Júlia Rosa e seu grupo político do PDT.

Ato foi prestigiado pelo presidente estadual da legenda, deputado federal Giovanni Queiroz.

Nos próximos dias, haverá formalização de mais apoios.

Dia 30 de julho, vereador Orlando Elias (PMDB e sua base de apoio, formalizam adesão à candidatura Chamon.

Dia seguinte,  31 de julho, será a vez do grupo do vereador Cel. Araújo.

Até o dia 5 de agosto, família Mutran, tendo à frente o secretário de Saúde Nagib Mutran e sua esposa, médica Cristina Mutran, ex-deputada estadual -,  também estará selando apoio ao ex-prefeito de Curionópolis.

Coordenadores da campanha de Chamon consideram o alto nível das adesões fator de inspiração para novas conquistas de apoios.

Bosco Jadão, deputado Giovanni Queiroz, João Chamon, Júlia Rosa, Wenderson Chamon e João Salame, prefeitos de Curionópolis e Marabá.

Bosco Jadão, deputado Giovanni Queiroz, João Chamon, Júlia Rosa, Wenderson Chamon e João Salame, prefeitos de Curionópolis e Marabá.

 

Unifesspa abre inscrições para Processo Seletivo

 

Buscando o preenchimento  de vagas dos cursos ofertados nos municípios de Xinguara, Rondon do Pará, Santana do Araguaia e São Félix, a Unifesspa (Universidade Federal do Sul/Sudeste) abriu inscrições para o 3o. Processo Seletivo Especial 2014.

Morador denuncia poluição em São Félix

 

Construfox 3

Leitor Anderson Lima Norato, residente no bairro São Félix, envia emeio denunciando poluição gerada pela Construfox, construtora que atua na área de pavimentação, na região Sul do Pará, cuja sede fica às margens da BR-155, naquele bairro de Marabá.

O que diz o leitor:

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Moro num residencial no São Felix, ao lado da empresa construfox. Nesta empresa quase todos os dias pela manhã há nãos sei bem de qual o processo, o lançamento de uma grande quantidade de fumaça de dentro dessa empresa. Acho que deve ser da queima de fazer o asfalto alguma coisa desse tipo. Essa fumaça do meu ponto de vista, primeiro teria que ser diminuída com a mudança talvez do processo, algo mais com tecnologia , segundo, teria que ser lançada mais ao alto para que a corrente do ar já a leve para o alto. Coisa que não acontece. Ela é lançada bem abaixo e se dissipa, poluindo o meio ambiente e possivelmente causando prejuízos, em termos de saúde para a população do local.

Construfox 2

Não sei se eles estão ambientalmente legal para atuar, mas mesmo assim, caso esteja, a SEMA tem que rever essas licenças viu prezado, algo tem de errado.

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As fotos foram produzidas pelo próprio denunciante.

Construfox

Jornalista norte-americano: -”o Brasil é muito mais do que uma camisa canarinho e uma obsessão com o futebol.”

 

A derrota do Brasil para a Alemanha levou os suspeitos de sempre a pintar um cenário tenebroso no país. Ok, foi um massacre, mas houve um certo regozijo sádico, um acerto de contas pelo apocalipse estrutural que não veio.

A capa do Globo com um David Luiz de quatro no gramado e a manchete “Vergonha, Vexame, Humilhação” é um exemplo rematado de histeria sensacionalista.

Por incrível que pareça, a vida seguiu adiante no dia seguinte. O jornalista Matthew Futterman, do Wall Street Journal, escreveu  um bom artigo contando o que viu nas ruas sob uma perspectiva estranhíssima: o mundo não acabou.

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Adivinhe o que aconteceu no Brasil na quarta-feira?

O sol apareceu. As pessoas foram para o trabalho. Elas dirigiram táxis, abriram supermercados, clicaram em seus computadores para tratar de assuntos jurídicos e financeiros. Médicos curaram os doentes. Assistentes sociais enfrentaram os problemas da grande pobreza neste país de cerca de 200 milhões. A vida continuou.

Adivinha o que não aconteceu? Cidades não queimaram. Rebeliões em massa não aconteceram. Tanto quanto sabemos, torcedores não se jogaram de edifícios porque sua amada Seleção foi destruída pela Alemanha, por 7-1, na semifinal da Copa.

À luz cruel do dia, ainda é estranho escrever “Alemanha 7, Brasil 1.” Esse tipo de resultado não acontece neste nível de futebol. O último jogo oficial que o Brasil perdeu em casa foi em 1975. Se eu fosse um nativo, estaria abalado, tentando descrever a debacle que aconteceu em Belo Horizonte.

Não se engane: a derrota para a Alemanha, para usar a frase favorita do técnico dos EUA, Jurgen Klinsmann, foi uma lástima. As pessoas aqui amam o futebol. O governo declara feriados nos dias de partidas da equipe nacional. Ruas vazias, e eu quero dizer vazias – como se você pudesse montar uma barraca no meio de uma delas e não acontecer nada.

Ainda assim, não compre a história de que esta perda vai deixar alguma cicatriz indelével em um país tentando desesperadamente prosperar em uma série de áreas que não têm nada a ver com futebol. Essa idéia é um pouco humilhante para os brasileiros, que são a coleção de almas mais acolhedoras com que eu me deparei.

Houve a mulher na loja de óculos aqui em São Paulo que se recusou a aceitar dinheiro pelo estojo de óculos que ela me deu depois que eu perdi o meu. Houve os estudantes universitários em Natal que me ofereceram um tour pela cidade e uma carona de volta para meu hotel no meio da noite, quando não havia transporte à vista após a vitóriq dos EUA sobre Gana.

Lá estava o rabino que, 30 segundos depois de me conhecer, insistiu para que eu fosse jantar no sábado em sua casa (eu fui, e a sopa de matzo ball estava incrível). Houve as inúmeras almas pacientes comigo na rua, esperando enquanto eu tateava meu dicionário de bolso de português, procurando a palavra certa para completar uma pergunta idiota, quando certamente eles tinham algo melhor para fazer.

Estive aqui por um mês. Isso dificilmente me qualifica como um especialista na cultura brasileira. Minha amostragem é pequena e limitada a hotéis, restaurantes, estádios de futebol e pistas de corrida ao lado de praias do Rio, Natal, Recife e algumas outras cidades-sedes. Eu sei do crime e da pobreza.

Mas eu também sei que este é um país incrível, diverso. Encare quatro horas de voo rumo à Amazônia a partir de São Paulo e as pessoas parecem completamente diferentes daquelas em qualquer centro comercial do país. Em Salvador, você pode muito bem achar que está na África Ocidental. Em cada cidade, pessoas de todos os tons de pele — preto, marrom e branco — preenchem áreas de ricos e pobres. É um país de beleza física impressionante e vastos recursos naturais. O tráfego da hora do rush faz as avenidas de Los Angeles parecerem estradas do interior, um sinal claro de que o lugar precisa de alguns melhoramentos de infra-estrutura, mas também que há um grande número pessoas trabalhadoras que querem tornar o amanhã melhor do que hoje.

Em outras palavras, o Brasil é muito mais do que uma camisa canarinho e uma obsessão com o futebol.

O colapso contra a Alemanha certamente vai despertar algum exame de consciência nacional sobre como o Brasil cultiva e desenvolve a sua próxima geração de estrelas do futebol. O país tem um enorme banco de talentos, mas acidentes não podem mais acontecer no esporte. Vencer nesse nível hoje significa não apenas talento, mas dinheiro, treinamento e uma estratégia coerente.

“Quando você pensa sobre isso”, disse uma brasileira de 20 e poucos em um bar na noite passada, “é meio engraçado. Quer dizer, sete gols. É engraçado, né?”

Eu vou apostar que o Brasil como um todo vai se sair muito bem depois disso. Chateado um pouco, claro, mas em última análise, tudo vai dar certo. De muitas maneiras, já deu.

Canta, Raul!

 

canta raul

Mais ruas serão asfaltadas em Curionópolis

 

Curionpopolis

Prefeito Wanderson Chamonm de Curionópolis,  anunciou nesta segunda-feira, 14, mais um pacote de pavimentação de ruas.

Agora, a cidade será contemplada com mais  cinco quilômetros de asfalto, buscando atingir a meta de beneficiar todas as ruas  da localidade com pavimentação e drenagem.

Em seu primeiro mandato, o prefeito obteve a marca histórica de levar  calçamento para 75% da cidade.

“Agora, até o final deste segundo mandato, chegaremos à totalização de ruas pavimentadas”, diz o jovem prefeito.

E agora, vai ter Olimpíadas?

 

 

Da lavra do jornalista  Fernando Brito:

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Joseph Blatter deu “nota 9,25″ para a Copa no Brasil.

Acho que  aplicou  um “desconto” por causa da revelação de que um grande amigo da cúpula da entidade tinha um esquema de cambismo de ingressos de cortesia.

Porque, no resto, a organização da Copa superou todas as expectativas.

Os aeroportos registraram um movimento de 16 milhões de passageiros na Copa, média de 516 mil por dia.

41% acima do registrado no Carnaval, data de maior turismo.

Houve um aumento de 60% na compra de passagens aéreas por europeus com destino ao Rio de Janeiro.

E sem caos.

movimento cambial e e os gastos de turistas também ficaram muito além do esperado.

E o número de turistas, no final das contas, vai ficar acima de 800 mil.

A FIPE, que não tem ligações com o Governo Federal, estimou que a Copa injetou R$ 30 bilhões na economia brasileira.

Dinheiro té para os ambulantes que venderam bebidas em torno do Itaquerão, que faturaram R$ 500 mil, só os oficializados.

São só primeiros números e os primeiros efeitos.

Porque os turistas já planejam voltar na Olimpíadas e em número quase igual ao da Copa.

A Copa, é claro, não vai resolver os problemas econômicos do país.

Mas mostra que somos capazes de fazer eventos mundiais se realizarem em níveis de qualidade semelhantes ao de qualquer país do mundo.

Aliás, mais que isso.

Que podemos faze-lo contra a mais brutal, insistente e selvagem campanha de mídia pelo seu fracasso.