“Quero trabalhar pelo desenvolvimento do interior do Pará”, diz Beto Salame

 

 

Blog entrevistou o candidato  a deputado federal Beto Salame (PROS), abordando temas de interesse da sociedade  paraense. Como a entrevista do candidato ficou um pouco longa, decidimos pela publicação do material em tuas partes.

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À direita, Beto em campanha

À direita, Beto em  campanha

1 – Por quê você decidiu ser candidato a deputado federal nessas eleições?

Beto – Olha, em primeiro lugar, não pretendia ser candidato. Sou advogado e procurador de Marabá e pretendia seguir nessa carreira, mas, a política acabou entrando na minha vida através do meu irmão, João Salame, prefeito de Marabá. Sempre coordenei suas campanhas, participando das discussões e de todas as atividades políticas. Por isso, quando o deputado Asdrubal Bentes, nosso candidato natural, não pode disputar esta eleição e meu nome foi apresentado ao nosso grupo, eu topei o desafio imediatamente. Não tenho a vaidade pessoal de ser deputado federal, mas tenho o compromisso com a nossa região, com Marabá e com nosso grupo político. Essa é a razão dessa candidatura.

2 – Você lembrou do deputado federal Asdrubal Bentes. Qual a sua avaliação da atuação dele em Brasília?

Beto – Antes de mais nada, é bom lembrar que cada deputado federal tem cerca de 18 milhões de reais em emendas ao Orçamento da União, todos os anos. Em apenas quatro anos é possível destinar mais de 60 milhões de reais. Esse dinheiro todo é destinado aos municípios em que cada um tem atuação. Asdrubal trouxe grande parte desses recursos para Marabá e também atendeu outros municípios da região. Foi um grande deputado. Um verdadeiro campeão na liberação de verbas para nossas cidades. E isso independente de apoiar o prefeito do município! Uma demonstração de seu espírito republicano e democrático. Asdrubal, que me apoia desde o início dessa caminhada, é para mim um exemplo que pretendo seguir. Então, eleger um deputado federal significa garantir mais recursos para nossa região. Coloquei meu nome à disposição da nossa gente porque sei que estou pronto para seguir o caminho aberto por Asdrubal e trazer ainda mais verbas para financiar o desenvolvimento do interior do Pará.

3 – Como tem sido essa experiência?

Beto- Tem sido incrível. Ao longo desse ano percorri cerca de 120 municípios paraenses. Conheci todas as regiões do Estado. Vi que as desigualdades regionais são imensas e vi nossa gente abandonada, marca do atual governo do Pará. O atual governador do Pará é incapaz de se relacionar com o Governo Federal e com os prefeitos que não rezam pela sua cartilha. Quem sofre as consequências dessa atuação míope do governador é o povo mais necessitado que fica sem saúde, educação, segurança, emprego e obras. Acredito que chegou a hora de colocar o governo do Pará em sintonia com o Governo Federal, elegendo Dilma para presidente e Helder governador.

4 – Porque é tão importante eleger os dois?

Beto- Tenho como exemplo Marabá. Aqui, o governador não colocou um centavo sequer, mas o prefeito João Salame tem como aliada a presidenta Dilma e os recursos estão chegando. Serão mais de 600 milhões de investimentos em asfalto, urbanização e saneamento. Dá para imaginar como ficaria ainda melhor se tivéssemos um governador que tratasse Marabá e o interior do Estado com atenção e carinho. Tudo estaria muito melhor. Nessa caminhada pelo Pará percebi que nós, políticos, temos a obrigação de juntar nossas forças e retribuir a confiança e a esperança de nosso povo com obras e serviços. Vi muita desigualdade, mas vi principalmente muita vontade, garra, vontade de prosperar. Nossa gente é trabalhadora e esforçada, só precisa de estímulo e apoio. É isso que vamos garantir a partir da nossa atuação na Câmara Federal.

5 – Qual a sua principal proposta de atuação na Câmara Federal?

Beto – Minha campanha tem como foco garantir o desenvolvimento do interior do Pará. Por anos, os recursos do Estado foram concentrados em Belém. Está na hora de mudar essa realidade. É verdade que os recursos são poucos, mas tudo fica pior quando as escolhas feitas pelos governantes são erradas. O sul e sudeste do Pará, por exemplo, sofrem com a falta de leitos nos hospitais, vagas nas escolas e policiais nas ruas. Resolve-se isso com incentivo ao desenvolvimento, aumento dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e políticas regionais devidamente articuladas.

6 – Como isso seria possível?

Beto – Para mim, incentivar o desenvolvimento é recuperar estradas e pontes, é facilitar a instalação de indústrias e comércios nos municípios com redução de impostos e outros subsídios, é investir na formação e qualificação da mão-de-obra local. Ações dessa natureza geram emprego e renda, aquecem a economia e trazem mais recursos, sob a forma de impostos para os cofres públicos. Com mais recursos, é possível reequilibrar os valores repassados aos municípios através do FPM, tirando do sufoco as prefeituras paraenses e investir em novas escolas, ampliação de hospitais, construção das UPAs e no aumento do número de policiais civis e militares. Mas, para tudo dar certo é preciso planejar e articular políticas públicas regionais, que respeitem a vocação econômica de cada microrregião e estabeleçam as cadeias produtivas mais adequadas para cada uma delas. Toda comunidade tem potencial para se desenvolver, desde que receba apoio e orientação. Ajudar a fazer crescer o interior do Pará vai ser sempre minha maior bandeira.

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Nota do blog: amanhã, publicaremos a Parte 2 da entrevista/

Truques de esperteza e arranjos de marketing

 

Marina quase foi o tudo. E pode virar o nada.

Fernando Brito, jornalista

É muito curioso o que ocorre quando a política, em lugar de se dar como emanação de um processo social, passa a viver à base de jogadas, truques de esperteza e arranjos de marketing.

Não que eles não possam ser bem sucedidos, como foram, por exemplo, na eleição de Fernando Collor, em 89, quando se tratava, antes e acima de tudo, de não permitir a eleição de um favorito de esquerda, primeiro Leonel Brizola e, a seguir, Luís Inácio Lula da Silva, separados por ínfimo meio por cento no primeiro turno.

Antes que digam que estou comparando Marina Silva a Collor, digo que não vejo a menor semelhança entre ambos, exceto a arrogância.

Interessa-me é o que se une em torno e o que, depois do seu desmanche, o que resta nas forças políticas que representam como “salvadores da pátria” que se proclamam fora da política.

E o que pode, surpreendentemente, fazer com que parte da direita brasileira, diante da inviabilidade de uma vitória de Marina Silva, prefira que a eleição se encerre no primeiro turno, o que é menos improvável do que muita gente pensa.

Vejam: o crescimento de Marina Silva veio, essencialmente, de três vertentes.

A primeira, a não-política, espécie de hipocrisia alimentada pela mídia e seu falso moralismo nas classes médias urbanas. É algo que não tem voto, mas tem “estampa”. É um espaço eleitoralmente minúsculo, mas barulhento, onde se aninham “udenistas de esquerda”, de direita e psolistas em geral, abrigados antes no PT “pré-poder”.

A segunda, deformação politiqueira de confissões evangélicas que pretendem se comportar, espalhadas pelos partidos, como um partido político e uma ferramenta de poder.

E, por último, a mais importante: a falta de um candidato da direita orgânica, tradicional, que, diante da rejeição  e repetidas derrotas de seu general José Serra e da inutilidade pomposa do Marechal Fernando Henrique, teve de adotar um candidato pífio, sem luz própria e cuja carreira foi o arranjo de um “filhinho do vovô”.

A fatalidade da queda do avião de Eduardo Campos reciclou Marina Silva e a transformou na “grande esperança verde” para dar fim ao ciclo trabalhista-desenvolvimentista que começou com Lula ( e, ainda assim, depois que ele percebeu que a direita não o aceitaria como solução intermediária a um regime  entreguista e excludente, porque a direita brasileira não aceita – e nunca aceitou – qualquer regime que não fosse o da espoliação selvagem deste país).

Marina tinha o “physique du rôle” para isso: de origem pobre, aparência frágil, evangélica e de personalidade arrogante, em tudo servia para apresentar-se como capaz de capturar os votos da pobreza, o que de fato fez em certa classe média baixa, em parte e durante algum tempo.

Além disso, caprichou em sua conversão à uma imagem de “selvagem domesticada”, cuidando de exibir suas companhias “confiáveis” –  a senhora do Itaú e os economistas neoliberais – como penhor de sua docilidade ao stablishment.

Marina, porém, esbarrou em alguns limites.

O primeiro, a fantástica lucidez do povo mais pobre deste país que, embora vivendo os maiores sacrifícios e carências, soube, quase que instintivamente, proteger suas conquistas.

O segundo, também um instinto de sobrevivência, este de Dilma Rousseff, que abandonou a despolitização que marcou seu governo e assumiu, de frente e sem covardias, o combate político, inclusive e sobretudo no horário político.

O terceiro – e este foi fatal a Marina –  o tempo de exposição de suas próprias fraquezas. A necessidade de atender a tantos senhores quanto os que necessitada em seu inorgânico ajuntamento – de Malafaia a Setúbal, de tudo um pouco – foi-lhe expondo as contradições, as companhias e, sobretudo, a inevitabilidade de um governo de concessão aos ricos e arrocho aos pobres.

Agora, chegamos a um possível – para mim, provável – paradoxo.

A direita paulista – e direita paulista é um pleonasmo e uma definição – prefere agora a morte rápida, com uma decisão de primeiro turno.

A vitória de Alckmin já na primeira rodada parece assegurada e o mesmo ocorre com algo que irá definir seu futuro nos próximos anos: a eleição de José Serra para o Senado.

Este é o eixo de poder real que irá se agrupar na oposição a Dilma, com Aécio reduzido a expectativas no máximo estaduais e Marina Silva, enfim descartada do cenário político, como bananeira que já deu – e na segunda vez não o pôde dar – cacho.

Não estou dizendo que a eleição se encerrará no primeiro turno, até porque os movimentos eleitorais tem um quê de insondável.

Estou registrando, agora com mais clareza, aquilo que já vinha afirmando desde o dia 3: “se a direita convencer-se que Marina não será o seu “cavalo” nesta disputa presidencial, poderá “sacrificá-la” antes da hora. E juntar os cacos do PSDB.”

Para que levar Marina a um segundo turno e deixá-la como “player” em 2018?

A política, não me canso de repetir a frase do velho Brizola, ama a traição, mas logo acaba por abominar o traidor.

Bancários entram em greve

 

 

Na terça-feira, 30,  a partir da zero hora, servidores dos bancos públicos entram em greve.

O sistema bancário privado será atingido pelo movimento paredista a zero hora de quarta-feira, 1.

A greve é por tempo indeterminado.

Pesquisas & Pesquisas

 

Alguns  institutos de pesquisa, no Estado do Pará. estão sendo desmoralizados no vácuo dos  interesses políticos-econômicos dos dois grupos de comunicação que monopolizam a “informação”, Liberal e Diário do Pará.

O festival de impugnações ocorrido no último final de semana, foi escandaloso.

Pesquisas do Ibope e iVeiga, foram proibidas pela Justiça Eleitoral, quando já estavam nas ruas, cada um com números totalmente opostos.

Este blog, inclusive, teve que deletar postagens mostrando números dos dois levantamentos.

Até a Doxa, empresa que sempre mostrou qualificação nos levantamento da tendência do eleitorado encomendados aqui pelo Blog Hiroshi Bogéa On line, foi vítima do corte da Justiça.

Aliás, as duas últimas pesquisas  da Doxa, foram impugnadas pelo PMDB.

A favor da Doxa, precisa ser dito, encontra-se sólida reputação que o instituto demonstrou nas pesquisas realizadas em Marabá, na última eleição para prefeito.

A empresa, desde o primeiro levantamento realizado em junho de 2012, detectou corretamente o humor do eleitorado, até fechar o ciclo dos levantamento, 48 horas antes da eleição, acertando na mosca o resultado do pleito nas urnas.

Certamente, a Doxa está sendo vítima da guerra travada entre os grupos Liberal e RBA.

Pelo menos é o que indicam   os seguidos ataques sofridos pela empresa de pesquisa através das páginas do DP e das rádios que compõem o grupo.

Quem tem escapado incólume ao festival de impugnações é o instituto BMP (Bureau de Marketing e Pesquisa). Este instituto consegui ter seus números publicados, duas semanas seguidas.

Neste final de semana, o BMP mostrou o  humor do eleitorado de Ananindeua.

Eis o resultado da pesquisa na segunda maior cidade do Estado:

 

Estimulada, em que o entrevistador apresenta os nomes e partidos de todos os candidatos:

Simão Jatene (PSDB)  ……………. 42,24%;

Helder Barbalho (PMDB)………… 25,65%;

Marco Carrera (PSOL)……………..   1,38%;

Zé Carlos (PV) ………………………..   0,92%;

Elton Braga (PRTB)………………….  0,46%;

Marco Antonio Ramos (PCB)……..  0,31%.

Indecisos…………………………………19,82%

Branco …………………………………… 9,22%

 

Espontânea, em que o entrevistador não apresenta os nomes e partidos de todos os candidatos.

Simão Jatene …………………………..35,79%

Helder …………………………………… 19,35%

Marcos Carrera  ………………………  1,23%

Zé Carlos ………………………………..  0,46%

Marco Antonio ……………………….  0,15%

Elton Braga…………………………….  0,00%

Pesquisa do Instituto BMP (Bureau de Markerting e Pesquisa), registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PA 00039/2014, realizada entre os dias 16 e 19 de setembro de 2014

Os Zumbis da Austeridade

Stiglitz detona a teoria econômica que a “direitona” brasileira quer impor

        Por Joseph, Nobel de Economia

 

Nova York — “Se os fatos não se encaixarem na teoria, mude a teoria”, diz o velho adágio. Mas muito comumente é mais fácil manter a teoria e mudar os fatos — assim parecem acreditar a chanceler alemã Angela Merkel e outros líderes europeus pró-austeridade. Embora os fatos continuem a encará-los frente a frente, eles continuam a negar a realidade.

A austeridade fracassou. Mas seus defensores estão dispostos a se dizer vitoriosos com base na mais fraca das evidências: a economia não está mais despencando, por isso a austeridade está funcionando! Mas se for esta a referência, poderíamos dizer que saltar de um precipício é a melhor maneira de descer uma montanha; afinal, a queda acabou.

Toda queda de fato chega ao fim. O sucesso não deveria ser medido pelo fato de que a recuperação eventualmente acontece, mas por quão rapidamente e pela extensão dos danos causados pela recessão.

Nestes termos, a austeridade foi um desastre completo, o que é crescentemente aparente, já que as economias da União Europeia estão de novo diante da estagnação, se não de um mergulho triplo na recessão, com desemprego recorde persistente e PIB per capita (ajustado para a inflação) em muitos países abaixo dos níveis pré-recessão. Mesmo nas economias de melhor performance, como a da Alemanha, o crescimento desde a crise de 2008 está tão baixo que, em qualquer outra circunstância, seria classificado de sombrio.

Os países mais afetados estão em depressão. Não há outra palavra para descrever o estado das economias da Espanha ou da Grécia, onde uma em cada quatro pessoas — e mais de 50% dos jovens — não consegue emprego. Dizer que o remédio está funcionando porque o desemprego está diminuindo alguns pontos percentuais ou por causa de um vislumbre de pequeno crescimento, é o mesmo que o barbeiro medieval dizer que o sangramento está funcionando porque o paciente não morreu ainda.

Extrapolando o modesto crescimento europeu a partir de 1980, meus cálculos demonstram que a produção da zona do euro está hoje 15% abaixo do que deveria estar não fosse a crise financeira de 2008, o que implica numa perda de U$ 1,6 trilhão apenas este ano, e uma perda cumulativa de U$ 6,5 trilhões. Mais inquietante ainda, estes valores estão aumentando, não diminuindo (como deveria se esperar depois de uma recessão, quando o crescimento é tipicamente mais rápido).

Colocando de forma simples, a longa recessão está diminuindo o crescimento potencial da Europa. Jovens que deveriam estar acumulando conhecimento não estão. Existem provas esmagadoras de que estes jovens estão diante de uma vida de renda significativamente menor do que se tivessem vivido em época de pleno emprego.

Enquanto isso, a Alemanha está forçando outros países a seguir políticas que estão enfraquecendo suas economias — e democracias. Quando cidadãos repetidamente votam por uma mudança de política — e poucas políticas são mais importantes do que aquelas que afetam o padrão de vida — mas são informados de que estas políticas não devem ser definidas por eles, ou que não têm escolha, tanto a democracia quando a fé no projeto europeu sofrem.

A França votou por mudança três anos atrás. Em vez disso, os eleitores receberam outra dose de austeridade pró-empresários. Uma das mais antigas propostas econômicas existentes é a de que o aumento ao mesmo tempo dos impostos e dos gastos públicos estimula a economia. Se os impostos taxam os ricos e os gastos focam os pobres, o efeito multiplicador pode ser especialmente alto.  Mas o assim chamado governo socialista da França está reduzindo os impostos das corporações e cortando gastos — uma receita que quase certamente vai enfraquecer a economia, mas garante elogios vindos da Alemanha.

A esperança é de que os impostos mais baixos vão estimular o investimento. Isso é tolice pura. O que está segurando o investimento (tanto nos Estados Unidos quanto na Europa) é falta de demanda, não impostos altos. De fato, dado que a maior parte do investimento é financiado por dívida, e que os pagamentos de juros são deduzidos dos impostos, o nível de taxação corporativa tem pouco efeito no investimento feito pelas empresas.

Da mesma forma, a Itália está sendo encorajada a acelerar a privatização. Mas o primeiro ministro Matteo Renzi teve o bom senso de reconhecer que a venda de bens nacionais por preços de liquidação não faz sentido. Considerações de longo prazo, não exigências financeiras de curto prazo, devem determinar quais atividades devem ocorrer no setor privado. A decisão deve ser baseada em quais atividades são desempenhadas de forma mais eficiente, servindo melhor ao interesse da maioria dos cidadãos.

A privatização das aposentadorias, por exemplo, demonstrou ser custosa para os países que tentaram a experiência. O sistema privado de saúde dos Estados Unidos é um dos menos eficientes do mundo. São questões duras, mas é fácil demonstrar que a venda de bens estatais a preço baixo não é uma boa maneira de reforçar as finanças a longo prazo.

Todo o sofrimento na Europa — inflingido a serviço de um artifício criado pelo homem, o euro — é ainda mais trágico, por ser desnecessário. As evidências de que a austeridade não está funcionando continuam a se acumular, mas a Alemanha e outros falcões decidiram dobrar a dose, apostando o futuro da Europa numa teoria econômica desmoralizada. Por que fornecer aos economistas mais fatos para provar tal desmoralização?

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PS: Tais propostas econômicas desmoralizadas você encontra entre assessores do candidato Aécio Neves ou, turbinadas pelos interesses dos banqueiros, entre os de Marina Silva.

Pesquisas proibidas pela Justiça são retiradas do blog

 

Tanto Ibope quanto iVeiga, as duas pesquisas publicadas pelos jornais Liberal e Diário  foram deletadas do blog, em consequência de decisão judicial do TRE proibindo suas divulgações.

O embate nas instâncias dos tribunais, agora, é para ver quem consegue publicar pesquisas.

Portanto,  essa explicação para a retirada deste sítio das duas pesquisas.

Prefeito de Tucuruí está sendo ivestigado

 

A Procuradoria Regional Eleitoral no Pará abriu investigação sobre declarações do prefeito de Tucuruí, Sancler Antonio Wanderley, a respeito do eminente despejo das famílias moradoras da Vila Tocantins, em litígio com a Emgea (Empresa Gestora de Ativos), vinculada à Caixa Econômica Federal.

Apesar da falta de manifestação oficial da prefeitura sobre a efetiva aquisição dos terrenos, para surpresa tanto das famílias da Vila Tocantins quanto do Ministério Público Federal (MPF), o prefeito deu declarações a uma rádio local propagandeando que resolveria o problema em 2015. O MPF de Tucuruí conduz negociações para evitar o despejo.

Como a mulher de Sancler Wanderley, Eliana Alves da Silva, é candidata à deputada estadual, o caso pode configurar ilícito eleitoral, pois há indícios de que a promessa estaria vinculada à obtenção de votos para a candidata. Para o MPF, “caso houvesse realmente interesse da prefeitura em adquirir os imóveis, já poderia ter concordado com a proposta da Emgea, apresentado as justificativas jurídicas para dispensa de licitação, ter pago o valor e transferido as casas para os moradores”.

O caso já chegou à Procuradoria Regional Eleitoral em Belém, onde foi aberto um procedimento de apuração.

Produção de manilhas em Marabá não atende volume de serviços de pavimentação de ruas

 

As empresas contratadas pela Prefeitura de Marabá para tocar obras de asfaltamento de ruas estão encontrando dificuldades para expandir frentes de trabalho.

A produção de manilhas de concreto não está atendendo a demanda.

A Pavinorte, empreiteira vencedora da licitação para pavimentação de 60 km de ruas, não está conseguindo abrir mais frentes de obras de drenagem por falta do produto, nas especificações do projeto.

“Os fabricantes de manilhas aqui na cidade não se prepararam para produzir em larga escala, e isto está impedindo que nossa empresa atue com mais rapidez em outras vias definidas para obras de asfaltamento. Neste momento, como exemplo, estamos com uma frente parada em função do atraso de entrega de manilhas. Queríamos avançar bem mais rápido com as obras de drenagem, para anteciparmos o desenvolvimento de serviços antes do período de chuvas que se aproxima, mas estamos sendo impedidos por esse motivo”, explica Valdemar Pereira Dias ( Valdemar  ”da Pavinorte”), dono da empreiteira.

Executivos das empresas que pavimentam ruas na cidade tentam encontrar uma solução, junto aos donos das fábricas de manilhas, no sentido de que a produção em escala dos produtos seja intensificada nos próximos meses.

Asfaltamento de ruas

Ruas do bairro Agrópolis recebendo pavimentação

Ruas do bairro Agrópolis recebendo pavimentação

Na tarde de quinta-feira, 25, a Pavinorte deu início aos serviços de imprimação das ruas do bairro Agrópolis, mais conhecido como “Bairro do Incra”.

Todas as vias do local  não beneficiadas até hoje com pavimentação, serão asfaltadas até o próximo domingo.

Na manhã deste sábado, a construtora iniciará a imprimação das ruas da Folha 16.

Posteriormente, da rua Minhas Gerais, no Belo Horizonte.

As obras de drenagem das Folhas 6, 12 e 15 estão sendo concluídas. Em seguida, a empreiteira aplicará imprimação para selar o asfaltamento.

Depois das eleições, o Gabinete de João Salame agenda programação de inauguração de obras, todo final de semana, até o final do ano.

Pavimentação 2

Pavimentação 3

Candidatos que não terão seus nomes nas urnas

 

26 candidaturas foram retiradas das urnas e devem também ser retiradas da campanha imediatamente depois de terem seus registros indeferidos com trânsito em julgado – ou seja, que não tem mais direito a nenhum recurso.

Até agora, um total de 174 candidaturas apresentadas foram retiradas pelo TRE da disputa eleitoral, somando as que foram indeferidas com as retiradas por desistência do próprio candidato ou partido. 

Ao mesmo tempo, a  Justiça Eleitoral concedeu liminar à Procuradoria Regional Eleitoral no Pará ordenando a retirada de toda propaganda eleitoral dos candidatos que já tiveram registros indeferidos com trânsito em julgado – ou seja, que não tem mais direito a nenhum recurso.

Veja a lista de todos os candidatos que não estarão na urna eleitoral.

Gordinha escreve carta aberta à Marina Silva

 

 

Publicado no blog Filosofiava.

A autora, Camila Moreno, é estudante de Letras da UNB.

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Marina,

está circulando pela internet um vídeo em que a senhora faz uma comparação entre você e a também candidata e presidenta Dilma Rousseff. Entre as tantas comparações que podem e devem ser feitas entre as duas candidatas mais bem posicionadas nas pesquisas eleitorais, você opta por dizer é magrinha, enquanto Dilma é fortinha, exatamente com essas palavras, arrancando risadas e aplausos da plateia.

Lembro com nitidez que a senhora já havia feito essa comparação com Dilma na eleição passada, ao ser perguntada sobre suas principais diferenças.

Dilma é a primeira presidenta da história do Brasil e essa é a primeira eleição com grandes chances de duas mulheres irem para o segundo turno. Uma eleição histórica, certamente. Histórica porque em um país cercado de machismo por todos os lados; em que as mulheres são menos de 10% no Congresso Nacional; onde embora muitos avanços tenham sido alcançados com a Lei Maria da Penha, ainda estamos em 7º lugar no ranking da violência doméstica; a maioria dos cidadãos e cidadãs do nosso país, se as pesquisas estiverem certas, optará por confiar o seu voto em uma mulher. Isso é lindo e me emociona.

 
 

Sei que você sabe, Marina, que ser mulher é um desafio cotidiano. É ter que provar duas vezes que é capaz. Na política então, nem se fala. Lembro o quanto te criticaram pelo fato do seu companheiro trabalhar no governo do PT no Acre, como se vocês, por serem casados devessem ter a mesma opinião política. Na época, te defendi e disse que achava um absurdo esse tipo de acusação. Te defendo quando falam da sua voz, porque não estão acostumados com vozes mais agudas nos debates políticos. Imagino Marina, o quanto sejam duras as críticas por causa do seu cabelo, pelas roupas e não pelas ideias.

Talvez você não tenha dito noção da gravidade da sua declaração, Marina, mas eu vou te contar o porquê ela doeu no fundo da minha alma: eu sempre fui considerada uma criança gordinha e desde que entendi que isso era um defeito, sofri com isso. Tive transtornos alimentares graves e só me aceitei de fato, quando conheci a militância e o feminismo, porque me mostraram que os padrões de beleza nos tornam escravas de uma busca impossível e infeliz e eu esperava que as mulheres na política, ainda que com divergências, optassem pela desconstrução do machismo, mas você fez exatamente o contrário.

Essa sua declaração apenas reforça um padrão ditatorial que faz com que a anorexia e a bulimia estejam entre as principais doenças de jovens mulheres, que faz com que milhões de meninas e mulheres arrisquem suas vidas em métodos salvadores do alcance da beleza, porque ao invés de você optar por ajudar a romper com essa lógica de que a mais magra é melhor que a gorda, você a reforçou. Você podia ter escolhido desconstruir a ideia de que o debate entre duas mulheres seria um debate superficial e estético, mas você preferiu seguir essa lógica que revistas de beleza e a indústria do entretenimento entranham todos os dias na nossa vida, de que para ser bem sucedida e feliz, é preciso ser magra.

Você não perdeu o meu voto com essa sua “piada”, porque você já o havia perdido quando optou por deixar de lado a sua bela trajetória de vida e luta ao lado de Chico Mendes para ser a nova voz da direita e do neoliberalismo no país, mas eu de fato esperava um debate mais qualificado da sua parte.

Funcionários da Doxa reagem às críticas do Diário do Pará

 

Com pedido de publicação,  colaboradores do instituto de pesquisa Doxa redigiram artigo discorrendo sobre a “campanha insidiosa”  feita pelo Diário do Pará contra os dados de pesquisa para o governo do Estado.

Na íntegra, o artigo:

 

DOXA, DIÁRIO DO PARÁ E A ESPETACULARIZAÇÃO DA NOTÍCIA

Embora não se tratando de jornal de maior circulação local, a DOXA conseguiu, de forma inusitada, tornar-se manchete de capa (Diário do Pará, edição 20/set/2014). Isso mesmo que você leu, ou o mais provável, nem deve ter lido… Mas, cá pra nós, venhamos e convenhamos, é muita falta de notícia mais importante para veicular. Foi-se o tempo em que jornal servia para ler, hoje alguns mal servem para enrolar… Digamos, talvez, legumes nas feiras da periferia…

Para quem não teve o desprazer de jogar fora R$1,00, reproduziremos e esclareceremos alguns pontos sobre a manchete estampada, a qual teve a pretensão de SENTENCIAR a DOXA condenando-a no banco dos réus. Sobre essa manchete “TRE CONDENA PESQUISA DOXA”, convém informar aos (i) responsáveis por esse tão CARO jornal (que só reafirma seu papel de desinformar), assim como aos casuais leitores, que na Justiça Eleitoral, embora sendo um pouco mais célere que as demais, também existe o DIREITO DE DEFESA quando diante de uma acusação. No caso em questão, ao presumidamente violar alguma exigência da Lei nº 9.504 de 1997 (com alterações posteriores, e demais resoluções do Tribunal Superior Eleitoral) que rege a divulgação de pesquisas, a parte que se manifesta contrária busca razões para substanciar suas reclamações, o que se chama de REPRESENTAÇÃO, conforme RESOLUÇÃO Nº 23.400/2013 — TSE.

Deve-se esclarecer que, diante de uma REPRESENTAÇÃO com pedido de Liminar para IMPUGNAÇÃO de pesquisa eleitoral, obviamente coube à DOXA o DIREITO DE DEFESA, a qual tramita no TRE. A DOXA contestou a impugnação pela sua total improcedência, assim como a leviana acusação de fraude arquitetada pela parte contrária, por não apresentarem elementos que possam fundamentar tal impugnação, haja vista terem se utilizado de um pequeno equívoco ocorrido em Pesquisa anterior para impedir a publicação de Pesquisa mais recente.

Contudo, esses equívocos sequer comprometem seus resultados, dado a sua irrelevância, e tão pouco ensejariam em prejuízo de difícil reparação, como sorrateiramente pretendeu se valer a parte contestante, agindo de má fé, pois poderia ter esclarecido as suas dúvidas seguindo o direito que lhes cabe, conforme garante a legislação, de fiscalizar e verificar as planilhas de controle interno, até mesmo as individuais, que foram disponibilizadas pela DOXA, em cumprimento ao que foi intimado sobre a referida pesquisa pretérita. Ao contrário, de forma ardilosa preferiram recorrer a meios escusos e de nítida intenção de desqualificar o trabalho da DOXA.

No que tange, ainda, à tentativa de denegrir e difamar a imagem da DOXA COMUNICAÇÃO INTEGRADA, pelo dito jornal, afirmamos que não se trata como já visto, de SENTENÇA CONDENATÓRIA, pois sequer houve trânsito em julgado. Acaso nos encontramos no Estado do vale tudo, onde se permite infringir os princípios constitucionais? O art. 5º, inciso LVII, da Constituição Federal declara que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Desse modo, não há que se falar em condenação pelo TRE.  Providências já estão sendo devidamente tomadas para que seus responsáveis respondam pelo ato, onde se verifica a total falta de profissionalismo, ao divulgar notícias infundadas e irresponsáveis, transformando o jornal numa mera peça panfletária parcial.

Vale lembrar, que o bom jornalismo, sério e de qualidade, deve adotar como base primária ouvir as partes envolvidas no fenômeno para que o leitor possa tirar suas próprias conclusões. É lamentável que um veículo de comunicação se preste a ser mero cabo eleitoreiro panfletário, através do qual tenta impor a sua “verdade” aos leitores e eleitores paraenses, recorrendo a meios sórdidos e inescrupulosos.

Umberto Eco bem define que os meios de comunicação e informação atuais servem a finalidade diversa, ou seja, a de manipulação de informações, O problema da cultura de massa é exatamente o seguinte: ela é hoje manobrada por “grupos econômicos” que miram fins lucrativos (…) (ECO, 2001). Não obstante, constantemente somos obrigados a assistir a tão baixa qualidade de jornalismo, quando ainda se persiste na velha e ultrapassada mídia, onde todos são presumidamente inocentes até que a mídia condene imputando um determinado crime, se desviando da finalidade para a qual foi criada, reduzindo-a, assim, a mero instrumento de promoção de interesses de grupos econômicos e políticos, e não coletivos como deveria ser. Esse tipo de mídia “pré-julga e condena na medida do que declara como certo, transforma um fato ocorrido em um espetáculo, é a chamada teatralização ou espetacularização da notícia, ocorrendo na maioria das vezes em detrimento da preservação da imagem e violação do estado de inocência” (NETO, 2011).

Ao condenar de forma irresponsável, a mídia desrespeita e viola um princípio constitucional expondo uma imagem com proporções irreparáveis, tanto a imagem, quanto a moral, pois na maior parte das vezes nem a retratação ou direito de resposta recupera os prejuízos causados a uma imagem denegrida, em que não há dinheiro que compense um dano moral a uma imagem que se levou uma vida inteira para construir. Quem não se lembra do célebre caso Escola Base, no bairro da Aclimação em São Paulo? Vale tudo em nome de uma liberdade de imprensa sem limites? Embora essa liberdade tenha sido uma conquista da democracia, tais limites de imprensa devem observar quando há violação dos direitos de qualquer cidadão em suas garantias constitucionais.

A criminalização pela mídia termina por torna-la um instrumento influenciador, induzindo a sociedade a estigmatizar e instituir os seus próprios “tribunais” onde se viola, sobretudo, o princípio da presunção de inocência, que nos é garantido constitucionalmente. Presenciamos estupefatos, os extremos a que chega essa espécie repugnante de jornalismo, que conduz a sociedade ao retrocesso, a exemplo da recente repercussão causada por uma “jornalista”. Quem não lembra a “onda Sheherazade” que induziu à “justiça com as próprias mãos”, ao retorno da Lei de Talião? Esse tipo de mídia, portanto, deve ser execrada, banida de uma sociedade que busca evoluir, impedindo que esta retroceda ao medievalismo e à barbárie, ao invés de se pautar em princípios democráticos.

Resta-nos, por fim, lamentar sermos vítimas desse tipo de mídia, que só serve para contribuir com a desinformação e o atraso de nosso Estado e tirar daí um único proveito, compatível com esses princípios: “Fale mal, mas fale de mim. Não faz mal, quero mesmo assim. Você faz cartaz pra mim. O despeito seu me põe no apogeu” (Ataulfo Alves).

 

EQUIPE DOXA

Fechamento do bar Voo Livre acaba com bagunça e desordem na VP8

 

Depois de muitos anos, finalmente os moradores da Folha 27 terão momentos de paz.

Decisão da Justiça de fechar o bar “Voo Livre” localizado no canteiro central da VP8, mais precisamente num quiosque permissionado pela Prefeitura de Marabá  na área de estacionamento público da mesma avenida, foi comemorada com queima de fogos de artifício  pela população que reside no entorno.

Licenciado pelo poder público em nome de Simone Nascimento de Lima e Ian Charles Oliveira Santis, que vem a ser filha e genro do vereador Adelmo de Azevedo Lima, o bar já foi palco de desordens, brigas e é apontado pelas autoridades como ponto preferencial de venda de drogas, durante a realização de shows e encontros festivos – além de espaço frequentado por menores, conforme atestam atos de infração registrados por agentes do Conselho Tutelar.

A figura acima chama-se Adelmo Azevedo Lima. Ele quem trava luta, nos bastidores da prefeitura, para manter aberto um bar de sua família gerador de bagunça. Esse moço é o mesmo que, tempos atrás  enviou ofício ao então Prefeito  Tião Miranda, em papel timbrado da Câmara Municipal, solicitando dinheiro para festejar o aniversário dele em praça pública. O ato ilegal, denunciado aqui no blog, ficou por isso mesmo. Ministério Púbico nada fez para pedir providências da Justiça.

A figura acima chama-se Adelmo Azevedo Lima. Ele quem trava luta, nos bastidores da prefeitura, para manter aberto um bar de sua família gerador de bagunça. Esse moço é o mesmo que, tempos atrás enviou ofício ao então Prefeito Tião Miranda, em papel timbrado da Câmara Municipal, solicitando dinheiro para festejar o aniversário dele em praça pública. O ato ilegal, denunciado aqui no blog, ficou por isso mesmo. Ministério Púbico nada fez para pedir providências da Justiça.

Ao mesmo tempo, as atividades do Voo Livre causam desconforto aos moradores de seu entorno. por produzir poluição sonora até altas horas das madrugadas.

Somente agora, depois de muitos anos de luta, a Justiça tomou uma decisão correta, determinando o fechamento do local.

Ao longo dos anos, algumas autoridades tentaram, sem sucesso, acabar com as atividades festivas do bar, concedida pela Prefeitura com objetivo único de funcionar como quiosque.

O local, inclusive, foi construído para ser operado como um PM-Box do 4a Batalhão de Polícia Militar,  só que essa atividade fim cessou quando entrou em cena o vereador Adelmo, pressionando prefeitos eleitos no período a outorgar-lhe licença de funcionamento do quiosque-bar.

Com a influência do mandato  de vereador, Adelmo tem usado o cargo para garantir o quiosque na versão por ele formatada, ou seja, um ponto de eventos sonoros que tanto desconforto tem causado aos moradores do bairro.

A decisão da juíza Danielle Karen da Silveira Araújo, da 2a Vara Civil,  sentenciando favoravelmente ao fechamento do bar,  merece aplausos e apoio de toda a comunidade.

Os interesses pessoais da família do vereador não podem, jamais, estar acima da vontade da população.

PMM esclarece sobre atuação policial na Rodoviária

 

Com pedido de publicação, Blog recebeu da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Marabá Nota de Esclarecimento sobre atuação policial no Terminal Rodoviário Miguel Pernambuco.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE O TERMINAL DO KM 6

 

 

Sobre a operação realizada pela Polícia Civil na última sexta-feira (19), que fechou 60 boxes no Terminal Rodoviário Miguel Pernambuco, a Prefeitura de Marabá esclarece:

1. Que o fechamento não partiu da atuação dos órgãos fiscalizadores do Município, mas foi resultado de ação da Polícia Civil, na “Operação Minerva”, em cumprimento de determinação judicial para o fechamento de bares e quiosques que estavam funcionando de forma irregular, não apenas no Terminal do Km 6, mas também em outras áreas da cidade.

2. Quanto aos comerciantes do Terminal Rodoviário Miguel Pernambuco, que tiveram suas atividades interrompidas pela referida operação, os mesmos foram notificados por não possuírem o Alvará de Funcionamento.

3. De acordo com o Comando do Corpo de Bombeiros, houve uma vistoria no ano passado, que resultou na notificação de todos os boxes daquele terminal rodoviário.

4. Em nenhum momento, o Município se omitiu da buscar a regularização desses comerciantes, porém a emissão do Alvará de Funcionamento passa, obrigatoriamente, pelo cumprimento de várias normas e exigências, dentre elas a posse do laudo do Corpo de Bombeiros.

5. A prefeitura executa fiscalizações rotineiras, através da Guarda Municipal, para coibir a venda de bebida alcoólica no local, que não é permitida aos comerciantes que tem concessão de uso do espaço no terminal.

6. Chamada para intermediar o conflito, a Prefeitura marcou reunião para esta terça-feira (23), às 11h, com todos os órgãos envolvidos (Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal) e uma comissão formada por comerciantes que atuam na rodoviária.

7. Reafirmamos o compromisso do atual Governo Municipal com a classe trabalhadora e as parcelas mais humildes da sociedade, buscando atender suas necessidades de forma prioritária, a exemplo do que está sendo feito na execução do pacote de obras da Prefeitura, que está atendendo primeiramente os bairros historicamente abandonados da cidade.

Assim, o Governo buscará a melhor solução para que todos possam se regularizar, no intuito de garantir a todos os comerciantes do Terminal Rodoviário Miguel Pernambuco o direito de trabalhar, respeitadas as normas que regem a administração do Terminal e o exercício de atividades econômicas no local.

 

Marabá, 22 de setembro de 2014

 

Prefeitura Municipal de Marabá

Lívia Barbosa abre VI Jornada de Educação Especial e Inclusão

 

LiviaPalestra de abertura da VI Jornada de Educação Especial e Inclusão será ministrada pela professora  Lívia Barbosa (foto) ,  pesquisadora da Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

Lívia é graduada em Serviço Social pela Universidade de Brasília – UnB (2006), mestre e doutora em Política Social pela UnB; professora adjunta do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UNB) e membro do Grupo de Pesquisas Ética, Saúde e Desigualdade, do Departamento de Serviço Social da UnB.

Educadora  atua também no campo de proteção social às pessoas com deficiência, Triagem Neonatal, Ética em Pesquisa, Bioética, Gênero, Direitos Humanos e Teorias de Justiça.

VI Jornada de Educação Especial e Inclusão ocorrerá amanhã, dia 23, às 8:30, no auditório do Campus II da UNIFESSPA (Folha 17) -,  será

Justiça ordena recolhimento de jornal que caluniava Davi Passos

 

PC realiza blitz para apreender jornal

PC realiza blitz para apreender jornal

O Juiz Eleitoral da 61ª ZE/PA Dr. José Admilson Gomes Pereira, se valendo de seu poder de Policia emitiu decisão determinando a apreensão do jornal “A Noticia” bem como proibindo a sua venda ou distribuição. O motivo era que o impresso trazia em suas paginas, a matéria de capa com o seguinte titulo: Xinguara – Justiça investiga ex-prefeito Davi assis por improbidade,  matéria esta que ainda era transcorrida na pagina 09 da edição 488 e que por sua vez denegria a imagem com informações falsas, do então candidato a Deputado Estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

A Policia juntamente com oficial de Justiça foram ate a casa de Paulo Gomes de Almeida, o Paulão, que foi acusado de contratar pessoas para distribuir o panfleto com material igualmente, mas o mesmo não foi encontrado. Logo após a policia seguiu para a Feira Coberta onde fez o recolhimento do material que estava sendo distribuído, bem como foi ao parque de exposições agropecuário onde acontece a FAX – Feira Agropecuária de Xinguara.

Xinguara

De acordo com o Juiz Eleitoral, Dr. José Admilson Gomes Pereira, a matéria jornalística ultrapassou os limites dos debates políticos, sendo considerada abusiva desequilibrando-se o pleito eleitoral entre os candidatos teve conduta antirrepublicana e que deve ser coibida pela Justiça Eleitoral, e continuou dizendo que deve ser proibida a veiculação de panfletos pela cidade ofensivos a honra de Davi Passos, cujo material esta sendo espalhado pela cidade com intuito de denegrir a imagem do candidato. Segundo o Juiz Eleitoral, Davi Passos teve seu registro de candidatura DEFERIDO pela Justiça Eleitoral e obedeceu aos requisitos da LEI DA FICHA LIMPA, logo qualquer ato destinado a denegri-lo em clima de campanha eleitoral, deve ser veementemente coibido, sob pena de pratica ilegal.

Em entrevista o candidato à vaga de Deputado Estadual Davi Passos (PT) disse que mais uma vez a verdade prevaleceu, e que é muito constrangedor ver que pessoas que estão à frente do Governo Municipal tentando atrapalhar a nossa cidade e região ter o seu próprio representante. Isso mostra o quanto eles não tem interesse em ver este povo bom e trabalhador prosperar e ter benefícios em prol de suas vidas.

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Nota do blog: os recursos rasteiros utilizados pelos adversários de Davi Passos, um professor  de Filosofia da Universidade Federal do Sul/Sudeste do Pará dos mais conceituados, defensor intransigente dos direitos humanos e ex-prefeito por dois mandatos seguidos daquele município que deixou o governo com avaliação em torno de 70%, são exemplos vergonhosos do retorno a Xinguara de  práticas da velharia política.

Os coronéis do campo, outra vez, restabelecendo  uma página que se  considerava extinta da vida daquele município.

A população de Xinguara não merece se sentir envergonhada diante de fatos dessa natureza. Xainguara