Davi Passos fecha com lideranças regionais

 

O ex-prefeito de Xinguara, Davi Passos (PT), está fechando a semana como boas notícias à sua campanha eleitoral.

Candidato a deputado estadual, ele abriu frentes de apoios em Marabá, Parauapebas e Canaã dos Carajás, sem contar os municípios  situados ao Sul do Estado.

Demerval Bento, presidente do Conselho Municipal de Saúde de Marabá, ao lado de dezenas de militantes, trabalham a candidatura de Passos no município – bem como da ex-governadora Ana Julia, candidata a deputada estadual.

O professor da Unifesppa e ex-prefeito,tem influente aliado, em Parauapebas: Darci Lermen, ex-prefeito, por oito anos, daquele município.

A candidatura de Davi Passos é nome que inspira qualificação aos debates, na Assembleia Legislativa, bem como voz articulada  na luta pela criação do Estado de Carajás.

Campanha de Davi Passos e Ana Júlia, nos bairros de Marabá

Campanha de Davi Passos e Ana Júlia, nos bairros de Marabá

 

Você sabe quem é “Neca”?

 

Quem nos apresenta  ”Neca”,  coordenadora do programa de Marina Silva, é o jornalista André Forastieri, que já trabalhou em quase todos os grandes veículos do país, e hoje dedica-se à artigos semanais como colunista.

Ele nos apresenta a moça, porque é preciso mesmo conhecê-la.

Afinal,  Neca trabalha o programa de uma candidata à Presidência da República, ao lado de de outro técnico, o economista Mauricio Rands, do PSB.  Ela acompanha Marina Silva desde 2007, quando as duas se conheceram, passando a ser, para a política acreana, uma das idealizadoras e principais captadoras de recursos da Rede Sustentabilidade – o partido originalmente de Marina, golpeado pela Justiça Eleitoral  em seu nascedouro.

 

A importância de N e c a, na  campanha e no partido de Marina Silva já seria boa razão para o eleitor conhecê-la melhor. Ainda mais após a morte de Eduardo Campos.

Mas há uma razão bem maior.

O competente jornalista conta que Neca é o apelido que Maria Alice Setúbal carrega da infância.

E,  ora, vejam! – a moça  é acionista da holding Itausa.

                                              (Confira a participação dela neste documento do Bovespa.)

Maria Alice Setubal  tem 1,29% do capital total.

Como diz  André Forastieri, “parece pouco, mas o valor de mercado da Itausa no dia de ontem (14/08/2014) era R$ 61,4 bilhões. A participação de Maria Alice vale algo perto de R$ 792 milhões.”

A Itausa controla o banco Itaú Unibanco, o banco de investimentos Itaú BBA, e as empresas Duratex (de painéis de madeira e também metais sanitários, da marca Deca), a Itautec (hardware e software) e a Elekeiroz (gás).

Neca herdou sua participação do pai, Olavo Setúbal, empresário e político. Foi prefeito de São Paulo, indicado por Paulo Maluf, e ministro das relações exteriores do governo Sarney. Olavo morreu em 2008. O Itaú doou um milhão de reais para a campanha de Marina Silva em 2010 (leia mais aqui).

Agora, o interessante nessa biografia de Neca, é que, em m agosto de 2013 – portanto, no governo Dilma Rousseff – a Receita Federal autuou o Itaú Unibanco.

Segundo a Receita, o Itaú deve uma fortuna em impostos.

Seriam R$ 18,7 bilhões, relativos à fusão do Itaú com o Unibanco, em 2008. ]

O Itaú deveria ter recolhido R$ 11,8 bilhões em Imposto de Renda e R$ 6,8 bilhões em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

A Receita somou multa e juros.

R$ 18 bilhões é muito dinheiro.

É difícil imaginar que a Receita tirou um valor desse tamanho do nada.

É difícil imaginar uma empresa pagando uma multa que seja um terço disso.

Mas embora o economista-chefe do Itaú esteja hoje no jornal dizendo que o Brasil viveu um primeiro semestre de “estagnação”, o Itaú Unibanco lucrou R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2014, uma alta de 36,7%.

No primeiro semestre, o lucro líquido atingiu R$ 9,318 bilhões, um aumento de 32,1% em relação ao primeiro semestre de 2013.

O Unibanco vai muitíssimo bem. E gera, sim, lucro para pagar os impostos e multa devidos – ainda que em prestações.

A autuação da Receita foi confirmada em 30 de janeiro de 2014 pela Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento.

O Itaú informou que iria recorrer desta decisão junto ao Conselho Administrativo de Recursos fiscais.

Na época da autuação, e novamente em janeiro, o Itaú informou que considerava  ”remota” a hipótese de ter de pagar os impostos devidos e a multa.

No mesmo dia em que revelou isso à Nação, o jornalista André Forastieri mandou  um email  para a área de comunicação do Itaú Unibanco perguntando se o banco está questionando legalmente a autuação, e pedindo detalhes da situação. A resposta foi: “Não vamos comentar.”

O programa de governo de Marina Silva, que leva a assinatura de Maria Alice Setúbal, merece uma leitura muito atenta, à luz de sua participação acionária no Itaú.

Um ano atrás, em entrevista ao Valor, Neca Setúbal foi perguntada se participaria de um eventual governo de Marina.

Sua resposta: “Supondo que Marina ganhe, eu estarei junto, mas não sei como. Talvez eu preferisse não estar em um cargo formal, mas em algo que eu tivesse um pouco mais de flexibilidade.”

Formal ou informal, é muito forte a relação entre Neca e Marina.

Uma presidenta não tem poder para simplesmente anular uma autuação da Receita. Mas tem influência.

E quem tem influência sobre a presidenta, tem muito poder também.

Neca Setúbal já nasceu com muito poder econômico, que continua exercendo.

Agora, pode ter muito poder político.

É um caso de conflito de interesses?

Essa é a pergunta que vale R$ 18,7 bilhões de reais.

"Neca" e Marina, depois de um passeio pelos mares do Atlântico Sul.

“Neca” e Marina, depois de um passeio pelos mares do Atlântico Sul.

MST e governo chegam a acordo

 

A garantia de descentralização de recursos para efetivar, na prática,  as demandas acordados entre os  movimentos sociais e o governo federal,  uma das principais exigências feita pelo MST, e atendida pelo INCRA, na reunião final realizada em Marabá, pôs  fim às manifestações dos sem-terra na rodovia BR-155, próximo a curva do S.

Na avaliação dos coordenadores do MST, garantir recursos e adotar  procedimentos jurídicos  capazes de  viabilizar todas as etapas dos processos de aquisições e desapropriações das fazendas Santa Maria e Pioneira, objetos da pauta, possibilitaram o acordo.

Morre vice-presidente do Tribunal de Justiça

Vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Cláudio Augusto Montalvão das Neves, morreu na manhã desta quinta-feira (21), em Belém.

A causa da morte ainda não foi divulgada. O desembargador também foi presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Pará (AMEPA), em duas gestões, 1996 a 1997 e 1998 a 1999.

Cládio Montalvão atuou em sessões importantes do TJ, como o julgamento do caso Dorothy Stang, missionária norte-americana assaninada em 2005, em Anapu, no sudeste do estado. Ele tinha graduação em Direito pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e era magistrado formado pela Escola de Magistratura do Estado do Pará. Começou a carreira no setor jurídico como advogado criminalista entre 1978 e 1985, quando ingressou na magistratura.

Montalvão deixa esposa, dois filhos e netos. Informações sobre o velório e o enterro do desembargador ainda não foram divulgadas.

Toca do Manduquinha reabre nesta quarta com apresentação do “Pau Brasil”

 

O Centro Cultural Toca do Manduquinha, na praça São Félix,  será reaberto esta noite,

O local foi totalmente reconfigurado, ganhando novos espaços .

Administrado pela Secretaria de Cultura de Marabá, a TM recebeu piso colonial, paredes  de madeira retiradas de embarcações do rio Tocantins, nova pintura e banheiros reformados.

Para a noite de reabertura, a Toca será palco de show do Grupo Pau Brasil.

Show de abertura do projeto apresenta uma das formações musicais de maior destaque no país.

Com três décadas de dedicação a música instrumental, o grupo Pau Brasil é formado por Nelson Ayres, Rodolfo Stroeter, Paulo Bellinati, Teco Cardoso e Ricardo Mosca.

No repertório, composições que exaltam a qualidade e a originalidade da música brasileira.

Com uma sonoridade única, que passeia entre o primitivo e o contemporâneo, a apresentação reforça a referência nacional presente no trabalho do grupo, reconhecido, desde a década de 80, no país e no exterior.

A improvisação de seus integrantes é uma marca registrada na trajetória do Pau Brasil e cria um ambiente descontraído e alegre a partir da versátil interpretação dos músicos, garantindo shows singulares.

Ao longo de seus 30 anos, o grupo, que permanece com a sua formação original, fez turnês pelo Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão. 

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MDA reúne técnicos para discutir crédito

Próxima segunda-feira, 25, a Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Pará irá realizar um ciclo de reuniões técnicas para discutir assuntos relacionados aos programas de crédito e seguro rural para a Agricultura Familiar no Estado. O auditório do Incra de Marabá foi o local escolhido para o evento.

As reuniões visam expor os termos vigentes do Plano Safra 2104/2015, abordando o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, o Seguro da Agricultura Familiar – SEAF, o Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar – PGPAF, além dos procedimentos para emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP.

O público-alvo do evento são todos os interessados no desenvolvimento da agricultura familiar da região, como líderes dos sindicatos dos trabalhadores rurais, beneficiários do Pronaf, bancos que trabalham com crédito rural, movimentos sociais, secretários municipais de agricultura e meio ambiente, colônias de pescadores, ribeirinhos e empresas prestadoras de assistência técnica da região.

O ciclo de reuniões terá início às 8h da manhã e segue até às 17h. As próximas cidades a receberem o evento são Castanhal, dia 27, e Santarém, dia 29.

SINOBRAS participa de Congresso do Aço

 

Promovido pelo Instituto Aço Brasil, o Congresso Brasileiro do Aço, que encerrou na última semana, em São Paulo, contou com a presença da diretoria da SINOBRAS e de executivos e especialistas em siderurgia do Brasil e exterior. Esta foi a 25ª edição do Congresso e durante o evento foram discutidos assuntos como tecnologia, mercado e produção do aço.

Representando a SINOBRAS e o Pará participaram do Congresso o presidente da Siderúrgica, Vilmar Ferreira; o Vice-presidente, Ian Corrêa e o Diretor de Sustentabilidade da empresa, Clayton Labes. O Instituto Aço Brasil reúne e representa as indústrias de aço do País.

Vice-presidente da SINOBRAS, Ian Corrêa e o Diretor de Sustentabilidade da empresa, Clayton Labes.

Vice-presidente da SINOBRAS, Ian Corrêa e o Diretor de Sustentabilidade da empresa, Clayton Labes.

Tartarugas, no Pará, “conversam” com filhotes

 

 

As tartarugas, pelo menos no Pará, “conversam”.

Essa a conclusão de estudos realizados no rio Trombetas, através da gravação dos sons emitidos pelos quelônios, indicando a existência de comunicação entre mães e filhotes.

AQUI. 

Vergonha: Marabá aparece na lista de dez cidades com menor percentual de livrarias

 

Marabá e Ananindeua aparecem entre as dez cidades brasileiras com menor percentual  de livrarias.

Marabá tem uma livraria para 244 mil habitantes.

Ananindeua, duas livrarias para 242 mil habitantes.

Olhando o ranking ao contrário, ou seja, daquelas  cidades com maior percentual de lojas por habitante, três municípios gaúchos aparecem liderando: Guaíba, Bento Gonçalves e Passo Fundo.

Levantamento foi feito pela  Associação Nacional de Livrarias (ANL).

Segundo Banco de Dados da associação (base abril de 2014), o Brasil tem 3.095 livrarias.

Isso representa, na média, 1 livraria para cada 64.954 hab. (IBGE – população estimada em 201.032.714 hab. – dado se refere a 1º de julho de 2013, publicado no Diário Oficial da União).

Das 3.095 livrarias, 69% representam livrarias com apenas 1 loja; 12% de 2 a 10 lojas; 19% acima de 10 lojas, distribuídas da seguinte forma: 4% estão na região Norte; 16% no Nordeste; 6% no Centro-Oeste, incluindo o DF; 55% no Sudeste e 19 % no Sul.

Acompanhe os mapas abaixo:

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Novo leilão de veículo será dia 26

 

Está marcado para 26 de agosto a terceira etapa do leilão de veículos promovido pela prefeitura de Marabá.

Quem confirma é a Secretaria de de Segurança Institucional, a partir das 9h30, no auditório da Faculdade Metropolitana.

Serão ofertados 116 motocicletas e 40 carros, dentre sucatas e bens recuperáveis totalizando 156 lotes.

Interessados em participar do leilão devem realizar cadastro on-line através do site www.vipleiloes.com.br.

Visitação aos veículos será nos dias s 24 e 25 (domingo e segunda).

Toca do Manduquinha reabre quarta

 

Totalmente reconfigurada, a “Toca do Manduquinha” será reaberta na próxima quarta-feira.

A qualidade do centro cultural, como sempre,  exigindo qualidade em seu calendário.

Adivinha quem vem para a festa de reabertura?

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“Nós nunca desistiremos do Brasil, Eduardo”

 

 

Carta a Eduardo Campos

Carlos Francisco da Silva, de Bezerros (PE)

 

Eduardo, você não imagina o quanto eu e todo povo pernambucano estamos lamentando a tua trágica e inesperada partida. Temos muitos motivos para isso. Primeiro, pela falta que irás fazer a tua família e aos teus amigos. Depois, pelo exemplo de homem público que representavas para o nosso estado e para o Brasil.

No entanto, eu tenho um motivo particular para lamentar a tua morte. Depois da tua entrevista no Jornal Nacional, eu fiquei com muita vontade de te encontrar, de apertar a tua mão, olhar no teu olho e te perguntar: Quem disse que eu desisti do Brasil, Eduardo? Infelizmente, no dia seguinte, ocorreu o trágico acidente e eu nunca vou poder te dizer isso.

Eduardo, não fui eu, nem o povo brasileiro que desistimos do Brasil.

Quem desistiu do Brasil foram setores da política e da mídia brasileira, quando promoveram o golpe militar de 1964 que mergulhou o nosso país em 21 anos de ditadura militar e que submeteu o povo brasileiro aos anos mais difíceis de nossa história. Inclusive, sua família foi vítima na carne daquele momento, quando o seu avô e então governador de Pernambuco, o inesquecível Miguel Arraes, foi retirado à força do Palácio do Campo das Princesas e levado ao exílio.

Eduardo, você não imagina o que essa mesma mídia está fazendo com a tragédia que marcou a queda do teu avião. Eu nunca pensei que um dia pudesse ver carrascos do jornalismo político brasileiro como Willian Bonner, Patrícia Poeta, Alexandre Garcia e Miriam Leitão falando tão bem de um homem público. Os mesmos que, um dia antes do acidente, quiseram associar a tua imagem ao nepotismo no Brasil choram agora a tua morte como se você fosse a última esperança do povo brasileiro ver um Brasil melhor. Reconheço as tuas qualidades, governador, mas não sou ingênuo para acreditar que sejam elas o motivo de tanta comoção no noticiário político brasileiro.

A pauta dos veículos de comunicação conservadores do Brasil sempre foi e vai continuar sendo a mesma: destruir o projeto político do partido dos trabalhadores que ameaça por fim às concessões feitas até então a eles. O teu acidente, Eduardo, é só mais uma circunstância explorada com esse fim, do mesmo jeito que foi o mensalão, os protestos de julho e a refinaria de Pasádena. Se amanhã surgir um escândalo “que dê mais ibope” e ameace a reeleição de Dilma, a mídia não hesitará em enterrar você de uma vez por todas. Por enquanto, eles vão disseminando as suposições de que foi Dilma quem sabotou o teu avião, e que fez isso no dia 13 justamente pra dizer que quem manda é o PT. Pior do que isso é que tem gente que acredita e multiplica mentiras e ódio nas redes sociais.

Lamentável! A Rede Globo e a Veja não estão nem aí para a dor da família, dos amigos e dos que, assim como eu, acreditavam que você não desistiria do Brasil. Você é objeto midiático do momento.

Eduardo, não fui eu quem desistiu do Brasil. Quem desistiu foi o PSDB, que após o regime militar teve a oportunidade de construir um novo projeto de nação soberana e, no entanto, preferiu entregar o Brasil ao FMI e ao imperialismo norte americano, afundando o Brasil em dívidas, inflação, concentração de renda e miséria. O mesmo PSDB que, antes do teu corpo ser enterrado, já estava disseminando disputas entre o PSB e REDE para inviabilizar a candidatura de Marina, aliança que custou tanto a você construir.

Eu não desisti do Brasil, Eduardo. Quem desistiu foi a classe média alta que vaiou uma chefe de Estado num evento de dimensões como a abertura de uma copa do mundo porque não se conforma com o Brasil que distribui renda e possibilita a ricos e pobres, negros e brancos as mesmas oportunidades.

E tem mais uma coisa, Governador. Se ao convocar o povo brasileiro para não desistir do Brasil o senhor quis passar o recado de que quem desistiu foi Lula e Dilma, eu gostaria muito de dizer que nem eu, nem o povo e, nem mesmo o senhor, acredita nisso. Muito pelo contrário. A gente sabe que o PT resgatou o Brasil do atraso imposto pelo nosso processo histórico de colonização, do intervencionismo norte americano e da recessão dos governos tucanos. Ao contrário de desistir do Brasil, Lula e Dilma se doaram ao nosso povo e promoveram a maior política de distribuição de renda do mundo, através do bolsa família. Lula e Dilma universalizaram o acesso às universidades públicas através do PROUNI, do FIES e do ENEM. Estão criando novas oportunidades de emprego e renda através do PRONATEC e estão revolucionando a saúde com o programa mais médicos.

Eduardo, eu precisava te dizer: não fui eu, nem o povo brasileiro, nem Lula, nem Dilma que desistimos do Brasil. Quem desistiu do Brasil, meu caro, foram os mesmos que hoje estão chafurdando em cima das circunstâncias que envolvem o acidente que de forma lamentável tirou você do nosso convívio. Fazem isso com o motivo único e claro de desgastar a reeleição de Dilma e entregar o país nas mãos de quem, de fato, desistiu do Brasil.

Descanse em paz, Eduardo. Por aqui, apesar da falta que você vai fazer a todo povo pernambucano, eu, Lula, Dilma e os brasileiros que acreditam no futuro do Brasil vamos continuar na luta, porque NÓS NUNCA DESISTIREMOS DO BRASIL.

Jatene e Helder rigorosamene empatados

 

Primeira pesquisa  Ibope para o governo do Estado apontou aquilo que nos bastidores era comentado há alguns dias: Simão Jatene (PSDB) e Helder Barbalho (PMDB) estão tecnicamente empatados, na disputa pelo governo do  Estado.

Veja gráfico da pesquisa estimulada:

Pesquisa

 

ACIM vê segurança jurídica no novo edital para derrocagem do “Lourenção”

 

MauroPresidente em exercício da Associação Comercial e Industrial de Marabá, Mauro de Souza  entende que o novo formato concebido para o edital  de derrocamento  do “Lourenção”, no rio Tocantins, mudando  o formato de licitação, que saiu do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), voltando para o rito comum (Lei 8.666), que rege as normas gerais de licitação, “foi uma decisão coerente  e correta juridicamente, para a consecução do processo de escolha das empresas que vão tocar o empreendimento”.

Diz o empresário que a ACIM, ouvindo advogados com expertise em licitações públicas, foi alertada para os riscos do Edital padronizado no RDC gerar futuras disputas jurídicas das empresas envolvidas na disputa pela conquista da obra, obrigando o governo a retardar ainda mais o inicio da derrocagem.

“O novo edital em fase de publicação terá um processo de licitação para cada atividade que envolve a derrocagem,  uma licitação para os Projetos Básico e Executivo, outra para Ações Ambientais e outra para a Execução das Obras de derrocamento.  Embora essa concepção  licitatória exija mais entraves burocráticos, corremos menos risco de haver embates na Justiça. Ou seja, resguarda-se a segurança jurídica e a possibilidade de ainda este ano ocorrer a primeira etapa dos serviços, quanto ao  levantamento topográfico do trecho  a ser trabalhado”, avalia Mauro de Souza.

O edital para a derrocagem dos 43 quilômetros de extensão do Pedral do Lourenço no Rio Tocantins, localizado entre as cidades de Santa Terezinha do Taurí à Ilha do Vogéa,  deve ocorrer na próxima semana.

Barragem permite liberação da Transamazônica

 

O DNIT liberou o tráfego no km 391 da BR-230/PA, na altura da ponte sobre o Rio Arataú, que havia  sido danificada no último dia 5. Desde as 20h desta quinta-feira (14), o trânsito no local foi normalizado para todos os tipos de veículos.
A solução encontrada pelos técnicos da autarquia foi a construção de uma barragem a montante da ponte destruída, com a transposição por meio de um sistema de enrocamento e tubos. Esta passagem será utilizada até que a recomposição da ponte seja concluída.