Hemopa dispara campanha de doação de sangue

 

Começa nesta segunda-feira, 20,  a Campanha de Doação de Sangue, usando o tema  “Seja para quem for, seja um doador”.

Promovido pelo  Hemocentro  de Marabá (HRM), em parceria com o Hospital Regional Público do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRPSP), a campanha prosseguirá  até a próxima sexta-feira (24).

As coletas serão realizadas no hemocentro e na terça-feira (21), também no próprio hospital, com meta de 120 doações de sangue.

O objetivo é difundir entre o corpo clínico do hospital, familiares, amigos de pacientes e a comunidade em geral, a importância da doação na reposição do estoque técnico do HRM.

Durante esses anos todos, o hospital tem valorizado e estimulado a campanha de doação de sangue. “Somos sabedores que a demanda do HRPS é grande, por isso queremos que nossos colaboradores e usuários participem dessa ação de responsabilidade social, que é de todos. Por meio de um trabalho integrado, buscamos contribuir para o aumento da captação de doadores voluntários, o que beneficia todo o sudeste do Pará”, informa a enfermeira e coordenadora de Humanização do HRPS, Karla Emanuelle Silva Luz,

O Hospital Regional é referência de alta e média complexidade, atende 22 municípios do sul e sudeste do Pará e realiza em média 20 transfusões de sangue ao mês. Já o Hemocentro Regional de Marabá atende 38 municípios da região sudeste do Estado, com média mensal de 600 doações.

Quem pode doar sangue:

Candidatos em bom estado de saúde; com idade entre 16 anos completos e 69 anos (menores de 18 anos, devem comparecer com autorização dos pais ou responsável legal). Precisa pesar mais que  50 kg. Necessário portar documento de identidade original com foto e assinatura. Não precisa estar em jejum, o doador deve estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses.

Serviço-O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta de 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/3324-1096 (Distribuição). Alô Hemopa: 08002808118. www.pa.gov.br. O Hospital Regional Público do Sudeste do Pará fica na Rodovia PA 150, S/N (altura do Km 07), Nova Marabá. Marabá-PA. Fone: (94) 3323-3588.

Com informação da ORM.

Procuradoria Eleitoral pede suspensão da programação da RBA e da Rádio Clube

 

 

Da Assessoria de Comunicação da Procuradoria Eleitoral:

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A Procuradoria Regional Eleitoral pediu a suspensão, por 48 horas, da programação das emissoras Rede Brasil Amazônia e Rádio Clube do Pará. No lugar da programação, as emissoras devem ser obrigadas ainda a expor, a cada 15 minutos, a informação de que foram suspensas por desobediência à lei eleitoral. O pedido foi ajuizado ontem no Tribunal Regional Eleitoral e será apreciado pelo desembargador Raimundo Holanda Reis.

O candidato ao governo do Pará Helder Barbalho é sócio das duas emissoras e a PRE examinou várias horas de programação para constatar que estão sendo utilizadas pelo candidato, sistematicamente, para fazer propaganda eleitoral irregular. Barbalho é sócio-proprietário de várias empresas de comunicação que, juntas, tem sido usadas para enaltecer sua candidatura em contraposição aos adversários. “Tal fato viola, sem sombra de dúvidas, a isonomia da disputa eleitoral, na medida em que o controle dos meios de comunicação pelo candidato Helder Barbalho, o coloca em posição extremamente favorável em relação aos demais candidatos”, diz o pedido.

Para a PRE, o uso dos veículos de comunicação da família Barbalho durante a campanha e até antes dela macula o processo eleitoral e o desequilibra irremediavelmente. O pedido enumera diversos exemplos de violação da lei, que veda totalmente a propaganda eleitoral em emissoras de rádio e tevê, a não ser no espaço do horário eleitoral gratuito. Um dos exemplos foi entrevista, no dia da votação do primeiro turno, com o senador Jader Barbalho, pai de Helder, ao radialista Nonato Cavalcante.

A entrevista, narra a PRE, durou quase trinta minutos, o que representaria quase uma semana inteira do tempo destinado ao horário eleitoral gratuito. “A divulgação de entrevista com esta temática é límpida realização de propaganda política por meios irregulares, somente possível ao requerido porque ele possui os meios de comunicação social, que vem utilizando, como patrimônio próprio e pessoal, e os utiliza em evidente infração às regras do pleito eleitoral”, diz a PRE.

A PRE lembra que as diversas violações já são objeto de representações pela coligação adversária e muitas ainda não foram julgadas, “o que contribui para que os demandados continuem utilizando os veículos de comunicação social em massa de sua propriedade em prol da candidatura de Helder Barbalho”. Nos processos ajuizados contra as emissoras a PRE notou que em alguns são os advogados da coligação eleitoral que defendem os veículos de comunicação.

Para a Procuradoria Regional Eleitoral, não há outra saída se não reconhecer que, no presente caso, a indicação de uso indevido dos meios de comunicação com o abuso de poder econômico prejudicou a liberdade do voto e gerou desequilíbrio entre os candidatos ao pleito, o que reclama a medida imediata para impedir a mesma conduta no segundo turno das eleições.

Pesquisas iVeiga e Ibope dão vantagem a Helder

 

Com  1.200 entrevistas em 24 municípios, o iVeiga aponta vantagem de Helder Barbalho (PMDB) na disputa pelo governo do Estado, contra Simão Jatene (PSDB).

Na pesquisa, Helder vence com 53,7% das intenções de voto contra 46,3% do candidato Simão Jatene, que concorre à reeleição. Na pesquisa estimulada – onde o nome do candidato é apresentado aos eleitores – Helder lidera com 49,1% das intenções de voto contra 42,3% de Jatene. Os eleitores que disseram votar branco e nulo somam 5,4% e os que não sabem/não opinaram, 3,3%.

Pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17/10/2014 nos municípios de Santarém, Monte Alegre, Breves, Portel, Afuá, Muaná, Belém, Ananindeua, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Capanema, Moju, Igarapé-Miri, Tomé-Açu, Acará, Viseu, Marabá, Parauapebas, Tucuruí, Paragominas, Redenção, Itaituba e Altamira.

O intervalo de confiança estimado da pesquisa é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

O IVeiga também aponta o favoritismo da candidata Dilma Rousseff na disputa presidencial: na pesquisa espontânea, ela aparece com 48,4% contra 43,8% do candidato Aécio Neves (PSDB), com 3,7% de brancos/nulos e 4,1% de não sabe/não opinou. Na medição estimulada, Dilma também aparece na frente, com 49,3% contra 44% de Aécio Neves, com 3,8% de brancos e nulos e 3% de não sabe/não opinou.

iVEIGA

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PESQUISA IBOPE

 

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (18) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Pará:
Helder Barbalho (PMDB): 52%
Simão Jatene (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição para governador do PA.  Segundo o Ibope, os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, de três pontos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Helder Barbalho (PMDB): 48%
- Simão Jatene (PSDB): 45%
- Branco/nulo: 3%
- Não sabe/não respondeu: 4%

O Ibope ouviu 812 eleitores em 43 municípios do estado de 14 a 16 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro PA-00052/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-001121/2014.

Rejeição
O Ibope perguntou em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Simão Jatene – 40%
Helder Barbalho – 37%
Poderia votar em ambos – 16%
Não sabe/não respondeu – 8%

Duas primeiras pesquisas liberadas apontam Jatene à frente de Barbalho

 

Quatro pesquisas foram registradas, para Governo do Pará.

As duas primeiras chegadas ao emeio do blog, mostram o candidato do PSDB, Simão Jatene, à frente de Helder Barbalho (PMDB).

Os institutos Doxa, BMP, iVeiga e Ibope já concluíram processamento dos números colhidos, apresentando resultados distintos – alguns até com diferença bastante fora da curva.

A seguir, o resultados das duas primeiras pesquisas liberadas.

 

DOXA

PESQUISA DOXA APONTA JATENE NA FRENTE NO SEGUNDO TURNO

 

A uma semana da eleição para o segundo turno na disputa para o Governo do Estado do Pará, o governador Simão Jatene aparece na frente da disputa. De acordo com a pesquisa Doxa realizada em todo o estado do Pará pelas seis mesorregiões (Metropolitana, Nordeste, Marajó, Baixo Amazonas, Sudoeste e Sudeste), na pergunta espontânea, em que não é apresentado o nome dos candidatos, o atual Governador Simão Jatene obteve 47,3% e Helder Barbalho 41,3% das intenções de voto. Na pergunta estimulada Jatene sobe para 49,0% e Helder atinge 42,3%. Brancos, nulos e indecisos somam 6,4%.

 

Em se tratando de votos válidos que é como o T.R.E calcula os votos dos candidatos, Simão Jatene fica com 53,7% e Helder Barbalho 46,3%.

 

Na corrida presidencial, Dilma e Aécio estão tecnicamente empatados no Pará. Aécio Neves está com 47,3% e a presidente Dilma com 46,2%. Brancos/nulos e indecisos somam 6,5%. Em se tratando de votos válidos, Aécio está com 50,6% e Dilma 49,4%.

Serviço:

A pesquisa foi registrada no T.R.E sob o número PA-00048/2014

Foram entrevistados 2.000 eleitores, a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final. Intervalo de confiança é de 95%.

Período de coleta: 13 a 16 de outubro de 2014.

Pesquisa eleitoral do tipo quantitativo categórico, aleatório e estratificado domiciliar por cotas de sexo e idade, área geográfica detalhamento feito com amostragens mediante aplicação de questionários estruturados, levando em consideração parâmetros eleitorais, tendo como universo (total) o eleitorado do Estado do Pará, dividido pelas seis Mesorregiões: Baixo Amazonas, Marajó, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Metropolitana.

Nota do Blog: os números da Doxa, para Presidente da República, são a grande surpresa da pesquisa.

Pela primeira vez, Dilma estaria correndo risco de perder a eleição num Estado do Norte, pelos números do instituto.

ESPONTÂNEA

Espontânea Doxa

 

ESTIMULADA

Estimulada Doxa

 

VOTOS VÁLIDOS PARA GOVERNADOR

Válidos Doxa

 

VOTOS VÁLIDOS PARA PRESIDENTE

Válidos Presidente Doxa

 

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Pesquisa BMP

Pesquisa amostral quantitativa do tipo probabilística estratificada em cotas proporcionais de: zona de residência, gênero, faixa etária, escolaridade e condição econômica, (perfil observado nas estatísticas do IBGE e TSE), com idade de 16 anos e mais, representativas da população residente dos principais municípios das seis (6) mesorregiões, considerando plano amostral desenhado em três estágios;

 O 1º estágio consistiu em selecionar os principais municípios no contexto de cada mesorregião do Pará, observando representatividade mesorregional de no mínimo 50% em cada mesorregião;

O 3º estágio consistiu em selecionar probabilisticamente eleitores nas áreas territoriais dos municípios selecionados, observado perfil socioeconômico, registrados em estatísticas do TSE e IBGE, em relação aos atributos de: zona de residência do eleitor, sexo do eleitor, faixa etária do eleitor, escolaridade do eleitores e condição econômica do eleitor (essas proporções segundo mesorregiões estão expressas neste relatório, slides 15 a 20).

 Os resultados finais aqui apresentados em nível estadual foram ponderados pelos respectivos pesos mesorregionais.

Tamanho amostral de 2.500 Eleitores, delimitado segundo parâmetros estatísticos de: P e Q = 50%; Intervalo de Confiança de 95,5% e Erro Amostral Teórico de: ± 2,00% em nível estadual.

 Abordagem direta (face a face), do tipo domiciliar, somente com eleitores aptos a votar nas eleições de 2014, com domicílio eleitoral no município amostrado, residentes em todos as zonas (urbana e rural) dos municípios selecionados, observando o perfil socioeconômico presente nesses municípios.

 Emprego de questionário com perguntas estruturadas e abertas (estimuladas e espontâneas), considerando critérios de: fácil entendimento e preenchimento, minimizando ao máximo o tempo disponibilizado pelo respondente. As perguntas estimuladas de intenção e rejeição de voto utilizou círculos com os nomes de todos os candidatos, sem ordem de apresentação dos mesmos, de modo a não induzir as manifestações do eleitor consultado.

 As entrevistas foram supervisionadas e auditadas, e posteriormente submetidas a crítica de consistência das respostas, para posterior aprovação e processamento de resultado. Esse processo de controle resultou na provação de 2.500 questionários.

A coleta dos dados ocorreu no período de 13 a 17 de outubro de 2014.

 Esta pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral sob o nº PA 000051/2014, de 13.10.2014, com autorização legal para divulgação pública a partir do dia 18.10.2014.

 Outras informações técnicas e o questionário da pesquisa estão disponíveis no sitTSE em Pesquisas Registradas do dia 13.10.2014 em nome de Bureau de Marketing e Pesquisa Ltda.

Espontânea BMP

 

Estimulada BMP

 

Estimulada Presidente

 

Presidente Espontânea BMP

 

Rejeição BMP

 

Blog publicará até o final do dia pesquisas iVeiga e Ibope, tão logo sejam liberadas.

Justiça Eleitoral proíbe panfletos e santinhos no dia das eleições no Pará

 

 

 

O juiz Marco Antonio Castelo Branco atendeu a pedido da Procuradoria Regional Eleitoral e proibiu o uso de panfletos e santinhos pelas campanhas eleitorais no segundo turno das eleições no Pará. A distribuição dos santinhos só é permitida até 22h da véspera do dia da votação. Após esse horário, quem descumprir a proibição está sujeito à multa de R$ 100 mil por cada infração.

Por ordem do juiz, a decisão deverá ser enviada para todas as zonas eleitorais do “a fim de que tomem as providências para a colheita de provas da conduta ilícita (fotos, vídeos etc.)”. A decisão confirma o entendimento do procurador eleitoral auxiliar Bruno Valente de que a prática é irregular, já que a legislação eleitoral permite, no dia das eleições, apenas as manifestações individuais dos eleitores.

“No dia 5 de outubro, por ocasião do primeiro turno, os municípios do estado do Pará amanheceram com suas ruas tomadas por material de campanha de vários candidatos ao pleito”, relata o pedido da PRE. “Como se trata de prática habitual, tudo indica que se repetirá por ocasião do segundo turno, causando novamente grande transtorno para toda a cidade. Trata-se de conduta muito difícil de ser flagrada, pois o despejo deste tipo material nas vias públicas, em geral próximo de locais de votação, ocorre na madrugada do próprio dia do pleito e de forma pulverizada”.

Em resposta, o juiz anotou em sua decisão: “os acontecimentos já evidenciados no primeiro turno denotam a necessidade desta Justiça Eleitoral tomar atitude enérgica e condizente com a indignação totalmente justificável diante de tamanha afronta ao bem-estar e ao meio ambiente no sentido mais amplo”.

A decisão vale para as duas coligações e candidatos que concorrem no segundo turno, Helder Barbalho, da coligação Todos pelo Pará e Simão Jatene, da coligação Juntos com o Povo.

Aécio Neves pode passar por Marabá e Santarém

 

Ida a Belém já está confirmada.

O PSDB do Pará luta agora para ver se consegue incluir na agenda do candidato a presidente da República, Aécio Neves, rápida passagem por Marabá e Santarém, na sequência da visita a Belém, no mesmo dia.

Aécio confirmou ida à capital, segunda-feira, 20.

Empresas realizam visita técnica para derrocamento do Lourenção

 

Confirmado para segunda-feira, 20, em Marabá,  o workshop da Ahimor – Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental -, com empresários das construtoras que participarão da licitação para execução do derrocamento do pedral do Lourenção.

Na terça, bem cedinho,  o  Superintendente da Ahimor,  Carlos Alberto Santos de Oliveira, empresários e técnicos do Dnit, deixam o porto de Marabá, em embarcação, rumo ao Lourenção, realizando a chamada visita técnica, antes de apresentarem suas propostas ao processo licitatório.

 

Empresários, técnicos da Ahimor e representante da Secretaria de Obras, durante primeira visita técnica ao Lourenção

Empresários, técnicos da Ahimor e representante da Secretaria de Obras, durante primeira visita técnica ao Lourenção

Marabá prestará homenagem a Zoran

 

ZoranA morte do ex-secretário de Planejamento de Marabá,  Zoran Bosnic (foto), ocorrido no último domingo, em Belém, abateu profundamente amigos e ex-colegas de trabalho do competente técnico.

Vítima de ataque cardíaco,  Zoran trabalhou alguns anos no planejamento do município, principalmente nas gestões do ex-prefeito Tião Miranda, que o tinha na rol dos  amigos de extrema confiança.

A morte de Bosnic mereceu Nota de Pesar da Prefeitura de Marabá, assinada pelo prefeito João Salame, que deverá convidar o deputado estadual Tião Miranda para ver de que forma o município pode prestar homenagem ao economista, pelos serviços prestados a Marabá.

Queda de energia da Celpa tem sido constante

 

Não foi apenas um fato isolado, o desligamento de energia em Marabá,  durante mais de seis horas.

Antes do curto-circuito ocorrido na Subestação de Marabá, na manhã de quarta-feira, diversas quedas de energia tem ocorrido em pontos distintos da cidade.

Algo de errado deve estar ocorrendo.

Falta de investimentos para a troca de transformadores?

Manutenção de rede defasada?

A verdade é que a instabilidade no fornecimento de energia, pela Celpa, está se tornando constante.

“O PSB jogou pela janela sua própria história”

 

Quando se alia a Aécio Neves, o PSB renega seus compromissos e joga no lixo da história a oposição que moveu ao governo FHC. Quem afirma é o ex- presidente do PSB, Roberto Amaral, em artigo publicado nos jornais.

Amaral, que deixou a presidência do PSB nesta segunda-feira, voltou a criticar a aliança do partido com o presidenciável tucano: “ao dar apoio a Aécio Neves, o PSB resolveu se aliar à social-democracia de direita, abandonando o campo da esquerda”.

A seguir, íntegra do artigo.

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O PSB renunciou ao seu futuro

   - Roberto Amaral

 

A recém-revelada disputa interna no PSB não tem como cerne a disputa da presidência do partido. O que está –e sempre esteve– em jogo é a definição do modelo de Brasil que queremos e, por consequência, do partido que queremos. É nesse ponto que as divergências são insuperáveis, pois entra em jogo uma categoria de valores incompatível com a pequena política.

Quando se alia a Aécio Neves, o PSB renega seus compromissos programáticos e estatutários. Joga no lixo da história a oposição que moveu ao governo FHC e o esforço de seus fundadores para instalar no solo da paupérrima política local uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

No plano da política imediata, essa decisão que dividiu o PSB, talvez de forma definitiva, revoga a luta pela qual Eduardo Campos se fez candidato (e os pressupostos de sua tese, encampada lealmente por Marina Silva na campanha), a saber, a denúncia da velha, nociva e artificial polarização entre PT e PSDB, que só interessa, dizia ele, aos verdadeiros detentores do poder.

Como honrar esse legado tornando-se refém de uma de suas pernas, justamente a mais atrasada? O resto é a pequena política, miúda, a politicagem dos que, não podendo formular, reduzem o fazer político aos golpes e aos “golpinhos”, à conquista das pequenas sinecuras das estruturas partidárias e à promessa de recompensa nos desvãos do Estado. Insistir nesse tipo de prática é outro erro.

Que a crise do PT sirva ao menos de lição. E quem não aprende com a história está condenado a errar seguidamente. Aliás, estamos em face de uma das fontes da tragédia brasileira: a visão míope, tomando o que é acessório como o principal, o episódico como o estratégico, a miragem como a realidade.

Nessa decisão em que o PSB jogou pela janela sua própria história e fez em pedaços a galeria de seus fundadores, movido pela busca do poder pelo poder, o partido renunciou ao seu futuro. Podendo ousar construir as bases do socialismo do século 21, democrático, optou pela cômoda rendição ao statu quo. O partido renunciou tanto à revolução como à reforma.

Um partido socialista não pode se conciliar com o capital em detrimento do trabalho, aceitar a pobreza nem a exploração do homem pelo homem, como se um fenômeno irrevogável fosse. Um partido socialista não pode desaparelhar o Estado para melhor favorecer o grande capital, muito menos renunciar à sua soberania e aliar-se ao capital financeiro internacional, que constrói e que construirá crises necessárias à expansão do seu domínio. Ora, ao dar apoio a Aécio Neves, o PSB resolveu se aliar à social-democracia de direita, abandonando o campo da esquerda.

O pressuposto de um partido socialista é o debate, o convívio com as diferenças e a prevalência da lealdade e da ética. Quando esse tronco se rompe, é impossível manter a copa de pé.

A vida partidária exige liturgia. Como presidente do Partido Socialista Brasileiro, procurei me manter equidistante das disputas, embora tivesse minha opção. Isento, ouvi as correntes e dirigi a reunião da comissão executiva que optou pelo suicídio político-ideológico que não pude evitar.

Anfitrião, recebi, segundo meus princípios éticos, o candidato escolhido pela maioria. Cumprido o papel, estou livre para lutar pelo Brasil que sonhamos, convencido de que apoiar a presidenta Dilma Rousseff é, hoje, nas circunstâncias, a única opção para a esquerda socialista, independentemente dos muitos erros do PT, no governo e fora dele.

A imprensa que tem liberdade para matar

 

Você lembra do Gabriel Chalita ?

Por onde anda ele?

Militante do movimento religioso católico Canção Nova, Chalita – para quem não sabe – é  jurista, professor, escritor e que um dia decidiu se envolver na política de São Paulo, chegando a ser Secretário de Educação do governo do PSDB – e deputado federal.

No comando da Secretaria da Educação de Geraldo Alckmin, acumulou um bom cacife eleitoral.

José Serra cercou seu espaço no PSDB e Chalita se viu obrigado a mudar de partido. Foi para o PMDB, candidatou-se a prefeito de São Paulo e obteve 13% dos votos. Seria um candidato competitivo ao governo do estado de São Paulo.

De repente, aparece um ex-assessor com uma denúncia amplamente repercutida pela revista Veja – que sempre atuou como braço armado de Serra.

Na sequencia, o então Procurador Geral da República Roberto Gurgel enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de abertura de inquérito contra ele. Em São Paulo, foram abertos 11 inquéritos pelo Ministério Público Estadual.

Os jornais de São Paulo foram inundados de declarações dos promotores estaduais, divulgando documentos, fotos, e-mails do ex-assessor, mesmo antes de apurar sua consistência e veracidade.

A maior parte das denúncias foi arquivada, por falta de provas. Restaram alguns episódios menores, de âmbito administrativo. Mas a carreira política de Chalita estava liquidada; sua vida pessoal, devassada. O que aconteceu com os veículos que divulgaram as falsas denúncias?

Nada.

No precário modelo jurídico brasileiro, eles têm liberdade para matar.

Em todo modelo democrático, há a influência de grupos econômicos na política. Seja nos Estados Unidos ou no Brasil, cada partido político monta alianças com grandes grupos que irão financiar suas campanhas e ter direito ao butim.

São partes interessadas todos os grupos que dependem de demandas do Estado – de empreiteiras a grupos de mídia -, que dependem da regulação pública – empresas de telecomunicações -, no caso dos EUA empresas ligadas ao complexo industrial-militar.

A diferença do Brasil é o grau de promiscuidade da política com os negócios, que chegou a tal ponto que criou uma cadeia improdutiva da corrupção, na qual todos se beneficiam.

O partido que está no poder – seja o federal ou nos estados – beneficia-se e aos seus, enquanto situação. Do outro lado, o principal partido de oposição se beneficia do discurso da denúncia – especialmente se não tem bandeiras para colocar no lugar.

Ponto central nesses jogos são os grupos de mídia. São eles que dão repercussão a denúncias. Quando isentos, são grandes fiscais da cidadania. Quando parciais, tornam-se cúmplices de jogadas do pior nível.

O jogo é simples. Aparece uma testemunha qualquer, com idoneidade ou não, e faz uma acusação verbal contra o alvo a ser destruído. Pouco importa se a acusação tem fundamento ou não. Aceitam-se até acusações em off, sem a menor garantia de que exista ou não um acusador.

O passo seguinte é conseguir um procurador que transforme a manchete em inquérito. Depois, há a investigação de praxe, que fornecerá mais materiais para denúncias, em um processo de retroalimentaçao.

No final, pouco importa se nada foi apurado, se a pessoa era inocente, se as denúncias eram falsas. O estardalhaço foi suficiente para liquidar com sua vida ou carreira política. E nada ocorrerá com os que participaram da trama – de procuradores e veículos de mídia.

Um exemplo notório desse jogo é o que ocorreu com o ex-deputado Gabriel Chalita.

“Nosso sonho é ver a vitalidade casada com a doçura”

Um dos artigos mais lúcidos sobre a eleição presidencial  é do cientista Roberto Mangabeira Unger, que o blog reproduz a seguir.

 

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 Por que votar em Dilma

(*) Roberto Mangabeira Unger

 

O povo brasileiro escolherá em 26 de outubro entre dois caminhos.

 

As duas candidaturas compartilham três compromissos fundamentais, além do compromisso maior com a democracia: estabilidade macroeconômica, inclusão social e combate à corrupção. Diferem na maneira de entender os fins e os meios. Diz-se que a candidatura Aécio privilegia estabilidade macroeconômica sobre inclusão social e que a candidatura Dilma faz o inverso. Esta leitura trivializa a diferença.

 

Duas circunstâncias definem o quadro em que se dá o embate. A primeira circunstância é o esgotamento do modelo de crescimento econômico no país. Este modelo está baseado em dois pilares: a ampliação de acesso aos bens de consumo em massa e a produção e exportação de bens agropecuários e minerais, pouco transformados. Os dois pilares estão ligados: a popularização do consumo foi facilitada pela apreciação cambial, por sua vez possibilitada pela alta no preço daqueles bens. Tomo por dado que o Brasil não pode mais avançar deste jeito.

 

A segunda circunstância é a exigência, por milhões que alcançaram padrões mais altos de consumo, de serviços públicos necessários a uma vida decente e fecunda. Quantidade não basta; exige-se qualidade.

As duas circunstâncias estão ligadas reciprocamente. Sem crescimento econômico, fica difícil prover serviços públicos de qualidade. Sem capacitar as pessoas, por meio do acesso a bens públicos, fica difícil organizar novo padrão de crescimento.

 

O país tem de escolher entre duas maneiras de reagir. Descrevo-as sumariamente interpretando as mensagens abafadas pelos ruídos da campanha. Ficará claro onde está o interesse das maiorias. O contraste que traço é complicado demais para servir de arma eleitoral. Não importa: a democracia ensina o cidadão a perceber quem está do lado de quem.

 

1. Crescimento econômico. Realismo fiscal e manutenção do sacrifício consequente são pontos compartilhados pelas duas propostas. Aécio: Ganhar a confiança dos investidores nacionais e estrangeiros. Restringir subsídios. Encolher o Estado. Só trará o crescimento de volta quando houver nova onda de dinheiro fácil no mundo. Dilma: Induzir queda dos juros e do câmbio, contra os interesses dos financistas e rentistas, sem, contudo, render-se ao populismo cambial. Usar o investimento público para abrir caminho ao investimento privado em época de desconfiança e endividamento. Apostar mais no efeito do investimento sobre a demanda do que no efeito da demanda sobre o investimento.

 

Construir canais para canalizar a poupança de longo prazo ao investimento de longo prazo. Fortalecer o poder estratégico do Estado para ampliar o acesso das pequenas e médias empresas às práticas, às tecnologias e aos conhecimentos avançados. Dar primazia aos interesses da produção e do trabalho. Se há parte do Brasil onde este compromisso deve calar fundo, é São Paulo.

 

2. Capital e trabalho. Aécio: Flexibilizar as relações de trabalho para tornar mais fácil demitir e contratar. Dilma: Criar regime jurídico para proteger a maioria precarizada, cada vez mais em situações de trabalho temporário ou terceirizado. Imprensado entre economias de trabalho barato e economias de produtividade alta, o Brasil precisa sair por escalada de produtividade. Não prosperará como uma China com menos gente.

 

3. Serviços públicos. Aécio: Focar o investimento em serviços públicos nos mais pobres e obrigar a classe média, em nome da justiça e da eficiência, a arcar com parte do que ela custa ao Estado. Dilma: Insistir na universalidade dos serviços, sobretudo de educação e saúde, e fazer com que os trabalhadores e a classe média se juntem na defesa deles. Na saúde, fazer do SUS uma rede de especialistas e de especialidades, não apenas de serviço básico. E impedir que a minoria que está nos planos seja subsidiada pela maioria que está no SUS. Na segurança, unir as polícias entre si e com as comunidades. Crime desaba com presença policial e organização comunitária. A partir daí, encontrar maneiras para engajar a população, junto do Estado, na qualificação dos serviços de saúde, educação e segurança.

 

4. Educação. Aécio: Adotar práticas empresariais para melhorar, pouco a pouco, o desempenho das escolas, medido pelas provas internacionais, com o objetivo de formar força de trabalho mais capaz.

 

Dilma: A onda da universalização do ensino terá de ser seguida pela onda da qualificação. Acesso e qualidade só valem juntos. Prática empresarial, porém, tem horizonte curto e não resolve. Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia indicam o caminho: substituir decoreba por ensino analítico. E juntar o ensino geral ao ensino profissionalizante em vez de separá-los. Construir, do fundamental ao superior, escolas de referência. A partir delas, trabalhar com Estados e municípios para mudar a maneira de aprender e ensinar.

 

5. Política regional. Aécio: Política para região atrasada é resquício do nacional-desenvolvimentismo. Tudo o que se pode fazer é conceder incentivos às regiões atrasadas. Dilma: Política regional é onde a nova estratégia nacional de desenvolvimento toca o chão. Não é para compensar o atraso; é para construir vanguardas. Projeto de empreendedorismo emergente para o Nordeste e de desenvolvimento sustentável para a Amazônia representam experimentos com o futuro nacional.

 

6. Política exterior. Aécio: Conduzir política exterior de resultados, quer dizer, de vantagem comerciais. E evitar brigar com quem manda. Dilma: Unir a América do Sul. Lutar para tornar a ordem mundial de segurança e de comércio mais hospitaleira às alternativas de desenvolvimento nacional. E, num movimento em sentido contrário, entender-nos com os EUA, inclusive porque temos interesse comum em nos resguardar contra o poderio crescente da China. Política exterior é ramo da política, não do comércio. Poder conta mais do que dinheiro.

 

7. Forças Armadas. Aécio: O Brasil não precisa armar-se porque não tem inimigos. Só precisa deixar os militares contentes e calmos. Dilma: O Brasil tem de armar-se para abrir seu caminho e poder dizer não. Não queremos viver em mundo onde os beligerantes estão armados e os meigos indefesos.

 

8. O público e o privado. Aécio: Independência do Banco Central e das agências reguladoras assegura previsibilidade aos investidores e despolitiza a política econômica. Dilma: A maneira de desprivatizar o Estado não é colocar o poder em mãos de tecnocratas que frequentam os grandes negócios. É construir carreiras de Estado para substituir a maior parte dos cargos de indicação política. E recusar-se a alienar aos comissários do capital o poder democrático para decidir.

 

Aécio propõe seguir o figurino que os países ricos do Atlântico Norte nos recomendam, porém nunca seguiram. Nenhum grande país se construiu seguindo cartilha semelhante. Certamente não os EUA, o país com que mais nos parecemos. Ainda bem que o candidato tem estilo conciliador para abrandar a aspereza da operação.

 

Dilma terá, para honrar sua mensagem e cumprir sua tarefa, de renovar sua equipe e sua prática, rompendo a camisa de força do presidencialismo de coalizão. E o Brasil terá de aprender a reorganizar instituições em vez de apenas redirecionar dinheiro. Ainda bem que a candidata tem espírito de luta, para poder aceitar pouco e enfrentar muito.

 

Estão em jogo nossa magia, nosso sonho e nossa tragédia. Nossa magia é a vitalidade assombrosa e anárquica do país. Nosso sonho é ver a vitalidade casada com a doçura. Nossa tragédia é a negação de instrumentos e oportunidades a milhões de compatriotas, condenados a viver vidas pequenas e humilhantes. Que em 26 de outubro o povo brasileiro, inconformado com nossa tragédia e fiel a nosso sonho, escolha o rumo audacioso da rebeldia nacional e afirme a grandeza do Brasil.

 

ROBERTO MANGABEIRA UNGER, 67, professor na Universidade Harvard (EUA).

Publicado na Folha de São Paulo

Prefeitura esclarece sobre estrada do Rio Preto

 

Blog recebeu Nota de Esclarecimento da Prefeityra, com pedido de publicação, sobre o bloqueio da estrada do Rio Preto.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre o bloqueio da Estrada do Rio Preto, por moradores da Vila Três Poderes, desde dia 7 de outubro, a Prefeitura de Marabá esclarece:

1. O Governo Municipal vem trabalhando de maneira incansável para atender, não só a região da Vila Três Poderes, mas todas as regiões do município. É bom lembrar que mais de 2,5 mil km de estradas rurais foram restaurados desde o início do atual governo, com a construção e recuperação de centenas de metros de pontes e bueiros.

3. Quanto às reivindicações da comunidade da Três Poderes para melhorias na educação, saúde e infraestrutura, a Prefeitura informa que a reforma da Escola Adão Machado ainda não foi retomada porque a obra ainda está passando auditoria, uma vez que foi iniciada na gestão passada e apresentou problemas.

4. Com relação à construção do posto de saúde provisório, este ainda não foi implantado pelo não cumprimento dos acordos de compensação por parte da Mineração Buritirama, que se comprometeu em construir o posto e repassar uma ambulância ao Município.

5. A Prefeitura, nesta Administração, já inaugurou ginásio coberto na Vila Três Poderes. Além disso, já garantiu a construção de um Núcleo de Educação Infantil (NEI) naquela localidade, cuja construção começará em breve.

6. No que se refere à infraestrutura urbana, já foram iniciadas as obras de asfalto na vila, com 60% dos serviços de drenagem já realizados. E é bom que se diga que as obras começaram muito antes do bloqueio da estrada pelos moradores. Além disso, a Prefeitura vem executando a recuperação das estradas vicinais daquela região, muitas com drenagem, conforme a necessidade. Das oito estradas vicinais que foram solicitadas pela comunidade, seis já foram concluídas, faltando apenas duas.

7. É preciso ficar claro que o protesto tem impedido a Secretaria de Obras de continuar trabalhando nas obras de infraestrutura, o que vai atrasar a conclusão dos serviços, prejudicando a própria comunidade.

8. O Governo Municipal enviou representantes para dialogar com aqueles que obstruem a estrada. No entanto, a tentativa se mostrou sem êxito, uma vez que estes foram ameaçados, tendo sido colocada em risco a integridade física dos negociadores enviados pelo Governo Municipal.

9. A Prefeitura de Marabá sempre manteve aberto o diálogo com todos os segmentos da sociedade e não vê motivo para que a população da Vila Três Poderes bloqueie a estrada, uma vez que toda aquela região está sendo beneficiada com obras importantes ao longo dos últimos meses. O Governo Municipal respeita o direito de manifestação e reafirma a disposição de dialogar com lideranças que estejam de fato legitimadas pela comunidade, tão logo a estrada seja desobstruída, garantindo assim o direito de ir e vir de todos.

Marabá, 13 de outubro de 2014.

PREFEITURA MUNICIPAL DE MARABÁ

Círio, riqueza de cores que vem do povo

 

Foto de Tarso Sarraf

Foto de Tarso Sarraf

O Círio de Nazaré é essa massa de cores vivas, historicamente constituído em um dos mais significativos fenômenos sociais com características religiosas marcantes, em nosso tempo.

Tem uma incidência direta na vida do povo paraense, marcando seu tempo, determinando comportamentos culturais e configurando uma compreensão da experiência religiosa característica da região.

Patrimônio da Cultura Brasileira, registro auferido pelo  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, como reconhecimento de sua importância no cenário mais amplo da identidade nacional – o Círio é essa  vitalidade presente na história e nos elementos que o compõem, fazendo dele o maior evento sócio-cultural da cidade e da região.

É a maior procissão do Brasil e, segundo alguns, a maior procissão do mundo em volume de pessoas ou ainda, para os mais otimistas, o maior evento religioso do planeta, reunindo, anualmente, algo em torno de 2 milhões de pessoas.

Movimenta diferentes setores da vida da cidade de Belém e adjacências, em especial a economia, que nos setores produtivos, dispara neste período.

Segundo pesquisa do Dieese, em nível de consumo, o Círio só perde para o Natal. Segundo dados de 1999, o paraense gasta de sua renda no Círio 32% e no Natal 42%.

Mesmo sendo o Círio de Nazaré uma festa religiosa de origem e de características eminentemente católicas, 43,3% dos envolvidos nele são de outra confissão religiosa ou se declaram de nenhuma confissão religiosa.

Destes, 24,8% se declaram evangélicos, como nos mostram os dados da pesquisa realizada pelo Instituto de Pastoral Regional – IPAR, em Belém.

Os dados da pesquisa são confirmados no transcorrer do próprio Círio, com a participação de evangélicos marcando presença doando água.

A força desse fenômeno está na participação popular. Os promesseiros, romeiros e devotos são os maiores responsáveis pela sua continuação histórica e sua riqueza de significados, especialmente religiosos. Contudo, é o conjunto dos cirianos, as pessoas que tradicionalmente participam do Círio, com ou sem vínculo religioso e por motivos diversos (identidade regional, lazer, turismo, entre outros), que fazem dele um fenômeno em abrangência social e importância cultural. 

Vendas do Ipiranga Residencial superam expectativas

 

Imprensa e empreendedores do Ipiranga Residencial

Imprensa e empreendedores do Ipiranga Residencial   

 

Grupo empresarial que investem na implantação do Ipiranga Residencial  reuniu a imprensa de Marabá, em jantar realizado semana passada, para mostrar a evolução das vendas do empreendimento e o estágio no qual se encontra o condomínio.

O Ipiranga Residencial fica a apenas 1 quilômetro do Balão do 6, na PA 150, sentido Expoama, sendo uma área de fácil acesso, próxima ao shopping e ao lado de uma reserva botânica.

O empreendimento já conta com toda infraestrutura viária, de luz, água e esgoto, toda construída sob a calçada, o que permite que os proprietários construam seus imóveis sem precisar quebrar o asfalto para ligação dos serviços. Também se encontra em estado avançado junto à Prefeitura Municipal, um projeto de urbanização da área no entorno do loteamento, que inclui um moderno complexo viário, com ruas e avenidas, ligando as duas rodovias que cortam Marabá.

Ao contrário do cenário desenhado por muitos economistas e corretores ao longo dos últimos meses, a “bolha imobiliária” passou longe do mercado brasileiro e a procura por imóveis no País continua em alta.

O Ipiranga Residencial é um exemplo, onde o balanço dos negócios fechados na primeira fase do empreendimento supera as expectativas.

Segundo Otair Guimarães, um dos empreendedores do condomínio, além da localização privilegiada e dos investimentos que a região já está recebendo, outro diferencial para a grande procura pelos terrenos é seu valor.

“Enquanto em várias regiões do Brasil o valor do metro quadrado já ultrapassa R$ 1.000,00, no Ipiranga Residencial o custo é de R$ 350,00 o metro quadrado, com apenas 5% de entrada, que pode ser dividida em até quatro vezes, e o restante a ser pago em até 10 anos, ou seja, uma parcela que cabe no bolso”, lembra o executivo.

“Além do valor baixo, a valorização tende a ser grande em função das construções dos imóveis já anunciados e a chegada de equipamentos públicos, como novas avenidas, interligações das rodovias, surgimento de novos bairros no entorno do empreendimento e o inicio das atividades da Faculdade Metropolitana, já em fase de construção”, enumera. “Vale lembrar que, em dois anos, tivemos uma valorização de 50% no valor dos terrenos do Ipiranga, isso ainda sem o impacto que deve vir de toda a infra estrutura e dos empreendimentos que estão chegando na região do condomínio”, completa Guimarães.

O Ipiranga Residencial ocupa uma área com mais de 726 mil m². O empreendimento, que faz parte de um complexo com cerca de 4 milhões de metros quadrados, foi oficialmente entregue no mês de julho, 100% concluído e com documentação regularizada, pronto para começar a receber a construção de imóveis. São 787 lotes de 360 m² a 3.336 m², localizado em uma das regiões com maior crescimento e valorização, tendo ainda como um dos principais atrativos uma imensa área verde de floresta intacta.