Psiquiatra agride senhora em seu consultório, depois de negar-se atender paciente

 

O médico Hermes Mariano de Almeida Prado, com especialidade em psiquiatria, está sendo acusado de ter agredido a uma senhora, na recepção de seu consultório, no 4º andar do edifício AMAZON Center,.

O fato ocorrera por ocasião do retorno de uma paciente do acusado, a sobrinha de Maria Ivo (senhora agredida), levada pela mãe sob condição de retorno, para o médico avaliar a situação clínica da paciente, depois da primeira consulta.

Ao chegar no consultório, na tarde daquele dia, o médico negou-se a atender a jovem paciente, alegando que em seu consultório “o retorno também é cobrado a metade do valor da consulta”.

Dias antes de seu retorno, a mãe da moça pagou R$ 400,00 pela consulta.

Portanto, o médico exigia o pagamento também de R$ 200,00.

Ao ser perguntado se podia receber o pagamento do valor através de cartão de crédito, “já que eu não estava sabendo que teria a obrigação de pagar pelo retorno”, disse a mãe), Hermes Mariano disse que não.

A mãe então pediu a ele um voto de confiança, ao garantir que na segunda-feira seguinte depositaria em conta bancária os R$ 400,00.

O psiquiatra também disse não, exigindo pagamento à vista.

Desolada, a mãe retirou-se, escorraçada do consultório.

Enquanto dirigia-se para apanhar o elevador e descer do 4º andar, sua filha começou a ter transtornos, debelando-se contra a genitora, que tentava acalmá-la, próxima aos elevadores, num hall  do prédio.

A forma agressiva como o médico as tratou deve ter contribuído para a moça desesperar-se, e começar a falar alto e gritar nos corredores.

Imediatamente, a senhora fez uma ligação para a cunhada, Maria Ivo, pedindo ajuda.

Minutos depois, Maria já estava no prédio.

Após tomar conhecimento do ocorrido, e ao ver a situação desesperadora da sobrinha se debatendo nos braços da mãe, , Ivo  andou alguns passos até o consultório, para saber do médico as justificativas que ele tinha para se negar atender a jovem.

Consultório de Hermes Mariano de Almeida Prado no 4o andar do Amazon Center

Consultório de Hermes Mariano de Almeida Prado no 4o andar do Amazon Center

A senhora entrou no consultório com o gravador de vídeo do celular ativado, colocando em direção ao médico.

- Doutor, por que o senhor se negou a atender uma jovem que está ali no corredor, ela é minha sobrinha, tudo é questão de dinheiro?, perguntou Maria Ivo

(Conversando comigo em sua casa, na tarde de quarta-feira, 29, Maria Ivo disse que usou o recurso da gravação para documentar um fato que ela considera grave: a forma desrespeitosa como um profissional trata pacientes).

Ao ver o celular na mão de Maria em sua direção, o médico peguntou se ela estava gravando a conversa.

A senhora confirmou a gravação.

Como um animal, Hermes Mariano de Almeida Prado avançou em direção da interlocutora, dando-lhe violento tapa.

Em seguida, arrancou-lhe o celular da mãe, agredindo-a com um lado do aparelho.

Posteriormente, o médico trancou-se por uns cinco minutos em sua sala, retendo o celular de Maria, enquanto na recepção pacientes que aguardavam hora de atendimento saiam em debandada, assustadas com o comportamento anormal do dono do consultório.

Uma das pessoas que testemunhou a agressão, registrou em seu perfil do Facebook a indignação com a selvageria do psiquiatra.

Leiam abaixo

 

 

 

DESABAFO!! Nesta sexta feira passada, presenciei uma cena muito triste e humilhante, situação essa causada por um médico de nossa cidade, que agrediu fisicamente a tia de uma paciente que estava em crise dentro de seu consultório, o mesmo negou atendimento por que a acompanhante não tinha dinheiro em espécie, para pagar a consulta de retorno, sendo que a primeira consulta tinha sido feita 8 dias atrás, e ele não trabalha com cartão, nem débito, nem crédito. A tia foi questionar com ele o motivo que estava levando ele a agir de tal forma, ao mesmo tempo a mesma gravava a conversa, quando ele percebeu que estava sendo gravada toda a conversa, do nada deu um tapa violento no rosto da mesma. Foi acionada polícia, e seguiram para a delegacia, foi acionada duas emissoras de TV para fazer a matéria e levar ao ar, para que toda população ficasse conhecendo o agressor médico e não passassem pela mesma situação que a mesma. Ontem fiquei ligada na TV no horário do jornal local de nossa cidade, sempre mudando de canal, pois estava confiante que a matéria iria ao ar. Pois bem, não sabendo o motivo, as emissoras não levaram a matéria ao ar. Fica a pergunta, será por que? acreditei que fossem emissoras sérias, que nada as impedissem de usar de sua ética profissional. Más estou certa que a Justiça de Deus irá lhe dar a punição cabível, pois essa é a unica justiça que podemos confiar, ela tarda, más nunca falha….Confio em ti senhor!!

Quando abriu a porta de seu consultório, na recepção, Hermes Mariano de Almeida Prado entregou o celular à vítima, sem a parte da gravação da agressão.

O que se deduz?

Os minutos usados por ele de porta trancada foram para deletar o vídeo que comprovaria o tapa e a pancada com o celular, no rosto de Maria.

Só que o rosto da senhora ficou marcado, devido a agressão.

Observem fotos abaixo.

Agressão 2

Agressão

 

A agressão gerou boletim de ocorrência.

Na delegacia de polícia, ouvido pela autoridade de plantão, o médico confirma que agrediu Maria Ivo.

Observem bem quando ele confirma seu ato tresloucado, no vídeo abaixo.

 

Maria Ivo foi submetida a exame de corpo de delito, no IML.

Expectativa, agora, é sobre o teor do relatório desse exame.

O médico, diante do crime por ele praticado em seu consultório, contratou advogados, e já entrou com queixa crime contra Maria Ivo.

A velha tática de atacar, para se defender.

Ele insinua que o agredido foi ele, ao mesmo tempo em que esquece da confissão da agressão,  em vídeo gravado, e do gesto desumano de negar-se atender uma paciente que já estava sob seus cuidados.

As pessoas buscam ajuda psiquiátrica por muitas razões. As diversas questões que envolvem a vida podem tornar-se avassaladoras. As relações podem tornar-se problemáticas.

Isso certamente está ocorrendo na vida da jovem.

E o médico Hermes Mariano de Almeida Prado sabe muito bem disso.

 

Familiares da jovem temem que o psiquiatra use sua influência para “alterar” os rumos do exame.

Para eles, essa influência começou a partir da não veiculação, em duas emissoras de TV locais, de reportagens feitas na delegacia, registrando o fato.

“Estranhamente, as matérias não foram publicadas”, diz um dos tios da jovem.

Maria Ivo também contratou advogados.

“Nós não queremos saber de indenização, nada disso. Queremos que a Justiça faça uma pessoa como esse médico deixar de clinicar, porque ele é um mal para as comunidades. Minha cunhada é do bem, sua filha passa por momento de grande dificuldade, não custava nada ele esperar que o depósito referente ao valor do retorno fosse feito na segunda-feira como ela propôs. Se houvesse maldade nas intenções dela, minha cunhada não teria proposto pagar os R$ 400,00 através do cartão, em seu poder naquele momento. Só não dava para pagar em dinheiro, já que ela não tinha levado esse valor, por desconhecer a cobrança do retorno”, desabafa Maria

O blog vai acompanhar esse caso de perto, inclusive de olho no laudo do IML.

Maria Ivo conta ao blog o terror vivido na clínica psiquiátrica de Hermes Mariano de Almeida Prado

Maria Ivo conta ao blog o terror vivido na clínica psiquiátrica de Hermes Mariano de Almeida Prado

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Atualização às 16:57
Ao contrário do anunciado acima, a  gravação do vídeo foi feita no próprio consultório do médico agressor, após a chegada da polícia no local.

Novas medidas de segurança evitam assaltos a banco

 

Quem informa é o jornalista  Diego Andrade:

 

O trabalho da Polícia Civil para coibir e prevenir os assaltos a banco no Estado tem apresentado resultados positivos. No ano passado, foram presas pessoas 85 envolvidas com o crime. O número é considerado recorde pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Somente no primeiro trimestre de 2015, o número de prisões chega a 18.

O interior do Estado é o alvo preferido dos assaltantes, que agem geralmente em três modalidades: “crime do sapatinho”, quando o parente de algum funcionário do banco é sequestrado; “cangaço”, em que um grupo fortemente armado ameaça a população e os funcionários do banco, e por último o “crime do maçarico”, que consiste na abertura dos cofres eletrônicos com maçaricos.

“As quadrilhas de assalto a banco são oriundas de vários Estados. Dificilmente o grupo pertence a um único lugar. Na nossa última operação, prendemos criminosos de quatro Estados diferentes, que foram responsáveis pelos roubos em São João do Araguaia. Eles foram presos em Marabá, Redenção, Araguaína, no Tocantins, em Imperatriz, no Maranhão, e outra parte da quadrilha em Goiânia”, diz o delgado Evandro Araújo, da DRCO.

Para melhorar a atuação da polícia no interior do Pará, foram instalados os Núcleos de Apoio de Investigação nas cidades polo Santarém, Redenção, Marabá e Castanhal. “Com essas unidades especializadas temos um controle maior das regiões. Também fazemos parcerias com as delegacias especializadas de outros Estados, entre eles Maranhão, Tocantins e Goiás, o que aumenta ainda mais o alcance das nossas investigações. Não existe crime que não deixe rastro, e no caso do assalto a banco, são crimes que deixam muitas marcas, como explosivos, digitais e carros. Conseguimos seguir o rastro dos criminosos”, diz o delegado.

Redução – Segundo a polícia, entre as modalidades que vêm diminuindo estão os crimes da “saidinha” e do “sapatinho”, graças aos novos procedimentos adotados pelos bancos para proteger clientes e funcionários. Uma das iniciativas que têm ajudado a diminuir o crime da “saidinha” é a instalação dos biombos, divisórias nos caixas que impedem a visualização dos clientes e transações.

“A concepção inicial dos biombos foi para prevenir contra o crime da saidinha bancária, ou seja, não é uma proteção ao banco, e sim aos clientes. Antes da instalação do biombo, tínhamos observado que os clientes ficavam muito expostos durante o atendimento no caixa, pois todo mundo na fila podia observar o que estava sendo feito. A ideia foi inibir essa visualização para alguns elementos externos”, explica o superintendente de segurança do Banco do Estado do Pará (Banpará), Sérgio Fontoura.

Outra medida foi posicionar de maneira lateral as cadeiras para os clientes, facilitando o trabalho do vigilante, que consegue visualizar quem está tentando olhar as atividades dos usuários e dos caixas. “Os seguranças estão treinados para fazer esta abordagem e inibir qualquer ação. Essa ação diminuiu consideravelmente o número de saidinhas bancárias nas nossas agências”, frisa Sérgio Fontoura.

Psiquiatra agride paciente em consultório

 

A agressão foi dupla.

Primeiro, negou-se atender uma paciente no retorno desta.

Segundo, agrediu fisicamente a tia da paciente, com um tapa no rosto e outro golpe, também no rosto, usando o celular da vítima.

O caso  ocorreu em pleno centro da Nova Marabá, mais precisamente no prédio Amazon Center, onde o médico especializado em psiquiatria mantém um consultório.

A denúncia, com todos os detalhes será feita aqui neste espaço,  com publicação de vídeo, fotografias, e, claro, o nome do médico agressor.

Mais tarde, aqui no blog.

Prefeitura paga salário de servidores

 

À exceção dos trabalhadores da área de Saúde,  todos os demais servidores da prefeitura de Marabá  estão com seus salários depositados em conta, nesta quinta-feira, 30.

Na segunda, será a vez do pagamento restante da Saúde.

Paulo Rocha assegura nteresses dos trabalhadores na Medida Provisória 665

 

O relator da MP 665, senador Paulo Rocha (PT-PA), confirmou as garantias de direitos dos trabalhadores nas negociações com o governo, que confirmou a preservação do seguro defeso, seguro desemprego, em 12 meses para resgate.

No texto original da MP, previa carência de 18 meses nos dois anos anteriores à demissão.

Por 12 votos a 7, Comissão Mista de deputados e senadores aprovou, com alterações, a Medida Provisória (665/14).

A polêmica Medida faz parte do ajuste fiscal do governo federal. No texto aprovado nesta quarta-feira (29), Paulo Rocha também alterou a medida provisória quanto ao abono salarial, que será pago ao empregado que comprovar vínculo formal de trabalho de no mínimo 90 dias, e não mais 180 dias, como queria o executivo.

Os senadores petistas Humberto Costa (PE) – líder do PT no Senado – e Ângela Portela (RR) defenderam a aprovação do texto e lembraram que o texto foi construído a partir do diálogo com o governo e as entidades de classe. Ambos senadores acreditam que as alterações propostas por Paulo Rocha corrigem eventuais prejuízos aos trabalhadores. O deputado Afonso Florence (PT-BA), membro da comissão, lembrou que o relatório ainda será “exaustivamente” debatido no Congresso Nacional.

De acordo com Paulo Rocha, sua preocupação não era com o impacto fiscal das medidas – o Poder Executivo projeta economizar R$ 18 bilhões com as medidas contidas nas MPs do ajuste – mas, sim, na preservação dos direitos trabalhistas. “Minha preocupação foi assegurar os direitos dos trabalhadores e ajudar o governo a fazer ajustes para nossa economia voltar a crescer, mas que não colocasse por terra conquistas trabalhistas”, disse.

Todas as propostas do relatório, segundo Paulo Rocha, foram acordadas com o governo e ele acredita que o diálogo continuará até que o parecer seja aprovado em definitivo no Congresso Nacional.

Entre as mudanças ao texto original da MP 665, Paulo Rocha propôs a redução de três anos para um ano no período de registro de pescador para ter direito ao seguro-defeso, concedido na época de reprodução dos peixes.

Além disso, reduziu o tempo mínimo para ter acesso ao abono salarial de seis meses para três meses, período do chamado contrato de experiência.

O valor do abono corresponderá a 1/12 avos do salário mínimo vigente – por exemplo, quem trabalhar por seis meses no ano anterior terá direito a meio salário mínimo.

O senador ainda defendia um tempo diferenciado para acesso ao seguro-desemprego pelos trabalhadores rurais, garantindo o direito aos que trabalham até seis meses no período de 16 meses.

No entanto, as negociações com o governo não avançaram, já que o tema não é tratado nesta medida provisória. Com isso, permanecem as garantias já existentes para a classe: seis meses ininterruptos para ter direito ao auxílio.

O relatório aprovado ontem ainda sugere a criação de duas comissões formadas por representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários. Uma será destinada a tratar alternativas que coíbam a rotatividade no mercado de trabalho. A outra comissão avaliará uma alternativa ao fator previdenciário, aplicado no cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição e por idade.

Seguro-defeso

Quanto ao seguro-defeso, Paulo Rocha lembrou que o texto original da MP previa três anos para a concessão da carteira de pescador artesanal. O seu relatório dá prazo de um ano.

O benefício passa a ser concedido pela Previdência Social e não mais pelo Ministério do Trabalho, o que, segundo ele, dá ao benefício à condição de seguro especial. “Com isso, corrigem-se distorções, porque haverá abatimentos em cadastros para tirar da categoria aqueles que não são pescadores”.

Rocha alterou a primeira versão do relatório, apresentado no dia 14, para retirar do texto questões relativas a entidades (como sindicatos e colônias) dos pescadores e o tamanho de embarcação. Esses itens, segundo o relator, já fazem parte de legislações específicas.

Negociação

Paulo Rocha afirmou que o texto final foi resultado de uma “mediação” junto ao governo e às entidades de trabalhadores.

“Nós asseguramos correções nas distorções que encareciam o orçamento do governo, mas não deixei que os trabalhadores perdessem direitos. Então, estão mantidos o seguro-desemprego, o seguro-defeso e o abono salarial, apenas com ajustes. Acho que consegui uma mediação para assegurar os interesses dos trabalhadores e os ajustes fiscais capazes de apontar para o mercado que a nossa economia tem capacidade de voltar a crescer”, disse o senador.

O relator tentou incluir os trabalhadores rurais nas regras do seguro-desemprego, mas desistiu da ideia por falta de acordo.

Ele também propôs a criação de comissões que busquem o diálogo entre governo, trabalhadores, empregadores e aposentados em torno de temas como a substituição do fator previdenciário e a proteção aos trabalhadores temporários.

Os parlamentares de oposição tentaram obstruir a votação do relatório na comissão mista e não pouparam críticas ao texto. O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) disse que as alterações no seguro-desemprego se somam a outras ações do governo que penalizam o trabalhador.

“Os impactos sobre os trabalhadores brasileiros vão ser sentidos de maneira muito negativa. A terceirização, as medidas provisórias e a política econômica que está sendo desenvolvida precisam ter freio”, afirmou.

O texto segue agora para análise do plenário da Câmara e, depois, do Senado.

Veja as principais alterações à MP 665 propostas por Paulo Rocha.

Propostas

Agricultores de Conceição estão isolados

 

ConceiçãoAs chuvas deixaram de cair com intensidade na região de Conceição do Araguaia, mas as vicinais do município continuam intransitáveis.

Os produtores de abacaxi reclamam das dificuldades para comercialização do produto, mercê da indisponibilidade der vias para escoamento.

Conceição é o segundo município paraense produtor de abacaxi, atrás de Floresta do Araguaia.

O Sindicato d0s Trabalhadores Rurais buscam apoio em todos os segmentos, sem, no entanto, encontrar respostas para suas demandas.

A prefeitura de Conceição é acusada de cruzar os braços, deixando ao relento as famílias de agricultores.

A foto de Delmiro Silva registra o caos na  zona rural do município.

 

Aeronáutica investiga acidente na PA-279

OurilandiaAeronáutica abriu investigação para apurar as causas do acidente envolvendo um monomotor, em Ourilândia do Norte.

Domingo, 26, o piloto da aeronave fez um pouso forçado na PA-279, rodovia que liga Xinguara a São Félix do Xingu.

O monomotor havia decolado de São Félix, e seu destino era Ourilândia.

O motor acusou pane, minutos depois da decolagem, restando ao piloto o pouso forçado (foto).

Na aeronave, seguia apenas o comandante, que sofreu leves escoriações, durante o pouso.

Matagal cobre laterais da Transamazônica

(Foto Elciney Souza)

(Foto Elciney Souza)

 

O colaborador do blog Elciney Souza envia foto mostrando a situação de abandono da rodovia Transamazônica, entre Marabá e Itupiranga.

O matagal avança nas laterais da rodovia, criando situação de embaraços aos motoristas que por ali trafegam.

Diz o colaborador, no emeio enviado:

- ” O mato está tapando a visibilidade dos motorista e motoqueiros que trafegam pelo trecho Marabá e Itupiranga. Acidente já ocorreu  perto do presidio, já que naquela curva o mato ta grande, sem  sinalização…as placas estão coberto pelo mato”.

O Dnit, a tudo vê e sabe, sem tomar providência.

Secretária de Xinguara usa estrutura da prefeitura em benefício pessoal

Iluminação

Moradores de Xinguara denunciam o uso do Departamento Municipal de Iluminação para fins pessoais da secretária de Finanças local.

Funcionários uniformizados  desse departamento foram flagrados usando a estrutura do órgão na realização de serviços elétricos na residência da titular da secretaria, Norma Suely.

O governo do prefeito Osvaldinho Assunção (PMDB) tem se caracterizado pelo surgimento constante de denúncias.

O fato  agora tornado público,  é mais um no desgoverno do peemedebista, e que pode lhe custar uma ação de improbidade administrativa, caso o Ministério Público da comarca leve a sério a irregularidade comprovada em imagens.

Iluminação 2

 

Governo lança campanha de vacinação contra aftosa

 

O Governo do Estado do Pará, através da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), lança, no próximo dia 30 de abril, a Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Aftosa/Etapa Maio 2015.

O lançamento será no município de Santarém (PA) com a presença de autoridades de governo, sindicatos rurais e produtores. A vacinação do rebanho de bovinos e bubalinos do Estado será realizada entre 1º e 31 de maio, em todo o território paraense, com exceção do Arquipélago do Marajó e municípios de Faro e Terra Santa.

A estimativa é que esta etapa da vacinação abranja, no mínimo, 108.102 propriedades cadastradas pela Adepara em 130 municípios paraenses, sendo que, destas, 2.500 terão a vacinação assistida pela agência.

De acordo com o médico veterinário George Santos, da Gerência do Programa de Erradicação da Febre Aftosa da Adepará, o próprio produtor rural compra a vacina e faz a aplicação. “As vacinas podem ser adquiridas em qualquer revenda agropecuária cadastrada na Adepará e os preços variam de acordo com o laboratório da vacina, município e revenda agropecuária. O preço da dose é, em média, R$ 1,60”, disse.

O produtor tem até o dia 15 de junho, para notificar a Adepará da vacinação, devendo comparecer ao escritório da Agência onde sua propriedade é cadastrada, apresentando a nota fiscal de compra das vacinas, e declarando o rebanho conforme espécies, quantidades, sexo e idades.

O Arquipélago do Marajó e dois municípios da Zona de Proteção na divisa com o Estado do Amazonas, Faro e Terra Santa, não receberão esta etapa de vacinação do rebanho de bovinos e bubalinos. O Marajó, que tem especificidades geoclimáticas, terá vacinação de 15 de agosto a 30 de setembro. Já Faro e Terra Santa estão atualmente recebendo vacinação, com a participação do órgão no acompanhamento da Etapa de Combate à Febre Aftosa no Estado do Amazonas. Nos dois municípios a vacinação começou desde 15 de março e segue até 30 de abril.

Calendário

A Adepará realiza 5 campanhas contra a febre aftosa ao longo do ano:

15 de março a 30 de abril – etapa de vacinação das Zonas de Proteção de Faro e Terra Santa.

15 de julho a 30 de agosto – etapa de vacinação das Zonas de Proteção de Faro e Terra Santa.

15 de agosto a 30 de setembro – etapa de vacinação da Ilha do Marajó (etapa única, em função das condições geoclimáticas).

1 a 30 de novembro – campanha estadual de vacinação/novembro 2015

Marabá: Audiência Pública do PPA será dia 5

 

A elaboração da principal ferramenta de planejamento do estado, o Plano Plurianual (PPA), que dispõe sobre as diretrizes que nortearão a ação governamental, os investimentos estruturantes e as ações estratégicas para o período 2016-2019, será feita com ampla participação da sociedade civil durante as Audiências Públicas (APs) a serem realizadas nas regiões de integração do Estado do Pará.

Com a coordenação da Secretaria de Planejamento e presença de dirigentes e técnicos do Governo do Estado serão realizadas 11 APs nas quais se espera a participação dos segmentos representativos de cada Região de Integração, entre abril e maio, para ​recebe​r sugestões, reivindicações e proposições que subsidiarão o PPA.​

Em Marabá será na terça-feira (5/5) pela manhã, e a presença dos municípios de Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, além do próprio município sede da reunião, é indispensável.

O PPA é uma continuidade do esforço do Estado em conjunto com a sociedade, para reduzir a pobreza e a desigualdade por meio da implantação de programas, projetos e ações que atendam aos anseios da população paraense.

O cronograma completo das audiências, diagnósticos socioeconômicos e ambientais de cada região  podem ser consultados no site do programa www.seplan.pa.gov.br/ppasite

Contribuições também podem ser enviadas até 31 de maio pela página http://www.seplan.pa.gov.br/ppasite/participacao-social.php

Faisal Salmen processado por prática de trabalho escravo

O Ministério Público Federal (MPF) processou cinco fazendeiros por submeterem 45 trabalhadores a condições semelhantes às de escravo no Pará. As ações, ajuizadas nos municípios de Paragominas e Marabá entre os dias 30 de março e 15 de abril, pedem que os denunciados sejam condenados a até oito anos de reclusão, além do pagamento de multas.

As principais irregularidades encontradas durante as vistorias do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego foram a contratação de mão de obra sem documentação, falta de registro de empregados e ausência de pagamento de salários regulares; acomodação dos trabalhadores em locais desprovidos de condições mínimas de conforto, saúde, higiene e estrutura; inexistência de instalações sanitárias; não disponibilização de água potável; local impróprio para as refeições e ausência de higiene na preparação dos alimentos; ausência de fornecimento de equipamentos de proteção individual e utensílios de trabalho; isolamento geográfico e servidão por dívida.

As ações de Marabá, assinadas pela procuradora da República Lilian Miranda Machado, denunciam o casal proprietário da Fazenda Próspera, em Marabá, Faisal Faris Mahmoud Salmen Hussain e Maria do Socorro Plácido Torres, e o dono da Fazenda Rancho Alegre, em Rondon do Pará, Fábio Santos de Oliveira, que, juntos, mantinham cerca de 15 trabalhadores em situação degradante, submetidos a servidão por dívida e a jornadas exaustivas de trabalho

Já as ações de Paragominas, assinadas pela procuradora da República Nathália Mariel Ferreira de Souza Pereira, apontam que Maria Fernandes do Carmo Gomes, proprietária da Agricultura Gomes, em Ipixuna, e Herlando Lobato Nogueira, dono da Fazenda Estrela do Norte, em Paragominas, submetiam, juntos, 30 trabalhadores a condições semelhantes às de trabalho escravo.

Justiça bloqueia bens de ex-prefeito de Tailândia

 

ValcineiA Justiça Federal bloqueou os bens do ex-prefeito de Tailândia, nordeste do Pará, Valdinei Afonso Palhares (foto), do ex-secretário de Saúde do município Egnaldo Santos Carvalho e de dois administradores da empresa KM Distribuidora de Medicamentos. O grupo é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter desviado R$ 715 mil em recursos federais destinados à compra de medicamentos.
A decisão, do juiz federal Heitor Moura Gomes, que atua em Tucuruí, foi comunicada ao MPF na última quinta-feira, 23 de abril, e determina que a indisponibilidade de bens tenha abrangência equivalente ao total de recursos desviados.

Segundo informações encaminhadas à Justiça pelo procurador da República Luiz Eduardo de Souza Smaniotto, entre agosto de dezembro de 2012 a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) repassou R$ 760 mil à prefeitura de Tailândia para aplicação em assistência básica farmacêutica e outras ações e serviços de atenção básica à saúde.

No entanto, auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS) constatou que a KM Distribuidora de Medicamentos, gerenciada por Fábio de Oliveira Santos e Kassius Ranieri Grego Bento, recebeu R$ 715 mil da prefeitura sem que houvesse registro da participação da empresa em processo de licitação.

Também não foram apresentados comprovantes das despesas realizadas pela KM Distribuidora ou registros de medicamentos fornecidos ao município pela empresa.

“Focinhos carentes” consegue 30 adoções de cães e gatos

Focinhos 2

A ONG “Focinhos Carentes” conseguiu a adoção de mais de trinta cães e gatos, durante exposição dos animais na Praça São Félix.

Criada exatamente objetivando encontrar “pais e mães adotivos para animais em estado de abandono, a  instituição não governamental  cravou elogiável conquista ao repassar mais de três dezenas de cães  e gatos a pessoas interessadas em tratá-los com dignidade e carinho.

Novas exposição serão realizadas pela Focinhos Carentes.

Focinhos

Futebol amador reclama uso do Zinho Oliveira

 

Na manhã de domingo, 26,  jovens  membros de clubes do futebol amador de Marabá conversaram com o poster, nas dependências do estádio Zinho Oliveira, reclamando da falta de liberdade para utilização do estádio Zinho Oliveira.

“O Zinho parece que virou propriedade do Águia, já que nos é limitado o uso do gramado com a desculpa de que o Águia vai disputar a Série C. Todo ano é assim, o futebol amador é penalizado por causa dos interesses do Ferreirinha e do Galvão”, reclama um dos entrevistados.

“O nosso estádio Zinho Oliveira sempre foi o campo de futebol usado pelo esporte amador, mas desde que o Águia surgiu, ficamos em segundo plano. Isso é discriminar o direito que os jovens tem de praticar seus torneios no campo que sempre foi do povo, e que agora beneficia apenas duas pessoas. O Águia, como time profissional, já deveria ter seu campo próprio e não ficar usando um patrimônio público”, arremata outro reclamante.

A bronca maior dos desportistas amadores é com a determinação de não  ser permitida mais nenhuma cessão do Zinho Oliveira, a partir deste mês de maio, em benefício do Águia, que irá fazer sua estreia no Campeonato Brasileiro, jogando em Marabá.