Polícia Civil prende três envolvidos em crimes de abuso e exploração infanto-juvenil praticados pela internet

A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30), a nona fase da operação “Luz na Infância”, com o objetivo de apurar e reprimir crimes de abuso e exploração infanto-juvenil praticados através de meios virtuais.

A operação é nacional, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e realizada de forma simultânea em 13 estados brasileiros e outros seis países.

No Pará, a operação foi coordenada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados Por Meios Cibernéticos (DCCV/DECCC). Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, nas cidades de Belém e Ananindeua, que resultaram na prisão em flagrante de três homens pelo crime de armazenamento de conteúdo pornográfico infanto-juvenil em dispositivos eletrônicos.

Um dos homens também foi preso pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munição.

Além das prisões, também foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, como discos rígidos, aparelhos celulares, pendrives e tablets. De acordo com a delegada Lua Figueiredo, da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Praticados por Meios Cibernéticos, os aparelhos apreendidos serão encaminhados à perícia para reunir informações que permitam esclarecer o modo de atuação dos acusados e identificar outras pessoas envolvidas nos crimes apurados.

Em Marabá, Helder anuncia benefícios antes das proibições estabelecidas pela Justiça Eleitoral

À véspera do prazo legal para que ocupantes de cargos públicos possam participar de inaugurações de obras ou anunciar benefícios, Helder Barbalho esteve em Marabá na quarta-feira, 29, assinando ordens de serviços.

Umas das principais ações do governo do Estado foi  assinatura do termo aditivo para ampliação do Hospital Regional do Sudeste do Pará, da ordem de quase R$ 7 milhões para ampliação do número de leitos de UTI e postos de diálise.

Helder garantiu ainda a construção de uma policlínica e de uma unidade do UsiPaz.

Além disso, o governador também assinou o termo para 20 quilômetros de asfalto.

A partir deste sábado, 2, as  autoridades públicas não poderão nomear, contratar ou demitir sem justa causa qualquer servidor público, bem como contratar shows pagos com recursos públicos e pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito também ficarão proibidos.

Os pré-candidatos também não poderão comparecer a inaugurações de obras públicas.

O dia 20 de julho marcará o início da janela para realização das convenções partidárias, que decidirão os candidatos para as eleições de outubro.

Em 5 de agosto, se encerra o prazo para as convenções das legendas partidárias decidirem os candidatos a presidente e vice-presidente, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputados federal, estadual e distrital.

A partir de sábado, 6 de agosto, as emissoras de rádio e TV ficam proibidas de veicular propaganda política, dar tratamento privilegiado a um candidato, partido ou coligação.

O dia 15 de agosto marcará o limite para os partidos, federações ou coligações partidárias registrarem as candidaturas de seus candidatos.

Já no dia 16, será iniciado o período de propaganda eleitoral. Os candidatos poderão realizar comícios, fazer propagandas em alto-falantes, distribuir material gráfico, fazer passeatas, além de veicular propaganda paga na imprensa impressa e virtual.

No dia 26, a propaganda eleitoral gratuita referentes ao primeiro turno das eleições chegará às emissoras de rádio e TV.

Jurado do 35º Festejo Junino de Marabá alerta para o evento não ser transformado em “Show da Xuxa”

“Vejo que precisa ter certo cuidado, porque passa a ser um espetáculo televisivo, um ‘Show da Xuxa’. Acredito que precisa estudar bastante o que é movimento, a corporeidade, e ver como isso se comporta na era digital, pra não ser totalmente influenciado pelos programas de televisão, porque senão vai se perder muito da criatividade local e vai se criar um padrão de uma coisa que também não é nossa”.

 

 

Observação é da professora da Universidade Federal do Pará, Teka Sallé , e que se encontra em Marabá integrando o corpo de jurados do festejo junino, que este ano completa 35 anos de existência.

Com a advertência, Teka demonstra preocupação com a perda de identidade da tradicional festividade, cuja criatividade espontânea dos brincantes pode ser influenciada pelos programas televisivos.

Na mosca!

Leitor do blog detona intenção do ex-prefeito de Piçarra, Wagne Machado, trabalhar pré-candidatura a prefeito de Marabá

Carlos Rivaldo Lima, comerciante no bairro da Liberdade, em Marabá, postou comentário ao post Ex-Prefeito de Piçarra  projeta candidatar-se prefeito de Marabá, publicado neste blog dia 21 de fevereiro passado. reagindo a uma suposta pré-candidatura a prefeito de  Wagne Machado (foto)

Revoltado com a possibilidade de um desconhecido pleitear o direito de disputar a cadeira de prefeito de Marabá, o comerciante reagiu duro, dizendo que  “o senhor Wagner bem que poderia passar pela máquina de atestar mentiras, para demonstrar o quanto essa intenção dele é da pior qualidade, um desrespeito a classe política marabaense”.

Chamado de “aventureiro”, “paraquedista” e outras mumunhas mais, o comentarista destila sua indignação, deixando claro que Wagner Machado é um oportunista.

Abaixo, íntegra do comentário de Rivaldo:

 

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Fico impressionado quando leio uma notícia dessa. Um sujeito que tem seus vínculos políticos com o pequeno município de Piçarra “trabalhando” para ser candidato a prefeito de Marabá. Isto é um absurdo, uma agressão a inteligência das pessoas que estao ha vários anos lutando pelo desenvolvimento de Marabá. Uma pessoa que malmente acaba de sair de um mandato de prefeito no vizinho município, tem a cara de pau de desejar ser prefeito de Marabá. Como diz minha mãe, Marabá é terra de muro baixo, muito baixo. O senhor Wagner bem que poderia passar pela máquina de atestar mentiras, para demonstrar o quanto essa intenção dele é da pior qualidade, um desrespeito a classe política marabaense. Pior é saber, como li no Correio de Carajás, que esse ex-prefeito de Piçarra faz dobradinha política com outro ex-prefeito, Jeová, de Canaã dos Carajás. Ou seja, dois ex-prefeito, unidos, aventurando-se em leiloar nacos de outros municípios, com a verdadeira intenção de colocar a mão nos cofres públicos. Marabá não merece um desconforto desse. E tem que reagir não votando, agora na eleição de outubro, para esses dois sujeitos aventureiros. Pior também é saber que Wagner está a serviço dos grandes fazendeiros da região, que nenhuma contruibuição trazem ao desenolvimento regional, mas apenas aos seus bolsos. Wagner tem que ser visto como aventureiro, impostor e mal intencionado. Um verdadeiro paraquedista querendo usar o dinheiro público em benefício próprio. Abaixo Wagner Machado, impostor. Carlos Rivaldo Lima, comerciante no bairro Liberdade,, Marabá.

Senador Paulo Rocha reage à fala de Leonardo Boff sobre o controle da Amazônia

O blogueiro tem admiração e carinho muito grande pelas posições sociais e evangelizadoras do teólogo Leonardo Boff.

Sempre teve, acompanhando a trajetória humanista do religioso.

Só que Boff pisou na bola.

Perdeu a noção de tempo e espaço, ao  defender posição muito identificada pelos conservadores brasileiros que alardeiam a necessidade de internacionalizar a Amazônia.

A postura do frei, claro, não foi explícita como tem sido a defesa feita por grupos empresariais e entidades europeias interessadas em meter a colher na panela fervendo.

A fla de Leonardo Boff, de tão grave, mereceu imediata reação de um senador paraense.

Especificamente Paulo Rocha (PT), que questionou o posicionamento do teólogo, após o estudioso defender uma espécie de internacionalização, uma “gestão global” da Amazônia.

De acordo com o parlamentar, a “soberania do Brasil sobre a Amazônia é incontestável, não podendo ser relativizada, em nome do imprescindível combate mundial às mudanças climáticas”.

Senador paraense diz que “em nosso entendimento, a soberania nacional sobre a Amazônia não implica submetê-la a ações predatórias ou negligenciar nossos compromissos ambientais internacionais, como faz, de forma criminosa, o governo de Bolsonaro. Ao contrário, julgamos ser do autêntico interesse nacional preservar a Amazônia, com sua imensa biodiversidade, proteger os direitos dos povos originários, e desenvolvê-la em bases estritamente sustentáveis”.

“Nos governos do PT, nosso país fez progressos substanciais, no que tange à preservação da Amazônia. Assim, em nossas administrações, a redução do desmatamento chegou a 76,27%, em relação aos níveis praticados até o início deste século. Em consequência, as emissões de CO² despencaram de 3,453 bilhões de toneladas, em 2004, para 1,368 bilhão de toneladas, em 2015”, acrescentou Paulo Rocha.

“A Amazônia é nossa”, afirma o parlamentar. “Cabe sobretudo a nós, brasileiros e brasileiras, defendê-la e preservá-la. Não é necessário ou desejável internacionalizá-la. Precisamos derrotar Bolsonaro e retomar um projeto de reconstrução e de soberania do Brasil”.