Casa de folgados
O Judiciário brasileiro, todos sabem, é um ninho de nepotismo. Pelo menos já foi bem mais. Como a imprensa pouco se assanhava em mexer no vespeiro, até cinco anos atrás, era desconhecido, o número de filhotes do privilégio que se aninhavam nas asas do erário. Meia década depois, o quadro é outro, houve avanços pela moralização. No Pará, Ana Célia


