Hiroshi Bogéa On line

Para fazer capital

 

Afogados no curto tempo que tem para organizar a campanha do plebiscito, Comitê Estadual pró-Carajás vai se virar como pode para amealhar fundos, exclusivamente do setor privado. Deverá ser anunciado nas próximas horas a realização de leilões de gado e bingos carregados de contornos monetários, para potencializar capital.

Não está descartado nem a organização de jantares de adesão. E quem quiser degustar o repasto terá de pingar na tesouraria do Comitê Estadual contribuiçõe$ significativas.

A turma está animada e otimista.

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6 Comentários

  1. Anônimo

    5 de junho de 2011 - 20:14 - 20:14
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    Hiroshi
    Que beleza de blog.Democraticamente aceita os opostos e vai em frente.Assim é que pratica o verdadeiro jornalismo e não só ouvindo a propria voz como um blog que se diz direto do planalto.O que for será.Chegaremos ao amanhã deste nosso rincão independentemente dos que querem(e já mostram os dentes) poder e mais corrupção.Se ter o novo estado é solução para os nossos problemas, é preciso argumentar diferente do que até agora leio e ouço.

  2. João Dias

    5 de junho de 2011 - 15:29 - 15:29
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    Quem paga?

    Contradizendo o estudo encomendado pelos separatistas e publicado no jornal local, o próprio Comitê Estadual pró-Carajás, ao “se virar como pode” para angariar fundos, demonstra publicamente que os custos (indiretos) para a realização do plebiscito é altíssimo.

    A revista veja de 16/05/2011, que merece toda credibilidade dos leitores, em brilhante trabalho do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, registra que: “Cada novo estado representa o ganho de um novo governador, dez novas secretarias, uma Assembléia Legislativa de no mínimo dezessete deputados, um Tribunal de Contas de três integrantes e um Tribunal de Justiça de sete desembargadores, tudo isso garantido pela Constituição. No plano federal, da fecunda semente de cada novo estado brotam em Brasília três novos senadores e um mínimo de oito deputados.

    Nessa mesma linha de entendimento, o jornal “O Liberal”, de 5/06/11, nos informa que: “A consulta popular custará aos cofres públicos em torno de R$ 13,5 milhões. “É o mesmo custo de uma eleição normal, porque a única coisa que você vai reduzir talvez seja o número de mesários. Mas a logística toda que o Tribunal Regional Eleitoral vai ter que implementar é a logística de uma eleição normal, porque você vai ter problemas de transporte de urnas, questão de transporte de pessoal, técnicos”, explicou o juiz eleitoral Rubens Leão. Segundo ele, o dinheiro é da União e está previsto no Orçamento deste ano. Vale ressaltar, porém, que a base separatista que atua no Congresso garantiu R$ 8 milhões em emendas parlamentares para a realização do pleito”.

    O presente comentário é no sentido de exercer o direito ao contraditório e a livre manifestação do pensamento garantidos pela CRFB.

    Marabaense da Gema.
    Sds. Democráticas
    João Dias
    Adv.PGD em Gestão Pública
    Serv. Púb. Federal.

  3. neto

    5 de junho de 2011 - 11:54 - 11:54
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    sugiro que os grandes empresários que já estão de olho em vagas no governo que paguem essa conta. essa comissão já começou errada em só chamar os “grandes”

  4. Dizcrente

    4 de junho de 2011 - 16:16 - 16:16
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    Político é bonzinho.

    O banquete promete ser de alto luxo, regrado a Whisky, Champagne francesa moet Chandon, churrasco de picanha, leilões de gado, contribuições vultosas e outras coisitas mais. O povão, bobos da Corte, aplaudindo e achando que são os donos da festa. Pensar que isso é só o começo, o custo da consumação; a conta com o total das despesas em bilhões, vem depois e por sucessivos anos, disfarçada de concessões públicas, contratações sem licitações e, do cardápio principal que é o mais cobiçado: Corrupção regrada com improbidade administrativa, prejuízo ao erário público, enriquecimento ilícito, ou seja, coisas do nosso dia-a-dia. Vamos virar a mesa e não deixar que eles cortem o bolo sem nos consultar.

  5. Luis Sergio Anders Cavalcante

    4 de junho de 2011 - 14:30 - 14:30
    Reply

    Hiro, ninguem dá nada de graça. Esse posicionamento de fazendeiros de nossa região em vender gado para fazer caixa visando as grandes despesas com a campanha pró Carajás, é no mínimo duvidoso quanto às suas reais intenções. Esses senhores, na realidade querem acabar com o que ainda resta de nossas florestas para plantar soja, engordar gado etc…Será o famoso “damos hoje cobramos amanhã”. Pode até estar distante a campanha para o governo de Carajás, mas o Dep. Giovanni Queiroz (PDT) com o aval de muitos fazendeiros, parece ter dado a largada nesse sentido. Em 04.06.11, Marabá-PA.

  6. Pomba do Divino

    4 de junho de 2011 - 09:31 - 9:31
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    Desculpe eu usar este espaço tão suave para te avisar que o Dudu tirou a Pilar da Sesan, porem ela ameaçou sair atirando com isso conseguiu ficar até o fim do mês, que sua empresa KLR ( iniciais dos nomes dos seus filhos Karlos Lourival e Rafael ) sediada em frente ao cemitério do Tapanã na quarta rua continuasse trabalhando para Sesan e um cargo top em outra secretaria mais precisamente na Codem .
    Parece que desta vez o Dudu arranjou uma tampa para o sanitário que é sua administração!

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