Debandada silenciosa

Publicado em 31 de outubro de 2009

Pouco explorado pela imprensa, a migração de dirigentes históricos do PTB de Marabá para o PSDB.

Menos pelo significado eleitoral, já que nunca foram testados nas urnas, o fator político da saída do PTB de João Correa (presidente da legenda por mais de uma década) e do empresário  Alceu Alegretti deve-se às divergências entre a alta cúpula da legenda com o ex-prefeito de Marabá, Tião Miranda, que nos últimos anos sempre tomou decisões isoladas sem consultar a executiva municipal.

O ex-secretário de Saúde de Marabá, Eugênio Alegretti, e o empresário Reinaldo Zucatelli, diretor-presidente do Grupo Zucatelli, decidiram permanecer no PTB.

Quem esteve sempre à frente das conversações com os novos tucanos foi o deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PDDB).

Nosso "santo" do interior

Publicado em 31 de outubro de 2009

Daqui a pouco desembarcamos em Santarém.

Um bom time de torcedores de Marabá lavando apoio para ajudar o São Raimundo a sagrar-se campeão Brasileiro da Série D.

Diretores do Águia de Marabá e mais oito pessoas, com o mesmo sentimento “pra cima”, ávidos por uma vitória consagradora da Pantera Negra.

Marabá torce pelo São Raimundo,  em peso.

Leão-de-Chácara sem farda

Publicado em 31 de outubro de 2009

Em Brasília, Mário Couto (PSDB) montou seu QG pré-eleitoral de onde arremessa petardos em várias direções na tentativa de viabilizar a candidatura dele ao governo do Estado. Os recursos usados pelo senador tucano para “sensibilizar” senadores e a direção nacional do PSDB obedecem a personalidade truculenta do ex-dono de bancas do Jogo do Bicho. .

Quem conta o modus operandi de Mário Couto é um político do PSDB do Estado do Maranhão, horrorizado com o “estilo escabroso” (expressão da fonte) com que ele peita seus colegas de Senado e membros da Executiva Nacional forçando a barra para ser urgido, em oposição a Simão Jatene.

Numa lanchonete, na cidade de Imperatriz, quinta-feira, 29, o poster tomou conhecimento de lances fratricidas operados pelo ex-bicheiro. Num deles, ao celular com dirigente nacional tucano, além de marcar 30 de outubro (sexta-feira passada) como o último prazo para que o nome do candidato fosse anunciado, Couto ameaçou se desligar da legenda.

Em outras situações, apelou para o lado emotivo dizendo-se “injustiçado” por não ter o reconhecimento do PSDB nacional à atuação acabraiada com que atua na tribuna, fazendo oposição aos governos Lula e Ana Júlia.

Respeitado pela alta cúpula tucana por ser um dos mais antigos políticos da legenda no Maranhão, a fonte do blog não quista fazer nenhum juízo de valor ao desempenho de Mário Couto no Congresso Nacional, e nem sobre o nome do futuro candidato ao governo a ser anunciado brevemente.

Mas também não passou despercebido pelo poster, o entusiasmo com que o político maranhense do PDSB narrou o ultimo encontro de Simão Jatene com a cúpula do partido, há dez dias, em Brasília:

                       

Se pesquisa for o parâmetro para se medir potencialidade de uma candidatura, com sobras de segurança, o Dr. Jatene está bem na foto. Pelo menos foi isso que se discutiu com ele, semana passada.

Considerações gerais

Depois da longa conversa com o político maranhense, quase sempre solicitado pela alta cúpula do PSDB a opinar sobre decisões importante da legenda a nível de política nacional, o blog tira algumas conclusões:

1- Almir Gabriel não está querendo forçar a direção nacional do PSDB a indicá-lo candidato ao governo. Entrou no processo para tumultuar a escolha, forçando à divisão inconciliável entre Jatene e Mário Couto para que, na última hora, surja como um tertius capaz de unir o partido.

2- Até o presente momento, Almir não se apresentou à direção do PSDB como negociador autorizado e nem ofereceu o próprio nome à disputa.

3- Por carregar simbolismos bastante caros à cúpula tucana (ser um dos últimos remanescentes vivos fundador do PSDB, ao lado de José Richa, do Paraná), Almir Gabriel representa a geração de Franco Montoro e Mário Covas cujos ideários ainda servem de sustentação ao partido, em contraponto ao neoliberalismo representados por FHC e Zé Serra. Por esses motivos, a decisão da candidatura será levada numa colcha de cuidados para não ferir suscetibilidades do ex-cacique.

4- Expectativa agora é quanto ao próximo passo de Mário Couto diante de mais um prazo vencido e sem que nenhuma definição tenha sido dada à escolha do candidato ao governo do Pará. Ele vai radicalizar mesmo desligando-se do PSDB?

Há controvérsias e dúvidas tanto quanto existem nas apostas das bancas do Bicho.

Se renunciar à legenda, Couto corre o riso de perder o mandato. O PSDB pode até nem mover palha para prejudicar o mandato do ex-bicheiro, mas na ilharga dele, em Marabá, quem garante a mesma postura do primeiro suplente Demétrius Ribeiro?

5- Como bem ilustra título do livro do empresário feito suplente, “Do Alto do Coco ao Senado”, o sonho de Demétrius é receber uma carteira de senador efetivo. Quem o conhece, sabe que ele jamais perderia a oportunidade de pedir, na justiça, fidelidade ao mandato do titular do cargo.

Como dois e dois são quatro, Demétrius não aceitaria a saída de Mário Couto do PSDB sem que ele provoque uma manifestação do tribunal eleitoral.

6- Finalizando, o blog aposta abertamente que dentro da Executiva Nacional peessedebista já há definição quanto ao nome para representar o partido na disputa pelo Governo do Pará: Simão Jatene.

Para anunciá-la, estão trabalhando o momento.

Qual momento é este, ninguém sabe.

A campanha contra a SINOBRÁS

Publicado em 29 de outubro de 2009

Como foi o poster o autor, há mais de cinco meses, de notas denunciando a campanha que o prefeito de Paragominas, Adnam Demachki, patrocina contra a SINOBRÁS, somos obrigados a esmiuçar esclarecimentos.

Aos fatos:

1- Paragominas é o município paraense que mais causou danos ambientais ao Estado, nos últimos 40 anos. Desmatamento patrocinado pela atividade madeireira, tendo à frente uma geração de ambiciosos e selvagens pedradores representados por Sidney Rosa e seus paus mandados.

2- Apegado à propaganda mentirosa de instituição de um programa municipal fantasiosamente denominado “Desmatamento Zero” e da contratação de consultoria destinada a realizar suposto “monitoramento das atividades florestais com repercussão na floresta”- o prefeito de Paragominas não consegue esconder a sujeira existente em seu território e nem dissimular ampla situação ambientalmente desfavorável.

3- Esta semana mesmo, nos programas Fantástico e Bom dia, Brasil – de segunda-feira -, da Rede Globo, o município foi citado como um dos ícones da destruição de nossas florestas.

4- Culturalmente formado na escola engole-árvores de Sidney Rosa, tanto que foi preparado para sucedê-lo na prefeitura com a missão de reservar espaços e poder, construídos impunemente na Era Almir Gabriel, o atual prefeito de Paragominas Adnam Demachki (PSDB), tem lutado nos últimos meses para descolar a péssima imagem de seu município desmatador, tentando transferir o barulho das motosserras de seus agentes para o município de Marabá, mais precisamente para dentro da SINOBRÁS, siderúrgica que produz aço acabado e que, em apenas três anos de atividade no Distrito Industrial de Marabá, já plantou 14 mil hectares em doze fazendas localizadas no Estado do Tocantins.

Campanha programada

1- Em duas investidas públicas, no inicio do ano e agora em setembro, Adnam Sidney Rosa Demachki, apontou suas armas contra a Sinobrás –exatamente a primeira siderúrgica integrada edificada na região Norte do país – responsabilizando-a por prática de crime ambiental.

2- Desta vez, apoiado pela militância ambiental de Paragominas (Câmara Municipal, Sindicato do Comércio e Sindicato Rural de Paragominas), Adnam apresentou ao Ministério Publico local Notícia Crime Contra o Meio Ambiente, baseada na prisão de um motorista, Adalécio Silva de Souza, “que conduzia 61m3 de carvão vegetal de origem ilícita e sem guia para o transporte”; e no depoimento de outro motorista, João Silva dos Santos.

Justificando a denúncia, diz o prefeito:

–  “Fato que chamou a atenção foi a declaração do condutor do veículo informando que o carvão vegetal era destinado a empresa siderúrgica SINOBRÁS – Siderurgia Norte do Brasil S.A, localizada em Marabá.”

3- Simultaneamente à denúncia formulada ao MP, Adnam Sidney Rosa Demachki, enviou carta ao ministro do meio Ambiente, Carlos Minc, contando a mesma história, tonificando-se com a entrevista do motorista feita por uma televisão provavelmente dessas abençoadas pelos compensadores contratos publicitários de prefeitura municipais.

4- A preocupação de Adnam é direcionar, inequivocamente, as acusações à SINOBRÁS, sem que haja qualquer indício de identificação da siderúrgica marabaense como infratora das leis ambientais.

Pressão de colchete 1

1- Assistindo a entrevista do motorista entregue ao Ministério Público, foram feito três perguntas a ele, e respondidas monossilabicamente. À indagação para onde estaria levando o produto apreendido, João Silva dos Santos cita o nome de outra guseira.

2- O mesmo João dos Santos da entrevista, em depoimento por escrito à defesa que a siderúrgica preparou, sob forma de Escritura Pública de Declaração, lavrada no Cartório do 1º Oficio de Marabá, diz o seguinte:

Referente a reportagem que foi ao ar dia 2 de setembro, onde fui abordado pelas Polícia Civil, secretaria municipal de Meio Ambiente e imprensa de Paragominas, conduzindo o veículo de placa NHI9548 (a qual não confere com a imagem das filmagens, sendo que na imagem aparece é a placa de um caminhão quebrado às margens da vicinal), onde realizo fretes para várias empresas no Pará e Maranhão; o qual não me exigiram quaisquer documentações, ou seja, CNH e documento do veículo; foi-me perguntado para quais empresas trabalho e respondi como sendo Sidepar, Cosipar, Sinobrás, Sidenorte, Viena, Fergumar, Pindaré e Ferro Gusa Carajás

Mais adiante:

                –

  –

“Após a reportagem fui liberado, sem dar depoimento e sem apreensão da carga e veículo. Dirigi-me a Ulianópolis e ao chegar fui informado que a carga que transportava era destinada a uma siderúrgica de Marabá, que por questão de segurança não citarei o nome, mas que não era a Sinobrás”.

Resumindo:

Até então única sustentação às acusações contra a siderúrgica, a carga não era destinada a SINOBRÁS.

3- O motora não prestou depoimento formal, não houve autuação ou apreensão da carga ou do veiculo, restando para João dos Santos seguir o curso de sua viagem até o destino, sem nenhuma anormalidade.

Pressão de colchete 2

1- No caso do segundo motorista abordado pela fiscalização da prefeitura de Paragominas (a credibilidade da denúncia do Adnam Sidney Rosa Demachki baseia-se em fiscalização de seus empregados!!!), Adalécio Silva de Souza, este moço não aparece nas imagens da operação de apreensão de seu caminhão. Apenas no Auto de Infração, consta que o motorista informara o destino da carga como sendo Sinobrás sem, todavia, apresentar qualquer comprovação.

No depoimento formalizado em Escritura Pública de Declaração, Adalécio é taxativo:

              –

“Fui abordado pela secretaria de Meio Ambiente de Paragominas, dia 2 de setembro, no Km 20 da estrada Coaxi por volta das 21 horas, sendo que os policiais estavam fortemente armados; fui questionado sobre para quais empresas já transportei carvão, sendo que respondi o nome de diversas siderurgias; (…) após vários questionamentos me apresentaram um termo para assinar e me informaram que o veículo seria multado em R$ 24.400,00; devido a abordagem armada da polícia e ao nervosismo, assinei o termo sem ler, sendo que recentemente tomei conhecimento de que se tratava de uma apreensão e depósito e lá constava que o carvão por mim transportado se destinava à SINOBRÁS, porém não declarei em nenhum momento que o carvão era da SINOBRÁS, sendo que o destino do carvão era uma outra siderúrgica de Marabá que não a SINOBRÁS”.

Finalizando, Adalécio:

          –

“Já cheguei a transportar carvão para a SINOBRÁS por três vezes o qual era oriundo da empresa RL de Rondon do Pará e que em todas essas vezes a carga foi devidamente acompanhada de nota fiscal e guia florestal, tendo o carvão saído diretamente da RL para a SINOBRÁS, sem intermediação de terceiros”.

Decisão do Ministério Público

1- Diante da fragilidade dos fundamentos que nortearam as acusações de Adnam Sidney Rosa Demachki, a promotora de Justiça de Paragominas, Brenda Correa Lima, a quem foi enviada a Notícia-Crime, atestou “não existirem elementos concretos ou indícios de prova de crime praticado pela SINOBRÁS”, remetendo a questão à promotoria de Justiça de Marabá, “afim de que investigue a suposta prática de crime ambiental”.

Ambiente sodomizado

1- Observem que a preocupação de Adnam Sidney Rosa Demachki, mesmo diante da citação dos motoristas de que transportavam cargas para diversas siderúrgicas, é direcionar a denúncia contra a SINOBRÁS.

2- Muito antes de existir a SINOBRÁS, no município de Paragominas já havia um maior numero de carvoarias do Estado, cuja produção sempre foi consumida em larga escala pelas usinas de gusa localizadas em Açailândia, no Maranhão – estado onde as leis ambientais são desrespeitadas pelo estímulo que os governos locais dão a quem produz insumos às usinas poluidoras

3- Se Adnam Sidney Rosa Demachki estivesse mesmo preocupado com o seu “Desmatamento Zero”, diariamente poderia ter à porta da prefeitura quantidade inestimável de caminhões carregados de carvão produzido no território paragominense cujo destino, em escala industrial, são as usinas de gusa do Maranhão.

4- Nunca se viu esse caraíba indo à TV – como foi denunciar a SINOBRAS -, citar nominalmente as empresas maranhenses ou algumas guseiras de Marabá estimuladores de derrubada de matas. O foco dele é a SINOBRÁS.

Autossustentabilidade provada

1- Verticalizada pela SINOBRÁS a cadeia produtiva do aço no Pará -, aciaria, laminação, trefila – , transformando-se na primeira siderúrgica integrada de aço do Norte do país, o ferro gusa é apenas um produto intermediário da cadeia produtiva da SINOBRÁS, ao contrário das demais empresas do Distrito Industrial de Marabá que o tem como produto final.

2- Como possui dois altos fornos de ferro gusa, a empresa tem capacidade para produzir muito além do necessário ao seu consumo na aciaria, podendo destinar também esse produto ao mercado em maior escala. No entanto, a SINOBRÁS mantém apenas um dos altos fornos em operação devido à carência de suprimento de carvão vegetal por fornecedores que se adéqüem aos seus conceitos de atuação: economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa.

3- Atualmente, o suprimento de carvão da SINOBRÁS é garantido por duas fontes: fornecedores selecionados e produção própria baseada em madeira de reflorestamento.

4- A SINOBRÁS, nem bem adquiriu a antiga SIMARA, três anos atrás, começou a implantar seu projeto de reflorestamento em doze fazendas, cuja produção própria já começou a ser utilizada.

5- Ao contrário da COSIPAR, instalada há mais de vinte anos no DI de Marabá, que nunca conseguiu provar ter um projeto de reflorestamento similar. Para justificar seu desprezo com o meio ambiente, essa usina fica utilizando argumento de que uma fazenda adquirida há mais de 15 anos está invadida por sem-terras e que, por isso, não avançou no setor de reflorestamento.

6- No que se refere ao abastecimento de carvão vegetal, é possível atestar – e provar – que toda aquisição de carvão vegetal pela SINOBRÁS ocorre de acordo com as disposições da legislação ambiental, somente se adquirindo carvão vegetal munido de nota fiscal (chancelados pelos postos fiscais da SEFA) e Guia Florestal ou Documento de Origem Florestal.

7- Essa norma é tão respeitada que os produtores de carvão clandestino sabem que não há nenhuma chance de vender o produto à usina de aço sem aqueles requisitos.

Jogo sujo

O que estaria por trás do jogo sujo de Adnam e seus prepostos?

Algumas suspeitas.

1- Primeiro, interesses econômicos engessados desde quando a SINOBRÁS passou a produzir aço, invertendo o caminho da comercialização do ferro industrial sentido Norte-Sudeste. Essa suspeita tem fortes defensores sabendo-se que ninguém do mercado de aço é santo. Há satanás demais pra oratório de menos.

Os grandes consumidores de ferro do país passaram a ter mais uma siderúrgica fabricando produtos acabados, como o vergalhão; e semi-acabados como o fio-máquina para a construção civil. Hoje, os produtos da SINOBRÁS são comercializados em todos os estados brasileiros. Gerdau, Usiminas, CSN, etc., com a chegada da SINOBRÁS, passaram a perder fatias do mercado.

2- Adnam Sidney Rosa Demachki estariam por trás disso? Ninguém pode provar, mas os passos da turma dele são suspeitos.

Quando se sabe que a patente superior Sidney Rosa, a quem Adnam devota servidão, integra a diretoria da Federação das Indústrias do Pará, ao lado de Luiz Carlos Monteiro, versões passíveis de todo tipo de formatação sobrevivem. Inclusive esta.

Dono do Grupo Cosipar, Luiz Carlos Monteiro, apesar de manter as aparências, sempre resfolega por não ter conseguido ainda formatar um projeto se siderurgia próprio, apesar de estar completando Bodas de Prata no ramo e ensaiar um monte de projetos para Marabá e Barcarena.

À boca pequena, em Belém, há mais de dois anos, fala-se em conversas de Sidney Rosa e Luiz Carlos Monteiro tentando amarrar parcerias na área de siderurgia, fato nunca concretizado até agora.

3- Outra fator de origem econômica a encher de gás a campanha de Adnam Sidney Rosa Demachki contra a Sinobrás e o Distrito Industrial de Marabá, seria o deslocamento de investidores em potenciais para o Sudeste, atraídos pela Sinobrás e ALPA, esvaziando os sonhos megalomaníacos da “Capitania  Rosa Demachki”.

4- Outra motivação seria política, versão para a qual o poster deposita nenhuma crença.

O cardápio de maldades passa mesmo pela ambição empresarial.

Nada mais do que isto.

Empresa Cidadã

Como os portadores de DAS da gestão Adnam Demachki já estão imputando interesses pessoais do poster na defesa que faz da SINOBRÁS, alguns esclarecimentos:

1- Deixamos claro considerar a SINOBRÁS exemplo de empresa cidadã e que se instalou em Marabá para quebrar paradigmas do setor minerário regional ao verticalizar a cadeia produtiva do minério de ferro, trazendo novas expectativas, mostrando que é possível fazer crescimento/desenvolvimento por meios em que empresa e comunidade atuam juntas.

2- Nós defendemos a SINOBRÁS porque ela é tocada por gente séria, pessoas honestas e que acreditam e praticam responsabilidade ambiental como uma oportunidade de inovação.

3- Ao contrário de muitos picaretas a infestar o Distrito Industrial de Marabá, preocupados apenas em enriquecer às custas de um passivo ambiental sem precedente – idêntico ao praticado em Paragominas pela turma de Adnam Sidney Rosa Demachki -, os executivos da SINOBRÁS navegam por outras paragens – sadia e humanamente comprovada por todos aqueles que ali trabalham ou trafegam.

Gazeteira incontrolável

Publicado em 28 de outubro de 2009

Comentarista denuncia a vereadora Elka Queiroz, do PTB, de usar indevidamente diárias de Câmara Municipal:

 

Bandalheira é o que nao falta em nossa querida Maraba, veja o exemplo da Ver. Elka,a mais faltosa da casa, solicitou a presidente da C.M.M., diárias pra ir com os demais edis a viagem a Ipatinga, como fizeram os Ver. Julia, Vanda,Miguel,Alécio,Ronaldo Yara, Edivaldo e Irismar, pegou a grana sumiu e nao viajou, enganando a presidente e seus pares, não viajou tem que devolver, isso é quebra de decoro,tem que ser cassada, é uma vergonha.

 
 
Pelo menos na foto da SECOM de Marabá distribuída à imprensa, Elka Queiroz não aparece ao lado de seus colegas que foram conhecer as instalações de uma siderúrgica, em Minas Gerais. Se a parlamentar usou as diárias para outra destinação, cometeu falta de decoro, passível de investigação.
 
Por outro lado, a vereadora tem se destacado na Câmara de Marabá por faltar grande parte das sessões.
 
No embalo que vai, corre o risco de deleitar-se apenas com o atual mandato de vereadora.