Óia eu, aqui de novo!

Mais de uma semana sem atualizar o blog, é passar dos limites e correr o risco de não permitir a decolagem deste espaço como mais um hábito de leitura de todos aqueles que adoram informação. O diabo é que o porter estava fora de circuito atendendo compromissos profissionais inadiáveis. Aos poucos, tentarei colocar a casa em ordem, pontificando, sempre, pedidos de desculpas.

Amarrando o matulão

Jader Barbalho e Ana Júlia ficaram de se encontrar esta noite para definir ajustes finais na escolha do secretariado do futuro governo. Um telefonema da senadora estava sendo aguardado pelo deputado federal, marcando hora e local da reunião. Equipe de governo deve ser anunciada neste sábado, dia 9.

Na moita

Vivendo ainda os efeitos da tragédia da perda de sua querida esposa Beta Moreira, companheira incansável de longas batalhas enfrentadas juntos, Ademir Martins, ex-vereador do PT em Marabá, ex-gerente executivo do IBAMA no Sul, e coordenador da DS na região, está cotado para assumir importante cargo. Fala-se numa das gerências do Ibama, em Marabá ou Belém, ou assumir a Sub-Governadoria do Sul do Pará.

Ideologia da roça

Setor produtivo do Sul do Pará apreensivo com o nome a ser escolhido por Ana Júlia para dirigir a Agricultura no Estado. Consideram que o agronegócio vive momento de consolidação em áreas importantes e por isso temem a partidarização da pasta sem preocupações técnicas e projetos capazes de fazer a interface entre a agricultura familiar e a produção em alta escala.
Preocupação maior recai sobre os riscos do próximo ocupante da secretaria reacender ideologias de confronto e criar clima de desânimo no campo.

Açougues humanos

Os dois hospitais públicos de Marabá transformaram-se em verdadeiros açougues humanos. Em menos de trinta dias inaugurado, o Hospital Regional “Geraldo Veloso” registrou três óbitos em conseqüência da burocracia priorizada. Na verdade, o correto é dizer que três vidas se perderam por omissão de socorro. O uso da expressão “excesso de burocracia” é terminologia que não encontra apoio ético e nem moral quando se tenta justificar o injustificável – como vem fazendo os dirigentes daquela unidade hospitalar.
Na segunda-feira (4), às 17 horas, mais um crime praticado dentro de outro casa de saúde local. Uma bebe de 8 meses morreu nos braços da avó depois de permanecer seis horas carregada nos braços pelos corredores do Hospital Municipal, sem receber qualquer tipo de atendimento.
Agora os açougueiros do HMM tentam colar a versão de que a criança teria chegado sem vida no hospital, mesmo diante de testemunhas que viram a bebe desde cedo passando mal nos braços de familiares.
Alguém será condenado por mais esse crime?