O que será, que será

Pergunta não quer calar na boca dos políticos que viram Jader Barbalho (PMDB) e o prefeito Sebastião Miranda (PTB) conversando por duas vezes: o que tanto falaram?
Em minha coluna de terça-feira no DIÁRIO DO PARÁ, prometo até lá ter mais detalhes sobre esse encontro histórico. Deve haver algo de interessante.

Esse aí promete

Promete honroso desempenho na Assembléia Legislativa em atos e ações. Porque quem conhece o João Salame, jornalista eleito deputado estadual pelo PPS, sabe que ele é surpreendentemente um cara de luta. E fiel aos seus compromissos. Dos 41 parlamentares a tomarem assento em 2007, tenham certeza de que ele terá sobra de motivos para se destacar dos demais.
Falando nele, recebo comentário assinado pelo próprio a respeito de post tratando da relação do PPS com o governo de Ana Júlia. Reproduzo aqui também:

Caro amigo,Parabéns pelo seu Blog. Vem preencher um espaço em nossa região e, porque não, no Estado. Vamos interagir muito. Cumprimento-o também por reproduzir com fidelidade o que conversamos sobre o relacionamento do PPS com o governo Ana Júlia. Forte abraço, João Salame

Jogo do poder

Jornalista Augusto Barata, em seu blog, conta uma das versões que devem ter levado o STF (Supremo Tribunal Federal) a aceitar por unanimidade, depois de conhecido o resultado da eleição, denúncia criminal contra o deputado Jader Barbalho.

Çhama do poder

Ao permanecer algumas horas em Marabá, o deputado federal Jader Barbalho voltou a ser o eixo do poder político do Pará. O assédio das classes empresarial e política em torno dele foi a prova maior dessa constatação, durante posse da diretoria da recém criada Associação dos Municípios Mineradores do Pará, prestigiada por dezenas de prefeitos e pesos pesados do PIB regional.

Essas mulheres guerreiras

Beta Moreira, mulher de Ademir Martins, ex-vereador de Marabá e ex-Gerente Regional do Ibama, lutou até o fim. Não se abateu jamais. A briga que travava contra o câncer foi consistente, sem trégua. Conversando com os amigos, ela nao demonstrava haver dentro de si um monstro a consumir seus ideais de vida. E como foi idealista essa mulher corajosa!
No dia a dia, ela e Ademir, unos. Dois em um, como siamêses buscando a respiração de umbigos dependentes de si.
Contra a ditadura, defendendo os direitos humanos, lutando pela melhoria da qualidade de vida, cúmplices de propostas de transformação da sociedade dentro das salas de aula – onde ele tocava a sobrevivência ajudando o marido a manter a bela família edificada no prolongamento de outras duas vidas: Luciana e Rita, as filhas.
A história dos dois leva a uma bifurcação, como moto-contínuo, guiando ao mesmo ponto, mesmo ao ocaso da distância física.