O anacronismo da cobiça territorial: a insistência do MT contra o Pará

Hiroshi Bogéa – Há litígios jurídicos que desafiam não apenas o bom senso, mas a própria estabilidade institucional da Federação. A insistência do governo do Mato Grosso em reabrir uma disputa por uma área de 22 mil km² pertencente ao Pará — uma extensão territorial equivalente a todo o estado de Sergipe — é o perfeito retrato de uma teimosia política

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Olhando para frente: o que falta para o Brasil de Lula definir suas metas de longo prazo?

Hiroshi Bogéa  –  É inegável que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva devolveu ao Brasil um ativo valioso nos últimos anos: o respeito e o trânsito livre nos principais palcos do tabuleiro global. De Washington a Pequim, passando pelas principais capitais europeias e africanas, o chefe do Executivo brasileiro desfruta de uma força política internacional que poucos líderes no mundo

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Entre o detergente e o delírio, a barbárie sanitária da extrema-direita

Imagens de pessoas bebendo detergente não são apenas um caso de vigilância sanitária; é o retrato de uma patologia social profunda. Quando a ciência e o instinto de preservação da vida perdem a batalha para a idolatria ideológica, entramos em um território de barbárie que transcende a política e flerta com o delírio coletivo. A proibição de lotes da Ypê pela

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O silêncio das ruas e o rugido dos tratores: a democracia brasileira no labirinto

Hiroshi Bogéa  –  O Brasil atravessa um dos momentos mais paradoxais e perigosos de sua história republicana. Enquanto as instituições formais operam sob uma aparente normalidade ruidosa, o tecido democrático é corroído por dentro por um Congresso Nacional que, hoje, se consolida como o epicentro de uma agenda reacionária sem precedentes no continente. O cenário atual não é apenas de oposição

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O desprezo do DNIT e o calvário na fronteira entre Pará e Tocantins

Hiroshi Bogéa – A ponte sobre o Rio Araguaia, que deveria ser o elo de desenvolvimento e integração entre Palestina (PA) e Araguatins (TO), tornou-se o símbolo máximo da negligência estatal. Sob a justificativa de “riscos estruturais”, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) optou pela solução mais fácil para a burocracia e mais cruel para o cidadão: o bloqueio

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