Socorro! O piloto sumiu!

Publicado em 31 de maio de 2013

 

 

O site oficial do Supremo Tribunal Federal retirou do ar as informações referentes aos gastos da corte com passagens aéreas. A medida foi tomada após a descoberta, pelo jornal O Estado de S.Paulo, de que o Supremo gastou 608 mil reais com viagens das mulheres dos ministros do STF que acompanhavam os maridos entre 2009 e 2012.

Os dados estavam disponibilizados neste link:       http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=transparenciaPassagens

De acordo com o Supremo, as informações foram retiradas temporariamente do portal “devido a inconsistências encontradas nos dados anteriormente divulgados”.

Quem conseguiu acessar os dados antes da retirada descobriu que, dos 608 mil reais gastos com as mulheres dos ministros, 437 mil custearam viagens de Guiomar Feitosa de Albuquerque Ferreira Mendes, esposa do ministro Gilmar Mendes. Entre 2009 e 2011, ela acompanhou o marido 20 vezes ao exterior, gasto médio de quase 22 mil reais por viagem – em 2012, não há registro de viagens dela.

O ato interno citado pelo STF como fundamento legal para o gasto com as passagens também respalda que elas sejam de primeira classe.

Auditor-fiscal, o deputado Amauri Teixeira (PT-BA) acredita que um ato interno não serve como justificativa. Por isso, reforçou a CartaCapital que, na próxima terça-feira, encaminhará representações ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Conselho Nacional de Justiça e à Procuradoria Geral da República com pedidos de investigações sobre o assunto e cobrem a eventual devolução do dinheiro.

“Em vez de tomar providências, o Supremo, que é o órgão de controle de todos os órgãos, pura e simplesmente tira as informações do ar diante de um ato questionável”, disse o deputado.

Para Teixeira, a retirada das informações apenas reforça a ideia de que o Judiciário tem dificuldade em prestar contas de seus gastos à sociedade. Ele disse que os dados sobre as viagens estão salvas em um arquivo e serão anexadas nas representações.

Segundo o STF, “as informações serão novamente disponibilizadas assim que revisadas”.

Caxirola não tem vez nos estádios brasileiros

Publicado em 31 de maio de 2013

 

 

Finalmente, alguém de senso minimamente calibrado decidiu o que não deveria, jamais, ser alvo de debates nos dias de hoje: as tais caxirolas  que o Carlinhos Brown queria enfiar bolso adentro dos torcedores brasileiros.

Definitivamente,  o  destino do apetrecho macaqueado (*)  – é o lixo.

Tal  qual o blog  defendia, dias atrás, aqui. 

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(*) Imitação do que se fez na África do Sul.

Wanderlei Cardoso faz show para “Cabelo Seco”

Publicado em 31 de maio de 2013

 

 

Wanderley Mota

Antigo ídolo do movimento “Jovem Guarda”, criado por Roberto Carlos, o cantor Wanderlei Cardoso se apresenta em Marabá, dia 7 de junho.

Integra a programação da Secretaria Municipal de Cultura alusiva aos 115 anos de surgimento do bairro “Cabelo Seco”, na junção dos rios Itacaiúnas/Tocantins.

Foi ali que aportou Francisco Coelho,  a 7 de junho de 1898, fundador de Marabá.

A programação reúne Wanderlei e artistas locais.

PSD, no Pará, deverá continuar em mãos tucanas

Publicado em 31 de maio de 2013

 

 

Entre os filiados do PSD de Marabá, a dúvida acabou: o partido deverá sair do controle dos atuais dirigentes estaduais, mas continuará sendo gerido por pessoas da confiança do governador Simão Jatene, que deverá ser o vice-governador Helenilsos Pontes.

Na cidade, entre membros da legenda, havia o temor das atuais articulações nacionais retirarem o controle da legenda da guarda do governo do Estado.

A nível nacional, o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, passou a integrar a base aliada de Dilma Roussef, obrigando-o, por isso, a proceder reengenharia política nas executivas municipais, com a alteração de suas composições.

Apenas no Pará, afirmam pessedistas marabaenses, a formatação mudará de tom, mas não de coloração.

E a perspectiva do secretário de Indústria e Comércio de Marabá,  Ítalo Ipojucan, comandar, no município, a legenda, devido a sua ligação com o governo do Estado.

Empresário marabaense arremata em leilão nacional antigo prédio da Casas Pernambucanas

Publicado em 31 de maio de 2013

 

 

Empresário Janary Damacena, proprietário da marina JC Náutica, arrematou, em São Paulo, o imóvel onde por mais de quarenta anos, funcionou, em Marabá,  uma das filiais do grupo varejista  Casas Pernambucanas.

O leilão, em sua terceira tentativa, foi finalizado com proposta do empreendedor marabaense.

Agora há pouco, pelo telefone, Janary confirmou o arremate do imóvel, onde pretende elevar um negócio na orla da cidade.

A casa adquirida fica na Av. Marechal Deodoro, esquina com rua estreita que liga a orla à praça Duque de Caxias.

No leilão bastante disputado, Janary foi representado pelo seu filho Raul Damacena, advogado residente em Brasília.

“Tenho dois projetos em mente, mas só definirei  o destino que darei ao imóvel depois de conversa que terei com meu filho Ciro”, esclarece Janary,  indagado sobre o que pretende construir no local.

Ciro Damacena é formado em Administração, e decidiu residir em Marabá, depois de concluir seus estudos, em Brasília.

Pernambucanas é uma rede varejista brasileira  fundada no início do século 21 sueco Herman Lundgren, que adquiriu, em Pernambuco,  a Companhia de Tecidos Paulista. Por muitos anos foi uma das maiores redes de venda de tecidos do Brasil.

Atualmente, é a  décima terceira maior re4de varejista do país, segundo ranking do Ibevar em 2012.

Durante décadas em Marabá, sob a gerência de Eduardo Chuquia,  Casas Pernambucanas  fazia sucesso pela diversificação de seus produtos, entre tecidos e roupas oferecidas.

Apesar de se chamar “Pernambucanas”, remetendo ao estado onde o imigrante sueco se estabeleceu ao chegar ao país e onde ainda moram muitos de seus descendentes, a rede não possui mais lojas em Pernambuco, desde a década de 80.

Após uma disputa entre os herdeiros nas décadas de 1970 a 1990, as operações de Pernambuco e do Ceará, bem como suas filiais das demais cidades do Norte e Nordeste desapareceram  -, e os negócios no Rio de Janeiro foram à falência. Apenas a Arthur Lundgren Tecidos, com operações em São Paulo, prosperou e hoje compete com os grandes concorrentes do segmento de varejo no país.

Hoje, após cem anos de sua fundação, está presente em sete Estados – São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina – por meio de 295 lojas e mais de 15 mil colaboradores.

Sua estrutura inclui três centros de distribuição (dois em Barueri/SP e um em Araucária/PR).

 

Durante décadas, nessa esquina funcionou a Casas Pernambucanas. O imóvel agra pertence a um marabaense.
Durante décadas, nessa esquina funcionou a Casas Pernambucanas. O imóvel agora pertence a um marabaense.