Siamesas separadas comemoram aniversário

Publicado em 31 de janeiro de 2013

 

 

Deu no Globo.com:

 

As gêmeas siamesas que foram separadas em outubro do ano passado em Passo Fundo, na Região Norte do Rio Grande do Sul, completaram um ano nesta quinta-feira (31). O quarto do Hospital São Vicente de Paulo, onde Kerolyn e Kauany vivem desde que passaram pela cirurgia, foi o cenário do primeiro aniversário das gêmeas (foto). Pais, avós, primos, tias, funcionários e médicos do hospital comemoraram a festa com as irmãs.

 

Mais detalhes AQUI. 

Siamesas

 

 

Quando o nível profissional e bom humor de uma repórter prevalecem

Publicado em 31 de janeiro de 2013

 

Uma linda repórter realizava seu trabalho de rua registrando a movimentação de torcedores norte-americanos antes de uma partida  de futebol americano.

Atrás da moçoila, aparece, de repente, uma torcedora embriagada.

Sem perder o time, Jessica Sanchez de vira e sapeca que estava fazendo matéria sobre doença sexualmente transmissível, engatando a pergunta:

– Há quanto tempo você tem SDT?

Claro, a torcedora turbinada saiu de cena, rápido como entrou.

 

O vídeo está AQUI,  e é um barato!

Antiga diretoria do Flamengo gastava mensalmente R$ 220 mil com contas de celulares

Publicado em 31 de janeiro de 2013

 

 

Na semana passada, o presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello publicou no site oficial do clube uma carta aberta que só confirma a caótica situação financeira do clube. A auditoria contratada pelo clube faz uma análise minuciosa, e alguns casos vêm à tona. Como por exemplo, a conta de telefones celulares disponibilizados para funcionários e vice-presidentes de Patricia Amorim que tinham direito a uma linha da mesma operadora que patrocina o clube.

O gasto mensal chegou a atingir R$ 220 mil, com contas de até R$ 8 mil por mês. Muitos documentos do antigo departamento de finanças também têm deixado integrantes da nova diretoria intrigados e em breve as questões devem ser expostas.

A nova diretoria está revendo a questão da telefonia e reduzirá o número de aparelhos disponibilizado para funcionários, que chegava a cerca de 120 linhas, além do corte de aparelhos Nextel.

Além disso, o contrato com a TIM que vai até 2015 e estampa a marca no número da camisa será rediscutido. Pelo primeiro ano de parceria, que será completado em março, foi depositado R$ 2 milhões nos cofres do clube. No contrato consta que, a partir do segundo ano, os valores seriam reajustados.

E já é consenso no clube que, ao fim da auditoria que é realizada pela empresa Ernst & Young, o relatório detalhado das finanças do Flamengo será levado a público.

No clube, existe a certeza de que os números, documentos e o balanço das finanças do clube atingirão em cheio a ex-presidente Patricia Amorim e Michel Levy, responsável pela pasta na última gestão.

A nova diretoria já trouxera a público o fato de os responsáveis pelo Flamengo nas últimas gestões não terem repassado o Imposto de Renda de funcionários à Receita Federal, utilizando o dinheiro para outros fins, o que caracterizaria apropriação indébita ou sonegação de impostos.

Latifundiário consegue adiar julgamento de novo

Publicado em 31 de janeiro de 2013

 

 

Pela segunda vez, às vésperas de ir a julgamento, o ex-presidente da União Democrática Ruralista Marcos Prochet fica de fora do júri popular dos envolvidos no assassinato do trabalhador rural sem terra   Sebastião Camargo. Prochet iria para o banco dos réus na próxima segunda-feira (4), junto de Augusto Barbosa da Costa, integrante de milícia organizada pela UDR, também acusado de participação no crime.

Como no primeiro júri sobre o caso, ocorrido em novembro de 2012, a defesa do latifundiário usou manobras para protelar o julgamento. As testemunhas de defesa foram apresentadas fora do prazo determinado pela justiça, mesmo assim, o juiz à frente do júri, Daniel Ribeiro Surdi de Avelar, permitiu que fossem trazidas as testemunhas independente de intimação, para evitar o adiamento do júri. Mesmo assim, a defesa de Prochet recorreu da decisão e o TJPR, em decisão do juiz Benjamim Acacio de Moura e Costa, adiou o julgamento.

Em novembro de 2012 o argumento para não participar do júri foi a mudança de advogado. Agora quem defende Prochet é Roberto Brzezinski Neto, um dos advogados de Carli Filho. Neste primeiro júri também houve problema na intimação do réu. A oficial de justiça responsável por intimar Prochet e uma testemunha do caso, ambos residentes no município de Querência do Norte/PR, alegou ter esquecido de intimar o latifundiário.

A morosidade no julgamento dos envolvidos no assassinato de Sebastião Camargo faz com que o caso seja monitorado desde 2010 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do projeto Justiça Plena, responsável por acompanhar processos em que há demora injustificada no andamento. Pelo mesmo motivo, em 2011 a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) responsabilizou o Estado Brasileiro, além de apontar as violações ocorridas do direito à vida, às garantias judiciais e à proteção judicial. Nos quase 15 anos de impunidade chama ainda a atenção o fato de que um recurso apresentado por Prochet foi extraviado, por duas vezes, quando tramitava no TJPR, sem que até o momento a apuração do fato inusitado tenha terminado.

No Paraná, outros dois casos chamam a atenção no que diz respeito ao número de adiamentos: no caso de Vanderlei das Neves, assassinado por pistoleiros aos 16 anos, em 1997, o julgamento foi adiado oito vezes e os acusados absolvidos; já no processo sobre a morte do trabalhador Sebastião da Maia, ocorrido no ano 2000, o júri teve três adiamentos.

O muro da vergonha da Vale ameaça a dignidade das pessoas

Publicado em 31 de janeiro de 2013

 

 

 

Dias deses, o poster leu alguma coisa sobre intenção da mineradora Vale construir uma grande cerca em torno da  Estrada de Ferro Carajás, numa faixa de terra que englobaria  parte do território paraense, às proximidades de cidades “rebeldes” como Marabá e Parauapebas.

Com a cerca, imaginam os “perfumadinhos” executivos da companhia, os trilhos da ferrovia não seriam ocupados por manifestações populares.

Naquele dia,  ficamos  de comentar a preciosidade do projeto  segregacionista da mineradora, mas  terminamos passando batido.

A Vale soltou a nota de sua “boa intenção” numa manobra estratégica  para auscultar o humor das populações a serem atingidas com o grande  brete.

Sim, um grande brete – daqueles em currais usados para guiar o boi num caminho que o leva à morte ou a partidas  sem voltas.

Ou, numa imagem mais “singela”,  apenas com intuito de “vaciná-lo”.

Com sua política de acantoamento, a Vale promove a desintegração de gentes, porque fecha caminhos àqueles que usam pinicadas, pequenas aberturas na mata, para se intercomunicarem.

A construção do brete ferroviário é sinônimo de apartação, agride o ir e vir das pessoas pobres que,  desesperançosas de melhorias em sua qualidade de vida, terão ainda a humilhante imposição de encarar cercas e mais cercas diante de seus narizes.

O muro de Berlim foi derrubado em 1989, depois da separar com sua barreira física o mundo em dois blocos.

O muro da vergonha idealizado pela Vale tem o mesmo objetivo: separar gentes de seu corredor de exportação.

Delimitar território, escorando populações aos mais recônditos lugares.

Pois bem, a mineradora soltou a nota na imprensa anunciando a intenção de aprofundar  sua vergonhosa política de segregação,  em pleno território paraense,  e nenhuma autoridade se levantou  para dizer não.

Dizer não à agressiva atitude, para dar um basta nessas indecorosas projeções que só vem aprofundar o fosso social que desgraçadamente atormenta  1,7 milhão de paraenses residentes no Sul/Sudeste.

O governador Simão Jatene tem o dever  moral e a obrigação de vir a público dizer que não aceita isso.

Os prefeitos  cujos territórios são cortados pela ferrovia, também.

A Vale não pode  mais achar que somos um imenso curral no qual ela coloca seus  dejetos, para preservar a riqueza  anualmente acumulada à custa dos minérios que ela explora em solo paraense.

Enquanto existir um teclado à disposição deste poster, cerraremos luta contra esse projeto criminoso que a mineradora tentará impor goela adentro de todos nós.

Não há cerca que impedirá manifestações populares no entorno da ferrovia. A Vale pode anotar.
Não há cerca que impedirá manifestações populares no entorno da ferrovia. A Vale pode anotar.