Morte em Carajás é lamentada pela Vale

 

 

Blog recebe da Assessoria de Imprensa da Vale nota sobre mortes em Serra dos Carajás.

 

A Vale lamenta informar que hoje, por volta de 00h40, uma árvore, ao cair, atingiu um ônibus que transportava empregados na Estrada do Manganês. O acidente aconteceu no Km 17 da rodovia, que dá acesso à Mina do Azul, na Serra dos Carajás, município de Parauapebas, Pará. No momento da ocorrência chovia muito forte.

O acidente deixou um morto e 10 feridos. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Segurança Empresarial da Vale trabalham no local. As vítimas já foram encaminhadas para atendimento no Hospital Yutaka Takeda, no núcleo urbano de Carajás.

A Vale lamenta profundamente o ocorrido e informa que está prestando toda a assistência necessária aos empregados e seus familiares. (Assessoria de Imprensa)

 

Nota do blog: em verdade, o número de mortes confirmado é de três trabalhadores, conforme informação da colaboradora Maria Julinha de Adelaide, direto de Canaã dos Carajás.

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Atualização às 14:54

 

Identificadas as vítimas do acidente. José Lima Marinho, Celso Barbosa; e,  o terceiro, conhecido por Chicão. Este último morava no núcleo urbano de Carajás.

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Atualização às 15:12

 

Carmen Oliveira, da Assessoria de Imprensa da Vale, em Marabá, atualizou a Nota  de Esclarecimento da companhia lamentando as mortes de três trabalhadores. O número oficial somente agora integra a segunda nota em razão dos procedimentos prévios de comunicação dos familiares das vítimas,

 

Nota de esclarecimento – Acidente na Estrada do Manganês (Atualização)

A Vale lamenta informar que hoje, por volta de 00h40, uma árvore, ao cair, atingiu um ônibus que transportava empregados na Estrada do Manganês. O acidente aconteceu no Km 17 da rodovia, que dá acesso à Mina do Azul, na Serra dos Carajás, município de Parauapebas, Pará. Os empregados estavam no trajeto de retorno às suas residências, após o término do turno de trabalho. No momento da ocorrência chovia na região.

O acidente deixou três mortos e nove feridos. A Vale lamenta profundamente o ocorrido e informa que está prestando toda a assistência necessária aos empregados e seus familiares.

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Atualização às 16:54

 

A primeira foto: estado em que ficou o ônibus atingido pela árvore.

Imagem publicada originalmente no mural de Veterano CKS - Facebook

 

Uma das vítimas, abaixo: José Lima Marinho, que deixa esposa e três filhos.

 

Imagem publicada originalmente no mural de Veterano CKS - Facebook
Plano de assalto a bancos de Canaã é descoberto

 

 

Canaã dos Carajás está tomada por militares da Polícia Militar, equipados com armamentos de alto calibre.

O deslocamento emergencial de tropa de Parauapebas deve-se a descoberta, pelo setor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, de plano de uma organização criminosa para assaltar agências bancárias da cidade.

Edital para licitação da derrocagem sai em abril

 

 

A seguir, entrevista do senador Flexa Ribeiro (PSDB) abordando temas de interesse  regional: Belo Monte, Alpa, hidrovia e ZPE.

Senador  paraense informa que o governo federal deverá anunciar em  14 de abril  a publicação do edital para licitação da derrocagem e dragagem do rio Tocantins.

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Recentemente o senhor fez pronunciamento no Senado relatando o estágio das obras de Belo Monte, chegando a responsabilizar o Ministério Público Federal de estar tentando inviabilizar a construção da hidrelétrica. O senhor não está sendo injusto demais com  os procuradores federais, sabendo que eles pleiteiam o cumprimento de condicionantes e a redução ao máximo de áreas a serem alagadas?

Pelo contrário, Hiroshi. Em todas as audiências públicas dentro da Subcomissão de Acompanhamento das Obras de Belo Monte – inclusive a que realizamos no dia 8 de Março em Altamira – convidamos o Ministério Público Federal e Estadual. Os procuradores tem sido de extrema importância no processo de implantação da hidrelétrica em relação às condicionantes. Pelas experiências do passado, em implantação de obras desse porte, o Governo Federal simplesmente não tem credibilidade junto aos procuradores e até mesmo junto à população.

Assim, o Ministério Público queria que as obras de compensação fossem feitas antecipadamente às obras da usina. Porém, como não foram feitas em tempo hábil, hoje não é mais possível, diante da demanda de energia do País e do início das obras. No entanto, as ações de compensação devem ocorrer de forma paralela. Estamos, portanto, fiscalizando e acompanhando de perto essas duas frentes de trabalho – da usina e das obras de compensação. Aliás, este é um dos principais objetivos da Subcomissão do Senado.
Em sua visita  a Belo Monte, o senhor chegou a constatar se a Norte Energia está mesmo cumprindo as exigências das condicionantes?

Está, mas em um ritmo que não é o desejado. Fiz também pronunciamento tocando nesse ponto. É uma preocupação não só minha, mas do Governador Simão Jatene, dos prefeitos da região e da população em geral. O recado é basicamente este: o Consórcio Norte Energia precisa, com urgência, acelerar as obras de compensação. O nosso Governador resume bem esse cenário, ao dizer que estamos dispostos a defender Belo Monte perante às críticas e mas não podemos fazer isso sem argumentos. E os argumentos estão justamente nas obras que atendem diretamente a população e a demanda crescente de serviços públicos como saúde, educação e infraestrutura que foi gerada com o anúncio da construção da usina.

O senhor se interessou em verificar de perto a situação dos trabalhadores da obra, apontados por algumas entidades como vítimas de descasos da Norte Energia?

Sim, conversamos também com os trabalhadores e pretendemos ampliar isso. Verificamos a construção do alojamento onde ficarão instalados esses funcionários. E estaremos, com a Subcomissão de Belo Monte do Senado, no canteiro de obras a cada quatro meses. A primeira visita ocorreu em março e teremos outra em julho, antes do recesso parlamentar. Este tema, sem dúvida, também é importante no processo de implantação da usina. O Governo Federal tem enfrentado problemas, por exemplo, com greve de funcionários na construção de estádios da Copa do Mundo.

Ou mesmo em outras usinas, como a Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia. Não queremos isso em Belo Monte, pois também temos urgência para gerar mais energia ao País. Para evitar esse tipo de problema, o acompanhamento da situação dos trabalhadores também é fundamental. E verificamos que as reivindicações e medidas estão sendo tomadas pelo Consórcio Construtor, atendendo as diretrizes e orientações da Norte Energia. Nós, pela Subcomissão do Senado, também estamos atentos a este ponto.
Como anda a sua proposta de criação  da ZPE (Zona de Processamento de Exportação) de Marabá?

Este projeto foi apresentado em 2007. Aprovamos no Senado e no início de 2009 foi encaminhada para a Câmara dos Deputados. Naquela Casa, foi aprovada na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional e na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Porém, na Comissão de Finanças e Tributação a proposta foi rejeitada, por ser uma proposta autorizativa.

É lamentável que propostas que criam ZPEs estejam recebendo esse tipo de tratamento. ZPE é um mecanismo criado para desenvolver as regiões e gerar emprego e renda. São vários os argumentos favoráveis à sua implementação. No entanto, o Governo Federal evita ao máximo alimentar esse debate.
No caso da Alpa, algumas intervenções suas do plenário do Senado tiveram forte repercussão do Sul do Pará, culminando com o anúncio do governo federal de tocar as obras de derrocagem e dragagem do Tocantins, depois de forte pressão da sociedade pela construção imediata da hidrovia. Essa obra será tocada ainda este ano? Qual a garantia de que o tema não fique sendo levado com a barriga até a chegada de novo inverno – o que prejudicaria o inicio das obras?

Já temos uma audiência marcada para o dia 14 de abril com o Ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, em Brasília. Nessa audiência, será anunciada a data do edital do projeto executivo das obras de derrocamento do Pedral do Lourenço e da dragagem do Rio Tocantins. Estaremos juntos, com a bancada do Pará nesse momento e vamos convidar as lideranças de Marabá para esta audiência.

É importante ressaltar o papel fundamental da sociedade paraense, sobretudo do sul e sudeste do Estado nessa mobilização. A bancada federal, comandada pelo Governador Simão Jatene esteve empenhada desde agosto de 2011 e você acompanhou e noticiou cada passo pelo blog.

Vamos continuar atentos. Entendo que é de fundamental importância que as obras de derrocamento do Pedral e dragagem do rio Tocantins, as obras do Porto de Marabá e a implantação da Alpa ocorram simultaneamente. E todas sejam concluídas no mesmo período.

Em 2013, Marabá completa seu primeiro centenário de emancipação política. E termos essas três obras em ritmo acelerado de forma concreta, para serem concluídas em breve, certamente é o maior presente que Marabá poderia receber. É um passo importante para garantir ainda maior emancipação econômica e social no município de forma duradoura. É o que desejamos e estamos trabalhando para isso.

Ilha de ar e ventania, espalha teu sal

 

 

“Pode uma rosa verde continuar intacta

Mesmo que mil sargaços de outros mares lhe batam.

Pode esmeralda e a prata aplacar tanta sede

Mesmo que mil bagaços ruminemos sem data.

Cuba, libertadora rosa do Caribe,

Ilha de ar e ventania, Brilhante farol, maresia,

Espalha teu sal nas praias do mundo.”

 

 

A presença de Dilma em Cuba tem um toque diplomático e político-econômico.

Tem, também,  ar rarefeito de romantismo.

Os ventos da Revolução Cubana que tanto embalaram sonhos de milhões de jovens, no passado, também embalaram os de Dilma

O poema acima é de Luiz Carlos Lacerda.

Observem que a poesia  não sugere o açúcar (produto essencial à economia da Ilha)  mas o sal cubano como o legado da revolução.

A despeito da oposição, o sal deveria se espalhar pelo mundo.

Desde o início foi assim: a revolução cubana foi ácida e salgada, direta, objetiva, concreta.

Anunciava-se como excesso necessário.

Não por outro motivo, a imagem de seus líderes era uma composição de juventude, virilidade e abnegação.

Uma revolução declaradamente masculina.

Contudo, surpreendentemente, nos últimos anos a doçura, a diferença, o toque feminino aglutinaram-se numa voz interna de oposição ao regime. Se não de todo oposição, ao menos insatisfação de parte dos cidadãos cubanos.

O discurso de unidade e coesão persiste nas hostes governamentais e estruturas de poder formal. Foi assim na última eleição para a Assembléia Nacional do Poder Popular (ANPP), quando se reafirmou o “voto em bloco”. Mas as diferenças emergem aqui e acolá, escoando por entre os dedos do regime.

O clima de mudança é tema de conversas na Ilha. Não só pela transição iniciada pelo afastamento de Fidel, mas também pela mudança de geração dos novos dirigentes do país. Ao redor de 60% dos atuais deputados nasceram após a revolução de 59. Apenas 17% dos candidatos viveram sobre uma Cuba não socialista.

Como presidente do Brasil, Dilma coloca os pés nessa “Nova Cuba”  com seus ruídos de insatisfação social, mas declaradamente conectada  à consciência de um povo que soube enfrentar as intempéries econômicas impiedosas impostas pelo poderio norte-americano, construindo um país evoluído na Medicina e na Educação.

Ajudar Cuba a encontrar seu verdadeiro desenvolvimento econômico é uma postura que deve ser adotada pela  Presidente do Brasil, respeitando o legado construído por Lula de abrir as portas do mundo para ações humanitárias naquele belo país.

Termina nesta sexta, 30, prazo para entrega de declaração de empresas inativas

 

 

Esta sexta-feira, 30, é o último para as empresas apresentarem a Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (DSPJ) – Inativa 2012 à Receita Federal. Somente as pessoas jurídicas que não realizaram nenhuma atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário de 2011, são consideradas inativas.

A pessoa jurídica que permaneceu inativa, desde 1º de janeiro de 2012 até a data da cisão parcial, cisão total, extinção, fusão ou incorporação, ocorridas no ano-calendário de 2012, também está obrigada a apresentar a DSPJ – Inativa 2012. Nesses casos, a declaração deve ser entregue até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.

As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional que permaneceram inativas durante o período de 1º de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2011, estão dispensadas da apresentação da DSPJ – Inativa 2012, mas devem apresentar a Declaração Anual do Simples Nacional – DASN 2012, com a opção de inatividade assinalada.

A  DSPJ – Inativa 2012 deve ser enviada pela Internet, utilizando o formulário on-line disponível no endereço:http://www.receita.fazenda.gov.br. Após o envio da declaração e confirmação do recebimento pela RFB, o recibo de entrega será apresentado para impressão ou gravação pelo contribuinte.

Multa

A não entrega do documento, ou a sua apresentação fora dos prazos fixados, sujeita a pessoa jurídica à multa de R$200,00 (duzentos reais), que será emitida automaticamente, no momento do envio da declaração em atraso. A multa será gravada juntamente com o recibo de entrega.

Outras obrigações acessórias

Ainda de acordo com a a Agenda Tributária da RFB, o prazo para a entrega de outras seis declarações vencem na sexta-feira, 30/03: Declaração de Benefícios Fiscais (DBF), Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), Declaração de Rendimentos Pagos a Consultores por Organismos Internacionais (Derc), Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (DTTA), DIPI – TIPI 33 – produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria e Declaração sobre Operações Imobiliárias (DOI).