Cem anos de solidão

Publicado em 31 de julho de 2009

Belíssimo. Com régua e compasso.

O texto de Marcelo Tas divagando sobre as reclamações de Zé Sarney, em sua coluna de hoje na Folha de São Paulo, ao declarar que a Internet chegou para acabar com os direitos individuais.

Ferino, Tas ataca:

Aqui na internet, Zé, o tsunami dura 24 horas por dia, sete dias por semana. Não tem dono, nem depende de boa vontade de editor a mando de coroné. Durma com um barulho desse, seu zé mané.

Poeta apaixonado

Publicado em 31 de julho de 2009

Quando a paixão chega, o poente convida, faz charme. E se coloca como berço sagrado pros amantes da tarde virarem olhinhos em beijos.


Quando a paixão chega, qualquer hora é hora de flanar.


Numa esquina, numa praça, o sorvete tem todos os gostos de mansião – quando a paixão chega.


Invadindo a calma dos dias banais, a paixão quando chega denuncia o olhar delirante de sedução.

Torrando dinheiro

Publicado em 31 de julho de 2009

Não vai dar em nada mais essa tentativa do Ministério da Defesa de resgatar os corpos dos mortos na Guerrilha do Araguaia (1972-1974). É mais uma ação para inglês ver… Se não houver participação dos militares que aniquilaram com a guerrilha, inclusive executando os guerrilheiros aprisionados, nenhuma ossada será encontrada. Façam suas apostas..


Quem vai acertar a previsão, na mosca, é o Ronaldo Brasiliense, autor da frase. Nada mais lógico do que ele diz.

Conduta circense

Publicado em 31 de julho de 2009

Transformada na `Geni` preferida dos brasileiros, tudo de podre pega na família Sarney.

O Blog do Colunão conta que uma das denúncias escancaradas contra os irmãos Fernando e Zequinha, é falsa.

Publicada por quem? Pelo Estadão, agora quase chegando ao picadeiro de um circo, desacreditado em sua essência editorial.

Denúncia do Estadão é falsa

A denúncia de que o deputado federal José Sarney Filho (PV-MA) e o empresário Fernando Sarney combinaram por telefone um “negócio quente” no Maranhão, de R$ 900 mil, envolvendo nota fiscal fria, é falsa.


Publicada por O Estado de S.Paulo, baseia-se no vazamento da gravação de uma conversa em que Fernando e Zequinha (como é mais conhecido no Maranhão) na verdade tratam do caso Ópera-Prima, escândalo de corrupção do governo José Reinaldo Tavares (2002-2006). Envolve a Prefeitura de Caxias (MA), um empresário laranja e um filho do ex-deputado e ex-chefe da Casa Civil do governo Jackson Lago (PDT), Aderson Lago (PSDB), primo do ex-governador.


Ontem o deputado escreveu ao “Estadão” contestando a denúncia e esclarecendo cada trecho da gravação exibida na versão on line e transcrita na edição impressa do jornal. Juntou documentos já divulgados anteriormente em São Luís. A edição on line do “Estadão” ignorou-a, mas hoje a carta está publicada na impressa.


Não há dúvida legítima sobre o sentido da conversa. Até o valor mencionado, R$ 900 mil, combina com o desvio documentado no caso Ópera Prima (nome da firma fluminense de Aderson Lago Neto, filho do ex-deputado). O resto — nota fiscal, frases soltas, tudo — também é coerente com as explicações da carta.


Zequinha insinua que algumas passagens do diálogo foram suprimidas de propósito para ocultar a verdade. Diz que a conversa foi “editada” pelo jornal (o que é fato, mas falta provar a má fé), pede o “devido reparo” e anuncia “medidas judiciais necessárias para resguardar a minha honta e os meus direitos constitucionais”.


O mais grave na atitude do “Estadão” é que, querendo publicar uma conveersa grampeada de sentido nebuloso, não lhe custava nada ter acionado a sucursal de Brasília para ouvir primeiro a versão do deputado.


É mais um indício de que o jornal decidiu atropelar as regras, no seu afã de derrubar o presidente do Senado, José Sarney, pai de Zequinha e Fernando.