A fera de Rurópolis

Publicado em 29 de setembro de 2008

A foto registra o exato momento em que a promotora de Justiça de Rurópolis, Elaine Nuayed, sai da residência do vereador tucano Milton Zanetti, e, descobrindo estar sendo fotografada pelo jornalista “Zé Bob”, parte para a agressão pública ao profissional – conforme denunciou, sexta-feira (26), com exclusividade, a coluna do poster no Diário do Pará.

A foto é do próprio jornalista agredido, estampada no blog do Alailson Muniz., que tem mais informações a respeito.
Comprando votos

Publicado em 29 de setembro de 2008

A TV Record de Imperatriz (MA) veiculou matéria no jornalismo local esclarecendo que a morte de alunos da UEPA, em acidente de carro no município de Dom Eliseu, foi conseqüência de uma ação de compra de votos, com a anuência da Regional da Sespa de São Miguel do Guamá.

Trocando em miúdos, os universitários tentavam ajudar candidatura majoritária de Dom Eliseu através do fornecimento de medicamentos em domicílios, sendo flagrados pela Polícia Militar numa batida realizada na casa de uma família beneficiada. Na operação, remédios e um veículo da Sespa teriam sido apreendidos.

A camionete transportando remédios era dirigida por estudante da Uepa, que faleceu ao acidente.

O clima é tenso em Dom Eliseu. Na quinta-feira passada, um rapaz recebeu dois tiros quando participava de um comício.

A matéria acusa juiz e promotor do município de serem coniventes com a instabilidade.

Cooperativa de publicitários

Publicado em 29 de setembro de 2008

Um grupo de profissionais de comunicação de Belém iniciou, nesta semana, um projeto no mínimo curioso. Trata-se da primeira “agência de freelas”, que pretende atuar basicamente no ramo de propaganda.

Segundo o idealizador do projeto, o jornalista e publicitário Flávio Oliveira, a intenção é aglomerar os melhores profissionais de diversas agências em torno de algo inovador, com princípios cooperativistas, tendo como uma de suas características “não fazer concorrência aos patrões”.

“A idéia é proporcionar um complemento de renda aos integrantes da cooperativa, que desenvolverão trabalhos fora do expediente nas agências”, afirma Oliveira.

Além de nomes já conhecidos da publicidade belenense, a cooperativa pretende dar oportunidade também para quem ainda está na universidade, segundo o jornalista.

Internacionalização da Amazônia

Publicado em 29 de setembro de 2008

O texto rodou o mundo em emails. Os grandes jornais do país pouco interesse tiveram em repercutir o ensinamento, mas o poster resgata, sempre que pode, a reação do então governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque, à provocação de universitários americanos sobre o que pensava o atual senador da internacionalização da Amazônia, durante palestra nos Estados Unidos, em 2003.

O jovem americano formulou a pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

O que disse Cristovam:

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar e que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

Nota do Blog: A resposta de Cristovam Buarque foi publicada no New York Times, Washington Post, Today e nos maiores jornais da Europa e Japão.
No Brasil, não mereceu uma linha dos jornais. Passou quase desapercebida.
O que vier, é lucro!

Publicado em 29 de setembro de 2008

Com uma folha salarial de R$ 60 mil, o Águia está entre os oito clubes que tentarão a façanha de acesso à Série B do Brasileiro.

O poster quase morre do coração, no Zinho Oliveira, torcendo pelo gol de empate que saiu à fórceps.

Jogo sofrido, exatamente no figurino das batalhas vividas pelos times campeões.

O Águia é o Pará no Brasileiro.