“Ô, ô, ô, vida de gado; povo marcado…”
Diante da televisão, vendo manifestações por todo o país, Gilberto Gil preocupou-se. E encheu-se de ânimos. Não deixou, também, de fazer um comentário, dentro da visão macro-cosmo com a qual ele sempre vislumbrou os fatos. “Tenho visto, acompanhado, com muita aflição, às vezes, muito susto. Será a volta do monstro daquela época?” — questionou o compositor, referindo-se à violência


