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9 Comentários

  1. João Dias

    27 de junho de 2013 - 10:01 - 10:01
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    Caro Luis Sergio Anders Cavalcanti, permita-me compartilhar dessa informação, noticiando que o nosso sempre alegre e brincalhão, AMÉRICO, está vivinho da silva. Que bom, muitos anos de vida ao nosso “miolo”!

  2. Luis Sergio Anders Cavalcante

    25 de junho de 2013 - 19:26 - 19:26
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    Hiro, quero informar ao Sr. Francisco Sampaio Pacheco que o “miolo” do boi do Cambraia(in memorian) o Américo, já de idade, está vivinho da silva e sempre brincalhão. Vez ou outra o vejo aguardando o coletivo na parada onde antigamente era a Quadra Esportiva denominada Alavanca, do Colegio Santa Terezinha das Irmãs Dominicanas na Mba. Pioneira. Em 25.06.13, Marabá-PA.

  3. Francisco Sampaio Pacheco

    25 de junho de 2013 - 08:52 - 8:52
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    Meu São João eu não, hoje eu não tenho àquela alegria…..

    Alegria do meu São João, Santo Antonio CASAMENTEIRO e São Pedro. Período em que as festividades eram constantes em plenas ruas. Fogueiras, crendices sempre presente e fogos explodindo no ar. Há lembranças bem vivas em que as palhas serviam de paredes, telhados, e até mesmo buzina que se fazia. Palhas essas que transcorriam parte da cidade até chegar ao destino final, o ARRAIAL DO BOI, onde hoje acontece pelejas esportivas, ¨”ZINHO OLIVEIRA” palco de grandes atuações futebolísticas com o meu Banguzinho.

    Cambraia e Palmica, uma disputa acirrada entre os mestres das brincadeiras com grandes cantigas, atiçando seus bois a rodopiarem majestosamente pelas AVENIDAS da CIDADE.
    Havia na cidade um rapaz chamado Américo, ele era o miolo (dançante) do boi do Cambraia, A turma não aproximava muito, pois ele dava chifrada colocando todos pra correr… perna pra que te quero.
    Caro João Dias, só acrescentando: a BARBA da VELHA e a tradicional PESCARIA.

    Aqui é o jogo do São Severino, joga homem, mulher, menino e os velhinhos viciados. Quantas lembranças desse tempo maravilhoso!
    Nascemos em Marabá no tempo certo.

    Saudações marabaenses!

  4. Luis Sergio Anders Cavalcante

    23 de junho de 2013 - 12:19 - 12:19
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    Ô Arthur Madeira, dia 21/06 às 21:41 hs., faça um favôr a sí próprio e leia com atenção os comentarios que sucederam, tanto o meu quanto o seu. Dá prá perceber claramente “quem não sabe de nada e muito menos da historia de Marabá”. Ou será que V. Sa. é o P.H.D. em Cultura(?) e tudo que a forma(?), e os Srs. Claudio Feitosa(Secretario de Cultura de Marabá), e o Dr. João Dias, conterrâneo da city, radicado no RJ, nada entendem nem vivenciaram a cultura local com suas variantes ? É isso aí, sabichão…. Em 23.06.13, Marabá-PA.

  5. claudio feitosa

    21 de junho de 2013 - 17:39 - 17:39
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    Não é estranho homenageá-los, meu caro “Pataca”. É obrigação! A Secult entende que esses e outros agentes da cultural tradicional da cidade devem ser lembrados e estimulados – no caso de estarem ainda entre nós. É o que nós estamos tentando fazer.

    Cláudio Feitosa
    secretário de cultura

  6. Bois

    21 de junho de 2013 - 09:41 - 9:41
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    Esse tal de Anders não sabe de nada. Confunde cronologicamente a atuação de Palmica e Cambraia. Quem não sabe da hist´ria de Marabá não deveria se meter. Absurdo. Só quer aparecer no blog. Para com isso.
    Arthur Madeira

  7. PATACA

    19 de junho de 2013 - 19:33 - 19:33
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    Sou marabaense nato,e conhecí o Palmica,êle sempre foi discriminado pelo poder público e por parte da sociedade marabaense,diria até que era marginalizado no contexto geral, portanto é estranho essa homenagem,acho que ele até chegou a precisar disso em vida.

  8. João Dias

    19 de junho de 2013 - 13:53 - 13:53
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    NEM CAPRICHOSO, NEM GARANTIDO.

    Veio do Maranhão e seus precursores foram os mestres Palmica e Cambraia.
    No mês de junho, todo dia era dia de festa, de boi e de índios – no hoje estádio Zinho Oliveira.

    Curral cercado para o boi bumbá dançar; casas de palha, jogatina, tiro ao alvo, argola, espetinho de carne, laranja descascada na máquina e outras iguarias.
    Palmica e Cambraia com muitas roupas fantasiadas, chapéus de palha adornados com espelhos e fitas multicoloridas sacudiam o maracá, em meio à Catirina, à burrinha, o boi, aos vaqueiro e índios. Assim era a minha saudosa Marabá

    João Dias.

  9. Luis Sergio Anders Cavalcante

    18 de junho de 2013 - 20:51 - 20:51
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    Hiro, bem lembrado dois dos que fizeram cultura tradicional em Marabá, Cambraia e Palmica e seus bois. Em 18.06.13, Marabá-PA.

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