Pequi em cápsula promete combater envelhecimento e inflamações

Publicado em 29 de fevereiro de 2016

 

PequiOlha que agradável notícia: a polpa do caroço do pequi ajuda a combater o envelhecimento e é indicada para reduzir o colestrol ruim.

A boa nova vem dos laboratórios de pesquisa da Universidade de Brasília.

Basicamente, funciona assim: a cor amarela do caroço do pequi, de onde a polpa cremosa é raspada, indica que o fruto é rico em betacarotenos, agentes antioxidantes capazes de combater radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce.

O cheiro adocicado mostra que o alimento é rico em frutose, o açúcar bom das frutas.

“Além disso, o óleo do pequi é chamado Ômega 9 e combate o colesterol ruim no sangue. Tem funções boas para o aparelho cardiovascular”, explica o biólogo César Grisólia, pesquisador da UnB, que estuda o fruto há 18 anos.

Os benefícios do fruto são tantos que o pesquisador – com a contribuição de alunos da graduação e da pós-graduação da UnB – desenvolveu técnicas para transformar a polpa em cápsulas gelatinosas que conservam os nutrientes e devem ser ingeridas diariamente.

Grisólia chama de “fantástico” o conteúdo nutricional do pequi. Típico do cerrado, ocorre com maior frequência nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Bahia e no Distrito Federal. É um alimento tradicional na culinária mineira e goiana, mas divide opiniões pelo cheiro e gosto fortes, o que também dificulta que seja ingerido diariamente. “Na polpa do pequi, 33% são fibras e sais minerais e os outros 66% são óleo. Por isso, a digestão dele é difícil”, explica o biólogo.

“A gente fez o pequi em cápsulas para disponibilizá-lo o ano inteiro, porque o pequi só é encontrado em feiras entre novembro e fevereiro. E as pessoas podem tomar pequi todos os dias, sem ficar com esse desconforto de ficar com o estômago pesado”, acrescentou. Segundo Grisólia, a cápsula não tem o gosto forte, próprio do pequi.

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Pesquisas mostram que o pequi tem propriedades anti-inflamatória e é especialmente funcional para pacientes de lupus e diabetes, além de ajudar no combate à pressão alta e ser indicado para atletas. “Trabalhamos com atletas maratonistas, corredores de longas distâncias. Esses corredores passam por um estresse físico muito grande. O pequi inibe a formação de radicais livre nessas pessoas.”

A recomendação são duas cápsulas por dia, sem contraindicação. O produto foi registrado na Agência de Vigilância Sanitária como nutracêutico, ou seja, uma substância de origem natural que melhora as funções orgânicas, como a renal e a cardíaca.

Burocracia

O pesquisador disse estar satisfeito pelas cápsulas de pequi chegarem aos consumidores após anos de estudo sobre o fruto. “É dificílimo levar a pesquisa ao mercado. A burocracia é pesada, mata a gente”, destacou.

Grisólia argumentou que as leis atuais que regem as parcerias das universidades públicas com a iniciativa privada ainda desvalorizam os cientistas, apesar dos avanços trazidos pelos Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação – conjunto de regras que tem como uma das metas transformar o conhecimento desenvolvido nas universidades até o setor produtivo.

O pesquisador defende que o país precisa incentivar mais o desenvolvimento de patentes nacionais e, para isso, precisa valorizar os pesquisadores. “No processo, todo mundo ganha, mas o criador intelectual é o que menos ganha. Isso desmotiva quem faz ciência nas universidades públicas do Brasil. A regra tem que mudar.”

Segundo o acordo firmado entre a UnB e a Farmacotécnica RTK, a empresa vai comercializar as cápsulas a partir de 14 de abril e pagar 2% de royalties para a UnB. “Nós não vendemos, nós licenciamos os direitos de uso. Foi uma transferência de nossos direitos de uso para a empresa”, explicou o cientista.

Desse valor, dois terços vão para a universidade e um terço vai para o pesquisador. “Desse um terço que vem para mim, vou dividir com meus alunos que contribuíram com o estudo”, disse Grisólia. “A patente fui eu que desenvolvi com alunos, mas, pelas regras, a patente é minha e da UnB juntos”, acrescentou.

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Publicado em 25 de fevereiro de 2016

A HORA
DE COMPRAR O
FIAT TORO
É AGORA,
NA ZUCAVEL

 

Procurador que vaza denúncias é acusado de agredir esposa

Publicado em 25 de fevereiro de 2016

A denúncia é feita pelo jornalista e economista Luiz Nassif:

 

Procurador

Jornal GGN – Antes de se tornar personagem nacional, atuando em parceria com a revista Época em casos envolvendo o ex-presidente Lula, o procurador Douglas Kirchner foi aprovado em um concurso em 2012 e alocado no Ministério Público Federal de Rondônia.

Lá envolveu-se em problemas religiosos-amorosos.

O procurador é fiel de uma seita em Porto Velho, a Igreja Evangélica Hadar, acusada de explorar crianças e adolescentes, obrigando os menores a vender sanduiches em vias públicas, de madrugada, a realizar serviços de faxina no templo.  Em agosto de 2014 a seita foi denunciada àDEPCA (Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente) (http://migre.me/t3ORW).

Na última semana de julho de 2014, Douglas foi denunciado ao Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, acusado de agressões físicas contra sua esposa, Tamires Souza Alexandre.

Segundo o GNotícias, da gospel.com.br, após o casamento, ambos foram residir no alojamento da igreja. Quando tentou se separar de Douglas, ele e uma pastora da igreja espancaram a moça com cipó e cinto. Depois, Tamires ficou em cárcere privado, só podendo se alimentar depois que os outros comessem. Foi obrigada a dormir no chão, com ventilador e sem cobertor, tendo adoecido por conta disso (http://migre.me/t3P5U).

Segundo o portal Rondônia ao Vivo, em uma das ocasiões a esposa teria ficado dois dias sem comer e, depois, foi trancafiada no alojamento da igreja. Mais tarde, conseguiu fugir e foi dormir na rua, sendo acolhida na casa de pessoas que a encontraram (http://migre.me/t3Paq). Era um crime previsto na Lei Maria da Penha.

No dia 8 de setembro de 2014, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot dispensou Douglas do cargo de substituto eventual do Procurador-Chefe da Procuradoria do Estado de Rondônia (http://migre.me/t3Peg). Em seguida, Douglas foi promovido para o Distrito Federal.

Apenas um ano depois, em 5 de outubro de 2015, a corregedoria nacional do Ministério Público instaura um processo administrativo contra ele. O crime cometido por Douglas foi transformado em “infração disciplinar” e submetido a julgamento pelo CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). O processo ainda não chegou ao fim. Não o impediu de ocupar cargos relevantes no Ministério Público do Distrito Federal.

Segundo relatório do CNMP, paira contra Douglas a acusação de ter mantido a esposa em cárcere privado, sem produtos essenciais para higiene pessoal, incluindo papel higienênico, pasta de dente. Tamires precisou rasgar a própria roupa para usar como absorvente. E era humilhada na frente de todas, tratada como “prostituta” pela pastora.  Teria ficado anêmica e o marido, influenciado pela pastora, recusou-se a comprar medicamentos.

Clique aqui

Nesse ínterim, Douglas mantém sua militância religiosa.

Compartilhou em sua rede social, considerando-o “sensacional”.  Nele, os expositores explicam que o erro não está nas instituições, mas no pecado. Investem vigorosamente contra os princípios da igualdade, o “abominável princípio” que tenta igualar pessoas nos aspectos econômicos, sociais e biológicos. Sustentam que o feminismo é uma invenção do ideal agnóstico das esquerdas. E comparam o casamento homossexual à pedofilia e aos homens que fazem sexo com os animais.

 

Nota do blog: assistam o vídeo abaixo. Façam uma leitura fria sobre o que esse procurador fala.

 

 

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=an6h0TNjopo

Osvaldinho, prefeito de Xinguara, vira réu no Tribunal de Justiça do Estado

Publicado em 25 de fevereiro de 2016

Desembargadora Edwiges e o procurador Medrado: prefeito pode vir a ser preso
Desembargadora Edwiges e o procurador Medrado: prefeito pode vir a ser preso

A Desembargadora Maria Edwiges Miranda Lobato das Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE) autorizou o Procurador do Núcleo de Combate a Improbidade Administrativa do Ministério Público, Dr. Nelson Medrado, a abrir Procedimento Investigatório Criminal (PIC), contra o prefeito de Xinguara Osvaldo de Oliveira Assunção Junior, o Osvaldinho.

A autorização materializada no processo 0059785-04.2015.814.0000, tem como fundamento as graves denúncias contra o Prefeito apresentada pelos vereadores Cição (PSB), Luiz da Saúde (PCdoB), e do Prof. Cláudio Marques (PT), no mês de agosto de 2015, que acompanhados dos advogados Mario Hesketh e Ribamar Gonçalves, começaram a desvendar a ponta do novelo da corrupção na Prefeitura de Xinguara.

No mês de agosto os vereadores protocolaram no Ministério Público graves denúncias de desvio de recursos do Município por meio da empresa ARAGUAIA CONSTRUTORA XINGUARA LTDA, que tem como sócia a senhora Edilma Botelho, esposa de Hosimário Pimentel, o Macarrão, principal financiador da campanha eleitoral de Osvaldinho em 2012. De acordo com os documentos que foram apresentados a firma abocanhou obras e serviços em Xinguara, recebendo dos cofres públicos no ano de 2013 a quantia de R$ 3.550.773,11; em 2014 R$ 6.369.705,50; e em 2015, até 21 de agosto, já havia faturado  R$ 3.541.619,87 totalizando em pouco mais de dois anos de gestão o recebimento de R$ 13.463.098,48.

 

Fraudes na saúde pública 

Os vereadores também apontaram que Osvaldinho “terceirizou” grande parte gestão da saúde pública ao INSTITUTTO DE GESTÃO DE SAÚDE DO SUL DO PARÁ – IGESSPA, que a partir de então responsabilizou-se pela contratação dos profissionais (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem etc ..) que realizam o atendimento à população no Hospital Municipal e na UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Ocorre que antes mesmo da aprovação da Lei que autorizava o Prefeito a contratar o IGESPA em 05/11/2014, o Município já havia iniciado o processo licitatório visando a contratação de empresa “filantrópica”, através da chamada pública nº 001/2013, sendo que a IGESSPA já havia sido credenciada pela Comissão de Licitação desde 10/10/2013. E não é só, documentos emitidos pela Receita Federal dá conta que o IGESSPA, fora constituído em 04/09/2013, um mês antes de ser credenciada pelo Município. Assim ao longo de 2014 o IGESSPA recebeu do Município a quantia de R$ 2.337.000,00e em 2015, até o dia 21/08/ a quantia de R$ 1.257,685,00.

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Vereadores Cícero, Cláudio e Luizinho acompanhado do Dr. Mario Hesketh: desvendando o novelo da corrupção em Xinguara

Xinguara 3

 

Com informação da Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Xinguara

Zucavel lança picape Toro em noite memorável

Publicado em 23 de fevereiro de 2016

 

Mais de 300 pessoas compareceram à solenidade de lançamento da picape Toro, da Fiat.

Evento ocorreu na noite desta segunda-feira, 22, na sede da concessionária Zucavel, empresa que detém a bandeira  Fiat no sul/sudeste do Pará.

O vídeo empresarial mostra como foi a festa de lançamento da revolucionária picape.