Prefeito de Marabá sofre paralisia facial

Publicado em 31 de julho de 2015

Ao contrário de boatos espalhados no inicio desta manhã, dando conta de que o prefeito de Marabá, João Salame, teria sofrido um AVC, nota da Prefeitura esclarece o estado de saúde do chefe do Executivo:

Diz a nota:

 

O prefeito de Marabá, João Salame Neto, sofreu um princípio de paralisia facial leve no final da manhã desta sexta-feira (31).

Foi removido ao Hospital Regional Público do Sudeste “Dr. Geraldo Veloso” e medicado.

Exames iniciais constataram se tratar de uma paralisia facial viral. No momento o prefeito repousa em sua residência, mas será submetido a nova bateria de exames. 

TRE julga últimos processos da eleição 2014

Publicado em 31 de julho de 2015

Na sexta, 31 de julho,  Tribunal Regional Eleitoral do Pará realiza a sessão para julgar os 21 processos restantes que tratam de prestações de contas de candidatos, comitês financeiros e partidos políticos relativas às eleições 2014.

Em dezembro de 2014, o TRE-PA julgamento das prestações de contas dos candidatos eleitos para que eles pudessem ser diplomados, conforme prevê o artigo 57 da Resolução 23.406 do Tribunal Superior Eleitoral, que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos, candidatos e comitês financeiros e, ainda, sobre a prestação de contas das eleições de 2014.

Ao todo mais de mil processos passaram pela avaliação da equipe técnica do Tribunal, do Ministério Publico Eleitoral  e julgamento dos juízes.

Cota única do IPTU até 5 de agosto

Publicado em 30 de julho de 2015

A Prefeitura de Marabá lançou este mês a campanha do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), exatamente 10 dias antes do início dos prazos regulamentados para o recolhimento do imposto, que tem o seu valor estabelecido em cota única ou em até cinco parcelas mensais.

A campanha prevê pagamento de cota única, que tem o desconto de 10%, para o próximo dia 5 de agosto e, para quem vai pagar parcelado, de agosto a dezembro, sempre no dia 10 de cada mês.

ElicarlosDe acordo com Elicarlos Lemos de Sousa, supervisor fazendário da Secretaria de Gestão Fazendária do Município (Segfaz), hoje em Marabá existem um total de 72 mil contribuintes inscritos no Imposto Predial Territorial e Urbano (IPTU), mas a demanda prevê o alcance de 100 mil imóveis cadastradas. Isso diante uma perspectiva de crescimento da cidade em relação aos novos empreendimentos como a Alpa, Hidroelétrica de Marabá e a Hidrovia.

“Vale dizer que hoje passamos por uma crise imobiliária, onde alguns loteamentos que estão em fase de construção se encontram com as atividades paralisadas”, disse o supervisor, lembrando ainda que moradores áreas de invasão têm buscado a Segfaz para se cadastrarem no registro do IPTU. “Eles têm interesse em contribuir com a arrecadação e, automaticamente, tornar seus imóveis legais”, concluiu.

A arrecadação do IPTU destina-se a custear todos os serviços e investimentos públicos no município de forma geral, como, realizações na área de educação, saúde, segurança, transporte e desenvolvimento econômico e social, etc.

INFORMAÇÃO

Importante dizer que caso os Correios não alcancem o endereço do proprietário da casa, quando da entrega do carnê do IPTU, as pessoas podem contatar a Segfaz pelo endereço de e-mail: iptu@maraba.pa.gov.br ou pelos telefones: (94) 3322-5223 e 3322-5224.

O Portal da Prefeitura também é um canal onde o proprietário de imóveis pode baixar o DAM (Documento de Arrecadação Municipal), caso o carnê não tenha chegado em seu endereço via Correios.   (Texto: Célio Sabino)

Flexa Ribeiro tem 100% de presença no Senado

Publicado em 30 de julho de 2015

Quem informa é o site Congresso em Foco:

 

No primeiro semestre deste ano, somente cinco senadores participaram de todas as sessões deliberativas realizadas na Casa.

Nesse tipo de reunião, em que são votadas novas leis ou alterações em leis já existentes, a presença do parlamentar é obrigatória.

São eles:  Delcídio do Amaral (PT-MS), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Reguffe (PDT-DF), Romário (PSB-RJ) e Waldemir Moka (PMDB-MS) compareceram a todas as sessões do Senado.

O levantamento  foi com base em dados oficiais do Senado Federal, aponta uma diminuição do número de ausências dos senadores.

A média de faltas dos parlamentares é a menor dos últimos três anos, considerando apenas o primeiro semestre de 2013 e 2014. O número de ausências dos parlamentares sofreu uma redução de 35% de 2013 até hoje. Tanto em 2014 quanto em 2015, foram realizadas 50 sessões deliberativas no primeiro semestre. No ano passado, os senadores acumularam quase 660 faltas, enquanto neste ano o número não chega a 500.

O senador Delcídio acredita que os projetos da área fiscal encaminhados pelo governo contribuíram para um maior engajamento dos parlamentares, e, consequentemente, maior presença em plenário. Para o petista, o início de 2015 foi marcado pela discussão de temas “muito relevantes”. “O clima de enfrentamento entre base e oposição, além dos vários instrumentos de controle da sociedade sobre os políticos, aumentam a cobrança que recai sobre nós senadores”, completa.

Waldemir Moka, outro que ficou entre os mais assíduos, disse que “a agenda do Congresso este ano foi positiva ao tratar de assuntos polêmicos”. O sul-mato-grossense ressalta que toda a segunda-feira, religiosamente, viaja para a capital federal. Conterrâneo de Moka, Delcídio possui a mesma rotina. Ambos afirmam que se elegeram justamente para trabalhar em Brasília.

Assim como Romário, Reguffe era deputado federal na legislatura passada. Ele participou de todas as sessões realizadas nos últimos quatro anos e segue sem nenhuma falta no Senado. De acordo com o político brasiliense, os parlamentares não fazem mais que sua obrigação quando participam das discussões realizadas em plenário. “É preciso ter responsabilidade com o contribuinte”, disse o senador.

Para o cientista político Leonardo Barreto, os parlamentares faltosos representam prejuízo aos cofres públicos, pois muitos projetos de lei deixam de ser relatados e até votados em algumas circunstâncias. Segundo Leonardo, a assiduidade é o primeiro indicador do nível de seriedade do parlamentar em relação ao seu mandato.  ”O congressista ausente se torna um exemplo negativo para a população, que fica desmotivada a acreditar no sistema político”, afirma ele.

Médicos “fantasmas” estão sendo investigados

Publicado em 30 de julho de 2015

A patifaria ocorre em quase todo o país.

Virou pauta comum, nos municípios brasileiros, a ocorrência da profissão “fantasminha camarada”, perpetuada por médicos inescrupulosos que se utilizam do cargo público para apenas se beneficiar, negando-se a atender pacientes que amanhecem nas filas dos hospitais e postos de saúde das cidades brasileiras.

Finalmente, parece haver interesse das autoridades combaterem esse grande mal.

Jornal Folha de São Paulo faz narrativa de como é o modus operandi da catrevagem.

 

“Médicos chegam, batem ponto na entrada e vão embora. Atendem em clínicas particulares quando deveriam estar em hospitais públicos. Registram mais horas trabalhadas do que as horas que existem em uma semana ou são vistos no exterior no dia em que “bateram ponto”.

Em ao menos nove Estados e no Distrito Federal, órgãos como Tribunais de Contas, Polícia Federal e Ministérios Públicos identificaram e investigam casos de médicos “fantasmas”, que pouco ou nem aparecem no trabalho. Em muitos casos, com a conivência do poder público.

A maioria cita fraudes no registro de ponto, agravando as filas de pacientes que buscam atendimento no SUS.”

Só em junho de 2014, auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal identificou 25.735 faltas indevidas de funcionários da saúde, uma média de 15 por servidor -desde jornadas divergentes da escala prevista até médicos que trabalham em um local e batem ponto em outro. O controle da frequência é falho: em quase metade das unidades, não é eletrônico.

Em Santa Catarina e no Paraná, operações da PF desvendaram esquemas de médicos que não atuavam em hospitais universitários para atender em clínicas particulares.

Em junho, 27 médicos do Hospital Universitário catarinense foram indiciados sob suspeita de fraudes nas folhas de ponto. O salário médio no local é de R$ 20 mil.

A PF identificou um médico que estava em viagem à Europa no mesmo dia em que “bateu ponto”. Outro registrou 169 horas trabalhadas em uma semana -algo impossível mesmo se ele trabalhasse 24 horas por dia.

No Paraná, dez médicos do Hospital de Clínicas da UFPR, com frequência média de 7% e salários de R$ 4.000 a R$ 20 mil, foram indiciados há dois meses sob suspeita de descumprirem a carga horária.

As fraudes nas folhas de ponto, com entradas e saídas falsas, foram descobertas após auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) perceber a baixa produtividade.

IMPROBIDADE

Em Presidente Prudente (SP), a Promotoria filmou médicos que entravam em uma unidade de saúde, batiam ponto em frente à sala da administração e iam embora.

O secretário municipal de Saúde, um administrador da unidade e cinco médicos respondem a ação por improbidade administrativa -a Promotoria diz que a fraude era consentida pelos chefes.

Em 2013, uma médica do Samu de Ferraz de Vasconcelos (Grande SP) foi presa em flagrante sob suspeita de usar dedos de silicone para fraude no ponto biométrico de 11 médicos e de 20 enfermeiros que não compareciam aos plantões. Oito foram exonerados pela prefeitura -que aguarda conclusão de inquérito.

Fiscalização do TCU (Tribunal de Contas da União) em 116 hospitais do país em 2013 também apontou fraudes em outros Estados -incluindo GO,  PB, PE e MT – e, como todos sabemos por aqui, no Estado do Pará as fraudes tambpem foram constatadas.

O órgão apontou que, em Goiás, por exemplo, gestores permitem “que os profissionais realizem outras atividades durante sua jornada de trabalho, sendo convocados caso haja necessidade”.

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Nota do blog: é exatamente essa turma, incentivada pelo corporativismo à flor da pele, quem sempre se opôs ao programa “Mais Médicos”.

Claro, as exceções existem, sérios profissionais da medicina não estão nessa lista de bacuraus insensíveis, mas que terminam pagando pelo desgaste de imagem que os atos criminosos de outros constrói.