De “hábil roteirista e promissor autodiretor”, a ídolo dos ´coxinhas´

Publicado em 28 de fevereiro de 2014

 

Barbosa, o  black bloc 

(*) Tetê Teles

Desde que o julgamento da ação penal 470 se converteu em um reality show, alguns eminentes ministros, encantados com os holofotes, passaram a jogar para a plateia.

Barbosa, grande ator, roubou a cena desde então.

Ofendeu colegas, abusou de expressões de efeito midiático, fez caras e bocas, bateu boca e bateu, com muita força, o seu martelo.

O nosso Thor negro, poderoso, andava por aí, no farfalhoso frufru da toga, martelo em punho, cravando sentenças: chamou advogados de dorminhocos preguiçosos; jornalista, de porco chafurdento; colega, de chicaneiro; e a revistaveja, por tudo isso, pelo conjunto da obra, o chamou de heroi.

Heroificado, Barbosa comprou um apê nos Esteites, terra de super herois, como se sabe. E como um super heroi moderno saiu a dar entrevistas, celebritante. Distribuiu autógrafos, marcou presença em eventos sociais, fez selfies, tirou fotos com fãs, desavisados e até com um bandido foragido, sempre risonho; foi a sambas, bares e até a um jogo de futebol, ao lado de Luciano Huck.

Lavou a égua.

Midiatificado, viciado no espetáculo e na bajulação, bateu o martelo com muita força e mostrou ter-se deixado trair pela emoção.

Fez de réus, inimigos; de colegas, adversários; da mídia, uma aliada.

Ordenou prisões no feriado e montou em excelente cenário: avião, veículos da Polícia Federal e todo mundo junto indo para a mesma penitenciária. Semiabertos foram trancafiados, tripudiou da enfermidade de um dos réus e foi condescendente com outro já convalescido.

Depois foi às compras na Europa, mas antes deu uma palestra em uma universidade nas estranjas, convidado para ninar um reitor com a sua conversa pra boi dormir. Os caras não lhe pagaram cachê e nem o café da manhã do hotel, tudo veio da viúva.
Assim, ele passou de um mero ator – sempre de pé e nunca de costas para a plateia – para um hábil roteirista e promissor autodiretor.

Aí vieram os Embargos Infringentes. Barbosa, o altivo, sofreu uma fragorosa goleada de 4×1. Ao sentir que perderia o jogo, foi pro ataque qual um legítimo black bloc.

Como se gritasse a plenos pulmões Não Vai Ter Copa, a barra passou a pesar para Barbosa, e o nosso heroi começou a desferir socos, cabeçadas e rabos-de-arraia, quebrar vidraças e tocar fogo no prédio público símbolo da burguesia, o STF.

Chamou Toffoli de hipócrita e acusou o fleumático Barroso de fazer política, veja você.
Mongicamente, Barroso, olhando para o bípede implume e togado – sempre de pé, por conta das hemorroidas (por que não se trata?) – afirmou: “Considero, com todas as vênias de quem pense diferentemente, que houve uma exacerbação nas penas aplicadas de quadrilha ou bando”.

“Como é isso?”, perguntou o surpreendido Barbosa. “É fácil fazer discurso político”, afirmou o nosso candidato Joaquim, vendo que o outro tentava lhe roubar a cena.
Com mil diabos, parece que surgiu um deus ex machina por trás da cortina.

A certa altura, Barroso disse: “O discurso jurídico não se confunde com o discurso político. O STF é o espaço das razões públicas e não das paixões inflamadas”.

Joaquim Barbosa inflamou-se e, como se tivesse em um campo de várzea, tratou o colega simplesmente de “Barroso”, como se tivesse em uma discussão no quintal de casa com um compadre, quiçá se soubesse o apelido de Barroso o teria usado.

Ainda com toda a sua fleuma, Barroso disse que Joaquim sofria de déficit civilizatório.
Bom, parece que arrancaram a máscara do nosso heroi. E assim, de cara limpa, nenhum black bloc enfrenta ninguém.

Como um quixote às avessas, Barbosa achou que lutava contra moinhos de vento, deparou-se com gente de carne e osso, e sangue frio.

Talvez esse tenha sido o último ato de Barbosa nessa ópera bufa escrita por ele mesmo, só lhe resta ser o candidato da revistaveja e, depois, o ostracismo.

Como se vê, vai ter copa!

(*) Tetê Teles, jornalista, publicitário, diretor e roteirista.

Unifesspa prorroga inscrições para concurso público

Publicado em 28 de fevereiro de 2014

 

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará prorrogou até o dia 11 de março as inscrições para o concurso público de técnico administrativo em educação. A inscrição é feita no site www.ceps.ufpa.br.

Com a modificação no edital, os interessados no concurso devem ficar atentos às seguintes condições: quem já realizou o pagamento do boleto de inscrição, deve retornar ao site e fazer um novo cadastro informando o número de inscrição e a data de pagamento do formulário; e quem ainda não pagou o boleto, deve realizar uma nova inscrição, imprimir o boleto e efetuar o pagamento. 
O concurso oferece 32 vagas para os níveis médio e superior, distribuídos em 9 cargos para as cidades de Marabá, Rondon do Pará, São Félix do Xingu, Xinguara e Santana do Araguaia. Entre as vagas para nível superior, estão: Administrador, Bibliotecário, Engenheiro Civil, Engenheiro Elétrico e Técnico em Assuntos Educacionais. Já os cargos para nível médio são: Assistente em Administração e Técnico em Tecnologia da Informação.
Os salários variam de R$1.912,99 a R$3.138,70, além de auxílio alimentação no valor de R$373,00. A taxa de inscrição custa R$75,00 para nível médio e R$85,00 para nível superior. 
A prova objetiva para todos os cargos será aplicada no dia 27 de abril de 2014, das 8 às 12 horas. Os candidatos de nível superior aprovados deverão passar por avaliação de títulos entre os dias 12 e 13 de maio.
Modernização do sistema de arrecadação mobiliza técnicos da Secretaria Fazendária

Publicado em 27 de fevereiro de 2014

 

 

Secretário Ricardo Rosa faz exposição sobre modernização da Segfaz
Secretário Ricardo Rosa faz exposição sobre modernização da Segfaz

 

Depois de disponibilizada ferramenta que permite ao contribuinte de Marabá obter alvará eletrônico de Localização e Funcionamento, e o Portal do Contador -, equipe da Secretaria Municipal de Gestão Fazendária (Segfaz) intensifica ações para melhorar a arrecadação.

Secretário da Segfaz, Ricardo Rosa tem adotado medidas ao longo do primeiro ano de governo João Salame  que permita, a partir deste ano,  aumento médio mensal de 2% da arrecadação.

“A ineficiência da arrecadação tributária municipal é decorrente da falta de uma  estrutura legal adequada e da insuficiência de recursos humanos e materiais que  nos permitam  a utilização adequada da sua base tributária”, explica o jovem secretário.

Desde quando assumiu o cargo, Ricardo tem mobilizado seus técnicos  no levantamento de informações em campo, buscando  a atualização de cadastros imobiliário, mobiliário e fiscal, bem como o desenvolvimento do sistema de informações geográficas da cidade.

Na área imobiliária, como exemplo, o  município tem atualmente cerca de  70 mil imóveis  catalogados – entre prédios, casas e terrenos. “Esse número é baseado no total de emissão de imóveis de 2013”, explica o secretário, acrescentando haver, na realidade,  em torno de 150 mil.

“Estamos em busca desses outros imóveis,  ainda fora de nosso cadastro imobiliário”.

Na modernização  dos sistema de arrecadação, Ricardo Rosa projeta o uso de uma ferramenta que tem revolucionado a coleta de informações.

Trata-se do levantamento aerofotogramétrico, que faz monitoramento completo, inclusive de vilas rurais, através não apenas de imagens de satélites, como, também, por fotografia capturada através de um pequeno avião.

As imagens são capturadas por todos os ângulos, inclusive a parte frontal do imóvel.

“Uma aeronave equipada com câmaras fotográficas métricas percorre o território fotografando-o verticalmente, seguindo alguns preceitos técnicos como:  ângulo máximo, sobreposição frontal e sobreposição lateral. Esse equipamento permite executar medições precisas, determinando  a forma, dimensões e posição dos objetos contidos numa fotografia, através de medidas efetuadas sobre a mesma”, explica.

Ricardo entende que Marabá precisa imprimir  maior eficiência à gestão tributária municipal, gerar incremento na arrecadação pública e promover modernização tecnológica.

“Sem isso, dificilmente o município terá condições de fazer frente às suas demandas, cada dia maiores,  e sem um cenário que nos possibilite acenar –  para a comunidade  – reais chances de resolver seus  problemas, principalmente quanto a exclusão social”, comenta Rosa.

Segundo o secretário, “as transferências intergovernamentais (FPM, ICMS, etc,)  constituem a viga mestra das finanças  públicas municipais. A necessidade de realizar dispêndios sem os recursos financeiros próprios adequados é a principal justificativa para a existência de transferências. O desequilíbrio entre receitas e despesas nos municípios pode ser decorrente da diferença de desenvolvimento econômico entre regiões, da conformação da geografia natural que beneficia determinadas localidades e prejudica outras ou, ainda em consequência da atribuição de determinados tributos aos governos federal e estadual, que poderão  administrá-los de forma mais eficiente, como por exemplo, o Imposto de Renda de competência federal e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, de  competência estadual”.

Ricardo esclarece que, apesar de necessárias, as transferências apresentam aspectos negativos.

“Um desses aspectos está relacionado ao fato de que a existência de transferências desestimula o esforço de arrecadação municipal,  uma vez que alguns governantes poderão reduzir o ônus político evitando a cobrança de tributos de seus eleitores. Não podemos olhar a gestão de uma cidade dessa forma, até porque é legítimo, juridicamente obrigatório, e necessário, cobrar  impostos em qualquer instância. O prefeito que não procede assim, está passivo de condenação por Improbidade Administrativa”.

Citando  a conquista do Alvará on line e do Portal  do Contador, secretário da Segfaz  fala de modernização do setor fazendário pensando ferramentas bem mais modernas.

“Precisamos sair do servidor central em sua forma física, para a ´Nuvem´. Nosso objetivo é migrar nossa estrutura de TI (Tecnologia da Informação) para a Nuvem, termo muito usado atualmente, mas  que poucas pessoas sabem da importância dessa ferramenta para melhorar todo um sistema de intercomunicação. A “nuvem” é um processo tecnológico sob demanda, escalável, confiável e de baixo custo. Estando disponível a qualquer momento e em qualquer lugar. A tecnologia da nuvem gira em torno dos benefícios da migração dos dados  para um datacenter eficiente, escalável e seguro”, comenta o secretário – acrescentando ainda que o  modelo de servidor virtual é um método que oferece uma ótima relação custo/benefício e proporciona facilidade de gerenciar, sendo mais eficiente que um servidor típico. Além, claro de oferecer alto desempenho, e é a opção indicada quando é necessário o nível máximo de processamento.

Equipe motivada

Conversando com equipe de técnicos envolvida no projeto de modernização da Segfaz, observa-se o alto grau de comprometimento de cada servidor.

“Nós acreditamos nesse trabalho, nessa projeção de dotar o setor de arrecadação das melhores opções tecnológicas para que o município passe a ser, em curto espaço de tempo, referência na área”, explica  Guilherme  Soares Franco, Supervisor Fazendário (foto).

Segfaz Guilherme Soares Franco

Comentando a importância da  arrecadação municipal como fator gerador de impactos diretos nos investimentos públicos e nos serviços à população, Guilherme faz observação interessante.

“Se pararmos para pensar no quanto a Prefeitura de Marabá deixou de arrecadar nos últimos 20 anos sem revisão plena das inscrições imobiliárias e mobiliárias, perceberemos o quanto um projeto deste tipo significa do ponto de vista da eficiência administrativa. Além disto, o fato de estarmos comprometidos para que se invista em tecnologias  e novos suportes no processo de cobrança e arrecadação de tributos, tenha certeza que isso promoverá um controle mais preciso e maior transparência à gestão pública”, avalia ele.

Indagado sobre o que mais empolga a equipe da Segfaz diante de desafio tão estimulante,  Guilherme  responde na hora:   – “O espírito de solidariedade entre nós e a visão ética da função que cada um exerce, além da maneira justa com que nosso secretário Dr. Ricardo Rosa toma suas decisões, respeitando o contribuinte e deixando claro não existir aqui dentro de nossas repartições espaço para malfeitos”.

Ricardo Rosa, por seu turno, faz questão de valorizar o espírito de equipe.

“Cada servidor da Segfaz entendeu nossa mensagem de valorização do contribuinte, e trabalha com muita dedicação, seguindo à risca orientação do prefeito Salame de resguardar a honestidade e os atos voltados ao trabalho ético. Nós só conseguimos avançar até agora, graças aos servidores maravilhosos que compõem nossa secretaria”, finaliza.

Jornal Pessoal

Publicado em 27 de fevereiro de 2014

 

Já nas bancas mais uma edição do Jornal Pessoa.

Destaques:

 

1-      Cheia centenária no Rio Madeira

2-      China entra em Belo Monte

3-      Carlos Coimbra: guia e modelo

4-      POLÍTICA

Vale tudo

Os dois grupos que controlam a opinião pública no Pará, os Maiorana e os Barbalho, agem como se seus veículos de comunicação fossem partidos políticos, instâncias do poder institucional ou agência de negócios paralelos. Intimidam os desafetos e ameaçam o concorrente. Mas também se desmoralizam.

 

Empresa fantasma com “filiais” em Marabá, Uruguai e França aplica golpe de R$ 10 milhões

Publicado em 25 de fevereiro de 2014

 

A triangulação societária não deixa dúvidas: Madex – Madeiras para Exportação Ltda foi formatada  para servir de anteparo a transações irregulares, no  mercado de derivados florestais.

No Uruguai, a “gata”  tem outra denominação e composição social.

Registrada como   Guavira S.A , cujo divisão societária de 95%  é destinada a sócio não identificado, o contrato social não consta  nenhum nome que represente a empresa naquele país.

E nem no Brasil.

A trajetória comercial da firma é tocada por procuradores, que têm seus nomes trocados de tempo em tempo,

Os outros 5% da sociedade registrados em nome de Carlos da Costa Borges, brasileiro,  que vem a ser um ex-operador de máquina pesada que trabalhou em  madeireiras regionais.

Sob a égide do contrato social, a  responsabilidade e administração da empresa cabem ao sócio brasileiro.

O sócio uruguaio, dono de 95% das ações,  não tem nenhuma responsabilidade jurídica sobre a mesma.

Em outra ponta das travessuras medonhas do grupo “empresarial” até agora não identificado,  existe a Rinalburg S.A., registrada nas Juntas Comerciais  da França e, também, do Uruguai.

Essa empresa tem  negócios em diversos países da África, inclusive Costa do Marfim e África do Sul.

Há situações em que  um francês, identificado pelo nome de Bruno  Romary se apresenta como  dono da Rinalburg e Madex  -, embora este nome não apareça em nenhum documento da Madex,  Guavira ou Rinalburg.

Autoridades suspeitam da idoneidade dessa denominação, chegando a  insinuar de que o suposto dono das três empresas tenha utilizado indevidamente o nome de um cantor homônimo francês,  Bruno Romary, que nada tem a ver com o personagem misterioso,

Esse moço francês chamado Bruno Romary,  teve suas pegadas identificadas em Marabá, falando em nome da Madex.

Aqui no município, usando a atividade madeireira como foco de suas ações, a Madex deitou e rolou, enquanto teve espaço para  transitar.

As broncas começaram a surgir desde o momento em que  fornecedores passaram a acumular passivos altos em razão do não pagamento de suas vendas à Madex.

Dívidas contraídas pela empresa, no comercio de Marabá, além de outros fornecedores regionais, já passam de R$ 1 milhão.

No início deste ano, um fornecedor de madeiras de Paragominas credor de mais de R$ 400 mil em cheques sem fundos da Madex,  adentrou na sede da empresa, em Marabá,  com pistoleiros e arrestou duas maquina da marca  Dambrozi.

Para que não ocorressem  mais arrestos na marra, o acionista minoritário,  Carlos  Borges deixou a chave do galpão da empresa com o delegado da Cidade Nova.

Este fato tem B.O. na Policia Civil

Há registro, também,   de dividas por sonegação junto à Previdência Social  superiores a  R$ 8 milhões.

A firma deixou de recolher  FGTS de 80  funcionários da empresa,  durante 1 ano e oito meses.

Quando começaram a estourar denúncias  em todos os cantos da atividade irregular da empresa,  Bruno Romary cortou seus contatos com a Madex, ficando toda a responsabilidade dos destemperos  nas costas de Carlos da Costa Borges.

Os funcionários estão sem receber salários de novembro,dezembro, décimo- terceiro, e  parte de janeiro, quando a firma fechou as portas.

Os empregados, no desespero, buscam, na Justiça do Trabalho,  seus direitos.

Advogado constituído pelo grupo de trabalhadores tenta a liberação de  imediato  do FGTS depositado em suas contas, “para que possamos  aguardar  com  alguma tranquilidade, a solução desse impasse, com o reconhecimento de nossos  direitos”, revela um dos empregados

Outra alternativa buscada pelos  ex-empregados é a  venda do galpão onde funcionava a empresa, localizado  à  rodovia Transamazônica, Km 02.

Poster levantou nas quatro varas de Marabá,  o numero de 48 processos  trabalhistas em regime de instrução e condenações

 

Faturamento e evasão de divisas

A venda cruzada da Madex, em todo processo de comercialização, era feita quase exclusivamente às duas empresas do Uruguai e França.

Somente em  2013,  a firma domiciliada em Marabá faturou cerca de R$ 12 milhões, com venda média mensal de R$ 1 milhão, na comercialização de  madeira beneficiada,  embarcada para cliente único, exatamente a Rinalburg S.A, com sede em Rouem  -, cidade onde  Joana D´Arc foi queimada pela Igreja Católica -, na França.

Só que essa venda para a França era cobrada no Uruguai, diretamente à outra Rinalbur, filial com sede no país sulamericano.

Em 2011,  houve um processo na Policia Federal pelo crime de evasão de divisas contra Bruno Romary,  que foi paralisado depois de manobras feitas por advogados.

No mesmo período cujo processo  tramitava, Bruno Romary deixou de vir ao Brasil, temendo a apreensão de seu passaporte.

Os procuradores da Mardex,  normalmente  contadores prestadores de serviço,  recebiam para assinar por uma empresa que desconheciam, assumindo, por isso, responsabilidades que estão lhes dando muita dor de cabeça, atualmente.

Em cartório de Marabá, existem mais de trezentos títulos protestados, em nome da Madex.

O sócio brasileiro da aventura, Carlos da Costa Borges, é quem ficou com a dinamite na mão, já que nesse jogo de espertezas, ele não passa de um “laranja”.

Autoridades que investigam a Madex tem motivos mais que suficientes para desconfiarem da existência de outras transações tenebrosas, por trás da venda de madeira.

Cuidadosos, agentes da Justiça com quem o poster conversou não afirmam categoricamente da possibilidade de uso da estrutura de comercialização de madeira como pano de cortina para encobertar, quem sabe, até o tráfico de drogas.

Essa probabilidade, no entanto, está sendo investigada.

Amanhã, o blog  divulgará sentença do juiz César Lins, decretando o bloqueio de imóvel da empresa Madex comprometido por agiotagem que resultou no desemprego de mais de 80 famílias.

Abaixo, cópia do Contrato Social da Madex

Contrato Madex 1

 

Contrato Madex