Almir Gabriel continua internado em Belém

 

O ex-governador Almir Gabriel continua internado em Belém,  depois de ter asido levado ás pressas a uma Unidade de Terapia Intensiva do hospital Saúde da Mulher, acometido de fortes dores na região do coração.

Apesar de seu estado  se manter controlado por uma equipe de cardiologistas, Gabriel foi orientado a permanecer internado.

Provavelmente, nesta segunda-feira, 1, o ex-governador receba alta, retornando à sua residência.

Mais um factoide envolvendo a Alpa, e a fala de Belchior garantindo a hidrovia

 

 

Faltando uma semana para a eleição municipal, de repente, seguidores da candidatura de Tião Miranda,  fazem circular nota divulgada pela Reuters,  dando conta de que a Vale  teria cancelado as obras da Alpa.

Com a nota ambígua,  a militância do candidato Miranda  tenta fazer crer que a decisão da mineradora seria definitiva, segundo a nota, alegando a retirada do orçamento do PAC a construção da hidrovia.

Por  partes,  analisemos a  “nota estratégica”, que está sendo difundida  com intuito de causar alguma influência no resultado da eleição de Marabá.

A nota inicia assim:

 

1-“As obras de construção da Aços Laminados do Pará (Alpa) estão suspensas porque o governo federal retirou do orçamento do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) deste ano uma hidrovia crucial à siderúrgica, revelaram  autoridades do Pará”

 

Nota do blog:  isso toda a população de Marabá já sabe, e a Vale só espera as obras de derrocagem do rio serem iniciadas para a retomada da construção da siderúrgica, conforme foi amplamente divulgado pelo próprio presidente da Alpa, José Carlos.

 

Voltemos à nota da Reuters:

 

2-“As informações que nós temos é que ela chegou a fazer terraplenagem, chegou a investir alguns milhões de reais, mas resolveram interromper… em função da ausência da obra da hidrovia do Tocantins”, afirmou o secretário de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, David Leal, em entrevista por e-mail.

 A maior produtora de minério de ferro do mundo confirma que aguarda definição da solução logística por parte do governo federal, mas que prossegue com o projeto –uma usina de 3,2 bilhões de dólares e capacidade anual de produção de 2,5 milhões de toneladas de placas de aço, em Marabá.

 

Nota do blog: observem bem a forma  descomprometida como o secretário  de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, David Leal, se reporta sobre o projeto mais importante para o desenvolvimento industrial do Pará.  Ele mostra desconhecer completamente o estágio da obra, fala em valores dos investimentos  sob total desconhecimento de seu montante,  alheio ao que tudo ocorre na área onde, no futuro, se erguerá o maior projeto  indutor de renda, emprego e qualidade de vida.

 

A nota da Reuters prossegue:

 

3-“A Vale atribui a interrupção da terraplenagem a um problema com uma parte do terreno cuja desapropriação foi contestada na Justiça. “Sobre a terraplenagem, a obra foi realizada até onde foi possível, com 85 por cento dela executada, devido ao impasse do lote 11”, diz a mineradora em resposta enviada à Reuters nesta sexta-feira”.

 

Nota do blog: nessa questão, a cidade de Marabá também sabe:  falta o governo do Estado indenizar o proprietário do lote 11, Eduardo Barbosa, a fim de que a Vale, conforme prevê acordo tripartite Governo Federal-Governo do Estado- Vale, possa se apoderar integramente da área, e concluir a terraplenagem.

Enquanto o governo do Estado não indenizar o proprietário, esse problema persistirá.

Prossegue a nota:

 

4- “O secretário de Indústria da Prefeitura de Marabá, João Eufrásio de Alcântara, explica que alguns operários continuam no local fazendo drenagem e conservação do que já foi feito na Alpa, sem, contudo, avançar em obras estruturantes.

“Os demais trabalhos, como revegetação e manutenção de taludes na área, continuam em andamento”, diz a Vale.

Segundo Leal (Davi Leal, secretário  de Indústria, Comércio e Mineração do Pará),  a diretoria da Vale pediu que o governo assinasse um protocolo de intenções se comprometendo com as obras da hidrovia.

De acordo com o secretário do Estado, a mineradora disse que, se o governo assinasse o documento, imediatamente retomaria as obras.

A Vale não comentou o assunto.

O governo federal trabalha para destravar o impasse, mas não vai assinar o protocolo de intenções para a execução das obras da hidrovia como propôs a Vale, afirmou à Reuters uma fonte do governo, que prefere ficar no anonimato.

“Entendemos que esse não seria o procedimento adequado”, afirmou a fonte, ao ser indagada sobre a tentativa da mineradora de ter uma garantia de compromisso do governo sobre as obras.

A entrada da Vale na siderurgia foi um dos pontos de discórdia com o governo que culminaram com a saída de Roger Agnelli da presidência da mineradora. O governo no tempo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a cobrar maior participação da mineradora no setor siderúrgico.

 

Nota do blog:  como a nota espalhada, principalmente nas redes sociais e em alguns blogs, tem claro intuito mais de confundir do que explicar, o blog reproduz a seguir fala da Ministra do Planejamento Mirian Belchior, aquela que tem a chave da liberação de recursos federais, garantindo o início das derrocagem do rio Tocantins a partir de 2013, tão logo o projeto executivo da hidrovia seja definitivamente entregue a Vale pela consultora contratada.

120 pastores da Assembleia de Deus entram na campanha pró-Salame

 

 

Reunidos na sede  da Assembleia de Deus, na Velha Marabá,  cento e vinte pastores da Igreja   oficializaram adesão  à candidatura de João Salame

Reunião ocorreu na noite de quarta-feira, 26, sob o comando do Pastor  Sales Batista.

O diferencial da decisão é que os 120 pastores não apenas anunciaram apoio ao candidato, mas garantiram a ele que entrarão pra valer na campanha, pedindo votos.

Ministro Padilha participa de comício de Salame

 

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou a João Salame que estará participando de comício do candidato da “Mudança Pra Valer”, à noite de sábado, 29. para á ratificar total apoio do governo federal às propostas apresentada por Salame em sua campanha eleitoral.

Padilha deverá falar, especificamente, dos recursos que o Ministério da Saúde disponibilizará para a construção de UPAS, Programa Saúde da Família e apoio a outros compromissos assumidos pelo candidato junto a população de Marabá.

Comício será na Praça São Francisco,  às 20 horas.

Pesquisa Diário do Pará: Salame 45 X Tião 40

 

 

À exceção do chamado BMP, todos os demais institutos vem apontando o candidato João Salame como líder absoluto da campanha eleitoral de Marabá.

O jornal Diário do Pará desta quarta-feira, 26, circula com pesquisa do Ipespe,  empresa do Mestre em Sociologia e Doutor em Ciência Política, Antonio Lavareda, que indica João Salame liderando  a caminhada rumo à prefeitura de Marabá.

Segundo o levantamento do Ipespe, Salame está à frente com 45%.

Tião Miranda, em segundo,  40%; Maurino Magalhães,  5%.

Dentro da margem de erro, a pesquisa Ipespe encontrou os mesmos números da pesquisa Doxa, apontando Salame líder absoluto, rumo à vitória.

Nessa pesquisa, as rejeições de  Maurino (67%)   e de  Tião Miranda (15%)   somam   82%.

Ou seja, a população de Marabá, quase que à unanimidade, quer mudança, quer um prefeito que não se identifique nem Maurino,  nem com Tião.

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Atualização às 17:34

 

Dados da pesquisa:

 

Número Registro da Pesquisa no TRE – PA-00148/2012

Empresa Contratante: Jornal Diário do Pará

Margem de erro:  5% para mais ou para menos.

Empresa Contratada: Ipespe – Instituto  de Pesquisas Sociais, Políticas  e Econômocas

Período de realização da pesquisa:  22 a 24 de Setembro

Número de Entrevistados: 400 pessoas