Açào de Cidadania

Publicado em 28 de novembro de 2008

A equipe do PAC – COSANPA irá realizar uma Ação Cidadania no próximo sábado (29), no Ginásio de Esportes da Folha 16, em Marabá. Na programação, que irá das 8h às 14h, haverá atendimento ao público (COSANPA), emissão de documentos, atendimento médico, palestras educativas sobre trânsito e sobre Meio Ambiente, além da programação de cultura, esporte e lazer, como a apresentação de grupos folclóricos locais.

A Ação Cidadania conta com o apoio Prefeitura de Marabá, das Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social, do Departamento de Trânsito (Detran), da Casa da Cultura de Marabá e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

No último dia 22 de novembro, a Ação Social do PAC – COSANPA abriu sua programação de torneios esportivos com 3 jogos de futebol, nos bairros das áreas Cidade Nova e Nova Marabá. Um deles aconteceu no Estádio Zinho Oliveira, os outros dois no Ginásio de Esportes da Folha 16 (Nova Marabá). As atividades da equipe técnico-social do PAC integram as obras de ampliação e melhoria do Sistema de Abastecimento de Água e de implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário no município. Na programação deste mês, ainda serão realizados mais três torneios de futebol e três de vôlei.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Vale encaçapa mais uma

Publicado em 28 de novembro de 2008

Enquanto a Petrobrás pede merreca emprestada aos bancos públicos, o céu é o limite. Pra Vale:

A Vale informa que fechou o contrato de aquisição da Petroleum Geoscience Technology Ltda – PGT, empresa especializada em exploração e produção de petróleo e gás. A aquisição da PGT está alinhada à estratégia da Vale de investir na produção própria de gás natural para suprir suas operações no Brasil e no exterior, que apresentam grande demanda por este insumo energético. O valor total da aquisição é R$ 15 milhões, a ser pago em parcelas anuais até 2013.
“Estamos adquirindo mais conhecimento em exploração de gás natural e petróleo. O objetivo é ampliar as opções de geração energética na Vale”, afirmou o diretor executivo de Não Ferrosos e Energia, Tito Martins. Criada em 2003, a empresa passará a se chamar Vale Exploração e Produção de Gás Natural – E&P e ficará ligada ao Departamento de Energia.
Desde 2007, a Vale vem investindo em participações em consórcios para exploração de gás natural nas bacias sedimentares brasileiras. A empresa já construiu um portfólio composto por 15 blocos.
Na 9ª rodada de licitações da ANP, realizada em novembro de 2007, a Vale adquiriu direitos de exploração sobre blocos nas bacias de Santos, Para- Maranhão e Parnaíba. Além desses blocos licitados na 9ª rodada, o portfólio comporta ainda participações adquiridas de outras empresas do setor nas bacias de Santos e Espírito Santo.
Em nenhum dos blocos a Vale desempenha o papel de operador responsável pela condução das atividades. Sua participação varia entre 10% e 50% e a seleção dos blocos-alvo foi feita com base no seu potencial para a produção de gás natural.
A partir da aquisição da PGT, a Vale construirá sua equipe própria de profissionais especializados. Os sócios-diretores da PGT permanecerão na empresa e ajudarão a implantar e conduzir os processos exploratórios.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Sem o rapaz da esquina

Publicado em 28 de novembro de 2008

Pra você terminar a semana refletindo, uma crônica da vida real de Bia, a nossa Adelina Braglia:

Soube ontem que o rapaz da improvisada banca de jornais na esquina oposta à da calçada da minha casa havia morrido atropelado.

Eu sentira sua falta nas duas últimas semanas. Era para ele que eu dava geralmente meu quarto bom dia, ao sair de casa. O primeiro é para o filho que sai para o trabalho cedo, o segundo para a dona do bar onde compro meus cigarros, o terceiro para os taxistas da esquina e o quarto, se não encontrasse antes um vizinho, era para ele, que me cumprimentava cordialmente quando eu chegava ao ponto de ônibus. Pensei que sua ausência significasse ter encontrado um ponto melhor para a sua improvisada banca ou uns dias de merecido descanso.

Nunca soube seu nome, nem se tinha mulher, filhos, amigos ou onde morava. Não éramos amigos. Sequer “conhecidos”, mas sua morte me entristeceu. Seu habitual bom dia compunha meu cotidiano.

Neste último quartil de vida onde estou os nascimentos são profícuos: nascem os filhos dos amigos mais jovens e os netos dos amigos da minha idade. Mas, contra a minha vontade, as mortes têm sido recorrentes. Não me refiro agora à do rapaz dos jornais, mas à morte de amigos nos últimos três anos. A “lei natural da vida” começa a fazer-se presente demais. Preferia que ela, como muitas leis não cumpridas, falhasse mais, muito mais.

A cada perda, sempre muito dolorida, passei a rezar noites seguidas – depois que a raiva passa – a oração da serenidade, aprendida nas reuniões dos narcóticos anônimos, para onde retorno cada vez que a humildade se sobrepõe à arrogância e me convenço – pena que às vezes me “desconvença” – da impossibilidade de decidir pelo outro.

Ontem eu não esperei anoitecer. Rezei no ônibus. Pelo rapaz dos jornais e pela minha raiva. E vou transcrever a pequena oração – ou mantra, se preferirem – para quem dela precisar, assim como deixo às vezes músicas e poesias para quem delas precisa, por deleite ou convicção.

Concedei-me serenidade para aceitar o que não posso modificar,
coragem para modificar o que posso
e sabedoria para perceber a diferença

Era uma vez…

Publicado em 28 de novembro de 2008

Secretaria da 1ª Câmara Cível Isolada, do Tribunal de Justiça do Estado, oficiou, nesta sexta-feira, 28, a presidência da Comissão de Licitação do Detran:

Comunico a Vossa Senhoria que decidi conceder o efeito suspensivo ativo ao presente Agravo de Instrumento para suspender a decisão a quo e todos os atos dele decorrentes, e determino a suspensão do Edital de Concorrência Pública para a contratação de serviços de tele atendimento, oriundo do Detran/PA até que seja decidido o mérito do mandado de segurança, pelo Juízo a quo, conforme cópia da decisão em anexo.

A licitação ocorreria exatamente no dia de hoje. Só que, analisando a sua formatação concebida, não podia ocorrer. Não podia.

E a Justiça detectou, a tempo.

Trata-se, em verdade, de feito moralizador há muito exigido nos editais de licitação de alguns órgãos públicos.