Sem bússola

Publicado em 30 de dezembro de 2007

O governo do Estado precisa prospectar, com acuidade, o fluxo de turistas em busca de Salinópolis nas grandes temporadas, advindos, principalmente, do Tocantins, Goiás e Maranhão.

O tráfego de veículos na Belém-Brasília com placas de Goiânia, Palmas, Araguaína, Imperatriz, Açailândia e de outras cidades dos três estados é impressionante. Há trechos em que se registra engarrafamento na BR, normalmente ocupada durante o ano pelo tráfego mais intenso de caminhões.

O poster parou nos três postos da Polícia Rodoviária Federal, existentes em Dom Eliseu, Ipixuna e Mãe do Rio, com objetivo de recolher a medição do tráfego. Não conseguiu. Os agentes rodoviários informam que nunca receberam orientação para proceder tal aferição. De repente, as potencialidades disponíveis dos consumidores de lazer são bem maiores do que se presume sem ninguém saber o que está faltando para atendê-los em sua essência.

Alô, deputados e senadores!

Publicado em 30 de dezembro de 2007

Sugestão para deputados federais e senadores do Estado: façam uma visita aos postos da Polícia Rodoviária Federal implantados nas estradas paraenses. Certifiquem-se de perto como os policiais não tem condição de oferecer qualquer tipo de serviço além das raras fiscalizações pontuais. Falta gente, principalmente gente.

Na tarde de sábado, no posto da PRF de Ipixuna, dois agentes se revezavam no trabalho fazia três dias. Sem descanso.

“Fazendo cair toda chuva que há”

Publicado em 30 de dezembro de 2007

Todo o dia de sábado, 29, entrando noite, foi de intensa chuva, nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Salgado.

Quem pegou carro em Marabá pela BR-222 (antiga Pa-70) rumo às praias do Atlântico, não viu a luz do sol. Água. Muita água.

Eu não sou cachorro, não!

Publicado em 30 de dezembro de 2007

Neste final de ano, minha porção brega aflorou ao assistir o DVD Waldick, produzido pela belíssima Patrícia Pillar. O velho Waldick Soriano, como sempre, sacana e mais cafajeste do que nunca – no bom sentido, claro.

Gravado no Centro Cultural Sesc Luiz Severiano Ribeiro, em Fortaleza, o show bem situado pelas doze câmeras distribuídas pelo pessoal da Anima 1 Produções, não é para quem gosta de merda, não. É coisa boa. Brega, mas boa. Ou pensam que Brega não é bom?!

Num dos bate-papo do making-off, a gente fica sabendo, por exemplo, da participação do maestro Guerra Peixe -, um dos melhores da música pernambucana, apesar de ter nascido no Rio de Janeiro -, na vida do cantor. Comunista conhecido e com militância destemida no Partidão, durante os anos 70, o maestro andou fazendo arranjos para discos de Waldick Soriano, oportunidade em que tentava fazer a cabeça do ídolo da música “brega”. Com seu jeitão desbocado, Waldick conta:

– Ele queria me jogar no comunismo, rapaz. Entendeu? Quase eu entro nessa, já pensou. Não estava mais aqui gravando canções. ( Soltando a risada conhecida)

Com o aval de Patrícia Pillar, o baiano Waldik Soriano, nascido sertanejo em Caitité, ressuscita de longa letargia. Havia parado no tempo parece envolvido com alcoolismo, essas coisas. Para quem gosta de curtir sacadas de ídolos da arte popular, é de rir uma passagem de Soriano, no bate papo:
– Às vezes fico pensando onde estava quando fiz uma musica como essa (“Nostalgia” – horrível, por sinal! Eh eh eh ) Eu tava pensando em quê? Em quem? Por que eu tive tantas mulheres em minha vida… Porque todo homem tem sua ilusão, né? Entendeu? E o poeta, então, ele se apaixona fácil -, viu? -, pelas mentiras das mulheres… Mas todas elas pra mim foram bacanas, eu dei todo amor a elas, elas me deram muito carinho…
O homem, quando ele gosta de uma mulher, ele tem que fazer tudo pra ela.. Ela quer um vestido bonito? Dê! Quer uma jóia bonita? Dê! Entendeu?
Quer, quer, quer, quer? DÊ!!!!! Quer, quer, quer, quer? DÊ!!
Aquele cara que só quer sustentar a mulher com feijão e farinha, não dá, né, véi?
Boca da Quartinha

Publicado em 30 de dezembro de 2007

A mídia de caixinhas afixadas nos postes da cidade espalha-se como cupim em pasto de terra braba. Começou apenas em algumas ruas da Cidade Nova. Depois chegou a Velha Marabá. Na semana natalina, diversas caixinhas passaram a ser vistas espalhadas pelos postes da VP-8, Nova Marabá.

Nem em Sapucaia existe esse tipo de poluição sonora e nos empanturrar com baboseiras diariamente, sem controle.

Tudo a ver com a visão que algumas autoridades têm do futuro de Marabá.