Hiroshi Bogéa On line

TRE exige mudança no nome da Frente pró-divisão

 

 

Uma semana depois de anunciada a denominação da frente que defende a criação do Estado de Carajás (“Frente por um Pará mais forte”), em conversa com um juiz de Direito sobre a campanha plebiscitária, no aeroporto de Belém, ao poster, ele cantou a bola: -“Eu, particularmente, considero essa denominação uma provocação à Justiça Eleitoral, e acho que ela pode levar o TRE a indeferir o seu registro”.

Na avaliação do interlocutor, a expressão estimula o eleitor a ter uma visão emaranhada do processo, confundindo a compreensão dos menos informados.

Não deu outra.

No blog do Ademir Braz, você sabe o que está ocorrendo.

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18 Comentários

  1. Anônimo

    17 de outubro de 2011 - 15:19 - 15:19
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    Eu voto 55, não à divisão, onde foi que eu disse que o povo daqui era inteligente? Que eu saiba eles ajudaram a eleger os que eu citei lá em cima.

  2. Anônimo

    17 de outubro de 2011 - 11:29 - 11:29
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    Ademir, que comentário tolo o seu.

  3. Eu voto 55, não à divisão

    17 de outubro de 2011 - 09:52 - 9:52
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    AH! então ser inteligente para o anônimo das 15:54 é eleger Asdrubal, Maurino, Queiroz, Salame, e ouros que já estão a decadas como políticos representates da região e nunca vizeram nada de concreto para o povo, apenas enganar e muitos dos quais roubar até serem cassados. Faça mil favor! 55 e 55. Não e Não , O Pará ninguém divide!

  4. João Salame

    15 de outubro de 2011 - 18:38 - 18:38
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    Sou daqueles que entende o Judiciário como pilar essencial da democracia. Portanto, prefiro recorrer das decisões judiciais quando me são desfavoráveis e acatá-las quando julgadas em última instância.
    Com todo respeito ao eminente juiz que deferiu sentença contra o nome de nossa frente, intitulada Frente por um Pará mais forte, continuo discordando frontalmente da decisão que, me parece, contaminada por uma avaliação política.
    Ora, o nome que apresentamos não foi para confundir. Ele expressa uma concepção. Nós, que defendemos a criação dos novos estados, avaliamos, com números, que o Pará atual ficará mais forte. Politicamente e em termos de recursos financeiros. Só de Fundo de Participação dos Estados arrecadaremos, na mesma região, cerca de R$ 2 bilhões a mais. Teremos mais força política em Brasília com 9 senadores. Teremos governos mais presentes na mesma área para combater, entre outras coisas, o crime de pistolagem e o desmatamento que ocorre pela quase absoluta ausência de estado. Por isso teremos um Pará mais forte.,
    Que sentido teria propor a criação dos novos estados pra ter um Pará mais fraco? Apesar do passionalismo, da xenofobia, da forma preconceituosa e agressiva que alguns tratam essa questão, vamos continuar batendo na tecla que essa divisão é a única que multiplica.
    A exemplo do que ocorreu em Goiás, onde o Tocantins, parte mais pobre, se desenvolveu e ao mesmo tempo beneficiou o estado-mãe que pulou de 14a para 9a economia do País.
    A exemplo do Mato Grosso, onde a parte rica, o Mato Grosso do Sul, se emancipou e se desenvolveu e a parte pobre, o estado-mãe, cresceu ainda mais.
    É com essa crença que apresentamos a proposta de nome. Nada mudará se o Judiciário impor que troquemos o nome. O faremos. Mas é uma decisão que já reflete a forte carga de preconceito que a tese da criação dos novos estados recebe em todas as esferas do poder em Belém. Inclusive no Judiciário.
    Paciência. Jesus Cristo, Espártacus, Dom Pedro I, Tiradentes e tantos outros foram crucificados ou hostilizados por defenderem teses que estavam à frente do seu tempo; que enfrentavam o status quo e o conservadorismo. Cada qual à sua época tiveram suas idéias consagradas. A elite de Mato Grosso, que não queria a emancipação da parte rica do estado, era unânime contra a divisão. Hoje é unânime em defesa do que ocorreu.
    A história haverá de ser generosa com alguém nessa polêmica. Certamente não será com aqueles que querem impedir a esperança de vencer o medo.

    João Salame

  5. Ademir Braz

    15 de outubro de 2011 - 01:48 - 1:48
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    No meu blog não sai comentário de gente contrária à emancipação. Quem dá espaço ao inimigo, em qualquer guerra, é tolo. Vejam aí os gregos e o cavalo de tróia.
    Ademais, como perder tempo com uma discussão idiota com um sujeito idiota que tem nome de idiota?
    Ora!…

    • Hiroshi Bogéa

      15 de outubro de 2011 - 09:29 - 9:29
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      No meu sai, de quem é contrário e a favor, meu querido. Eh eh eh

  6. Pablo Calixto

    14 de outubro de 2011 - 20:33 - 20:33
    Reply

    TEMOS ORGULHO DE SER CARAJAENSES? fale por você, porque eu nasci em Rondon do Pará e tenho orgulho de ser paraense e ter pais também filhos desse chão! Minha mãe é de São João do Araguaia, meu pai é de Altamira e eles, assim como eu são contra porque,assim como boa parte da população pobre, já sofreram muitos desmandos nas mãos desses que se intitulam “desbravadores”, “defensores do povo”, “geradores de empregos” mas que na verdade ainda se sustentam em um verdadeiro regime de coronelismo e que (com toda certeza do mundo) tende a piorar com a criação desse pseudo-estado, afinal, é um estado todo que será entregue nas mãos destes! E aí? não pode me chamar de belenense maldito ou belenense de merda como vcs costumam fazer com os da capital, vai me chamar de q então? afinal, esse negócio do SIM é um verdadeiro regime em que não se pode nem se manifestar contra que já sofre hostilidades ou coisa parecida. 55

  7. anonimo

    14 de outubro de 2011 - 17:59 - 17:59
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    Andrei Monteiro, para seu governo conheco a Tranzamazonica desde a travessia sobre o rio Araguaia ate chegar a Itaituba (1300 Km) a Br155 antiga Pa – 150 de Belem a Redencao (1000 Km) a estrada que sai de Xinguara ate S. Felix do Xingu, a estrada que sai de Redencao e vai ate Cumaru do Norte, de Redencao a Conceicao e nessa andança conheço cidades que nem sabem se existe um governo do Para,inclusive algumas colonizadas e habitadas por pessoas de descendencia europeia (pele branca e olhos azuis) e nao sao forasteiros que daqui tiram riquezas e mandam para seus lugares de origem,Sao gente que tiveram coragem de vir trabalhar e aqui aplicar os recursos que obtem do seu trabalho nao dependendo do paternalismo do governo do Para inxistente nessas regioes.
    No conceito que voce tem de forasteiro,so nao e forasteiro nesta regiao as pessoas de origem indigena pois inclusive voce no seu conceito nao passa de um forasteiro que age por impulso e nao com a razao.

  8. marcos

    14 de outubro de 2011 - 16:48 - 16:48
    Reply

    Não estamos aqui para discutir a INDEPENDENCIA DE CARAJAS com uma pessoa amarga e que defende Belem ou qualquer outro lugar, vamos mostrar sim a capacidade que os ditos forasteiros de CARAJAS tem de administrar, trabalhar, conquistar e alem de tudo sorrir. Pois ninguem fala em Tapajos, sabem que CARAJAS é rico e que uma vez independente será um ESTADO muito mais rico que o Pará. Peço desculpas a grande populaçao de Belem que vive a margem do sofrimento do abandono por parte do Governo Estadual, porem nos precisamos de ter o nosso Governo. Povo de Belem precisamos de voces para deixar de sofrer, nos ajude a criar um ESTADO onde tenhamos orgulho de dizer: TEMOS ORGULHO DE SER CARAJAENSES.

  9. Andrei

    14 de outubro de 2011 - 16:13 - 16:13
    Reply

    Frustrado? Cara, acho que esse adjetivo serve mais aos forasteiros como vocês, pois sabem que vão tomar uma surra no plebiscito. Eu, junto com os belenenses temos um orgulho fora do comum de fazer parte e ser paraense. Orgulho este que, talvez, vocês nunca vão saber tamanho recalque! Então, querem fazer algo? Saiam de trás desse computador e mostrem a cara ou pelo menos o nome!

  10. Anônimo

    14 de outubro de 2011 - 15:54 - 15:54
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    O povo paraense não é burro? Elege Jader Barbalho, Paulo Rocha, Jatene, etc… Se isso não é ser burro, não sei o que é.

    E esse Andrei é daqueles belemenses frustrados por ver pessoas com mais capacidade que ele ganharem dinheiro aqui.

  11. Edson Morais

    14 de outubro de 2011 - 14:09 - 14:09
    Reply

    Sr. Andrei, coo vc mesmo disse nesse comentário chulo, sobre a mulher que perguntou se vc era do Pará, sabe porque isso, e porque vcs de Belem não tem o mesmo perfil nosso, que de trabalhar e desenvolver a região, não e igual aos Belenenses, se acomodaram, pois tem tudo na mão desde a comida e a divsão, pois nós daqui tivemos que arregarçar as mangas e trabalha, nós não vivemos as custa do governo estadual, (com certesa vc e funcionário publico), não sei se vc sabe mais 85% dos funcionário do estado estão lotados ai na capital, e por isso que não temos saude, não temos educação e etc….
    Vamos colocar a mão na conciencia sofremos muito, com o descaso de todos os govenos que por aqui passaram

  12. Eu voto 55, não à divisão

    14 de outubro de 2011 - 11:46 - 11:46
    Reply

    Dá para perceber a má índole de quem propôs o nome da frente pro-Carajás e quem está por trás desse projeto de divisão do Pará. Querendo enganar as pessoas com essa história de por um Pará mais forte, mas o povo paraense não é burro como muitos dos separatistas pensam e vão dar a resposta nas unas no dia 11 de dezembro 2011. 55 e 55, Não e Não, O Pará ninguém divide!

  13. Andrei Monteiro

    14 de outubro de 2011 - 10:55 - 10:55
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    Te pergunto, eu pelo menos me identifico, e você? O que faz? E, o que tem haver o nome com a minha posição? Quanta besteira nesse comentário, como se tu fosse adivinho pra saber pelo nome quem não é da região! Fala, sério, e o outro, vem com esse papo furado que não conhece, e tu cara? tu conhece tua região ou tu não saí da zona de conforto de Marabá? Vocês são sim forasteiros, lembro quando fui aí uma vez, uma certa senhora me indagou, você é do Pará? Eu respondi: claro, por que não? Ela retrucou dizendo que percebia pelo sotaque. Vejam só, estou no meu Estado e uma senhora de fora vem com um papo furado desse. Vocês de Carajás não tem legitimidade pra exigir uma divisão, e falam tanto do povo de Belém, mas dúvido se conhecem, de fato, a sua região! Daqui a pouco, vão retrucar o Pelé porque se chamava Pelé, vejam só, quanto asneira tenho que ver!

  14. anonimo

    14 de outubro de 2011 - 08:21 - 8:21
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    Andrei Monteiro uma das coisas mais nojentas utilizadas principalmente pelo pessoal de Belem inclusive utilizado pelo falecido governador Helio Gueiros para justificar o nao investimento na regiao e chamar o povo da regiao que nao faz parte da area metropolitana de Belem de FORASTEIROS em tom depreciativo.
    Para seu governo os forasteiros desbravaram esta regiao,desenvolveram e hoje sao tao ou mais paraenses que muitos que aqui nasceram pois vivem aqui a 20,30,40 anos ou mais constituindo familia com filhos que aqui nasceram.Pensamentos como o seu e de muitos governantes do Para levaram este povo a pedir a separacao da regiao que mais tarde ou mais cedo vira a acontecer.Acredito que voce como muitos da parte norte do Estado nem conhecem a regiao e sao contra porque sao contra sem razao ou explicacao.

  15. andrei monteiro

    14 de outubro de 2011 - 08:13 - 8:13
    Reply

    Sim, Andrei (aliás, esse nome não se parece com Nazaré, nem com Raimundo, nem com Ribamar, nem com Plácido, nem com Geraldo, nem com José, nem com Joaquim, nem com Carlos, nem com Manoel, nem com Inácio, nem com Francisco. É Andrei. Mais estrangeiro, impossível. E Monteiro,ainda por cima. Tipicamente português. É mole?).
    Como diria Simão, é mole mas sobe..

  16. Andrei Monteiro

    13 de outubro de 2011 - 21:41 - 21:41
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    Os caras são forasteiros, separatistas e vem com esse papo de por um novo Pará ou Pará forte! Ótima atitude essa! 55 neles!

  17. .........

    13 de outubro de 2011 - 19:40 - 19:40
    Reply

    13/10/2011 – 20h11
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    Após afastamento por fraude, vereadores de Tailândia devem retornar a Câmara

    Há um pouco mais de quatro meses o Portal ORM veiculou denúncias do Ministério Público Estadual contra os vereadores do município de Tailândia. Na época eles foram afastados do cargo por determinação da juíza Aldineia Maria Martins Barros, que acatou a ação civil pública de improbidade administrativa de quase 100 páginas que o MP protocolou denunciado fraudes dos mais diversos tipos na Câmara.

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