Hiroshi Bogéa On line

Só nos 38 municípios

O também advogado Ademir Braz, em comentário ao blog, esclarece a qual espaço geográfico se restringe uma consulta plebiscitária para a criação de novos Estados da Federação:

Vejo os comentários e me desiludo. A emancipação do sul do Pará não pode ser tratada ao sabor de paixões miúdas. Quem é contra deve fundamentar sua contradita; quem é a favor tem a obrigação de se esclarecer.Respondendo aí a um anônimo (um assunto desses, o da criação de um Estado, deveria ser tratado às claras, não assim sob o manto do anonimato), o plebiscito deverá ser feito apenas nos municípios interessados na emancipação, ou seja, naqueles que integrarão a nova unidade administrativa.Não faria sentido consultar, por exemplo, Trairão, a Ilha de Marajó, ou Medicilândia. Em que os afetaria a emancipação?Aos interessados,sugiro dar uma olhada no texto aprovado e no entendimento do STF sobre o assunto.

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12 Comentários

  1. Quaradouro

    15 de junho de 2009 - 14:33 - 14:33
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    Não será por falta de equívocos que seguiremos todos para o brejo (quem dera fora para Brejo Grande, à margem do Araguaia…)
    Não conheço seu Hildebrando (e, pensando bem, nem quero)e estranho inquiná-lo do que quer que seja, como fez um anônimo. Na democracia, os cargos públicos são, em regra, efetivados mediante eleição. Deixem seu Hildebrando se candidatar!…
    Você aí não votou no Jáder, no Almir Gabriel, no Simão Jatene, no Asdrúbal Bentes, no Sr. Couto, no Maurino Magalhães?
    Agora, como Madalenas arrependidas, estão se queixando de quê? Democracia é isso! Vamos criar o Estado e depois a gente vai às urnas ver quem é quem.

  2. Quaradouro

    15 de junho de 2009 - 14:28 - 14:28
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    Paixões, paixões… Baudelaire disse uma vez que precisamos vivem sempre bêbados: de vinho, paixões e ilusões. Pelo visto, prós e contrários ao Estado de Carajás (nome infelicíssimo!) estão todos bêbados, quiçá apenas de paixões. Eu prefiro um bom vinho ou uma boa aguardente.
    Agora, dêem-me uma única razão para continuar sustentando as regiões carentes, em substituição ao dever do Estado. Digam-me, por favor, porque o aqui recolhido na forma de impostos e taxas não retorna ao menos dez por cento da parte do Estado, órgão arrecador, e do governo federal?
    Tristes realidades as nossas… O resto, manos, é perdigoto.

  3. Anonymous

    9 de junho de 2009 - 12:58 - 12:58
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    Ademir, caro poeta, estás enganado, e muito!

    Carajás já!

    Assim, queremos sua contribuição, importantíssima, mas como poeta, tá bom?!

  4. Anonymous

    9 de junho de 2009 - 02:55 - 2:55
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    Isso das 12:48, mas é exatamente porque nós vamos perder alguma coisa que nós (o restop do Estado todo), devemos ser consultados, estas são as regras, até porque, se não for assim a lei será inconstitucional.

    Mas como vc falou de Belém e sua arrogância em relação ao interior do Estado, concordo inteiramente com você.

    Os políticos, principalmente eles, de fato nunca fizeram nada por nós (vocês) aí no interior, e de fato em Marabá, se não fosse a Vale, nunca fariam, mas também, nunca fizeram muito por nós.

    A final, o que é a nossa Bela cidade, senão uma cidade velha, envelhecida sem alternativas, sem direção.

    Por aqui, quem cuida de mudar esta cidade um pouco, é a iniciativa privada e mais ninguém, com alguma pouca colaboração de alguns governos anteriores.

    Se o Estado de carajás, será criado que seja sem rancor, que seja fruto do poder soberando do POVO que nele vive.

  5. petrelli

    8 de junho de 2009 - 15:48 - 15:48
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    Discordo do anonimo das 7:56 PM.
    Só será atingido o estado de carajás.
    Os belenenes estao p… da vida como vc.

    Vao perder a mamata da vale e das riquezas que sustentaram por tanto tempo os caboclos da capital.

    Os politicos corruptos que arrancam votos daqui e aqui nao aparecem jamais.

    Precisamos sim de indepencia, doa a quem doer.

    Se belem perder esta parte do estado vai se livrar de uma dor de cabeça muito grande como eldorado, indios, madereiros, pistolagemn entre outros.

    Belem é quem ganha. Nós somos pra eles a parte podre do estado mas que tambem os sustentamos nas suas obras monumentais para deleite dos belenenses.

    E para nós…

  6. Anonymous

    8 de junho de 2009 - 13:05 - 13:05
    Reply

    O nobre advogado cometeu um deslize no comentário. Um equívoco. É pacífico que o plebiscito é em todo o Estado, já que, ao contrário do que diz o nobre jurista, todos os Municípios são afetados com o desmembramento. Eu voto pelo SIM pelo abandono a que o sul e sudeste do Pará, vive com o comando das pequenas oligarquias de Belém. O Pará tem sido gerido como uma empresa familiar. Entretanto, preocupa-me muito o futuro desse sonho quando se coloca à frente do comitê pela Emancipação, pessoas do calibre de um Rui Hidelbrando. O povo do sul e sudeste começa muito mal representado e novamente pelas escolhas erradas. Dificilmente esse Comitê e esse plebiscito lograrão êxito. E depois vão dizer que pobre não tem sorte. Lamentável.

  7. Anonymous

    8 de junho de 2009 - 09:07 - 9:07
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    E cadê o Ademir ? precisamos da resposta dele sobre a esquisita posição jurídica sobre voto plebiscitário. Que, claro, todos discordam. Ele precisa se explicar sobre pena de colocar em dúvida sua capacidade profissional. Fala pagão!

  8. Anonymous

    7 de junho de 2009 - 23:59 - 23:59
    Reply

    Esses emancipadores são alienadores. Querem até pensar pelos demais.

  9. Anonymous

    7 de junho de 2009 - 22:56 - 22:56
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    O advogado está totalmente equivocado.Todo o Estado deve ser ouvido, pelo simples fato de que o Estado como um todo será atingido.Esta é a jurisprudÊncia pacífica do STF. Deve ter se confundido, o nobre advogado, com desmembramento de Municípios, pois neste caso somente o velho e o que se pretende formar devem ser consultados, assim como os Municípios afetados com a criação e desmembramento do novo Município, ok advogado?
    um abraço.

  10. Petrelli

    7 de junho de 2009 - 15:42 - 15:42
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    Caro Ademir Braz
    Fui eu quem fez o comentario sobre qual regiao ou se em todo o estado seria feito o plebiscito justamente para esclarecer aos outros participantes.

    Quanto ao anonimato acho que é um direito nosso nos mantermos nele, por razoes de seguarança.

    Quanto ao forum na cidade em local publico, acho de grande interesse e nao só em marabá mas em todos as cidades explicando melhor sobre a mudança, que é pra melhor, que nossa regiao terá.

    Realmente nao há como dizer e nem a vc que isto nao irá despertar sentimentos patrioticos regionalizados. Como eu me referi a um colega de belem há algum tempo atras: "Não é pessoal é somente um sentimento de abandono para com a nossa regiao". É tao claro.
    sds,

  11. André Costa

    7 de junho de 2009 - 14:10 - 14:10
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    Sem nenhuma paixão, mas com inúmeras razões, mesmo que meu voto seja o único, voto NÃO.

    As razões são tantas, que não haveria espaço para enumerá-las.

    Também não discordo de quem vota sim. Como bem disse o comentarista, são paixões miúdas. O que são essas paixões e suas origens? Eu posso interpretar o SIM como sendo o voto duma paixão, e pior, desenvolvida em mim pelos outros, já que não sei bem porque estaria votando SIM, se minha vida e a dos demais continuarão do mesmo jeito.

    Se fosse para mudar de verdade, eu votaria sim.

    Mas apenas mudando as coleiras e os cachorros continuando os mesmos, meu voto é não.

  12. Anonymous

    7 de junho de 2009 - 09:14 - 9:14
    Reply

    Discordo do eminente advogado. Não faz sentido, como ele mesmo diz, eu não ser ouvido sobre tirarem de mim um pedaço de meu corpo. Ou faz? sobre não interessar a Trairão, Medicilândia e Marajo, acho que o doutor está surtando. Claro que interessa. Os tributos recolhidos em todo o Estado é dividido proporcionalmente aos municípios do Estado. Todos. Então, como não interessa? Sinceramente, os dito inteligentes, às vezes saem com cada uma…e olhem que moro em Marabá e sou a favor do novo Estado. Mas, daí concordar com essa asneira é assinar um atestado de burrice. E não sou burro.

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