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Plebiscito: 11 de dezembro em todo o Estado

O TSE acaba de aprovar resolução definindo  11 de dezembro  para a realização do plebiscito sobre a criação dos Estados de Carajás e Tajajós.

A regulamentação da consulta  ocorrerá em  agosto através de audiência pública.

Ministros do TSE definiram também  que o plebiscito ocorrerá em todo o Estado.

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Atualização às 23:11

TSE definiu a frase do plebiscito:

Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?

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Atualização às 23:26

 

Está decidido: o Comitê Pró-Carajás  impetrará Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no  STF  contra regras do TS,  para plebiscito sobre divisão do Pará.

Comitê não aceita a decisão do TSE de realizar o plebiscito em todo o Estado.

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18 Comentários

  1. Paulo Henrique Pinheiro Gonçalves Ribeiro

    23 de novembro de 2011 - 10:15 - 10:15
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    Divisão, Não e Não!. O Pará já sofreu com a exploração dos recursos naturais desde o império, levaram nossas riquezas, querem levar nossa terra, nossa história, nossa luta de nossos antepassados que deram seu sangue. O Pará não pode retrogradar.
    Não podemos ser anticívico, antiparaense.
    Paulo Henrique

  2. De Sérgio Pombo

    21 de novembro de 2011 - 09:25 - 9:25
    Reply

    Em 1792 Tiradentes foi condenado à morte por enforcamento e depois teve seu corpo
    esquartejado, salgado e seus pedaços pendurados em postes por mãos que diziam NÃO e NÃO à
    Independência do Brasil, para benefício de uma minoria de nobres e burgueses de Portugal, sob o
    comando de D. Maria, a louca. Hoje, três séculos depois os tempos mudaram, mas não muito
    pois assistimos brasileiros querendo sua emancipação para poder semear e colher seus destinos
    enquanto uma minoria de nobres paraenses capitaneados por duas influentes famílias de
    empresários de comunicação, Maiorana e Barbalho, dizem NÃO e NÃO à emancipação de
    Carajás e Tapajós. Na absoluta falta de argumentos justos e racionais para negar a emancipação,
    sem recair na abominável exploração assumida da coroa Portuguesa, estão nos convocando a
    negar a liberdade de nossos irmãos brasileiros do sul e oeste do Pará pelo simplório argumento
    do NÃO e NÃO, como se fôssemos os imperadores a decidir o destino e a submissão de
    brasileiros que se dispuseram a habitar e desenvolver aquelas regiões. Entretanto, contrariando
    essa minoria, os tempos mudaram e muitos paraenses como eu certamente se negarão a agir
    como os carrascos dos sonhos daqueles brasileiros por dias melhores e não enforcaremos nem
    esquartejaremos seus desejos por mais desenvolvimento pra toda a Região, em detrimento de
    uma minoria que pensa apenas em seu lucro “grande” no Pará pobre. Este é o pensamento de um
    paraense, belemense há cinco gerações, e que continuará a sê-lo depois das emancipações das
    “Minas Gerais” de Carajás e Tapajós. Quem ama liberta! Quem ama deixa crescer! Sérgio
    Pombo.

  3. Sebastião Alves Madeira

    29 de agosto de 2011 - 09:48 - 9:48
    Reply

    Não devemos avaliar este tópico com interesse próprio; deve ser feito uma avaliação em uma visão coletiva e futurística.
    No ano de 1988 eu pude participar da partilha de meu querido Estado de Goiás; tive a oportunidade de ajudar na construção do meu querido Estado do Tocantins; hoje ele é um Estado respeitado e independente.
    Quantas vezes eu participei de discussões contra e a favor de um novo estado ao norte do pais; agora eu sei o quanto foi importante para o Goiás, ter o seu irmão Tocantins independente e resguardado de suas culturas

  4. MAREDU

    21 de julho de 2011 - 00:21 - 0:21
    Reply

    EU VOTO SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

  5. Antonio

    4 de julho de 2011 - 10:26 - 10:26
    Reply

    Agora o mais impressionante é como as pessoas podem acreditar em políticos tão corruptos.
    Parauapebas recebe royalties, Marabá recebe royalties, Canaã recebe royalties Tucuruí e outras cidades pra investirem em infraestrutura, educação e saúde. Mas infelizmente esse dinheiro não é investido e sim desviado, só não me perguntem pra onde, pois nem o TCM e nem o MPE sabem o paradeiro desse dinheiro.
    E a população? Não está nem aí pra isso?
    Então tu ainda acreditas em políticos oportunistas que querem se dar bem as nossas custas?
    Nasci no baixo amazonas e atualmente estou morando no sudeste do Pará
    Por isso e muito mais sou contra a divisão do Pará por saber que ela não vai beneficiar a população.
    No Pará não existe identidade carajaense nem identidade tapajoense, somos paraenses.

  6. Antonio

    4 de julho de 2011 - 10:23 - 10:23
    Reply

    Motivação para se criar o pretenso estado do Carajás.

    Uma parte das pessoas que são a favor são bruscamente etnocêntricas, são pessoas de outros estados e seus descendentes nascidos aqui que odeiam os paraenses ao extremo.
    Outra parte das pessoas que são a favor são totalmente manipuladas por políticos oportunistas que mentem descaradamente que com a criação do Carajás a população do Sul e Sudeste do Pará será beneficiada.
    Ledo engano novamente.
    Aqui a mentira é o absurdo do absurdo.
    Pois eles mentem numa só voz que o estado fica com todos os royalties.
    Quando na verdade a partilha dos royalties ou cfem é feita da seguinte forma:
    12% para a união
    23% para o estado
    65% para o município onde e´ explorado o minério.

  7. Anônimo

    4 de julho de 2011 - 10:15 - 10:15
    Reply

    Motivação para se criar o pretenso estado do Carajás.

    Uma parte das pessoas que são a favor são bruscamente etnocêntricas, são pessoas de outros estados e seus descendentes nascidos aqui que odeiam os paraenses ao extremo.
    Outra parte das pessoas que são a favor são totalmente manipuladas por políticos oportunistas que mentem descaradamente que com a criação do Carajás a população do Sul e Sudeste do Pará será beneficiada.
    Ledo engano NOVAMENTE.
    Aqui a mentira é o absurdo do absurdo.
    Pois eles MENTEM numa só voz que o estado fica com todos os royalties.
    Quando na verdade a partilha dos ROYALTIES ou CFEM é feita da seguinte forma:
    12% PARA A UNIÃO
    23% PARA O ESTADO
    65% PARA O MUNICÍPIO ONDE E´ EXPLORADO O MINÉRIO.

  8. Anônimo

    4 de julho de 2011 - 10:14 - 10:14
    Reply

    A criação de um estado requer identidade cultural, territorialidade e viabilidade econômica.

    Identidade cultural – não tem
    Territorialidade – não tem
    Viabilidade econômica – não tem

    A criação do estado do Tapajós e do estado do Carajás são projetos meramente políticos que visam apenas o enriquecimento das elites e dos políticos locais.
    A diferença entre os dois pretensos estados está na sua motivação.

    Motivação para se criar o pretenso estado do Tapajós.

    Uma parte das pessoas que são a favor querem a todo custo transformar Santarém em uma capital, ora isso só é possível criando um novo estado. Daí a pretensão de se criar um novo estado.
    Outra parte das pessoas que são a favor são totalmente manipuladas por políticos oportunistas que mentem descaradamente que com a criação do Tapajós a população do Baixo Amazonas e Sudoeste do estado do Pará será beneficiada.
    Ledo engano.

  9. radical....

    3 de julho de 2011 - 20:45 - 20:45
    Reply

    CArambas.
    Oh Pará, quanto orgulho é ser filho de um colosso tão belo e tão forte…Juncaremso de flores o teu brilho, do Brasil, sentinela do Norte… E ao deixar de manter o teu brilho, preferimos mil vezes a morte…” Hino Oficial do Estado do Pará. então não vai deixar de manter o brilho, mas que queremos um novo estado queremos.,, e preciso sobreviver, e com o Pará grande não conseguiremos.. por que os governos não dão conta de governar..

  10. Benedicto Arueira

    1 de julho de 2011 - 21:06 - 21:06
    Reply

    que absurdo…
    é lamentável que essas pessoas que votam pelo NÃO contaminem nosso espaço… Mas, realmente, eles tem também o direito de se manifestar.
    Voto SIM e SIM… Somos diferentes, não possuímos os mesmos costumes, embora aqui ou ali, comamos pato no tucupi, tomemos tacaca. Mas é só isso…
    chega de trabalhar e trabalhar, arrecadar e arrecadar e so ver coisas boas pra lá. queremos decidir nosso rumo.
    O Pará não vai perder… quase tudo fica pra lá.
    que tem muito politico aqui que não vale nada… tem!, mas com a criação do estado será possivel ampliar a base politica dando oportunidade para pessoas melhores que não tem chances de disputar com os fortes de Belém e da região metropolitana.

  11. Sentinela do Norte

    1 de julho de 2011 - 17:47 - 17:47
    Reply

    “…Oh Pará, quanto orgulho é ser filho de um colosso tão belo e tão forte…Juncaremso de flores o teu brilho, do Brasil, sentinela do Norte… E ao deixar de manter o teu brilho, preferimos mil vezes a morte…” Hino Oficial do Estado do Pará. MEU VOTO É NÃO A DIVISÃO!

  12. Sentinela do Norte

    1 de julho de 2011 - 17:47 - 17:47
    Reply

    “…Oh Pará, quanto orgulho é ser filho de um colosso tão belo e tão forte…Juncaremso de flores o teu brilho, do Brasil, sentinela do Norte… E ao deixar de manter o teu brilho, preferimos mil vezes a morte…” Hino Oficial do Estado do Pará

  13. Servidor Público-DMTU

    1 de julho de 2011 - 17:43 - 17:43
    Reply

    Meu voto também é NÃO! Viva ao Pará, pois te quero grande e jamais desintegrado.

  14. Waldemar

    1 de julho de 2011 - 17:41 - 17:41
    Reply

    Sou paraense da gema tambem. Moro em Maraba-PARÁ, trabalho em Marabá-PARÁ. Respeito quem chegou aqui, ou seja, o forasteiro, que em sua grande parcela são honestos trabalhadores e engrandecedores da terra. Mas não é com sentimentos e gestos xenofóbicos – por partes dos separatistas – ao Estado Mãe, digo, o Pará, que arvorar-se-á pendão de êxito. Quanto ao discurso descabido de que nossa Capital Belém está longe fisicamente, pensemos na Capital Federal do país – Brasília – que dista mais de 2.000Km de Marabá e do nosso Pará, no entanto, não alimentamos sentimentos separatistas. Quanto ao suplício dos encabeçadores separatistas que pregam distanciamento do Estado e pouca presença deste, pensemos assim mais uma vez: Se o problema têm sido verba e/ou investimenotos, devemos, como cidadãos contribuintes, cobrar inicialmente de nossos representantes em geral e prefeitos de toda região interessada. Cito como exemplo o desvio de milhões de reais dos investimentos da Vale do Rio Doce na Prefeitura de Parauapebas. Cadê o dinheiro? ? E nao pára por ai. Então, comecemos primeiro cobrando daqui, dos prefeitos, os investimentos e recursos. Depois, pensemos se cabe ou não virarmos cabides de empregos a pessoas despreparadas que ensaiam, em grupo de meia duzia – ou uma duzia – verdadeiras sandices.

  15. Gleidson

    1 de julho de 2011 - 17:33 - 17:33
    Reply

    Como tem gente que gosta de ser carregado pelos outros. Infelizmente a população de Belém quase toda sabe que com a divisão eles perderiam o curral de onde eles tem tirado o leite deles. e como a grande parte da população do Pará está localizada na zona metropolitana de Belém, vamos ter praticamente um massacre nos nossos planos de criação do estado de Carajás e Tapajós.

    A democracia nesse caso provavelmente vai tirar o direito de uma população inteira de crescer e ter direito a seus proprios insumos.

  16. Ricardo

    1 de julho de 2011 - 14:23 - 14:23
    Reply

    E eu já decidi meu voto: NÃO!!!

  17. João Dias

    1 de julho de 2011 - 11:19 - 11:19
    Reply

    A vontade e o alcance da Lei.

    “Está decidido: o Comitê Pró-Carajás impetrará Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no STF contra regras do TS, para plebiscito sobre divisão do Pará”.

    “Comitê não aceita a decisão do TSE de realizar o plebiscito em todo o Estado”.

    O TSE, como instância superior no caso concreto, acertadamente e, em conformidade com a vontade e o alcance da lei, interpretou e decidiu aquilo que a lei regulamentadora prevê. Acredito plenamente que, a Corte Suprema, haverá de manter a decisão, fundamentada na mens legis.

    João Dias aragão
    Adv. e PGD em Gestão Pública
    (desde 1954, marabaense da gema)

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