Hiroshi Bogéa On line

O PV do Zé Serra

De repente, coisa chique,  na eleição 2010, é se dizer simpatizante do  PV, o partido da juventude e da Marina.

Em verdade, uma legenda leve e simpática.

Só que esse mesmo partido cujos dirigentes maiores usufruem alguns cargos do governo de São Paulo, concedido pelo então governador José Serra, e com a promesssa de ganhar quatro ministérios numa improvável Presidência da República tucana, defende em seu Programa Partidário a suspensão das atividades siderúrgicas da região de Carajás e  consequente fechamento de milhares de vagas de trabalho e renda no Sul do Pará.

No item F, diz o programa do PV:

“a suspensão de projetos de siderúrgicas de ferro-gusa do programa Grande Carajás, alimentadas a carvão vegetal até que seja encontrada uma solução que minimize seus impactos ambientais”

Para o PV, é mais fácil desempregar pais de família e jovens brasileiros do que sugerir soluções para os problemas advindos do ônus ambiental provocado pela atividade.

Mais: o PV (está lá no programa)  defende o casamento gay, a legalização do aborto, dda maconha e do jogo-do-bicho, além de propor a criação de milícias, o fim da Petrobrás e de Carajás, a redução da maioridade penal, o controle externo da mídia e condena os avanços da ciência e da humanidade, ao pregar a proibição das pesquisas com células-tronco.

Quem duvidr disso, leia aqui o que diz o programa do PV.

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8 Comentários

  1. Anonymous

    12 de outubro de 2010 - 09:28 - 9:28
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    Agora o Brasil tem 20 milhões de ecologistas? que nada, a maioria dos votos da Sra Marina são de ecologistas que deixam a torneira aberta enquanto fazem a barba, que deixam as luzes de suas casas acessas, que tomam banhos de meia hora, que não dispensam o carro para nada, que usam e abusam do ar condicionado, que desmatam e ainda usam de queimadas e por aí vai. O PV está cheio de pessoas que detestam ecologistas de verdade, aqueles que até pouco tempo eram chamados de ecochatos, esses sim são verdadeiros defensores da natureza, agora mesmo lí em um jornal que o PV mineiro tá aproveitando a expressiva votação que teve para filiar mais eleitores, de verdes mesmo, nada. Desde que o PV se meteu a virar partido político sua causa principal já não existe mais, virou partido de aluguel. Agora, que Marina tem que tomar uma posição de que lado ela está, isso tem, e tem que fazer logo, antes que tudo que ela representa vá para o esgoto, se neutra, a considero uma covarde e se for para o lado daqueles que dilapidam o país, sua bela história tende a cair no esquecimento. Marina sai da moita querida! seja mulher de verdade, ajude quem realmente de deu a maior chance de sua vida, a de comandar um ministério por vários anos em um país hoje respeitado no mundo inteiro.

  2. Jesusmar Sousa

    11 de outubro de 2010 - 02:39 - 2:39
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    Sou evangélico e sou contra o aborto. Mas não posso ser contra a democracia. Se for liberado o que poderemos fazer? Orientar mulheres a não fazer expondo os riscos que elas correrão. Até porque, religiosamente falando, não temos o direito de entrar na vida de ninguém. Cada um decida o que quer. A nossa missão é orientar as pessoas sobre a prática e somente.

  3. Anonymous

    11 de outubro de 2010 - 00:11 - 0:11
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    Caro Hiroshi, na verdade, acho, que só quem sente falta do FHC(PSDB) é o Serra.Em 10.10.10, Marabá-PA.

  4. Anonymous

    10 de outubro de 2010 - 22:35 - 22:35
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    Isso é potoca Hiroschi! não vamos desqualificar o debate.

    Fora Serra!!!

  5. Jesusmar Sousa

    10 de outubro de 2010 - 20:49 - 20:49
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    A política é assim mesmo. Como dizem famosos colunistas, antes Marina era uma simples candidata sem crédito e moral alguma. Para surpresa de todos, tornou-se um peso na balança dessas eleições. Esperar para ver. Na minha opinião, ela vai tender à neutralidade, é melhor para a carreira política de Marina.

  6. Anonymous

    10 de outubro de 2010 - 14:41 - 14:41
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    NEUTRALIDADE TEM LADO
    DATAFOLHA: DILMA 54% X SERRA 46%

    51% dos eleitores de Marina já declaram voto em Serra –o que explica o avanço maior do tucano em relação ao 1º turno; 22% preferem Dilma e 18% estão na coluna dos indecisos. Possivelmente esses 18% representem o cacife eleitoral efetivo de Marina; a uma decisão sua, podem decidir a disputa entre a candidata de Lula e o representante da coalizão demotucana. Marina quer tempo para pensar. Enquanto pensa, a direita e a extrema direita avançam agressivamente com o dispositivo midiático e religioso a sua disposição. Marina pode optar pela neutralidade. A neutralidade não para o relógio da história. Com o estreitamento das diferenças, a neutralidade pode decidir a eleição a favor da direita. Mesmo sem escolher, Marina terá escolhido então um lado. Esse é o jogo, Marina; e o segundo tempo já está sendo jogado.
    (Carta Maior; 10-10)

  7. Anonymous

    10 de outubro de 2010 - 02:13 - 2:13
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    O PV tá lotado de paraquedistas que de verdes mesmos só os doláres que escondem debaixo do colchão. O vice de Marina é o dono da Natura e detendor de várias patentes da flora brasileira pra fazer seus perfumes.

  8. Anonymous

    10 de outubro de 2010 - 02:09 - 2:09
    Reply

    Só pra completar essa ladainha de aborto, veja só:
    09/10/2010 – 11h28
    Bergamo: Soninha discorda de Serra e diz ser a favor da descriminalização do aborto

    Coordenadora da campanha do presidenciável José Serra (PSDB) na internet, Soninha Francine disse discordar da posição do candidato sobre o aborto e destacou ser a favor da mudança da lei para descriminalizar o tema, informa a coluna Mônica Bergamo, publicada neste sábado pela Folha (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

    Ela já declarou publicamente que fez aborto. "Toda vez que esse tema entra em pauta, gera reações. E que elas sejam extremadas não é novidade, e não é só no Brasil. Agora, na eleição ele teve mais repercussão do que efeito no resultado. Ele estava presente o tempo todo. Nas primeiras sabatinas e entrevistas, sempre surgem essas pautas de aborto, união civil de homossexuais. As organizações contra a legalização do aborto se manifestam sempre energicamente."
    Segundo ela, o Estado tem que ser laico, mas as pessoas podem ter suas convicções religiosas. "A discussão sobre células-tronco passou por isso. As instituições não têm o direito de impor suas crenças para o conjunto da sociedade. Eu sou budista e não mato nem pernilongo. Mas não vou combater a dengue por isso?"

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