Hiroshi Bogéa On line

O “prôfêsô” FHC esquecido

 

 

Um dia, FHC  pediu aos brasileiros que esquecessem os livros que ele escrevera.

Os brasileiros, em sua maioria, nunca esqueceram, porque não os leram.

Vez por outra, o “prôfêsô”, após ter ficado oito anos na presidência do país, aparece dando “aulas” de gestão pública –  depois de ter quebrado o Brasil.

Ontem à noite, ele voltou à carga.

Agora para “ensinar” os governantes a governarem, criticando-os por não fazerem a reforma política.

Pensa que alguns brasileiros esqueceram que ele nunca moveu um dedo para fazer a reforma andar, quando presidia a Nação.

Falou também sobre Educação, defendendo mais recursos para o setor, ontem, durante a entrevista – certamente depois de ter visto as manifestações pedindo mais dinheiro para a área.

O “prôfêsô” pensa que a gente se esqueceu de que ele criticou o projeto dos royalties, orientando parte da bancada do seu partido a votar contra o projeto que destinava 100% dos recursos arrecadados para a Educação.

O “fessô” esquece de tudo e quer que a gente siga seu exemplo.

 

Post de 

7 Comentários

  1. Luis Sergio Anders Cavalcante

    28 de junho de 2013 - 07:27 - 7:27
    Reply

    Ô Zeca da 30 às 20:13 hs 26/06, discordo quando afirmas que as “privatizações foram necessarias”, Para qual crescimento econômico ? Que melhoria dos serviços públicos ? Ora, os movimentos reivindicatorios estão nas ruas justamente prá cobrar o que afirmas já existir. O Sr. FHC(PSDB) copiou, equivocadamente, o modelo neo liberal criado e desenvolvido pela extinta Margareth Tatcher. Porém, esqueceu que prá desencandear um processo econômico dessa envergadura, é necessario que, políticamente, o país, seja ele qual fôr, tem que estar políticamente maduro e pronto. Pois o que acontece é que o país estará delegando funções precípuas e estratégicas suas(do Estado) e repassando para a iniciativa privada. O caso nosso(brasileiro) é emblemático, principalmente o da Vale. Na Inglaterra o modelo de privatizações das empresas públicas envolvem pouco capital público, a maioria é privado mesmo. Muito diferente daquí. No caso da Vale então…..é de domínio público. Uma das muitas variantes negativas desse tipo de “venda” é justamente o proposital “esquecimento” das responsabilidades do cunho social imputadas às empresas enquanto estatais e relegado ao esquecimento quando privatizadas. Não desconsidero que a Vale, hoje, é norteada pelo seu Conselho de Dirtetores, formado por profissionais com larga experiencia na área de mineração e que, em ultima instancia, definem onde a empresa vai aplicar recursos. Sou a favor da implantação da ALPA e suas condicionantes, porém, tambem devo reconhecer que o “atual momento de crise mundial” na área de mineração é desfavoravel ao empreendimento. Ora, porquê criar e implantar uma siderúrgica verticalizando a produção do minerio “in natura” nesse especial momento quando os experts indicam continuar aplicando em “commodities” ? O preço do minerio usado para fabricação de chapas e tc.. está em queda. Em criando a Alpa(A Vale), iria concorrer – a título de quê ? – com suas próprias clientes como a CSN, ou Bao Steel Corporation internacional. A crise é mundial. Vc. questiona como estaria a Vale hoje caso continuasse estatal. Vou citar só um exemplo : Em sendo estatal, não estaríamos correndo atrás de migalhas para o município. A desculpa principal para a venda de estatais era e é, “cabide empregos”. Ora, quer dizer, que no quadro funcional duma empresa do porte da Vale, não existe/existiam funcionarios capacitados que a fizessem lucrar ? Guardadas as devidas proporções, está aí o caso da Celpa, passando de mão em mão(Grupo Rede, agora Equatorial Energia) gerando lucros que são aplicados em outros estados, além do quê, temos uma da tarifas mais caras de energia elétrica do país, considerando os custos de geração, transmissão, distribuição e manutenção, e que a nossa fonte geradora(Tucuruí) está a menos de trezentos km. Em 28.06.13, Marabá-PA.

  2. ZECA DA 30

    26 de junho de 2013 - 14:34 - 14:34
    Reply

    Na realidade, o que se percebe facilmente é que FHC organizou, em diversos aspectos o Brasil (por exemplo, controlando a inflação, criando uma moeda forte, articulou uma boa política econômica, dentre muitas outras, como a LRF).
    Tudo o que foi construído pelo FHC estar ameado agora. O retorno da inflação, o baixíssimo crescimento econômico (há especialista que afirma que o Brasil não cresce), a institucionalização da corrupção, etc.
    Petrobras em crise! Como será que a Vale não estaria se estivesse na mão desse governo?
    Basta observar aqui em Marabá. A crise está se alastrando.
    Há um sério risco de o Brasil não crescer nada. O que comprovará ainda mais a incompetência do governo petista.
    FHC deixou o país pronto para crescer. Mas hoje, cresce menos do que a Venezuela! Está preste a entrar em recessão!
    Hoje o governo, além de perdoar dívidas bilionárias de outros países, prefere investir Bilhões em construção de estádios e bolsa copa, deixando crianças morrendo nos precários hospitais, como ocorre em nossa cidade.
    As privatizações foram necessárias para promover o crescimento econômico e melhorar a prestação de serviços públicos. Para comprovar isso basta verificar hoje em que patamar se encontram os serviços de telefonia e energia. Talvez não seja o ideal, mas não é nada comparado ao que ocorria antes das privatizações.
    Isso tanto é verdade que o próprio PT promoveu a privatização dos portos, a fim de melhorar a prestação desse serviço essencial para o crescimento econômico, contrariando, como já é corriqueiro, suas ideologias originárias.
    Defeitos, FHC certamente teve no seu governo. Mas, não é nada comparado ao que ocorre em nossos dias, tanto que a população não aguentou mais e foi para as ruas!

  3. apinajé

    24 de junho de 2013 - 22:04 - 22:04
    Reply

    boa noite a todos
    Luis Sergio,permita-me pegar “carona no se raciocínio”,gostaria apenas de acrescentar que,privatizações quando feito dentro de critérios lógicos,não as vejo como um mal,sabemos que muitas estatais no nosso país foram criadas para acomodar compadrinhos de governos passados…o grande erro ao meu ver é o não saneamento de empresas estratégicas,hoje vemos a petrobras deficitária ao ponto de ser suspenso um pagamento de dívida por ordem judicial,sob pena de quebrar-la,pura má gestão.o problema maior é que o governo vende(ou dar) “o filé”e fica com o osso.
    2014 realmente estaremos “encalacrados”nos falta opção.é o que falo constantemente em comentários.a questão não é política partidária,é política de governo.
    o candidato que ganha o pleito,como primeira medida esquece suas promessas,princípios…o que perde, logo em seguida começa a sabotar o vencedor para servir de pseuda alternativa na próxima eleição.
    abraço a todos

  4. Luis Sergio Anders Cavalcante

    24 de junho de 2013 - 16:38 - 16:38
    Reply

    Hiro, a considerar os comentarios postados até o momento : Acho que nem tanto ao mar nem tanto à terra. FHC com seu Ministro da época controlou a inflação, porém, sob sua batuta foram vendidas empresas estatais de cunho estratégico, sendo a principal a VALE. Talvez hoje não estivessemos atrás da Vale pegando migalhas, caso ela continuasse 100% estatal(nela são acionistas BNDES/Bradesco etc…). FHC pegou aula e aplicou os ensinamentos ministrados pela recém falecida Margaret Thatcher, que bolou esse tipo pernicioso de política neo liberal. Quanto ao PT, oposição a FHC, após a vitoria de Lula e mais recentemente a de Dilma, passou a praticar exatamente o que combatia no governo tucano. Ou seja, deixando de lado os partidos de somenos importancia eleitoral que, ao final de Outubro 2.014(eleição) estarão alinhados na oposição e situação, estaremos, enquanto eleitores, naquela “sinuca de bico” entre votar em Dilma(reeleição) ou votar no candidato do PSDB(ñ sabemos quem ainda), sendo que, eleito um outro candidato, continuaremos a assistir aos desmandos ora praticados, pois o PT jogou no lixo sua origem e discursos de combate à corrupção. Em 24.06.13, Marabá-PA.

  5. João dos Prazeres da Costa

    24 de junho de 2013 - 13:20 - 13:20
    Reply

    FHC é um tremendo cara de pau. Andava de joelhos pro FMI: quebrou o Brasil três vezes; inflação altíssima e tanta coisa que estamos pagando hoje como herança. Duvido que o PSDB aceite a proposta de financiamento de campanha eleitoral do deputado petista Henrique Fontana: financiamento público. Eles querem a continuação do financiamento pelos grandes empresas. É claro que o objetivo do PIG de colocar o “príncipe” na TV, começando pela Band, é o início da campanha presidencial tucana de 2014, aproveitando essa onda de manifestações contra os partidos de bandeira vermelha.

  6. Antonio Rosa Junior

    24 de junho de 2013 - 12:13 - 12:13
    Reply

    FHC pode ter muitos defeitos, mas nem de longe chega perto da ignorância do Lula. Quanto ao esquecimento, bem, acho que ele aprendeu com o Lula que não lembra de nada do mensalão e de seus amigos mensaleiros.

  7. Cledson Felipe de Moraes

    24 de junho de 2013 - 10:57 - 10:57
    Reply

    Hiroshi, concordo com seu comentário! E podemos ir além, pois existem milhares de “políticos” que estão se aproveitando das manifestações dessa imensa juventude para tentar se promover politicamente. Novamente estão “remando” a “canoa” (Nação) numa direção contrária ao desejo de nosso povo. Esse FHC é um babaca que desgraçou nossa nação durante 8 anos, e ainda chamou os trabalhadores com idade acima de 55 anos, que exigiam uma reforma previdenciária de vagabundos, sendo que ele FHC aposentou-se com 37 anos de idade! Ele que é um Vagabundo!
    José Cledson
    Est. de Adm. Pública – UFPA

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *