Hiroshi Bogéa On line

Mística e tradição ainda valem muito no futebol

 

 

A diferença dos dois grandes clubes  do Pará àqueles times emergentes, entre os quais destaca-se o Águia de Marabá, está na tradição e no amor que os torcedores devotam por Remo e Paysandu.

Domingo, no Mangueirão, a fé da massa azulina pode ser medida em cada palmo que se percorria nas arquibancadas e cadeiras do estádio.

A tradição e a mística pesaram no resultado final.

Merecidamente, o Remo venceu o segundo turno.

E sua torcida deu aula de como se faz um grande clube de massa.

A foto do Mangueirão com mais de 40 mil torcedores foi enviada ao blog por torcedor remista zoando do poster.

 

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7 Comentários

  1. Telma Christiane

    3 de maio de 2012 - 14:35 - 14:35
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    Querido Hiroshi, ser remista é padecer no paraíso, fiquei emocionada com as fotos e teu post, Salve, Salve Leão de Antonio Baena, o Mais Querido do Norte. Abraços.

  2. Jorge Taiguara

    1 de maio de 2012 - 10:33 - 10:33
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    O Águia ainda é um clube novo, as coisas tem seu tempo de maturação, ainda não aconteceu com o Àguia, a feliz conicidência que ocorreu com o Independente, mas vejam o Independente foi campeão estadual e sumiu, acho que um clube para se firmar precisa de muita rodagem, assim como o Águia tem feito, acumulando experiências, construindo sua história que no futuro o levará a grandes conquistas. Imediatismo não quer dizer constância, Remo e Paissandu são clubes seculares, que durante anos reinaram absolutos, entretanto por questões gerenciais hoje ocupam as divisões inferiores do futebol nacional. De primeira mesmo só a torcida paraense, essa sim tem proporcionado ao Brasil demonstrações de pujança. Povo de Marabá acreditem e ajudem o Águia a se tornar uma grande expressão dofutebol paraense, principalmente ajudem o Águia na suas categorias de base, para que o clube possa planejar seu futuro.

  3. João Dias

    30 de abril de 2012 - 15:52 - 15:52
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    Leão, “Hay que endurecerse, pero sin ‘ganar fuera de campo’ jamás.”

    Assim é que tem que ser: ganhar no campo suando a camisa. Sem essa de Cartola querer mudar as regras do regulamento e dar uma de árbitro.

    Na minha época, não existia o Águia de Marabá mas, o Clube Atlético Marabá (CAM), como morei e estudei em Belém, torcia e continuo torcendo pelo Remo, afinal, não se muda um coração torcedor depois de mais de 50 anos de fidelidade ALVIVERDE e LEONINA.

    Parabéns a todos que fazem do futebol a alegria do povo.

  4. ANONIMO

    30 de abril de 2012 - 15:10 - 15:10
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    Comparar Paysandú e Remo com águia é igual comparar fusquinha c/Ferrari, impossível,em todos os aspectos, o águia sequer torcida tem,não consegue levar mais de 2/3 mil torcedores em jogos com times do seu naipe. Talvez pelo fato do clube sempre ter sido usado por políticos interesseiros em benefício próprio, esse é o mal do clube marabaense, e o pior, nunca ganhou nada,sempre amarela na hora decisiva. Triste sina, é o clube do “QUASE”.

  5. Anônimo

    30 de abril de 2012 - 11:19 - 11:19
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    meu coração remista bate descompassado de tanta felicidade.
    Sou marabaense e não conseguir adotar o águia como meu time do coração.

    • Hiroshi Bogéa

      30 de abril de 2012 - 11:22 - 11:22
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      Das 11:19, é um direito seu torcer pelo clube que mexe com seu coração. Vibre então com o Remo, campeão do segundo turno.

  6. ...

    30 de abril de 2012 - 10:51 - 10:51
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    Belíssima postagem. Tem razão senhor blogueiro. Mas as torcidas deste imenso Pará (seja Remo Paysandu, Águia, São Francisco, São Raimundo e Cametá), não merecem o time que tem. Times que estão nas divisões de baixo do cenário nacional. Essas torcidas merecem times decentes, com direção de primeira e nomes de primeira. Parabéns aos que fazem essas torcidas. Um lamento aos que fazem os times pequenos.

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