Hiroshi Bogéa On line

Entre craques e normais

O craque se diferencia do restante em pequenos detalhes.

Pode ser o craque de futebol. O craque do volante. Qualquer craque.

Foi craque, dá na cara o distanciamento dele em relação ao esportista normal.

Na Fórmula 1, a gente percebe esse perfil na forma destemida e criativa como pilota Fernando Alonso – isso sem falar nas genialidades de Schumacher e Sena, passando agora pelo talentoso Sebastian Vettel.

O craque não reclama nem gela. Passa por cima das dificuldades como um toureiro cercado na arena.

Alonso vem provando essa constatação pilotando o irregular carro da Ferrari.

O impetuoso Felipe Massa está anos-luz distante da genialidade do espanhol.

Aliás, o Brasil precisa parir, urgentemente, um piloto com o mínimo de talento.

Os que temos aí pelejando só sabem mesmo fazer isso: pelejar.

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4 Comentários

  1. Anonymous

    14 de maio de 2010 - 21:47 - 21:47
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    Caro Hiroshi, como o Sr. Olinto, sou saudosista e, penso que, outro Senna, muito difícil. Como dissestes, os que aí estão, são pelejadores e nada mais. Em 14.05.10, Marabá-PA.

  2. Anonymous

    14 de maio de 2010 - 11:18 - 11:18
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    Para um profissional ser "TOP" em qualquer área,além de ter o domínio máximo da parte técnica,tem que ter controle emocional também e isso seu Piquet nunca teve,quase morre em acidente na F-INDY(a imprensa divulgou que foi falha dele),além disso,como manager do seu filho,deixou o rapaz despreparado em todos os aspectos,ir passar vergonha e acabar melancolicamente(simulamdo um acidente)na F-1.Não sou eu que diz isso,toda a imprensa mundial publicou.E o Senna,enquanto correu,quebrou todos os recordes da fórmula,e foi tri-campeão; SÓ ISSO !!

  3. Anonymous

    13 de maio de 2010 - 22:58 - 22:58
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    Eu , e a imprensa especializada isenta , incluímos o Piquet como um dos genios da F1 , há coisas que ele criou para melhor competir (por exemplo , cobrir os pneus com cobertores elétricos para pre-aquecê-los e largar voando ou tirar as marchas intermediárias nas voltas de classificação e aí fazer uma volta mediana e na segunda voar baixo) , foi um brasileiro campeão numa equipe inglesa , com um piloto queridinho do público e imprensa inglesa e mesmo assim ele fez o outro comer poeira.O problema dele é que não posou de bom-moço pra imprensa , principlamente pra rede oficial brasileira e por isso , injustamente , é colocado de lado.
    Com sua boca livre , desancou até o comendador Enzo ferrari na Itália (O comendador tá gagá , rsrsrs). Sou fanzaço dele , do Senna apesar da pose de bom-moço e patrocinado pela Globo (o que sempre me irritou) , Schumacher , Nikki Lauda , Jackie Stewart , Gilles Villeneuve e outros , hj concordo com vc o Alonso é fera , o Vettel uma tremenda promessa , e o Massa um pelejador que vai pra equipes intermediárias ano que vem , e aí ganhar um bom dinheiro como o Rubinho.Agora cada vez vejo menos pois anda muito chata a "carreras"
    Abraços
    Tadeu

  4. OLINTO

    13 de maio de 2010 - 14:13 - 14:13
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    Eu acompanhava a F1 há tempos, desde o primeiro ano que Piquet disputou a primeira corrida competitivamente e perdeu para o australiano Alan Jones, acho que em 1980.

    Naqueles idos tinhamos gênios mesmo, concorrendo entre si. Niki Lauda, Lafitte, Alan Prost, Giles Villeneuve, Mansell,logo depois o grande Senna. Pilotos que nos faziam grudar na poltrona assistindo uma corrida. Nem mesmo o Schumacher, com tantos títulos, não teve com quem concorrer, por isto que os títulos dele, apesar de merecidos, não tiveram tanto brilho. A realidade, Hiroshi, sem querer ser saudosista (e já sendo) é que parece que a Fórmula 1 parou no meio dos anos 90. Brasil, Inglaterra e França precisam de sangue novo e arrojado nesta modalidade tão apaixonante e tradicional do esporte. Abraço!

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