Como a história de Belém foi arrancada do chão diante dos olhos de todos?

Há crimes contra a memória de uma cidade que não acontecem de madrugada, escondidos na penumbra. Eles ocorrem à luz dos faróis, do trânsito intenso, do vai e vem cotidiano — diante dos olhos de todos. E justamente por isso se tornam ainda mais escandalosos. A destruição da antiga calçada de pedras de lioz na avenida Nazaré, em frente à loja

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O anacronismo da cobiça territorial: a insistência do MT contra o Pará

Hiroshi Bogéa – Há litígios jurídicos que desafiam não apenas o bom senso, mas a própria estabilidade institucional da Federação. A insistência do governo do Mato Grosso em reabrir uma disputa por uma área de 22 mil km² pertencente ao Pará — uma extensão territorial equivalente a todo o estado de Sergipe — é o perfeito retrato de uma teimosia política

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TSJ é a 1ª empresa paraense a adotar escala 5×2

“Não estamos reduzindo o trabalho, estamos multiplicando a qualidade de vida e o compromisso da nossa equipe. O Pará não pode mais ficar preso a modelos de trabalho que ignoram a saúde mental. Lucro e dignidade humana não são excludentes; caminham juntos na vanguarda do mercado. A TSJ orgulhosamente dá o primeiro passo.” (Thiago Bogéa, CEO da TSJ)   BELÉM –

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Araceli Lemos, pré-candidata ao Governo: “O Pará tem dinheiro, o que falta é prioridade no povo”

O Blog Hiroshi Bogéa On Line, a partir desta edição, tentará entrevistar os pré-candidatos ao Governo do Estado do Pará, ouvindo suas propostas administrativas e políticas a serem oferecidas ao eleitor paraense durante a campanha eleitoral. A primeira contatada é Araceli Lemos (Psol), que respondeu às perguntas encaminhadas através de sua assessoria de imprensa. Ao longo dos próximos dias, tentaremos ouvir

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Juíza que ganha R$ 117 mil diz que limite a penduricalhos gera ‘escravidão’

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), declarou na recente reunião presencial da 3ª Turma de Direito Penal que a condição financeira da magistratura é “extremamente preocupante” e que, no futuro, a classe pode enfrentar dificuldades para “cumprir suas obrigações financeiras”. “Não temos mais o direito ao auxílio alimentação, nem à gratificação por função de

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