Hiroshi Bogéa On line

Campanha plebiscitária abre fogo

 

 

Enquanto Marabá abre, dia 15 de setembro, a campanha plebiscitária sobre a criação dos Estados de Carajás e Tapajós, com um grande comício, a programação eleitoral de Xinguara anuncia, para o dia 22, “maior carreata” já realizada no município.

A propósito, no sábado, 10, o deputado estadual João Salame (PPS) foi eleito presidente da Frente Por Um Pará Mais Forte.

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Atualização às 14:40

Comentarista  envia comentário ao post Campanha plebiscitária abre fogo:

 

 

Com todo respeito aos que defendem a bandeira da divisão, que é legítimo, não concordo com esse marketing assumido pelo movimento.

Aliais, em última análise só vai prejudicar o próprio movimento.

Que o conteúdo da campanha pelo SIM tenha optado em mostrar que a divisão será benéfica para os três estados novos, é lógico, agora, colocar como nome da Frente que luta é “Por Um Pará Mais Forte” soa, no mínimo, como proselitismo político.

Eu sei que o Duda Mendonça recomendou a estratégia de negação à divisão, mas, daí esse nome, passa uma ideia de puro oportunismo.

Quem defende a favor da divisão não o faz para fortalecer o Pará, embora proponha uma lógica de defesa que nos permita pensar que isso ocorrerá como consequência do processo de separação.

Contudo, o movimento não é pelo Pará, muito menos em sua defesa. Isto posto, ficaria muito mais honesto assumir o movimento em defesa do Estado do Carajás e, obviamente, com os benefícios que se acredita que ocorrerá ao Pará remanescente.

Antes de mais nada é preciso respeitar a inteligência alheia !!

 

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13 Comentários

  1. Marabá

    13 de setembro de 2011 - 14:14 - 14:14
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    Temos o direito de vota SIM 77 para o engrandecimento de nossa região, vamos ter nossa independêcia e não mais ficar debaixo dos propositos de uma meia duzia de gente da capital, que só esta pensando nas mordomias que irão perder com a criação dos novos Estados, temos sim que nos fortalecer e mostrar com dados o que é melhor para nossa gente sejá do Novo Pará,Carajás ou Tapajós. Agora SIM 77 para Melhorar.
    Eu sou Marabaense com muito orgulho, grande parte do povo da capítal nunca gostarão da gente e nunca vão gostar sempre foi assim, esta mentalidade agressiva da parte desta meia duzia de pessoas que não sabem nem onde fica esta cidade Maravilhosa, e nos calassifica de forasterios, forasteiros são vcs que que nunca vieram para estes lados talvez só olhando no mapa consigam localizar o Sul e Sudeste deste Estado. Aqui fincamos nossa bandeira de luta pela criação dos novos Estados Carajás,Tapajós e Novo Pará, sem medo de mudar 77 já

  2. anônimo

    13 de setembro de 2011 - 10:11 - 10:11
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    A República Velha, a Nova República e a República Mineira, Goianiênse, Maranhense, Piauiense, Tocantinense, em defesa de um Pará mais forte?
    A isso chamamos de burguesia, de oligarquia.
    Dividir é rapartir e NÃO se apropriar, subtrair, corromper.
    Digo NÃO e NÃO. 55, 55, 55, 55

  3. Alberto

    13 de setembro de 2011 - 09:40 - 9:40
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    Algumas vezes a comunicação entre pessoas tem ruídos que a tornam incompreensível. Uma vez uma senhora, em uma fazenda, me deu um copo de água. Disse a ela “muito obrigado”, ao que me respondeu “não foi”. Por não ter entendido repeti o “muito obrigado”e ela novamente me disse “Não foi”. Compreendi pois havia racionalidade no que ela estava dizendo, mesmo olhando por outro prisma. Ela não tinha sido obrigada a me dar um copo de água, o fez por gosto.
    Já o “slogan” da frente da criação do Estado do Carajás “Por um Pará mais Forte” para mim não tem essa racionalidade , pois o objetivo em vista dessa frente é a divisão com a criação de Carajás e Tapajós e o “Pará” que remanescerá significará apenas 17% do atual território paraense. Isso me lembra Chacrinha: “Não vim para explicar, vim para confundir”

  4. Paraense com muito orgulho

    13 de setembro de 2011 - 09:28 - 9:28
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    Tenho acompanhado com muita preocupação os argumentos de lideranças separatistas na busca de votos para o “sim”. Dizem em todos os cantos que o novo estado vai fazer melhorar as rodovias ( o principal exemplo), os hospitais, a segurança e por aí vai,,, Ora, entendo que esse argumento é no mínimo um engodo, argumento recorrente de maus politicos em campanha eleitoral tradicional. Se não, vejamos, nossa região conta com 04 deputados federais (Geovani, Zequinha, Wandenkolk e Asdrubal) eleitos todos eles prometendo o que? lembram? . Nossa bancada federal tem 17 deputados, portanto, temos aqui na nossa região 25% dos representantes do Estado no congresso nacional. Vamos à ALEPA: elegemos aqui Tião, Salame, Bernadeth, Parcifal, portanto temos 10% dos deputados paraenses a defenderem nossos interesses, não é? e todos, sem excessão prometeram o que em campanha? lembram? e por que nossas estradas, nossos hospitais, etc. etc. etc… estão como estão? a culpa é só do governo? onde estavam nossos representantes e sua força política que não enxergaram essas necessidades? ora bolas, além de legislar, os parlamentares tem o poder de barganha para garantir prioridades para as suas regiões, e as emendas parlamentares a que cada um tem direito? para onde elas foram? e por que estamos assim tão carentes? será que eles fizeram alguma coisa? acho que não. Mas, de uma coisa eu tenho certeza absoluta. Todos, sem excessão, querem um novo estado que por já estarem no metier saem na frente para concorrerem aos cargos de governador ( heim geovane, heim asdrubal… é bom né?) para o senado, para a câmara federal…etc e tal. E a turminha de vereadores, heim? quantos são por aqui a bradar pelo novo estado? o que fizeram pelas vicinais e pela saude de seus munícipes? lá tambem a força politica deles é enorme. Mas… abrem com a nova unidade muitos cargos de deputados, e aí eles saem na frente, é ruim heim? E prá finalizar: quem está financiando a campanha do novo estado? tem sido publicado que Daniel Dantas, Luiz Pires e Cagliato estão destinando juntos quase 10 milhões de reais. Eles, prá quem não sabe, detem verdadeiras imensidões de terras aqui no sul e sudeste, Mas…os sem terra incomodam pacas. Quem sabe com o novo estado, Geovane ou Asdrubal governador, gente da gente, o nova policia militar não seja nossa aliada prá descer a burduna nesses “invasores”? a nova justiça com os novos desembargadores que eles vão “criar”, não sejam gente nossa? e aí o retorno da grana gasta agora, vem em dobro… E o Povo? que agora é chamado a dizer “SIM”? Bem… o Povo? esse é apenas um detalhe.!!!! Pobre de nós. Reflitamos então. Enquanto é tempo. Abraço a todos. Um Marabaense convenciado de que está prestes a ser enganado. Mas vai lutar pra não ser.

  5. Anônimo

    12 de setembro de 2011 - 23:15 - 23:15
    Reply

    Parabéns para a professora Amarilis.É realmente o que ela diz.Tamanho por tamanho,se a divisão ocorrer,logo logo redividirão.Os políticos que aqui ficarão se tivessem tal qualidade seriam líderes.E são chifrins,chifrins.Pensem meus conterraneos,lembrem um por um na sua memória e vejam se algum pode assumir responsabilidade de tal monta.

  6. Dario dos Anjos

    12 de setembro de 2011 - 18:11 - 18:11
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    “Vicente Cidade” tá coberto de razão, porque chamar a campanha do sim de “Por um Pará mais forte!” se pregam a divisão, deveria ser “Por um Carajás mais forte” e/ou “Por um Tapajós mais Forte” e por ai vai, realmente tão de brincadeira com os verdadeiros paraenses. Muito oportuno e bom o comentário da professora Amarílis Tupiassu, concordo plenamente com ela, em tudo mesmo. Separatismo é sinônimo de mais roubalheiras, mais padrinho políticos, mais tetas, mais gastos da união com novos Estados, que bem poderiam era dar uma baita reciclada em seus viciados políticos, esses verdadeiros coronéis perpétuos que ainda vivem no seculo XIX.

  7. karla Maues

    12 de setembro de 2011 - 17:08 - 17:08
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    Afirmar que o Pará ficará mais forte com a divisão, é no minimo uma falta de respeito para com os paraenses que terão seu estado reduzido para miseros 17,5%. No mapa, foram buscar ate Tucuruí! Os 2,6 bilhoes, a que terão direito, não pagarão as dividas contraidas com os investimentos feitos em todo seu territorio, ja que os estados novos nascerão sem dividas.Como vão manter sua maquina administrativa e fazer investimento se estarão atolados em dividas?As poucas e pequenas industrias e seu rebanho nao gerarão receita suficiente para mante-lo. Parázinho ohhhhh! melhor enterrar logo!
    Aqui no oeste do Pará, em 1765 quando começou essa onda toda, nao tinhamos ideia do nosso potencial energetico. Agora temos! E precisamos brigar por ele! E com toda essa energia e outros projetos que virão com a pavimentação da BR 163 e a ferrovia Cuiabá -Santarem, teremos ate problemas com tamanho progresso que vamos ter. Como diz a competente Evilangela, separados seremos diferentes, unidos seremos iguais. Emancipados, seremos uma nova Belém, favelizada, engarrafada. Ou como Macapa, dependente eterno do Governo Federal. Tocantins está com a saude e educação falidos e repleto de obras inacabadas. Os ricos ora..cada vez mais ricos! Este não é o fim que espero pra Santarém!
    Sul do Pará, rico em minerios, olhinhos brilhando sonhando com os lucros de sua extração e exploração. Separados, teremos um bela cidade, afundada numa briga politica de morte. Quem vai abrir mão dos benessses patrocinado pelas mineradoras e seus royalts milionarios? Os projetos Aline, Alpa empregarão os marabenses? Desde Alice! Depois me digam!
    Temos o livre arbitreo. Se Votar pelo NÃO, teremos mais força para cobrar mais dos atuais politicos . Mas se votarmos SIM, cada um por si. A lei Kandir não vai ser derrubada, muito menos a reforma tributária para nos beneficiar pela produção de energia e minerios.
    A falta de informação selará nosso destino.
    E que venha o plebiscito!

  8. anônimo

    12 de setembro de 2011 - 16:29 - 16:29
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    Folha de São Paulo, a da DITA BRANDA? Galera do 55, do NÃO, por que não juntamos o Brasil em um único Estado/federação? Assim seriam menos políticos roubando, etc, etc…Por que vocês forasteiros aproveitadores dividiram o meu Brasil? Bando de retaliadores

  9. marcos

    12 de setembro de 2011 - 15:50 - 15:50
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    Com todo respeito, eu e minha familia não somos ladrões, oportunistas, nao temos passagem pela policia, somos trabalhadores. Levanto todo dia 06:00 da manha e so deixo de trabalhar la pelas 21:00. Alem de trabalhar muito, tenho mais de 100 pessoas que trabalham para mim ou minha familia. Oportunismo, forasteiro etc, é o que varios politicos de Belem minha amada terra Natal (porem sempre foi minha madastra ruim)
    vem fazer em Marabá encher os olhos de muito com suas “miudezas” estilo: Vou fazer isso, aquilo e aquilo outro”. E no final de três dias vai embora e as poucas obras previstas ainda nao sairam do papel. Mais afinal de contas nao cuidam nem de Belem, como vão cuidar do resto do Estado. Entendo que nada é garantia de nada. Porem a independencia de um País ou de um Estado sempre é Boa. Vejamos o exemplo do Brasil, ou mesmo o exemplo do Tocantins. Vamos acordar pessoal, temos a chance de mudar, de sermos mais forte, de sermos mais independente, de sermos o MAIS PODEROSO ESTADO DO NORTE. Voto 77.

  10. Anônimo

    12 de setembro de 2011 - 14:52 - 14:52
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    EU VOTO SIM 77
    Nossa região vive na calamidade publica, só quem mora aqui sabe a qualidade das escola publicas, da saúde publica da segurança publica. Assim como foi mostrado neste site, no dia 18 de agosto de 2011, os governos estão deixando a Pa-150 (ou BR-155) se acabar. Somos acusados de ladrões como se agente não fosse responsáveis por tudo aquilo que foi construído ao longo da história das regiões sul e sudeste do Pará.

  11. Vicente Cidade

    12 de setembro de 2011 - 14:33 - 14:33
    Reply

    Caro Hiroshi,

    Com todo respeito aos que defendem a bandeira da divisão, que é legítimo, não concordo com esse marketing assumido pelo movimento.

    Aliais, em última análise só vai prejudicar o próprio movimento.

    Que o conteúdo da campanha pelo SIM tenha optado em mostrar que a divisão será benéfica para os três estados novos, é lógico, agora, colocar como nome da Frente que luta é “Por Um Pará Mais Forte” soa, no mínimo, como proselitismo político.

    Eu sei que o Duda Mendonça recomendou a estratégia de negação à divisão, mas, daí esse nome, passa uma ideia de puro oportunismo.

    Quem defende a favor da divisão não o faz para fortalecer o Pará, embora proponha uma lógica de defesa que nos permita pensar que isso ocorrerá como consequência do processo de separação.

    Contudo, o movimento não é pelo Pará, muito menos em sua defesa. Isto posto, ficaria muito mais honesto assumir o movimento em defesa do Estado do Carajás e, obviamente, com os benefícios que se acredita que ocorrerá ao Pará remanescente.

    Antes de mais nada é preciso respeitar a inteligência alheia !!

  12. Eu voto 55, não à divisão

    12 de setembro de 2011 - 12:40 - 12:40
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    Editorial da Folha de S. Paulo chama divisão do Pará de “despropósito”

    No último dia 26 de agosto, a Folha de S.Paulo trouxe em editorial uma reflexão sobre os problemas que serão gerados pela possível divisão do Pará. Chama a separação de “despropósito” e “impropriedade da divisão”.

    Vê-se que um dos principais jornais do Brasil também se une aos que querem que o Pará continue unido.

    Infelizmente esse conteúdo é restrito para assinantes, por isso reproduzimos alguns trechos aqui.

    “Teriam de ser criados do zero novos Executivos, Legislativos e Judiciários estaduais. Mais gastos, sem nenhuma garantia de que seriam eficientes em uma região onde a presença do poder público sempre foi problemática. É mais racional aproveitar o debate suscitado pelo plebiscito para discutir a melhoria da estrutura existente”.

    “A divisão “ad infinitum” não resolve problemas administrativos, como mostrou a proliferação desenfreada de municípios após a Constituição de 1988. Foram criados mais de mil, até que o Congresso impôs limites, em 1996”.

    “Mesmo que aprovada pela população paraense, o que é não é possível antever dada a ausência de pesquisas de opinião confiáveis, a divisão do Pará ainda assim precisaria ser chancelada pelo Congresso Nacional.”

    “O ideal é que os eleitores do Pará reconheçam a impropriedade da divisão de seu Estado. Do contrário, a iniciativa precisa ser barrada pelo Congresso – que, ao aprovar a realização do plebiscito, deu a largada nesse despropósito”.

  13. Eu voto 55, não à divisão

    12 de setembro de 2011 - 12:38 - 12:38
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    Amarílis Tupiassu solta o verbo contra os separatistas

    Com muita sinceridade e audácia, a professora de Letras Amarílis Tupiassu rasga o véu tácito dos virtuais dos projetos de criação dos estado de Carajás e Tapajós e mostra a verdadeira face dos separatistas.

    Por Amarílis Tupiassu:

    Indigna já só a ideia de reduzir o Pará a Belém e Zona do Salgado. Coisa de político-forasteiro mal-agradecido. O cara chega à casa alheia, que o acolhe com hospitalidade, e se revela um aproveitador. Entra, fuça a geladeira, abanca-se no melhor sofá, escancara as portas dos quartos, e a gente sabe: é um folgado. Chora, estremece por seu estado de nascença, enquanto explora e desdiz do Pará, de que só pensa em chupar tudo, até o Estado inteiro, se deixarmos.

    O retalhador do estado (dos outros) chega e se espalha feito água. Abanca-se, invade a cozinha, destampa, tem o desplante de meter o dedo na panela, antes do dono da casa, lambuza as mãos, lambe os dedos. Como nós, os paraenses somos cordiais, ele confunde cordialidade com liberalidade. Vem, vai ficando, mergulha de unhas e garras afiadas em terras e política. Espalhado, o aproveitador, pronto, enriqueceu, encheu a pança. Fez-se fazendeiro, político de muito papo (balofo), o cara de pau. Alguns não dispensam trabalho escravo e agora dão de posar de redentores da miséria do Pará, como se só no Pará houvesse miséria.

    E cadê? Ih, já nas altas cúpulas, armando discórdia, querendo porque querendo dividir o estado do Pará, disque porque é estado imenso e pobre, como se os miniestados brasileiros fossem paradisíacos reinos de felicidade, nenhum faminto sem teto, nenhum drogado, saúde e escola nos trinques, nada de tráfico e exploração de menores. Balela de retalhador! O retalhador (do estado alheio) tem no cérebro sinal de divisão. Só quer dividir, não seu estado, onde o espertalhão não conseguiu levantar a crista. No Pará, não se contenta em ser fazendeirão, explorador de miseráveis.

    Quero um estado pra mim, Assembléia Legislativa, rumas de assessores, Tribunal de Contas com obsceno auxílio-moradia, mesmo que eu tenha casa própria. E o retalhador já quer governar o estado (dos outros), quer reino e magnífica corte própria, algo comum nestas terras brasílicas dominadas por quadrilhas de políticos cara de pau, porque os dignos, vergonha na cara, os que lutam a valer por um Brasil de união, ordem e progresso, estes raros políticos dão uma de éticos e não põem a boca no trombone.

    Não, o Pará não é casa de engorda e enriquecimento de esquartejador da terra dos outros. Mas o pior é que eles se juntam até a certos políticos paraenses, que, em vez de dizer não decisivo e absoluto à divisão, ficam em cima do muro. É que os muristas, paraenses também não são flor que se cheire. Incrível que políticos paraenses admitam o roubo oficial das ricas terras do Pará. Pendurados no muro, os muristas paraenses só pensam na engorda de seus vastos currais e não em defesa e união.

    Sim, quem quer esfacelar o Pará? Deputados de longe que lambem os beiços por se apoderar do Marajó, do Tapajós, de Carajás. Risíveis os argumentos separatistas: A imensidão do Pará impede seu progresso. Nada! Papo de político! É vasta a miséria dos estados pequenos e do Brasil mal governado. Dividir vem da omissão de políticos do Pará, eles em ânsias por suas lasquinhas. Separatista daqui e de fora quer é feudo, castelo, mais poder.

    O mapa do Pará lembra um buldogue. Ele precisa de brio, amor-próprio, rosnar, se quiserem reduzi-lo em retalho. O Pará quer paz e união. Vamos calar os esquartejadores que boiam, do fracasso em seus estados, ao sonho de esfacelar o Pará. Vamos dizer não a mais essa mutreta de político espertalhão.

    Comentário pessoal: destaque-se aqui que político separatista é uma coisa e população comum que está acreditando nesses projetos é outra. Assim como em muitas eleições, a liderança está agindo em interesse propiíssimo e os eleitores fisgados por ingenuidade.

    Abramos os olhos: o que esse território hoje equivalente ao Pará precisa é de políticos melhores, não de mais políticos. Vejamos o Amazonas: a bancada deles no Congresso Nacional equivale a cerca de metade da nossa, mas têm um lobby federal muito mais forte.

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