Réveillon ou a arte de sobreviver à Esperança; salve 2026!
Hiroshi Bogéa – O brasileiro encara a virada do ano não como uma mudança de calendário, mas como um treinamento de sobrevivência de elite. Tudo começa com a superstição. Somos um povo racional até chegar o dia 31; aí, de repente, ninguém ousa passar a meia-noite sem uma cueca amarela (para o dinheiro) ou rosa (para o amor). O resultado é







