Hiroshi Bogéa On line

Bertin debate curtume

O litígio entre ambientalistas e o Frigorífico Bertin não ficou tão evidenciado na primeira audiência pública para discussão da ampliação da capacidade de processamento de carne e couro do Bertin em Marabá. Representantes da IFC, braço financeiro do Banco Mundial, estavam presente.
Os técnicos do frigorífico expuseram o tipo de tecnologia a ser usada no processo de canalização dos detritos e derivados poluentes. Preocupação maior das ONGS é com a qualidade da água a ser jogada no Itacaiúnas e com os impactos do aumento de 100% no número de cabeças de gado abatidas. Hoje são 800 ao dia, até 2009 serão 1.600. Esse boom de pecuária na floresta têm gerado repercussão negativa na mídia, e polêmica entre movimentos sociais e ambientalistas. Questionam que a necessidade de aumento das áreas de pastagem – previsto no projeto aprovado pela IFC – levaria a novos desmatamentos e a outros crimes que historicamente o acompanham na região: uso de mão-de-obra escrava, violência contra trabalhadores e grilagem de terras.

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4 Comentários

  1. Anonymous

    19 de abril de 2009 - 21:39 - 21:39
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    OS FUNCIONÁRIOS DA BERTIN “CURTUME” DE MARABÁ, SÃO TRATADOS COM ESCRAVOS, POIS Ñ TEM BANHEROS,OU SE QUER UM ESPAÇO PARA SEM TROCAREM,ELES TEM Q IR PRA CASA DO JEITO Q ACABAM DE TRABALHAR.
    COM AS ROUPAS SUJAS E COM MAL CHEIRO!
    SEM FALAR DE TEREM QUE TRABALHAR COM SUAS PROPRIAS ROUPAS,POIS NÃO DERÃO OS UNIFORMES,É NEM CALSADOS.

  2. Anonymous

    4 de agosto de 2007 - 01:39 - 1:39
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    Ja soube que o Bertin vai jogar a agua decantada do Curtume no rio Itacaiunas. Agora � que o rio sera morto de vez…

  3. Anonymous

    3 de agosto de 2007 - 18:26 - 18:26
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    Como integrante da ONG Nova Vida, participei da audiência pública do Bertin e considero que a empresa está bem intencionada ao apresentar todos os projetos, estudos e levar, inclusive, a todas as unidades industriais que ela possui no país, dirigentes das organizações sociais e sindicais, para conhecerem como funciona seu controle ambiental. Cremos estar diante de empresários sérios e isso nos alivia.
    Maria Clara
    Marabá

  4. Anonymous

    3 de agosto de 2007 - 17:51 - 17:51
    Reply

    Quando eu leio a imprensa noticiar que as ONGs estão sempre metidas am conflitos, atrapalhando a geraçào de investimentos, tenho vontade de me mudar deste país. Agora mesmo leio que a construção da hidrelétrica de Belo Monte deverá ser novamente retardada por ingerencia dessas organizações… Bom se o Brasil parasse de vez, ficasse todo no escuro pro povo botar esse povo de ONGs pra correr daqui

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