A festa de Lula. E do povo de Marabá

Publicado em 22 de junho de 2010

Lula demorou pouco em Marabá, na abertura da programação de anúncio das obras da Alpa,cuja  solenidade transcorreu em clima de comemoração.

Apenas cinco autoridades discursaram: Maurino, prefeito de Marabá; Roger Agnelli, presidente da Vale; Márcio Pereira Zimmermann, ministro das Minas e Energia; Ana Júlia, governadora; e Lula.

Lula estava emocionado, diante de uma plateia de duas mil pessoas ( cálculos de um oficial da PM), concentradas no km 13 da Transamazônica, próximo a fronteira  Marabá/Itupiranga.

Em comentário descontraído, microfone à mão, o presidente reclamou do forte calor da cidade, em torno de 40 graus, às 15 horas.

Reafirmou sua convicção de que somente com a descentralização da verticalização industrial, o Brasil encontrará seu verdadeiro desenvolvimento.

Roger Agnelli ratificou  a ativação da siderúrgica no final de 2013.

Ana Júlia foi muito aplaudida. Tanto quanto Lula.

O povo de Marabá sabe que ela teve papel importante no processo de amadurecimento e consolidação do Projeto Alpa.

Em qualque canto da cidade, o nome da governadora é citado como uma das principais responsáveis pela consecução das obras da siderúrgica.

Antes de descerem do palanque, Lula, Ana Júlia e Roger Agnelli receberam, cada, uma camisa do Águia de Marabá.

As obras da Alpa já iniciaram.

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atualização:

Durante a presença de Lula a Marabá, o  prefeito Maurino Magalhães foi vaiado por um grupo de professores em greve. Presente somente hoje na cidade, o poster checou a informação junto a quem estava no Km 13 da Transamazônica. O clima entre o prefeito e os educadores está chegando aos extremismos.

Prefeito firmou pé de que não atenderá grande parte das reivindicações da classe que, por seu turno, radicaliza cada vez mais o movimento, exigindo o cumpr-mento de pauta discutida anteriormente com o alcaide.