Cosanpa volta a atender presencialmente

Publicado em 30 de junho de 2020

Nessa segunda-feira (29), seguindo o cronograma de retorno gradual do atendimento presencial, a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) reabriu as lojas da região do Tocantins.

Os municípios atendidos pela Cosanpa na região são: Marabá, Breu Branco, Dom Eliseu, São Félix do Xingú e Santa Maria das Barreiras. As lojas irão funcionar em horário reduzido, de 8h às 14h.

Os atendentes receberam orientações de atendimento para garantir a segurança deles e dos clientes que forem até o local.

Todos deverão usar máscaras, assim como os clientes que só poderão entrar no local com máscaras. Álcool em gel estará disponível para a higienização das mãos, além disso o local terá a limpeza reforçada.

Para evitar aglomeração dentro da loja, os assentos disponíveis serão reduzidos e terá que ser respeitado o distanciamento mínimo de 1,5m.

A campanha de parcelamento das contas dos meses de março, abril, maio e junho segue até o dia 31 de julho.

Os cortes por inadimplência estão suspensos até o dia 15 de julho, por determinação do governo do Estado.

Na primeira semana da campanha, mais de 500 negociações foram feitas nas lojas de atendimento da Região Metropolitana de Belém, na região nordeste do Pará e pelos canais de atendimento online e por telefone da Cosanpa.

A campanha foi pensada para que os clientes que não puderam arcar com as despesas de água por conta das consequências econômicas da pandemia de Covid-19 possam negociar os débitos.

“A situação ficou bem complicada por conta da minha renda. A minha academia fechou e estamos sem renda nenhuma. Por isso, a gente está com toda essa pendência e agora vim resolver da melhor maneira possível”, explicou a empresária Carolina Santos, que procurou uma das lojas na capital paraense.

As negociações podem ser feitas nas lojas de atendimento, pelo site www.cosanpa.pa.gov.br ou pelo telefone 0800 70 71 195.

Mais dois postos de fiscalização para peso de veículos serão ativados em julho na PA-150

Publicado em 30 de junho de 2020

A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) instalará, no mês de julho, duas novas balanças de pesagem dinâmica por eixos de veículos na PA-150.

Uma será implantada no bairro  Morada Nova, mais precisamente na Vila Sarandi, no km 5,5, em Marabá, e outra ficará em Goianésia do Pará, no antigo posto da balança, no km 159,6.

As duas novas balanças se somarão ao equipamento do km 122, no lado esquerdo da rodovia, sentido Tailândia-Moju.

As três estruturas têm capacidade para operar 24 horas por dia, sete dias da semana.

Atualmente, a balança instalada no km 122 da PA-150 funciona apenas no período diurno, em parceria com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa), Departamento de Trânsito do Estado (Detran) e Polícia Rodoviária Estadual (PRE).

Segundo o secretário de Estado de Transportes, Pádua Andrade, a partir da instalação dos novos equipamentos, será necessário que as três balanças funcionem 24 horas por dia, sem interrupção.

Muitos caminhoneiros com excesso de peso acima da capacidade da pista utilizam a PA-150 apenas nos horários que a estrutura não está funcionando para burlar a lei.

“A primeira balança instalada veio confirmar o que já havíamos detectado na prática, com o desgaste prematuro provocado pelos caminhões com excesso de peso na rodovia, que passa por obras de reconstrução em um trecho de 66 km e o restante da PA-150 recebe serviços de manutenção e conservação” , diz Pádua Andrade, titular da Setran – na foto fiscalizando instalação de balança na rodovia.

Relatórios emitidos pelo sistema da primeira balança revelam que, de cerca de 300 veículos que circulam pela PA-150, mais de 60 são flagrados com excesso de peso “e, se não houver um rigoroso sistema de fiscalização, o pavimento continuará sendo comprometido, mesmo com todo recurso investido na reconstrução e conservação e manutenção da rodovia”, alerta Pádua.

Vacina contra Covid pode ser disponibilizada ainda este ano no Brasil

Publicado em 30 de junho de 2020

A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano.

A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

“Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

Segundo ela, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem se mostrado disposta a colaborar.

A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

“O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini.

Ela participou, hoje, 29, de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

Parazão deve ser reiniciado com sede única

Publicado em 30 de junho de 2020

A próxima reunião da Federação Paraense de Futebol (FPF) deve definir o reinício do Campeonato de Futebol.

Encontro deve ocorrer nesta quinta-feira 2.

Na reunião anterior, a maior divergência foi com relação ao calendário.

No entanto, o fato foi amenizado com a perspectiva de que é viável realizar jogos no mês de agosto a com sede única, já praticamente definida que será Belém.

Também não terá público, e o campeonato deve ser concluído em cinco datas – excluindo-se um dos jogos das semifinais.

O Parazão também vai se adequar à nova regra imposta pela Fifa, que permite até cinco substituições.

Outro proposta, observada com bons olhos pelos clubes, é a inscrição de mais 15 atletas. A proposta vai beneficiar o Clube do Remo, que alterou significativamente o seu plantel durante a pandemia.

Também há convergências de que, ao final do Parazão, não haverá rebaixamento de clubes.

No momento, a única equipe matematicamente rebaixada é o Carajás.

O detalhe é que esse acordo considera o acréscimo de dois clubes em 2021.

Dessa forma, o Parazão seguinte seria disputado por 12 clubes.

Para a aprovação de qualquer alteração no regulamento com a competição em andamento, é necessária a unanimidade entre os clubes participantes.

 

Dívidas na Serasa podem ser renegociadas em agências dos Correios

Publicado em 30 de junho de 2020

Desde essa segunda-feira, 29, os devedores com o nome inscrito na Serasa poderão renegociar os débitos atrasados ou negativados em mais de 7 mil agências dos Correios espalhadas por todo o Brasil. Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento.

Segundo a Serasa, a parceria com os Correios é importante para ajudar a parcela da população sem acesso à internet.

O processo é rápido. Basta o consumidor ir à agência mais próxima com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e algum documento oficial com foto e pedir o serviço Serasa Limpa Nome no balcão.

A consulta e a impressão do boleto para o pagamento levarão de dois a cinco minutos.

Esse é o terceiro serviço oferecido pela Serasa nas agências dos Correios.

Atualmente, o cliente também pode verificar a situação do CPF por meio do serviço Meu Serasa e analisar o CPF, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a pontuação na Serasa de terceiros por meio do serviço “Você Consulta”.

A consulta aos dados de terceiros permite proteger o consumidor de fraudes e de prejuízos com quem se deseja fazer uma negociação.

Relançado há quase dois anos, o Serasa Limpa Nome fechou mais de 9,7 milhões de acordos e concedeu mais de R$ 344 bilhões em descontos na plataforma.

Além das agências dos Correios, o serviço de renegociação está disponível no site da Serasa e nos pontos de atendimento da empresa.

Para usar os serviços da Serasa nos Correios, o consumidor precisa pagar taxas de administração.

Cada dívida renegociada custa R$ 3,60.

A impressão da segunda via de boletos custa R$ 2,60 por acordo.

O serviço Meu Serasa, de autoconsulta, custa R$ 14.

O serviço Você Consulta, para análise de dados de terceiros, cobra R$ 21,60.