Viagem Marabá-Belém: expedicionários já estão em Cametá

Publicado em 30 de abril de 2016

Jets atracados em Cametá
Jets atracados em Cametá

 

No segundo dia da  viagem de jetski Marabá-Belém, expedicionários chegaram em Cametá às 17 horas.

Antes, viveram a emoção de percorrer os municípios de Baião e Mocajuba.

O reabastecimento entre Tucuruí e Cametá foi feito em Baião.

Neste domingo, a comitiva deixa o porto de Cametá às 5 horas.

Previsão de aportar em Belém às 11 horas.

Mais uma viagem histórica realizada por um grupo de amantes da natureza e de viagens pelos rios da Amazônia.

Mocajuba 2

Orla de Mocajuba
Orla de Mocajuba
Maio terá bandeira tarifária verde das contas de luz

Publicado em 30 de abril de 2016

Pelo segundo mês seguido, a bandeira tarifária das contas de energia elétrica será a verde, ou seja, não haverá acréscimo na conta dos consumidores.

A bandeira verde que vai vigorar em maio foi definida  pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a agência, entre os fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde estão o resultado positivo do período úmido, que recompôs os reservatórios das hidrelétricas, além do aumento de energia disponível com redução de demanda  e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro, como a hidrelétrica de Belo Monte.

Desde que foi implementado o sistema de bandeiras tarifárias, em janeiro de 2015, até fevereiro de 2016, a bandeira se manteve vermelha (com a cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos). Em março, passou para amarela (com a taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, em abril, a bandeira foi verde.

O sistema é uma forma de recompor os gastos extras com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.

Por exemplo, quando o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas está baixo, por causa da falta de chuvas, é preciso recorrer às usinas termelétricas para garantir a energia necessária para o país.

Como a energia gerada por termelétricas é mais cara, o custo da energia fica maior, e a bandeira tarifária passa a ser amarela ou vermelha. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico, o nível dos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste está atualmente em 57,54% de sua capacidade máxima.

De acordo com a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma de cobrar um valor que era incluído na conta de energia, sem acréscimo no reajuste tarifário anual das distribuidoras. “Com as bandeiras, a conta de luz fica transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente”, informa a Aneel.

Mais uma escola na zona rural é inaugurada

Publicado em 30 de abril de 2016

Escola

Às 10 horas deste sábado, a prefeitura de Marabá estará entregando mais uma escola na zona rural.

Trata-se na Escola   Carlos Marighela,  construída no Assentamento 26 de Março, no km 35 da BR-155, sentido Eldorado dos Carajás, antiga fazenda Cabaceiras.

João Salame estará na solenidade mostrando o que tem feito na área educacional do município, nos últimos três anos.

Vejam imagens do nível de qualidade da escola.

Escola 3

Produção de abacaxi ganha impulso em Marabá

Publicado em 30 de abril de 2016

Emater

Aproximando um ano da entrega simbólica da chave de um caminhão,  no valor de R$ 149.129,00, em noite memorável na Expoama,  a equipe do Escritório Local de Marabá da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) em conjunto com a gerente Leila Micherle e a agrônoma Sheila Patrícia Gomes do Banco da Amazônia – Agência Nova Marabá, visitaram no último dia 25 (segunda-feira) a propriedade da família Soares para reforçar a parceria em favor da agricultura familiar com ênfase na produção de abacaxi.

Desde 2006, a família se estabeleceu no Assentamento Belo Vale, localizado a 18 Km da sede do município de Marabá. Iniciaram as atividades com a produção e comercialização de hortaliças, mas a perspectiva da família era a cultura do abacaxi, que foi implantada naquele mesmo ano, em uma área inicial de 05 ha, atualmente a cultura ocupa 08 hectares da propriedade.

Toda a produção é comercializada no mercado local, nas feiras de Marabá. Com o aumento da produção a aquisição de um caminhão através do Pronaf Mais Alimentos, elaborado pela EMATER e contratado pelo Banco da Amazônia, foi essencial para garantir a comercialização da produção sem a necessidade de atravessadores.

A gerente da agência do Banco da Amazônia da Nova Marabá, Leila Micherle Souza pôde constatar in locu a experiência da família, e não teve dúvidas quanto à viabilidade do projeto elaborado pela EMATER para aquisição do caminhão.

E, no que depender da família, o caminhão será muito bem utilizado, pois pretendem aumentar a produção de abacaxi, limão e ponkã, que hoje juntas ocupam 12 ha e geram uma renda bruta anual de aproximadamente R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais). Além de outras culturas que completam a renda e alimentação da família, tais como o milho, a melancia e hortaliças.

O técnico em agropecuária da EMATER Richardson Mourão constatou que a experiência do Sr. Jovailton e sua família têm influenciado seus vizinhos, pois muitos já estão diversificando a produção, com a implantação da cultura do abacaxi e citros. Além disso, produtores de outros municípios, como Novo Repartimento já adquiriram mudas de abacaxi com Sr. Jovailton e estão diversificando a produção.

A socióloga Franceli Sousa Silva (EMATER) explicou “trata-se de uma experiência inovadora, pois em uma região onde predomina a bovinocultura são raras as experiências de diversificação da produção, especialmente com fruticultura, que tenham êxito em todas as etapas da cadeia produtiva, ou seja, desde a produção até a comercialização”.

Para o engenheiro agrônomo Weberson Rodrigues Rocha coordenador local da EMATER em Marabá “o cultivo do abacaxi fortalece a agricultura familiar no município de Marabá e também na economia local, pois produz e gera renda dentro do município, além de dispor de frutas frescas, produzidas localmente, gerando trabalho e renda”. (Ascom Emater-Marabá)

Exposição abusiva de presos na mídia paraense é colocada em debate

Publicado em 29 de abril de 2016

A Associação de Delegados de Polícia do Pará (Adepol) enviou ao Ministério Público Federal (MPF/PA) pedido de providências contra a exposição abusiva de presos em veículos de comunicação, quase sempre com participação de autoridades policiais.

No documento, a Adepol diz que tal prática é abusiva e deve ser banida do cenário policial paraense. “A grande maioria dos delegados não comunga com essa maneira de procedimento exibicionista”, diz a representação entregue ao MPF.

O assunto foi debatido em reunião nesta sexta, 29 de abril, entre Ivanildo Pereira dos Santos, presidente da Associação e a procuradora regional dos Direitos do Cidadão no Pará, Melina Tostes. A procuradora se comprometeu a estudar o tema e tomar providências diante da flagrante ilegalidade, cometida quase diariamente e exibida para todos no estado do Pará, em programas de televisão, rádio e jornais. De acordo com as leis brasileiras, a pessoa acusada de cometer um crime, qualquer que seja, deve ser processada, julgada e, caso confirmado o crime, condenada rigorosamente. Mas não pode ter sua imagem e intimidade violadas e é dever das autoridades o respeito à integridade física e moral do preso.

“O fato de estar pacificada juridicamente esta questão, entretanto, não significa que não ocorra a exposição pública de presos. Ao contrário, existe e há quem efusivamente a defenda. É uma prática que acontece com naturalidade em todos os cantos do país. E no Pará, com o objetivo agravante de se ocultar uma triste realidade de descontrole governamental no âmbito da segurança pública, capitaneada pelas autoridades plenas desse setor”, diz o documento da Adepol.

O documento ressalta que a proteção dos direitos de imagem do preso não acarreta em violação da liberdade de imprensa, mas exige a adoção de procedimentos mínimos para o trabalho dos jornalistas. A pessoa presa pode consentir com a exposição e conceder entrevistas, e a divulgação de retratos falados ou imagens de pessoas foragidas com ordem de prisão decretada continua sendo possível, desde que devidamente fundamentada.

Os argumentos apresentados pela Adepol ao MPF farão parte de um inquérito civil público que apura a questão.