Hiroshi Bogéa On line

Paralisação da duplicação da Ferrovia Carajás desemprega duas mil pessoas

 

As obras de duplicação da Ferrovia Carajás estão paralisadas.

Motivo: desentendimentos entre a Vale e a construtora Camargo Correa.

O blog apurou que a mineradora estava insatisfeitas com a forma como a Camargo vinha tocando as obras, e o descumprimento de prazos estipulados em contrato.

Cerca de duas mil pessoas receberam rescisão trabalhista, no trecho que vai de São Pedro de Água Branca, no Maranhão, a Carajás.

Como a previsão é de que a Vale necessitará de considerável tempo para contratar outra construtora, em substituição a Camargo,  autoridades dos municípios cortados pela ferrovia começam a ficar preocupadas com as consequência da demissão em massa.

A Estrada de Ferro Carajás tem 892 km e a expansão consiste na duplicação de 625 km de trechos da ferrovia nos estados do Maranhão e Pará.

A nova linha está sendo construída na mesma faixa da linha principal. Além disso, está sendo feita a modernização do sistema de sinalização ferroviária, telecomunicações e energia da EFC.

O projeto faz parte do Programa Capacitação Logística Norte da Vale para o transporte de 230 milhões de toneladas ao ano.

No ano passado, a ferrovia transportou 104 milhões de toneladas.

Para atingir sua meta de crescimento, a companhia está expandindo as estruturas no Terminal Portuário de ponta da Madeira, da Estrada de Ferro Carajás e irá construir um ramal ferroviário de 100 km ligando a mina de Canaã dos Carajás à EFC, em Parauapebas.

A ampliação da ferrovia está sendo feita para atender a demanda da mina de Carajás e, futuramente, o projeto Serra Sul, com capacidade estimada em 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. 

Paralisadas obras de duplicação da ferrovia
Paralisadas obras de duplicação da ferrovia
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7 Comentários

  1. ANTONIO RANIERE MESQUITA CAETANO

    24 de janeiro de 2015 - 07:42 - 7:42
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    Bom dia,

    Alguém sabe qual é a construtora que irá substituir a Camargo Corrêa neste projeto da linha férrea?

    • Greison santos

      23 de abril de 2015 - 18:35 - 18:35
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      No trecho Maranhão construtora Brasil

  2. Valdivino Barbosa dos Santos

    25 de dezembro de 2014 - 19:20 - 19:20
    Reply

    EU VIVO NO PARÁ A MAIS DE 09 ANOS. TRABALHO NUMA EMPRESA DE ÔNIBUS. E ATÉ HOJE NUNCA VI A DEUSA VALE DO RIO DOCE SE PREOCUPAR COM O SOCIAL E BEM ESTAR DO SERES HUMANOS FORA DO SEU PÁTIO DE TRABALHOS E DESENVOLVIMENTOS. PRA ELA SOMENTE O QUE IMPORTA SÃO AS SUAS LEIS E NORMAIS DENTRO DO SEU PÁTIO DE TRABALHO. O RESTO É RESTO.

  3. Antonio Carlos

    26 de novembro de 2014 - 16:36 - 16:36
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    Espero que as empresa emtra em emtedimento da inicio as obras .. sou camargueiro pra onde for mim chama que vou…

  4. Antonio Carlos

    26 de novembro de 2014 - 16:31 - 16:31
    Reply

    Eu nunca passei por uma situação desta.. ser chamado pra trabalhar e depois de 32 dias regitrado ser demitido.tenho familha que depende de mim è final de ano não tem obras .. sempre trabalhei no trechu..não sei o que fazer..precisi de trabalhar…sou Op de comboio.

  5. ted redfield

    14 de novembro de 2014 - 12:38 - 12:38
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    o kiba comeu todo mundo!!!aki em santa rita lataaaaaaaaa!!!!bola pra frente…atras da mae dilma!!!

  6. luciano furtado de aquino

    12 de novembro de 2014 - 21:33 - 21:33
    Reply

    Sou um pai de familia essa paralizaçao quebrou as minhas pernas,por que eu dependia muito desse emprego .é agora o que eu faço.

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