Hiroshi Bogéa On line

Wilson na vitrola & Codornas

Este blog voltará a ser atualizado somente a partir das 15 horas. O poster segue para Belém, depois de intensa quinta-feira na capital do país. A temperatura aqui em Brasília está dentro daquela situação que chamamos de “ideal”, variando entre 20 e 25 graus. Dá pra usar blaser confortavelmente. Na mochila, levo o CD “Telefone é muito pouco…” -, de Wilson Bola, cantor e compositor marabaense enraizado nos estilos Soul/Jazz/Bossa Nova/Reggae com voz parecida com a de Ed Motta. O rapaz possui reconhecida carreira regional, com presença garantida nas exigentes noites de bom gosto brasiliense. O bicho.
CD foi presente do Val André que se fez de cicerone aqui do blogueiro -, gentleman na maior expressão da palavra. Ao lado dele, deu para percorrer os Corredores do Poder e viver um pouquinho a noite gostosa no agradável Bar do Mané, amparados por “algumas” geladinhas e muita codorna frita. Barbaridade!

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12 Comentários

  1. Val-André Mutran

    21 de maio de 2007 - 13:09 - 13:09
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    Ótimo!!! O time so fortalece com o Dr. Giusti.
    Abs a todos.

  2. Quaradouro

    20 de maio de 2007 - 23:05 - 23:05
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    Postei no Quaradouro uma proposta de desenvolvimento regional, incluída aí a cultura, que no tal plano participativo a deputada Bernadete ficou de entregar ao gabinete da governadora.
    Faz uns dez dias, acho, e continuo olhando para um lado e outro, encantado com a indiferença dos leitores e blogueiros interessados na região. Esperava que, pelo menos, os ilustres leitores e colegas me cobrissem de porrada. Mas, qual o quê! Mesmo ruidoso silêncio em torno às críticas feitas por mim em torno do Distrito Florestal para guseiras predadoras e madeireiras falidas e que não inclui uma vírgula sobre educação, saúde, transporte, apoio à produção familiar, estradas e o escambau que faltam na área do DFS Carajás. Achei terrível a ausência das entidades não governamentais, que poderiam também nos ter dispensado daquele documento calhorda que não justificou a perda da oportunidade de se dizer ao governo que há coisas muito mais importantes do que ferro gusa e madeireiras fechadas nesta região.
    Falar pras paredes é o karma de qualquer jornalista (e péssimo espelho da falta de discussão sobre o que nos aflige por inteiro)

  3. hiroshi

    20 de maio de 2007 - 14:22 - 14:22
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    Caríssimos Ademir e Giusti: meu desencanto com relação a Era Sebastianina acho já ficou bem explícita em minhas colocações na coluna do Diário e neste blog. Pessoalmente, sinto repetitivo registrar que o prefeito de Marabá é responsável por tudo o que não se fez na área cultural. Ele não não faz e nem deixa terceiros fazer.
    Conheci o trabalho desenvolvido pelo Centro de Cultura Popular de Marabá, realmente idealizador do FECAM -, que o Tião também teve a genialidade de bater firme ainda na gestão Veloso até sepultá-lo.
    Reeguer o CCPM agora? Ahahahahahah!!! Quem se habilita? Sem incentivo oficial os movimentos de arte não andam, filhotes. E com a cabeça de empresariado que temos, é desgaste certo sair batendo de porta em porta na busca de recursos privados.
    Talvez fosse a hora do Giusti, como um dos expoentes da DS em Marabá, pegar um projeto bem delineado e apresentar ao Edilson Moura, envolvendo tudo: tombamento do mercado municipal com sua transformação em Centro de Artes; institução do Projeto 6/Meia para intercâmbio dos cantores e compositores do Pará, apresentando-se nas cidades pólos, ao cair da noite; ressurreição do Fecam, etc.
    Se por aí for, pode ser que apareça algo de prático.
    Abraços

  4. Quaradouro

    20 de maio de 2007 - 05:37 - 5:37
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    Enrustiu o comentário, feiura?

  5. Wanterlor

    20 de maio de 2007 - 01:10 - 1:10
    Reply

    Gosto de todos, Ed Mota, Mohri, javier e gosto tambem de Brasilia e da codorna do bar do Mané. Não conheço o Wilson Bola e entro na fila com o Ronaldo Giusti.
    Wanterlor Bandeira

  6. hiroshi

    19 de maio de 2007 - 22:28 - 22:28
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    Taí Val, mais um. O Giusti é um cara sensivel e antenado com as artes gerais. Convoca o doutor, moço!

  7. RONALDO GIUSTI

    19 de maio de 2007 - 20:53 - 20:53
    Reply

    Nãos ei como, mas gostaria de participar do projeto do Val André. Dos nomes citados por ele, conheço todos. Antenor Sérvio Dias e Javier (Xaver Santos) foram companheiros meus fundadores do Centro de Cultura Popular de Marabá (CCPM), na primeira metade da década de 80. Muita fente não sabe, mas foi do CCPM a iniciativa de lançar o FECAM (Centro de Cultura Popular de Marabá). Lembro que participaram do CCPM, entre outros, Wada Paz, Maristela Miranda, Nágila Marina, Domingo Cezar e Valdelice. Por razões qu desconheço, o CCPM desapareceu. Não seria o momento de reerguelo?

  8. hiroshi

    19 de maio de 2007 - 12:32 - 12:32
    Reply

    Bota meu nome aí, rapaz. Não posso ficar fora desses movimentos. E deu pra ver de perto o furor que fazes em todos os setores de Brasília. Você não pára, moço.
    Vamos trocar figurinhas.
    Abs

  9. Val-André Mutran

    19 de maio de 2007 - 05:51 - 5:51
    Reply

    Vou precisar de você para a produção de um grande projeto que está sendo desenhado aqui, nesse âmbito de novos valores nacionais.
    Coisa grande Hiroshi! Revolucionário, de modo que estou finalizando a formatação para que possamos apresentar ao Comitê da Câmara das Artes. Conheces?! Nossos afilhados de Marabá. Anote.
    Dauro, Neviton, Pagão, Ricardo Smith, Marcelo Mohri e Antenor Sérvio Dias, bezuntados pelo Javier.
    Topas aderir aos finalmentes?
    Já conversei com o Goya – coordenador do Câmara das Artes, da TV Câmara.
    Me liga que te passo detalhes.

  10. RONALDO GIUSTI

    18 de maio de 2007 - 19:12 - 19:12
    Reply

    Bom, gostando como eu gosto do Ed Mota,certamente apreciarei o Wilson Bola. Não seja egoísta e compartilhe comigo o CD do Bola!

  11. Anonymous

    18 de maio de 2007 - 18:29 - 18:29
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    HB, fazendo inveja hein? Mas deve ter aproveitado bem sua estada na velha Cap, realmente uma das cidades mais gostosas pra se viver.
    Um abraço do Arnaldo L

  12. Anonymous

    18 de maio de 2007 - 17:16 - 17:16
    Reply

    Você falou como bom conhecedor que és da música popular brasileira.Um fim de tardem, clima ameno, um barzinho,os amigos ao som de “Esse papo seu tá qualquer coisa…”
    umótimo final de semana.

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