Hiroshi Bogéa On line

Vergonhosa lixeira

É assim que fica a praia do Tucunaré, grande parte da semana, por cinco razoes básicas:

1- Inexistência de lixeiras suficientes, na extensão do logradouro.

2- Banhistas incivilizados a povoar a praia, sem nenhum compromisso de educação ambiental. Sujos, certamente, até dentro da própria casa.

3- Barraqueiros sem qualquer comprometimento em manter o local saudavelmente higiênico. Os próprios donos de barracas contribuem para a sacanagem.

4- Necessidade de presença rígida da prefeitura, fiscalizando o comportamento medieval de alguns banhistas;

5- E, finalmente, oficializar a aplicação de pesadas penas a quem sujar a praia, começando pelos donos de barracas e barqueiros.

As imagens comprovam que o Pará, principalmente Marabá, está ainda muito distante de se transformar em ancoradouro de demandas turísticas. Quem gasta com turismo não gosta de sujeira. Não mesmo!
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3 Comentários

  1. Quaradouro

    19 de junho de 2008 - 22:19 - 22:19
    Reply

    Caro:
    Chamar de “banhistas incivilizados” aos cagões que anualmente apodrecem a Praia do Tucunaré é uma delicadeza exagerada. Lembre-se de Raimbaud: “Par delicatesse,j’ai perdu ma vie” (por delicadeza eu perdi minha vida).
    Daqui a pouco serão tantos os vergalhões de merda a flutuar entre a praia e a orla que se alguem tentar poderá atravessar o rio sobre eles, sem molhar os pés.
    Nunca vi tantos cagões reunidos em tão pouco espaço. É como se esses espraguejados passassem o ano inteiro estocando bosta para largar durante o veraneio.

  2. Anonymous

    19 de junho de 2008 - 12:23 - 12:23
    Reply

    Hiroshi,
    Muito triste ver essa foto de “nossa” praia.Com aspas mesmo no pronome.Pois não é mais nossa.
    Pertence atualmente a essas pessoas capazes de tamanho sacrilégio.
    Eu disse nossa, pois houve um tempo em que ela nos pertencia, lembra da década de 70, quando a gente ía nadando para a mesma e quando a gente pisava na areia, podia tranquilamente andar às margens do Tocantins, desde a altura do cabelo seco até a Santa Rosa, sem nenhum desvio, tal qual andamos nas prais do litoral brasileiro.
    Hoje, as dragas nos obrigam a não andar na praia e os sugismundos fazem um crime desses.
    Muito triste!
    As 5(cinco) sugestões sugeridas por voce, com certeza, se aplicadas na íntegra, poderia melhorar a situação.
    Caso exemplar de espaço público privatizado sem nenhum controle.
    Um abraço!

    Nilson.

  3. Anonymous

    19 de junho de 2008 - 02:55 - 2:55
    Reply

    É necessário que seja feita pela Prefeitura de Marabá uma forte campanha para educar/conscientizar o cidadão de que ao espaço público deve ser estendida a preocupação com a limpeza dispensada à sua casa.Todos são alvo da sujeira e depende de cada um mudar essa “cultura do menosprezo às coisas públicas”. A pessoa menos educada tem que chegar ao ponto, pelo menos, de se constranger, por exemplo, ao jogar uma lata de cerveja pela janela do carro ou deixar uma lata de refrigerante em um banco de praça.Paralelamente, claro, a Prefeitura deve oferecer as condições para o exercício da educação esperada, com a distribuição de cestos/depósitos pela cidade e a devida e regular coleta do lixo.
    Fala-se que Marabá é uma cidade suja (com razão), mas a sujeira é feita por todos, a responsabilidade é de todos, inclusive do que aqui chega, critica, mas não se envergonha de contribuir para a sujeira jogando, mais uma vez exemplificando, um palito de picolé no chão.

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