Hiroshi Bogéa On line

Valor Econômico pode realizar seminário em Marabá

 

O diretor Regional Norte e Nordeste do Valor Econômico, Carlos Chetto, permanece dois dias em Marabá ultimando contatos para o lançamento, em julho, da Revista Caminhos da Amazônia, mais um projeto editorial do jornal econômico de maior credibilidade do país, que colocará a Região Norte, e seus diferenciais competitivos para atração de novos investimentos, em evidência no cenário econômico nacional e internacional.

Bilíngüe com 60.000 exemplares, encartada nacionalmente no Jornal Valor Econômico, a revista destinará mais dez mil exemplares para distribuição dirigida.

Convidado pelo poster para prospectar contatos na região, Carlos Chetto conversou com empresários sobre a possibilidade do Valor Econômico realizar seminário em Marabá para debater o futuro  pólo metal-mecânico regional.

Carlos Chetto, do Valor Econômico, em Marabá
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1 Comentário

  1. Furação

    12 de maio de 2011 - 22:50 - 22:50
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    Quanta vergonha Hiroshi,
    Vice-Prefeito de Abel Figueiredo juntamente com seu fiel escudeiro “BRITO“ estão outra vez às escondidas por traz de mais uma invasão, agora da fazenda Caracol que está localizada no município de Abel Figueiredo. A propriedade pertence ao Sr. Calixto conhecido como calixtão, um bando de aproximadamente 200 homens fortemente armados já estão acampados às margens da propriedade ameaçando invadir a qualquer momento e fazer a devassa. Lembrando que esse mesmo GRUPO a menos de trinta dias Invadiram a fazenda Gaúcha de 5.000 alqueires, está localizada nos municípios de bom Jesus do Tocantins e Abel Figueiredo. Com menos de uma semana pós invasão ja tem neguinho vendendo lotes de terra de 08 alqueires por apenas R$ 1.500,00. Por traz dessa invasões estão importantes políticos que exploram ilegalmente madeiras nobres de áreas que ainda nem sequer foram regularizadas. Um tipo de madeira mais explorada é a castanheira eles cortam o troco bem baixinho da castanheira e depois enterram, para fugir da fiscalização eles descascam as toras de madeira para burlar a fiscalização durante o transporte.

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