Hiroshi Bogéa On line

Vale o que pesa

O valor de R$ 2,5 bilhões devidos pela Vale a título de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) não recolhida no período de 1991 a 2006, foi divulgado ano passado na coluna do poster no Diário do Pará.
A questão dos Royaltes está pegando. Tem novidades no blog do Val André.

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3 Comentários

  1. Anonymous

    3 de fevereiro de 2008 - 14:32 - 14:32
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    Quem tem como seus principais clientes China e Índia não deve ter “muita” preocupação com questões sociais.

    A VALE sempre foi muito beneficiada pelas políticas públicas!

    A Lei Kandir não deveria ser aplicada a produtos primários não-renováveis.

    O percentual da CFEM tem que ser revisto (majorado).

    Por fim, a aplicação da CFEM dever ser regulamentada e fiscalizada.

    Em Parauapebas os Royalties bancam todo tipo de desmando.

  2. Hiroshi Bogéa

    31 de janeiro de 2008 - 21:15 - 21:15
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    Val, observo que estás acompanhando a fundo essa questão. Que bom, garotão!

  3. Val-André Mutran

    31 de janeiro de 2008 - 16:48 - 16:48
    Reply

    Caro Hiroshi,
    Note que a Vale confirmou que comprará ativos e fará investimentos pesados na Colômbia no valor aproximado de seus débitos tributários em relação ao pagamento de royalties que deve aos municípios que explora.

    Note ainda que a mineradora já concluiu o processo de engenharia financeira para adquirir a anglo-suíça Xstrata (6ª maior mineradora do mundo) por algo aproximado a US$ 90 bilhões.

    Num mundo globalizado em que as escalas desse setor econômico (mineração), são gigantescas e as conseqüências para as comunidades em seu entorno são até agora desastrosas, assim como, para o meio ambiente.

    Pergunta: A Vale acha que essa pendência com o pagamento de royalties que deve e que contestou, desde o teu furo, não arranhará sua imagem diante dos investidores e acionistas?
    Há um artigo do Lúcio Flávio Pinto em que é analisado o subterfúgio da alegação jurídica para recorrer do pagamento a que deve. Justifica uma suposta compensação com transporte etc…

    Ou seja, lari-lari jurídico. A Vale não diz para a opinião pública (seria querer demais, não é mesmo amigo?) que continua como lites consorte como uma das piores empregadoras do Norte. São milhares de dezenas de ações trabalhistas contra ela e contra suas prestadoras de serviço que consideram-na a mais draconiana empresa nacional em contratos de terceirização.

    Nesse mundo globalizado a Vale acha que não está sendo observada e que sua imagem pode ir para o buraco que ela cava para retirar suas comodities?

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