Vale condena interdição de EFC

Publicado em 10 de fevereiro de 2011

Assessoria de Comunicação da Vale emite Nota Pública sobre a interdição da Estrada de Ferro Carajás, em Alto Alegre (MA):

A Vale vem a público expressar sua preocupação com a integridade física de seus empregados que, desde ontem, 9 de fevereiro, são mantidos reféns de indígenas do Povo Guajajara, dentro da aldeia Maçaranduba da Terra Indígena Caru, no interior do Maranhão. São seis empregados que há mais de 20 horas estão retidos. Eles foram capturados durante a invasão dos indígenas à Estrada de Ferro Carajás (EFC), na altura de Alto Alegre do Pindaré, impedindo o tráfego dos trens. A ferrovia foi liberada às 19h06 de quarta-feira, mas permanecem ameaças de nova invasão. Os empregados continuam em poder dos indígenas.

A Vale esclarece que nenhuma das reivindicações dos indígenas é direcionada à empresa. Ao contrário, a Vale está em dia com todas as cláusulas do acordo de cooperação firmado com a Funai em 2007 para apoio àquela comunidade.

A Vale informa ainda que está acionando todos os meios legais para responsabilizar civil e criminalmente os invasores.

A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito. A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito.

Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2011

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Atualização às 20:43

A Vale informa que após cerca de 30 horas, os indígenas do Povo Guajajara da Aldeia Maçaranduba, liberaram todos os seis empregados que eram mantidos reféns desde a tarde de quarta-feira, 9 de fevereiro.

Os indígenas fizeram os empregados reféns durante a invasão da Estrada de Ferro Carajás, em Alto Alegre do Pindaré. A Vale reitera que nenhuma das reivindicações dos indígenas é direcionada à empresa. Ao contrário, a Vale está em dia com todas as cláusulas do acordo de cooperação firmado com a Funai em 2007 para apoio àquela comunidade.

A Vale informa ainda que está acionando todos os meios legais para responsabilizar civil e criminalmente os autores dos delitos.

A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito.