Hiroshi Bogéa On line

Tostão, craque em tudo

Do jeitinho que ele tratava a bola: discrição, charme, talento e toque refinado.

Do mesmo jeito que ele exerce a profissão, dizem, excelente médico.

Tostão, o craque ofensivo que encantou o mundo em 1970, e fez aquela jogada genial pela meia esquerda do ataque canarinho, metendo a bola debaixo da perna do grande Bob Moore, antes do breve lançamento para a assistência de Pelé, à perfeição, pra Jairzinho fuzilar o goleiro Gordon Banks, decretando a vitória  mais dificil, de 1 X 0, contra Inglaterra -,  continua craque,  em tudo o que faz.

De longe, supera todos os comentaristas que se encontram na África do Sul com suas colocações objetivas, e proféticas.

Acompanhem a coluna do genial Eduardo Gonçalves.

N´O Liberal, a coluna de Tostão é diária.  (Aqui, para assinantes)

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2 Comentários

  1. Anonymous

    16 de junho de 2010 - 12:14 - 12:14
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    ESTE SIM É UM VERDADEIRO CIDADÃO BRASILEIRO. PARABÉNS TOSTÃO!

    O texto abaixo foi escrito por TOSTÃO, ex-jogador de futebol, comentarista esportivo, escritor e médico, e foi publicado em vários jornais do Brasil:

    ”Na semana passada, ao chegar de férias, soube, sem ainda saber detalhes, que o governo federal vai premiar, com um pouco mais de R$ 400 mil, cada um dos campeões do mundo, pelo Brasil, em todas as Copas.

    Não há razão para isso. Podem tirar meu nome da lista, mesmo sabendo que preciso trabalhar durante anos para ganhar essa quantia.

    O governo não pode distribuir dinheiro público. Se fosse assim, os campeões de outros esportes teriam o mesmo direito. E os atletas que não foram campeões do mundo, mas que lutaram da mesma forma? Além disso, todos os campeões foram premiados pelos títulos. Após a Copa de 1970, recebemos um bom dinheiro, de acordo com os valores de referência da época..

    O que precisa ser feito pelo governo, CBF e clubes por onde atuaram esses atletas é ajudar os que passam por grandes dificuldades, além de criar e aprimorar leis de proteção aos jogadores e suas famílias, como pensões e aposentadorias.

    É necessário ainda preparar os atletas em atividade para o futuro, para terem condições técnicas e emocionais de exercer outras atividades.

    A vida é curta, e a dos atletas, mais ainda.

    Alguns vão lembrar e criticar que recebi, junto com os campeões de 1970, um carro Fusca da prefeitura de São Paulo. Na época, o prefeito era Paulo Maluf. Se tivesse a consciência que tenho hoje, não aceitaria.

    Tinha 23 anos, estava eufórico e achava que era uma grande homenagem.

    Ainda bem que a justiça obrigou o prefeito a devolver aos cofres públicos, com o próprio dinheiro, o valor para a compra dos carros.

    Não foi o único erro que cometi na vida. Sou apenas um cidadão que tenta ser justo e correto. É minha obrigação.”

    Tostão

  2. Anonymous

    16 de junho de 2010 - 10:40 - 10:40
    Reply

    Ao contrário do que você afirma,Tostão não só NÃO È excelente médico,como sequer exerce mais essa profissão.

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