Ter ou não candidato próprio, eis a questão

Publicado em 5 de agosto de 2013

 

 

“O PT tem obrigação política e plenas condições de apresentar candidato próprio às eleições de 2014. Temos que oferecer uma alternativa contra as elites do Pará. Temos muitos bons nomes, e, se for vontade majoritária do partido, o meu nome está à disposição’’.

 

Declaração é do deputado federal Cláudio Puty (PT), ao lançar, oficiosamente, seu nome à disputa pelo governo do Estado.

Hoje, pela manhã, o poster  ouviu duas lideranças do Partido dos Trabalhadores, opostos da corrente interna a qual pertence Puty, a DS.

Ambos consideram genuíno o interesse do parlamentar entrar na disputa. “Só que ele não  une o partido, é tido, por muitos, como um dos responsáveis pela desagregação do governo Ana Júlia”, disse um dos petistas.

Os dois aceitaram emitir ponto de vista, desde que suas identidades ficassem no anonimato, alegando condição de interlocutores nas instâncias superiores da legenda.

Pelo celular, um deles diz que o partido terá que usar a sabedoria “para não ser engolido pelos acontecimento”, priorizando o futuro da legenda, “e não anseios particulares”.

Sobre  a versão corrente da existência de uma possível negociação entre setores  do PT e o PMDB. de apoio às candidaturas  de Helder Barbalho (Governo) e Paulo Rocha (Senado),  uma das fontes foi incisiva:

– Não existe nada disso. Quem tem experiência em política sabe que ninguém faz acordos assim com tanta antecedência. O PT discutirá seu futuro, e o da política paraense, priorizando a disputa para a presidência da República. Esse é o ponto comum.