Hiroshi Bogéa On line

Suposto criminoso do prefeito de Tucuruí já matou cerca de vinte pessoas.

A Polícia Civil apresentou, nesta terça-feira (05), um dos envolvidos na morte do prefeito de Tucuruí, Jones William, em julho deste ano. Bruno Marcos de Oliveira (foto), 22 anos, foi detido na madrugada de hoje no Aeroporto Internacional de Belém, tentando fugir para São Paulo.

Ele usava documentos falsos em nome de Anderson Nascimento.

A operação foi comandada pela Polícia Civil do Estado.

De acordo com a Polícia Civil, Bruno comete homicídios desde os 16 anos de idade e tem envolvimento em pelo menos 20 mortes.

Ele tinha mandados de prisão já expedidos pela morte do prefeito de Tucuruí, além do assassinato de um empresário, no município de Itaituba, e outro em Sergipe.

Segundo a polícia, Bruno foi indicado como suspeito da morte de Jones William após a checagem de imagens de câmeras de segurança, localizadas próximo ao local do crime.

Bruno costumava praticar os assassinatos sem esconder o rosto, o que facilitou a ação da polícia na identificação.

Agentes da Divisão de Homicídios, com o apoio da Polícia Federal, realizaram a busca pelo suspeito e o encaminharam para a Delegacia Geral.

Segundo a Polícia Federal, ele apresentou documentos falsos para viajar e já estava na sala de pré-embarque quando foi preso.

O prefeito foi morto no dia 25 de julho deste ano no residencial Cristo Vive, em Tucuruí, durante uma visita local. De acordo com informações da polícia, dois homens homens armados chegaram em uma moto e disparam vários tiros na cabeça do prefeito. Jones William ainda chegou a ser encaminhado a uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.

Jones William foi eleito prefeito de Tucuruí pelos PMDB, na coligação Mudar Para Ser Feliz. Ele conseguiu  a vitória nas eleições com 31268 votos, que representam 53.50% dos votos válidos. Ele tinha 42 anos, era casado e natural do Rio de Janeiro.

Em maio deste ano , o Ministério Público pediu o afastamento do prefeito por suspeita de improbidade administrativa. A Justiça do Pará determinou o bloqueio de bens. O prefeito teria fechado contrato com empresas de um único empresário com dispensa de licitação. (Com informação da Polícia Civil e DOL)

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