Hiroshi Bogéa On line

Sindicato denuncia Banco do Brasil

Reproduzindo posts de alguns blogs regionais, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários nos Estados do Pará e Amapá – SEEB -,  ap e de jornais de Marabá e Parauapebas, resentou denúncia  à Delegacia Regional do Trabalho em Parauapebas contra o Banco do Brasil (Agência de Parauapebas) , relatando ujma série de motivos – entre alguns:

1- Estado  deplorável das instalações físicas da agência,  tanto para os clientes e usuários quanto para os funcionários;

2- Desabamento de parte do forro da agência, ocorrido durante forte chuva, dia 22 de outubro, com registro anyerior de outro desabamento do forro da área de guichês de caixas. Houve uma tentativa de reparo do mesmo, no entanto, o problema não foi sanado por completo e a qualquer momento uma nova chuva forte pode voltar a derrubá-lo.

3- Por conta desses desabamentos, há apenas um condicionador de ar funcionando na agência, pois o aparelho que fica na área de auto-atendimento está inutilizável. Cerca de cem pessoas de aglomeram na nesta área e pressionam por atendimento. O calor é insuportável no local.

4- Constatação, com laudo do  Corpo de Bombeiros, de eminente risco à segurança dos usuários e funcionários, sugerindo a interdição do prédio e paralisação dos serviços bancários, o que não foi acatado pela gerência do banco, que pediu prazo para reparar os graves problemas.

5- Atendimento a clientes e usuários sendo feito com um funcionário da empresa de vigilância e transporte de valores posicionado na entrada da agência, distribuindo senhas para que as pessoas sejam atendidas. Entram na agência trinta pessoas de cada vez, o que não impede o sufoco na hora do atendimento. A agência sempre teve um grande fluxo de clientes para poucos bancários e a atual situação dificulta mais ainda o atendimento.

6- Funcionários, todo tempo, pressionados a agilizar o atendimento. Filas enormes se formam na frente da agência e os bancários não têm alternativa senão a de atender aos clientes em condições precárias, correndo o risco de desabamento do teto sobre suas cabeças. Para dar conta da grande demanda externa e interna, chegam a sair por volta de 22h, 23h da agência, sem receber qualquer apoio ou atenção do Banco.
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