Hiroshi Bogéa On line

Sem pegadas

Sonolento, ao ritmo da maciez das águas, o par de sandálias descia o rio, sem deixar rastros.

Apenas a sombra refletida entre a superfície e o banco de areia.

A luz do Sol a tudo focava.

Post de 

4 Comentários

  1. Hiroshi Bogéa

    3 de setembro de 2008 - 10:49 - 10:49
    Reply

    É isso aí, Zé.
    Agradeço a correção. Na próxima edição da coluna, no Diário, publicaremos errata.
    Valeu, garoto.

  2. Zé Dudu

    3 de setembro de 2008 - 03:57 - 3:57
    Reply

    Hiroshi, só para seu conhecimento caso venha a publicar sua coluna no blog, que por sinal é muito boa, o nome correto do sócio do Grupo Lírios do Campo, de Anápolis, em Paraupebas é Sr. Valdir Flausino de Oliveira e não Flausim, como vc colocou.

    Um abraço.

  3. Anonymous

    1 de setembro de 2008 - 23:33 - 23:33
    Reply

    É brincadeira procurar rastros dos agentes da ABIN, eles são iguais a sandálias boiando nos rios, hahahahhaha.

  4. Anonymous

    1 de setembro de 2008 - 23:29 - 23:29
    Reply

    Como está difícil em epoca de eleição você escrever sobre assuntos da atualidade como os possíveis grapos ao todo poderoso Gilmar Mendes, venho lhe perguntar: Como funciona uma agência de inteligência que antes de investigar tem que pedir permissão ao judiciário, se esse judicário tiver eivado de bandidos, menbros do PCC ou outros interesses que não seja da Patria? ou será que só nós mortais que somos bandidos, algemavéis e outras coisitas mais, será que podemos falar de direitos humanos se temos um CRAMA aqui ao nosso lado, onde os ratos (bichos) são melhores tratados que os ratos (humanos)?
    Escreva Hiroshi, pois queremos saber sua opinião, ou quando se trata de judiciário todos se acovardam como fazem a população das favelas reféns do Comando Vermelho?

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *