Hiroshi Bogéa On line

Sem navegação

Já se perdeu a conta de quantas vezes marginais e vândalos investem criminosamente contra a rede de fibra ótica que o Prodepa espalhou na cidade para distribuir os benefícios do NavegaPará.

Outra vez, cortaram cabos em pontos diversos do município deixando usuários do sistema fora do ar.

Por todo o dia de hoje, técnicos do governo tentam restabelecer a comunicação do NavegaPará, recompondo a rede danificada.

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7 Comentários

  1. Francisco Pereira

    5 de agosto de 2010 - 18:16 - 18:16
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    Realmente é muito estranho que essa rede sejas tão perseguida, não seria melhor os fios de cobre ou alumínio que tem venda certa no mercado dos reciclados, olha pessoal é só conjecturas viu.

  2. Bruno

    4 de agosto de 2010 - 20:27 - 20:27
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    Olhando por uma lado critico,a rede do Navega Pará que está aberta a usuários em alguns locais de Marabá é de maior qualidade que muitos provedores de Marabá, com isso as vendas de pacotes caíram desde a instalação de rede do navega, meio suspeito que "molecada" corte a fibra, quem corta sabe o que está fazendo…

  3. Anonimo das 13:38

    4 de agosto de 2010 - 13:46 - 13:46
    Reply

    Exatamente Francisco.
    Exatamente.

  4. Francisco Pereira

    3 de agosto de 2010 - 20:01 - 20:01
    Reply

    Sim o valor ficaria 3 vezes maior só que, não precisaria fazer tantos reparos ocasionados por vândalos como fazem agora, o barato sai caro.

  5. Mural de Marabá

    3 de agosto de 2010 - 18:35 - 18:35
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    Não precisa escavar túneis, bastava enterrar esses cabos uns 80cm abaixo que a molecagem acabaria.

    Ali onde fica o bambuzal, depois de ter seu cabo rompido algumas vezes pelos bambus, a OI o enterrou logo após a sargeta. E não me pareceu tão fundo assim e nem tão caro para eles. É só um exemplo.

    O que faltou para pensarem nessa solução? Acaso não sai caro a manutenção de uma rede que vive rompida? Quanto custa o transtorno e atraso no envio desses dados? Quanto custa a manutenção desses cabos?

  6. Anonymous

    3 de agosto de 2010 - 16:38 - 16:38
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    Mas aí MURAL é outro custo.
    O NavegaPará foi feito as pressas por uma estrutura falida.

    Em paises desenvolvidos além da agua e esgoto a energia elétrica, telefonica e de dados vem por baixo.
    Em Porto Alegre e Curitiba já tem locais que estão fazendo estas mudanças.
    Só temum detalhe: O custo é 3 vezes maior.

  7. Mural de Marabá

    2 de agosto de 2010 - 23:38 - 23:38
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    Também é de bricadeira a área técnica do Prodeba: fazer uma rede suspensa!

    Imagino que eles sabiam dos riscos. Ainda mais quando se tem como exemplo aos orelhões: todos destruídos, não pelas intempéries, mas pelos vândalos.

    O correto seria fazer a rede no subsolo: mas aí os cabos não quebrariam com tanta frequência. Até parece proposital expor uma rede dessa maneira.

    Todos sabem que a fibra não quebra quando é esticada, mas quebra facilmente quando é dobrada ou quando é atingida por algum objeto cortante. Também é vulnerável ao fogo.

    Do jeito que fizeram essa rede, tinha que acontecer isso mesmo. Infelizmente.

    E isso acaba queimando ainda mais o filme já queimado da governadora. Imagino que quando alguém chega no Detran e dá de cara com um sistema fora do ar, deve ficar feliz a governadora, já que ela anuncia aos quatro ventos o Navega Pará.

    Ainda tá em tempo de mudar a estrutura.

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