Hiroshi Bogéa On line

Rufando tambores

Mesquíades Justiniano, secretário de Cultura de Marabá, promete colocar todos os blocos na rua.

Objetivo, segundo diz, é transformar a cidade em caldeirão carnavalesco, nos próximos três anos, para inserir o município no rol daqueles que atraem brincantes de todos os lugares – como Cametá e Vigia.

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6 Comentários

  1. Anonymous

    15 de fevereiro de 2010 - 14:00 - 14:00
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    Hiroshi, a "garça faceira de olhos azuis" entende do riscado. Vejamos até onde vai o seu poder de realização. Mesmo porque, sem as Escolas de Samba, será um carnaval, digamos, à meia-boca. Prego, tambem, a não dependencia das Escolas ao Poder, seja ele qual fôr. Outra coisa, mera opinião, acabemos de'importar' ritmos/festas de outros estados, tipo axé etc…Carnaval, penso, deveria ser marchinhas e samba, e tamos conversados. Grato. Em 15.02.10, Marabá-PA.

  2. Anonymous

    14 de fevereiro de 2010 - 12:26 - 12:26
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    Ao anônimo das 17:14:

    O Vosso telkiades está no lugar certo. Ele entende da coisa. Ele é a Rainha de Sabá da cultura. Entretanto como já o conhecemos,esperamos que com o tempo ele não venha fazer o que fez com a Educação Estadual.
    Vc sabe foram 12 anos de desgraça. o caos que esse governo que está ai enfrenta na educação na região é fruto do vicio e da má administração dele e de outros tantos cidadãos.

  3. Anonymous

    13 de fevereiro de 2010 - 20:14 - 20:14
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    O Vosso Quíades tem competência e está ressucitando as tradições culturais de Marabá .Quem dera o Maurino tivesse gente competente em todas as secretarias.O maior fiasco tá na Progem(se enrolou no LIXO)e o segundo maior tá no gabinete e o terceiro empatado entre Educação e planejamento.

  4. Anonymous

    13 de fevereiro de 2010 - 14:14 - 14:14
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    Ei Hiroshy, O pagão está correto em parte no seu coment. Só esqueceu que quem acabou com o carnaval,o Fecam e etc.Não foi o "Telkiades", foi o 'Ex-secreario e o Tião 'mau-mau'.
    E o mais importante. Carnaval é a festa do povo. Se o povo não se manifesta…

  5. Hiroshi Bogéa

    11 de fevereiro de 2010 - 18:31 - 18:31
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    Meu nego, o seu cauderão está corretíssimo, ilustra muito bem alguém fantasiado de cauda grande, a caráter pra época momesca.

    Só que o meu caldeirão também está correto, porque se refere a grande vaso para aquecimento de líquidos. Carnavalesco pegando fogo no caldeirão.

    Mas entre a cauda e o grande vaso, os dois servem no carnaval.

    Um abraço do caldeirão pro cauderão.

    Bem grandão!

  6. Quaradouro

    11 de fevereiro de 2010 - 17:52 - 17:52
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    Não é caldeirão, baixim: é cauderão, cauda grande, enorme como um rabo de palha. Carnaval de rua sem que a iniciativa seja da população é palhaçada. Se já não temos mais escolas de samba (ajudei a fundar a primeira – eu, Zé Maria da Zeny, Cateba, Kilindô, os amigos do Cabelo Seco, e Maroca, minha paixão adolescente)nem vem o Teukíades que não tem. Também ajudei a fundar a Indepentendes Unidos de Marabá (prof. Jurandir, Ademir Martins, eu, Adalício Macedo e outros – escola de samba que o Badeco fez todo esforço até acabar…)e que acabou da mesma forma, como acabaram o Fecam, o boi-bumbá.
    Êêê raça!

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